Waiting For The End

25 Beautiful Letdown


Notas iniciais
HEEEEEEEEEEEEEEEEEELLO GENTE BONITA OOOO/ Cara de pau eu né? Demorar uma vida e ainda chegar assim e-e Bem, mais uma vez peço perdão, sei que isso é muito chato, realmente MUITO chato, mas peço que entendam... Eu passei um bom tempo sem inpiração para escrever. Eu já sabia o que devia acontecer nesse capítulo, mas quando escrevia tinha que apagar paragrafos e paragrafos por não estar bom. Vocês já sofreram disso? É horrivel -.-' O capítulo deveria ficar maior, porém deu só isso mesmo s: Vamos aos agradecimentos logo? Vamos: ESSE CAPÍTULO (QUE NA MINHA OPINIÃO NÃO ESTA A ALTURA) VAI PARA: Lily di Angelo! que além de ser a primeira a comentar disse que a WFTE é a fic preferida dela ~~PRECISO COMENTAR QUE PIREI QUANDO LI? acho que não e-e, a Nanda M minha gêmea a muito perdida ~~drama~~ que me deixa reviews grandes lindos e nossa... me ajuda muito! E ELA CURTE O JON SNOW VÉI, O JON SNOW! MEU JON SNOW! AWN ~~parei e-e, a Izzy Collins que sempre me deixa sua opinião sincera que me ajuda muito! Além de ser uma fofa ^^, ao MEU, MEU, MEU e mais uma vez MEU (: potterianoroxo que me deixa super feliz com seus comentários fofos e engraçados, a BrunaCatarina12 que me emocionou com seu review lindo, a whispers in the dark que apesar do review ser pequeno comentou!, a MaryMalfoyWeasley que me faz ficar feliz com seus comentarios lindos, a Almofadinhas que me deixou um review adorável ><, a Bess linda e fofa que sempre esteve aqui comigo, que me motiva até hoje e humilha com sua fic (https://fanfiction.com.br/historia/242275/Spitfires_In_The_Sky/ LEIAM BABYS), a Amanda Lopes minha amiga linda que me faz feliz tanto aqui quanto no dia-a-dia (nós trocamos loucamente mensagens e-e), a minha amiga (QUE ESTOU COM SAUDADE!) karolyneferrera que não comenta e - e mas lê! Ao meu amigo Patrick que vive me cobrando capítulos e me enchendo de elogios me fazendo feliz :3, a minha melhor amiga Thalia (QUE FEZ UMA CONTA E ME DEU A HONRA DE LER MINHA HUMILDE FIC :'D), não sou nada sem ela gente, somos irmãs de mães diferentes; ao meu melhor amigo Luan ou Heatville que cada dia mais me apoia e me ajuda, tantas vezes nem sabendo que o faz... By the way ele começou uma fic nova é 1D-HP e eu nossa... recomendo completamente! Ele me humilha ~~cry~~ OLHEM POR FAVOR! NOS FAÇAM FELIZES (https://fanfiction.com.br/historia/258404/Hogwarts_Nao_E_So_Uma_Historia/ VÃO LER! GO GO GO) a minha irmã (essa de sangue aosdhaosdhia) que me deixou um tempão no computador para eu poder acabar o capítulo e ainda me ajudou com o título e a todos, digo, TODOS MESMO! que leram e por algum motivo não deixaram review. Eu amo vocês e preciso de vocês. Música do capítulo é do Switchfoot: http://letras.mus.br/switchfoot/491971/traducao.html É muito boa, recomendo que leiam a tradução :3 E sim gente, eu chorei lendo os reviews :') Obrigado por tudo gente. Obrigado por existirem e obrigado por estarem comigo... Os amo... Aproveitem...

POV Thalia Grace

Acordei eram 09h00min, a casa estava silenciosa como esperado e Josh ainda dormia. Levantei de meu sofá e fui para o armário procurar uma roupa. Peguei um conjunto simples e fui para o banho. A água estava propositalmente fria, quase um iceberg em meu chuveiro. Depois de uns dez minutos saí de debaixo da água e sequei meus cabelos, logo colocando a roupa.

Quando saí do banheiro encontrei Josh levantado e vestido. Estava com uma calça jeans, camisa xadrez e amarrava seu all star. Eu tinha que admitir, o garoto tinha estilo. Ri com o pensamento.

—Bom dia garotão! Dormiu bem? –Perguntei lhe dando um beijo na testa, ele assentiu sorrindo e eu fui abrir as cortinas, para encontrar um dia de sol. –Sol em Londres? Temos que aproveitar muito esse dia! –Ele riu e concordou. –Mas vamos tomar café. –Saí do quarto e senti ele me seguindo.

Fomos até a cozinha e peguei o necessário para fazer o café, as garotas compraram alguns pães e deixaram em cima da mesa. Elas ainda não sabiam sobre Josh e isso me assustava um pouco, mas tomamos nosso café em paz e conversando sobre a escola dele. Pude ver que era aplicado nos estudos e que gostava de ir para a aula.

—Eu posso secar os copos se você quiser. –Se ofereceu e eu agradeci dando para ele uma toalha e um banquinho para ficar acima do balcão. Eu lavava e ele secava a louça enquanto conversávamos. De repente ouvi um estouro e vi que um copo havia caído, Josh desceu rapidamente do banquinho e se encolheu perto dos cacos começando a chorar e tampando a cabeça com as mãozinhas. Com um estalo perturbado percebi que ele esperava que eu batesse nele. Ele realmente esperava apanhar. Fechei a torneira e me ajoelhei ao seu lado.

—Hey garotão, levanta daí. Você pode acabar se cortando. –Ele ainda chorando levantou meio hesitante. –Vem aqui, vem. –O coloquei sentado em cima do balcão. –Porque você tá chorando? Está tudo bem, foi só um copo.

—V-você não vai me bater? –Perguntou com os olhos castanhos cheios de lágrimas.

—Mas é claro que não. Foi só um copo, isso acontece. Eu mesma vivo quebrando copos. –Falei e limpei suas bochechas o melhor que pude. –Não precisa chorar, eu não vou te bater.

—Ela me bateria... –Sussurrou limpando as lágrimas também. Segurei com força a pedra negra do balcão e sorri o melhor possível para ele, tentando esconder a raiva que me consumiu.

—Você não está mais com ela, ok?! Se depender de mim nem vai voltar. –Falei com firmeza e vi um sorrisinho aparecer em sua face vermelha do choro.

—Obrigado. –Me abraçou e eu correspondi feliz por tê-lo ali.

Josh era só uma criança. Uma coisinha morena de olhos castanhos, ele era lindo e uma criança incrível. Como alguém, corrigindo, como sua mãe podia bater nele? Como podia tratá-lo daquele jeito?

Peguei minha câmera e saímos. Nas escadas ele hesitou na frente da porta de sua antiga casa, mas logo recuperou o controle das pernas e me seguiu até meu carro. Afivelei o cinto de segurança nele no banco de trás lembrando de Nico na noite passada, resolvi passar lá ao fim de nossas compras.

Fomos direto para meu shopping favorito. Compramos meu celular novo com várias capas para ele e algumas roupas para Josh, o garoto mal tinha o que vestir naquela mochila. Foi uma manhã super divertida, comprei sorvete para nós e tiramos várias fotos os dois lambuzados. Almoçamos num restaurante lá dentro mesmo e vimos um filme no cinema. Ele adorou, era A Era do Gelo 4, uma super produção muito divertida. Pela primeira vez Josh parecia feliz, seu semblante era alegre e eu via seu divertimento em seu sorriso, apenas esse sorriso já me fez ganhar o dia.

À tarde fomos num pequeno parque de diversões que passava pela cidade naquela semana. Foi super divertido, tiramos muitas fotos engraçadas. Fotografei muito Josh, ele correndo atrás de um pássaro, ele gritando ao meu lado na Casa Mal Assombrada, ele comendo e deixando cair catchup na mesinha e em suas mãos. Ele era incrivelmente fotogênico e não se importava de eu estar tirando fotos dele.

No fim de nosso dia passei na casa de Nico. Josh dormia, mas eu tinha mesmo que passar lá, então carreguei ele até a porta e toquei a campainha. Um Nico meio acabado me atendeu com cara de sono, mas logo acordou ao ver o garoto em meus braços. Perguntou quem era sem fazer nenhum ruído, eu apenas acenei com a cabeça dizendo que explicava depois. Nico disse para eu colocá-lo em sua cama. Depois de portas fechadas fomos para a sala.

Como esperado ele perguntou quem o garoto era e eu tive que explicar a história toda para ele, que ao final me apoiou veemente. Eu esperava que as garotas tivessem a mesma reação. Após um minuto em silêncio o encarei.

—Você está melhor? –Perguntei e ele baixou os olhos coçando a nuca.

—Er... Sim, eu acho. Obrigado por me tirar de lá Thalia, mesmo. –Agradeceu finalmente olhando em meus olhos.

—Não, tudo bem... Só... Não faça isso de novo tá? –Pedi meio encabulada, pela primeira vez naqueles momentos ele sorriu.

—Vou tentar. –Respondeu ainda sorrindo.

—Tentar não me serve de nada. –Falei o fuzilando com os olhos. –Quero que prometa. Promessa de dedinho. –Apontei meu dedo mindinho para ele e ele me olhou incrédula.

—I promise. –Respondeu entrelaçando seu dedo ao meu.

—Você não pode quebrar uma promessa de dedinho ok? –Cerrei os olhos e rimos juntos separando nossas mãos.

—Ok! –Levantou os braços em sinal de rendição e rimos. Nico era incrível. Era meu melhor amigo e eu sabia que sempre poderia contar com ele para tudo.

Isso me assustava um pouco também.

Passamos mais um bom tempo ali apenas conversando.

—Oh meus deuses! Tá muito tarde, eu e o meninão ali temos que ir logo. –Falei olhando assustada o relógio. –Fique bem tá? Lembre: Promessa de dedinho não se quebra. –Levantei e peguei Josh o colocando no carro, Nico me ajudou e nos despedimos com um beijo na bochecha. Eu tinha que voltar para casa pra poder receber as garotas.

Elas me apoiariam, não?

X – X – X

Alguns dias depois...

POV Thalia Grace

—Vai ficar tudo bem? –Perguntei pela milésima vez à Annie, que cuidaria de Josh para eu poder ir na leitura do testamento. As garotas tinham recebido muito bem Josh, que também adorou elas. Bem na sexta-feira Josh não teria aula, Annie se ofereceu para ficar com ele, é óbvio que eu confiava nela, mas estava com medo de estar incomodando.

—É claro que sim. –Me respondeu revirando os olhos e me encaminhando para a porta. Assenti e Josh me deu um abraço apertado, dei um beijo na bochecha de Annie e agradeci em silêncio. Desci as escadas calmamente, estava saindo relativamente cedo de casa. Havia colocado uma roupa decente e caprichado na maquiagem, se era para eu rever minha mãe, que pelo menos mostrasse que agora eu não precisava dela.

Tentei tirar todo o nervosismo da cabeça enquanto descia as escadas girando as chaves em minha mão. Destranquei meu carro e entrei lentamente, sem pressa de ligá-lo. Fui ouvindo músicas o caminho todo, tentando me acalmar. Cantei algumas partes, falei sozinha, ri das roupas das pessoas na rua e dançava sentada, quando cheguei ao tribunal estava calma e descontraída. Subi os degraus com pulinhos e procurei a sala cinco, depois de falar o que queria na recepção, que aliás tinha um carinha bem bonitinho, ri comigo mesma e bati na porta, David que abriu.

—Olá Thalia, chegou cedo. Só estamos nós aqui, nem o Marcos chegou ainda. –Me cumprimentou com um beijo no rosto e me deu passagem para entrar. Sentamos num dos lados da mesa e ficamos conversando amenidades. Perguntei mais sobre seus filhos e sua esposa, que me pareceram pessoas maravilhosas.

—Olá David. –Uma voz conhecida e extremamente mal recebida pelos meus ouvidos soou. David ao meu lado deixou seu desconforto transparecer apenas como um flash rápido em seus olhos. Minha mãe nos lançou apenas um aceno de cabeça antes de sentar e eu lhe ofereci um sorriso falso, ela não mudara muito, se vestia como uma prostituta e andava como uma. Com um sobressalto divertido percebi que ela não me reconheceu.

—Thalia ainda não chegou pelo que pude ver. –Exclamou com desdém e eu senti que podia gargalhar. David me lançou um olhar nervoso mas discreto, eu apenas balancei a cabeça, queria ver onde aquilo daria. –Não aguentava mais de saudade dela. –Explodiu em gargalhadas escandalosas. –Não preciso mentir para vocês, espero. Só vim pelo dinheiro que tenho direito. Se não fosse aquela pirralha, ficaria com tudo para mim. Mas tudo bem, não é? Ele não deixaria grande coisa para ela também. Afinal mal conhecia a garota, era sempre trabalho, trabalho... Perdão por falar de seu amiguinho, mas é a verdade. Sorte que quando nos separamos pagou pela garota. Não que eu a quisesse, mas ele não podia tirar minha fonte de renda de mim e sair impune me deixando no prejuízo. –Ao perceber o que disse se remexeu desconfortável e sorriu amarelo. Eu estava sem reação, estática. –Mas deixemos o passado no passado. Esta deve ser sua namorada presumo?! –Sorriu me olhando e eu pude ver David ficar inquieto e eu não o culpava, minha mãe era extremamente desagradável em seus monólogos. Antes que pudéssemos responder Marcos entrou pela porta e todos nós nos levantamos como por impulso.

—Olá Sra. Grace, olá David, bom dia Thalia! –Me mandou um sorriso radiante e eu o devolvi. Ele nos cumprimentou com apertos de mão e eu resolvi tirar aquela história a limpo, estendi minha mão para minha mãe que me olhava incrédula.

—Oi. Lembra de mim? Eu era a criança que você atormentava. –Apertei sua mão entre a minha e ela tentou puxar. –Você recebia deles quando faziam aquelas coisas comigo? –Perguntei amassando sua mão.

—Eu não sei do que você está falando. –Engoliu em seco e puxou a mão com mais força.

—Você sabe sim. 3 de setembro de 2000, eu tinha cinco anos, Brandon. 24 de novembro ainda em 2000, John. 9 de abril de 2001, Leonard. 26 de janeiro de 2002, William. 23 de janeiro de 2003, um dia depois do meu aniversário, Ryan. 3 de agosto do mesmo ano, Steve. 5 de maio de 2004, Landon. 20 de outubro de 2005, Tom. 8 de julho de 2006, Raymond. Acho que você sabe muito bem do que estou falando. –Eu apertava sua mão com tanto ódio que ela já estava roxa enquanto a minha estava branca pela força em que usava.

—Você está me machucando! –Falou tentando tirar sua mão da minha.

—Não mais do que você me machucou. –Finalmente larguei a mão dela que estava seriamente roxa e com marcas pretas. David me olhou espantado, mas eu apenas sentei na cadeira e permaneci em silêncio. Marcos pigarreou e todos olhamos para ele.

—Aqui está o testamento. –Nos mostrou um papel lacrado. –Todos concordam que esta lacrado? –Eu e David assentimos, mas minha mãe não.

—Quero ver em minhas mãos. –Marcos lhe deu o papel e ela fez alguns “testes” constatando que realmente estava lacrado. Devolveu-lhe e ele pegou uma tesoura.

—Vamos prosseguir então. –Rasgou o papel e nos mostrou um texto com a letra de meu pai. –Todos concordam que essa era a assinatura dele? –Assentimos, mas novamente minha mãe tinha que interromper.

—Quero ver. –Revirei os olhos enquanto ela pegava e lia a assinatura, logo assentindo também. Pacientemente Marcos pegou o papel de volta e se sentou.

—Então começarei a ler. –Enquanto minha mãe sorria triunfante eu apertava minhas mãos por baixo da mesa, estas suavam e tremiam. –“Acho que se começa um testamento com um olá não é? Bem, olá para todos vocês. Se estão lendo isso eu morri não é mesmo? É, sim. Espero que não fiquem muito tristes com isso, vivi e vivi bem. A única coisa de que me arrependo é de não ter passado tempo suficiente com minha única filha. Você está aí não está? Sua mãe deve estar e David também. Vamos começar logo com isso? Melhor.

“ Para Marisa, minha ex-esposa eu deixo um “Obrigado” do fundo de meu coração...

—ELE O QUE? –Minha mãe berrou e eu pulei na mesa.

—DÁ PRA CALAR A BOCA? –Pedi seriamente perto de seu rosto e ela assustada assentiu, voltei a me sentar e esperei Marcos continuar, o que não demorou.

Eu sou totalmente e completamente agradecido a ela por ter me dado Thalia. Meu tesouro. O motivo pelo qual fiquei tanto tempo vivo. Sei que ela deve estar tendo um treco, eu a conheço, realmente conheço. Serei mais direto e rápido agora, o papel está acabando e Marcos acabará sem cabeça se acabar se demorando para ler.

“ Para David deixo 30% de nossa empresa, espero que guie tudo desde como foi no princípio, desde a primeira idéia. O verdadeiro caminho da empresa, seu objetivo. E um grande Obrigado, do fundo de meu coração. Você foi muito mais que um amigo, foi meu irmão.

“Para Marcos deixo 10% da empresa. Sei que você não queria se meter nisso, mas era o único jeito de te manter nesse testamento, devo muito a você. Se preferir, deixe sua parte a cargo de David, ele adora aquele lugar e ficaria feliz em lhe ajudar. Obrigado por tudo que fez por mim em vida. Você é um advogado incrível.

“Finalmente você Thalia... Deixo para minha única filha todos os meus bens, dentre eles dinheiro no banco, carro, chalé de inverno, casa, apartamento, móveis etc. E principalmente, lhe deixo o restante da empresa, 60% do trabalho de minha vida. David lhe ajudará, sei disso. Me sinto bem deixando basicamente “tudo” para você. Porque apesar de geralmente estar longe, você foi meu tudo durante minha vida inteira. Me perdoe por não estar presente quando você precisou. Te amo. Amo vocês dois também rapazes. E tenho um profundo respeito por você Marisa. A propósito, quero formalizar isso: Para minha ex-esposa Marisa deixo meu profundo respeito e agradecimento por dar a luz à Thalia.

“Os amo. Nos vemos do outro lado. Aaah, antes que me esqueça, gostaria que essa “carta” ficasse com Thalia, a fortalecerá quando precisar eu espero. Só mais uma coisa... Acho que consegui chocar a todos com esse testamento não é? —E como nas outras vezes, meu pai tinha razão.

Notas finais
Eaí? e - e AMO VOCÊS ~~NOS VEMOS... QUANDO DER E - E