W-what Is This Shit?

3 Capítulo III - Life insane, baby


Notas iniciais
Esse cap. foi bem divertido de escrever e devo adimitir deu um pouco de trabalho principalmente pra nossa adoravel e maravilhosa Beta, que merece reconhecimentos né?
O Capitulo três de What Is This Shit é um miminho que decidimos de ultima hora com um lindo "prêmio" no final, mas claro com um castiguinho válido -qq
Além de um presentinho de Natal pra vocês o capítulo também [espero não ser linchada depois pelo aniversariante -q] é um presente de aniversário para o nosso fofo e lindinho Uke Supremo Allen Walker 8D
Feliz Aniversário seu lindo!

Título: W-what Is This Shit?

Autoras: NanaKunigan; Maaih-chan

Anime: D.Gray Man;No.6

Casal: Kanda x Allen; Nezumi x Shion

Classificação: + 16. (Por enquanto -qq)

Gênero: Yaoi/Lemon

Beta: Ukiyo-e

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W-what Is This Shit?

Capítulo 3 — Life insane, baby.

Kanda sentiu-se estranho quando as mãos de Allen saíram de suas costas. O britânico endireitou o corpo e olhou para o moreno, estranho era não ter o olhar ameaçador ou raivoso de sempre, seu olhar parecia perdido e... Confuso? Não, “confuso” não era a palavra certa, pensou Allen, “atordoado” talvez?

– Está tudo be- – Shion foi parado por seu namorado, que modificou a fala: – Não, ele deve pedir desculpas. – disse Nezumi, apontando para o espadachim.

Allen foi tirado de seus pensamentos pela voz de Nezumi, tinha um quê de irritação devido o ato do japonês. Os dois morenos se encararam, novamente, o ambiente ficou pesado. Shion, notando que Kanda não iria pedir desculpas, assim como Nezumi não pediria, resolveu intervir.

– Não precisa disso, Nezumi. Allen-san já pediu desculpas pelos dois, então, chega de brigas entre vocês.

– Tch. – disse o espachim, por fim endireitando-se para sair do quarto, fechou a porta com força. Irritado, foi até o fundo do corredor e acomodou-se próximo a parede, fitou o nada enquanto pensamentos estranhos – pelo menos para ele – passavam por sua mente.

Allen coçou sua nuca, um pouco envergonhado pela atitude do mais velho, depois encarou Shion e disse:

– Nos desculpe por isso.

– Você não precisa se desculpar. – Shion sorriu para acalmá-lo – Está tudo bem agora.

Nezumi sentou na cama, olhou a porta fechada com certo exagero e deixou-se levar por pensamentos. Levantou bruscamente e caminhou em direção à mesma, assustando aos albinos que permaneciam calados por causa do constrangimento que ainda não se dissipara.

– Eu já volto. – falou ao passar por Shion, quando percebeu que ele iria lhe perguntar.

Allen olhou um pouco confuso para Shion, em resposta, após um sorriso sem graça, disse:

– Ele raramente especifica o que faz.

Nezumi deu logo de cara com Kanda ao fechar a porta, estava ao fundo do corredor. A chuva ainda caía forte. Ele apenas estava no corredor que dava acesso à porta, porém ele não esperava encontrar algo tão monstruoso com o mesmo.

Kanda segurava a katana de um jeito agressivo, com fúria, ergueu os olhos para a criatura a sua frente lhe encarando, sua expressão dura não transparecia medo, pensou Nezumi, enquanto olhava para a cena surpreso.

Mas... O que era aquilo?

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Local: Laboratório Ordem Negra


A máquina que Komui havia construído estava causando um tremendo caos. Além de fazer muito barulho, saia fumaça por todos os lados; ao que não suportou a passagem dos dois exorcistas pelo portal, fechou-se em si.


Reever, que se mostrava o mais calmo de todos, virou-se para Komui que estava branco de preocupação. O chinês de cachinhos olhava atordoado para sua máquina, ela tinha vontade própria pelo jeito, pois seu desejo aparente era que os dois exorcistas continuassem presos àquele mundo estranho.


– Temos que achar um jeito de reabrir o portal e, sem perder tempo, trazê-los de volta – disse Reever, chamando a atenção do chinês.


– Vai levar pelo menos dois dias pra conseguirmos arrumar a máquina... – lamentou-se Jhonny, aflito só em pensar como Allen e Kanda estariam.


De repente, Komui levantou com um sorriso sinistro no rosto, demonstrando que tivera uma idéia... E esse era o medo de todos.


– Podemos usar a força de um akuma para abrir o portal, só precisamos de uma isca! – disse como se fosse a coisa mais fácil do mundo.


– Que tipo de isca? E como um akuma – perguntou um dos novos assistentes da equipe de Ciências, desconfortável com a palavra – Pode nos ajudar a abrir o portal?


– Primeiro: como isca usaremos uma innocence que temos armazenas em Hebraska. – ajeitou seus óculos – Assim, precisamos de que um exorcista atraia o Akuma para cá – voltou a sentar-se na cadeira e deu um suspiro antes de continuar – O que aconteceu com a máquina foi apenas uma sobrecarga de energia provocada pelo portal e, como Jhonny disse, concertá-la demoraria muito e colocaríamos Allen e Kanda em um risco extremo; é aí que entra o akuma. Como os mesmos produzem muita energia, a energia, tanto do portal como a dele, vão entrar em colapso e não deixaram a máquina sobrecarregar novamente. Só precisamos dar alguns ajustes simples que logo poderemos ligá-la por pelo menos 10 segundos e trazê-los de volta. – parou de falar e tomou um gole do café que Lenalee havia entregue a pouco – Mais alguma pergunta?


Todos olharam boquiabertos para a explicação do Supervisor.


– Oh~~ E não é que o nosso Komui pensa mesmo as vezes? – brincou uma voz conhecida por todos.


– Hunf. – ele ajeitou os óculos novamente, encarando o ruivo que apareceu de repente como sempre – Não me subestime, Bookman Junior.


– Eu não seria capaz de fazer isso. – disse o ruivo, fingindo estar ofendido e triste com as palavras do Supervisor. – Então, vão querer ajuda pra atrair o akuma até aqui? – perguntou alegremente, segurando o pequeno martelo em mãos, girou-o entre os dedos.


– Já que você se qualifica... – Komui olhou para Reever – Leve Lavi até Hebraska, explique para ela e pegue uma innocence – voltou-se para Lavi – E você como já deve saber de tudo, já sabe o que fazer.


– Pode deixar comigo. – sorriu o ruivo.


1 hora depois...


Lavi vinha correndo com a innocence em mãos em direção à Ordem enquanto um akuma nível um perseguia-o, logo pôde avistar a máquina de Komui à frente da mesma, pois a locomoveram para lá com fim de facilitar as coisas para o ruivo.


E realmente facilitaram, não era nada agradável para o ruivo atrair um akuma para dentro da Ordem. Assim que o exorcista avistou a máquina e Komui ao lado de Reever e Jhonny, deu um sorrisinho levantou o Odzuchi Kodzuchi, assim que o akuma se atirou sobre ele, pediu que sua arma se estendesse e o levasse para uma altura acima do alcance do akuma, atirando-o na direção em que Komui o instruira de que o akuma deveria estar.


Quando o akuma já se encontrava no lugar exato, Komui deu ordem para que ligassem a máquina, quando o portal começou a se abrir novamente, aconteceu o inesperado. O akuma se voltou para o portal aberto e, atraído por sua energia, atravessou o mesmo, fazendo com que se fechasse, explodindo a máquina. Todos olharam surpresos para os restos de metais que sobraram e logo se pode ouvir uma voz de deboche.


– Pois é, Komui. Agora será uma semana até construir uma máquina nova – Lavi deu um tapinha no ombro do chinês que se encontrava coberto dos vestígios da explosão e estático com o corrido.


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Local: Distrito Oeste


Nezumi ainda se encontrava chocado, aquela criatura bizarra encarava Kanda sem expressão nos olhos, como se estivesse morto, uma arma sendo controlada por alguém. Sentiu um arrepio percorrer o corpo quando a criatura começou a mudar de forma, apareceram vários canos de armas por todo o corpo, todas apontadas para o exorcista que continuava olhando-o com ódio, analisando o inimigo.


Assim que a criatura disparou, Nezumi agarrou a faca em sua cintura, mas hesitou, não tinha como vencer. Olhou para Kanda, imaginando aqueles serem os últimos momentos do rapaz, surpreendeu-se ao ver o moreno atacar com ferocidade. A espada movia-se agilmente, não era a toa que Kanda a manejava, ele era bom. A lâmina da arma cortou a bala que estava em sua direção ao meio, Kanda desviou de outras duas e, com um rápido movimento, enterrou sua katana no akuma, fazendo jorrar o sangue da criatura em si.


O moreno olhou para o céu, a chuva ainda caia. A água, apesar de persistente, não era o suficiente para limpar todo o sangue do corpo do japonês que continuava com os olhos fechado e voltados para cima. Nezumi observou Kanda contrair o rosto, viu pentagramas aparecerem pelo corpo dele, pouco tempo depois, desapareceram, mais uma vez se perguntou o que seria aquilo. Kanda resolveu olhar para o seu espectador, sabia que Nezumi estava ali desde o início da luta.


– O que foi? – perguntou irritado por ter se sujado de sangue negro, o que resultaria em mais roupas emprestadas do ser a sua frente.


O anfitrião, com um gesto de cabeça, chamou Kanda para dentro, ainda estava confuso com o que acabara de presenciar. Nezumi também estava irritado, se aquela coisa o tivesse atacado, por mais forte que fosse, não teria conseguido se livrar dele como outro fizera. Kanda resolveu segui-lo já que não tinha muita escolha, Nezumi não entrou na pequena casa, virou-se para o mais alto.


– O que era aquilo? – perguntou por fim, não aguentava mais aquela curiosidade.


– Um akuma. – respondeu rapidamente, continuando seu caminho até o aposento onde Allen estava junto de Shion.


– Tch. – Nezumi empurrou-o para outro quarto e fechou a porta o encarando seriamente – Explique direito. O que era aquilo e porque estava aqui?


Kanda inspirou o ar lentamente. O cara que parecia consigo – irritava-se mais ainda, pois conseguia ver a semelhança – estava enchendo o saco. Não queria explicar, nunca fora o seu forte ficar de papinho. Estava todo molhado e fedendo a sangue de akuma. Soltou o ar pesadamente, demonstrando seu descontentamento.


– Akumas são... – foi interrompido pelo barulho da porta.


Olharam ao mesmo tempo, Allen entrou com a respiração alterada, soltou o ar aliviado ao ver Kanda. Shion olhou horrorizado para o estado do japonês.


– O que houve aqui? – perguntou Shion encarando Kanda, em seguida, voltou os olhos para o namorado – Vocês não brigaram, não é?


– Tch. Eu não estaria assim por causa dele. – falou Kanda em tom debochado, teve a certeza de ver medo nos olhos cinzentos do moreno.


– Não comece, ba’Kanda! – repreendeu Allen – Shion-san, não se preocupe o sangue que está em Kanda, não é dele, nem de Nezumi-san.


– Então, de quem é todo esse sangue? – perguntou assustado com o estado do exorcista que ignorava sua preocupação.


– Era do akuma com que Kanda lutou. – respondeu Allen calmamente e olhou para o parceiro. – Meu olho ativou assim que sentiu o akuma, em seguida, voltou ao normal. Era um apenas?


– Sim. Não sei porque ele estava aqui, parecia perdido. – respondeu Kanda.


– Perdido? – perguntou Allen confuso – Como você o encontrou?


– Ele estava vagando sem rumo por aí. – Disse dando de ombros, tanto fazia agora, estava morto.


– Mas o que é um akuma exatamente? – Perguntou Shion, notando que Nezumi se fazia a mesma pergunta em silêncio.


– Uma arma criada pelo Conde do Milênio através do sofrimento e da dor de pessoas que perderam seus entes queridos. O Conde usa a alma do morto e aprisiona-a em um corpo artificial, esse corpo “veste” a pele da pessoa que sofria e é comandada por ele – Allen respondeu com tristeza.


– Conde do Milênio? – Perguntou Nezumi, achando aqueles dois cada vez mais estranhos.


– Não importa, vocês não precisam saber quem ele é. – respondeu o espadachim.


Shion suspirou, vendo como Nezumi ficou irritado pelo moreno não tê-lo respondido, mudou de assunto.


– Tudo bem, não nos conheçemos o bastante para que contemos tudo uns pros outros. Temos que pegar mais roupas limpas para você ou vai se resfriar – Disse já saindo do quarto e voltando com mais roupas de Nezumi – Aliás... – Fez uma pausa – Como eu e Nezumi dormimos juntos, não temos nenhuma outra cama, então, um de vocês pode dormir no sofá e outro terá que ficar no chão. – Disse Shion, sabendo que Nezumi não iria ceder à cama para os "visitantes".


Kanda deu seu olhar típico para Nezumi e Shion que o encarava, já imaginava que teria que dormir no chão ou no sofá. Queria se trocar e principalmente sair logo dali, voltar para a Ordem com Allen.


– Obrigada pela hospedagem, Shion-san. – Sorriu para o albino, depois voltou-se para o moreno – E Nezumi-san. Bom, Ba’Kanda, eu fico com o sofá e você com o chão, ok?



Kanda olhou revoltado para o britânico que esperava pela explosão do moreno, logo ele correspondeu às expectativas dele, dirigindo um olhar em chamas.


– O quê? Nada disso, Moyashi! Você dorme no chão! – Disse irritado o suficiente com toda aquela situação.


Notando a tensão, Shion e Nezumi resolveram sair da sala para que eles se resolvessem, era tarde e não iriam interromper uma discussão tão boba.


– Eu também não quero dormir no chão, então façamos uma aposta. – os olhos de Allen brilharam excitados com suas palavras. Encarou Kanda com toda a excitação nos olhos só em pensar em vencer o moreno em uma aposta.


O japonês notou um brilho diferente nos olhos do Moayshi, viu a mão alva tirar cuidadosamente do bolso da calça um baralho.


– Tch. Não faço apostas com Moyashis – Disse, discordando da idéia.


– Vai amarelar, Kanda? – provocou Allen com um sorriso trapaça nos olhos, o moreno que sempre cedia à raiva, olhou furioso para o menor.


– Eu aceito. – disse sem pensar. Depois de aceitar tão abertamente, percebeu que o brilho no olhar dele intensificou. Lembrou-se das vezes que Lavi ficou tagarelando ao seu lado. Allen era um trapaceiro dos bons, era um mestre em vencer jogos de pôquer, através do roubo.


Depois de Kanda trocar suas roupas, o jogo começou. Pouco tempo depois, Kanda estava perdendo feio. Era uma melhor de três e o placar estava dois a zero para Allen, e isso só deixava o moreno mais nervoso. Allen olhou triunfante para Kanda, que tirou os olhos cravados em suas cartas. Estava impaciente, não iria dormir no chão e perder para Allen? Jamais.


Royal flush. – disse Allen com um sorriso de orelha a orelha mostrando suas cartas onde havia uma sequência de 10 a Às de ouros. Realmente, era a mais forte do jogo.


Kanda olhou para o exorcista a sua frente com aparente irritação. Perdeu, mas não queria assumir sua derrota, aquele baixinho era um tremendo de um trapaceiro! Jogou as cartas de qualquer jeito.


Allen sorriu vitorioso, recolheu as cartas e se levantou. Olhou para o moreno que tinha os punhos cerrados, depois, para algum ponto no chão. De repente, levantou furioso e foi em direção a Allen, ficando a centímetros do mesmo, o que assustou o albino.


– Você trapaceou. – disse em pura cólera.


Allen encarou os olhos escuros do espadachim e percebeu além da raiva por ter perdido, a chateação de Kanda em ter sido enganado por ele. O que o deixou desconfortável. Desviou os olhos dele e mirou o chão, forçou a voz para sair de modo irônico.


– Eu tenho talento, só isso. – disse e limpou a garganta logo em seguida afastando Kanda de si.


– Oi, isso ainda não acabou. – Kanda puxou Allen pelo braço para voltar para o lugar que estava a momentos antes, porém sua força foi mau planejada.


Allen não esperava ser puxado de volta por Kanda, o que o chocou. O moreno o puxou com tanta força que o corpo de Allen se atracou com o dele, forçando o mais velho dar dois passos pra trás ainda segurando firme o pulso do mais novo para não perderem o equilíbrio.


Novamente, aquela sensação estranha. Com mais intensidade, apertou o corpo dele contra o seu, gostou de sentir o corpo de Allen encostar-se e se assustou com o pensamento; mas não conseguiu soltar o braço do britânico.


– Me solta, Kanda! – exclamou o menor com a voz estridente – Foi uma aposta j-justa! – Allen quase engasgou com a última palavra. Sabia que não tinha sido justa coisa nenhuma, trapaceara como sempre fez, pois não resistiu ao gostinho de ver o japonês sendo humilhado.


Allen puxou o braço com um pouco mais de força, mas Kanda era mais forte fisicamente do que ele e manteve o aperto. Olhou irritado para o rosto do maior e não conseguiu distinguir o que os olhos de Kanda demonstravam enquanto lhe encaravam.


Confuso, o albino soltou o peso de seu braço deixando-o leve, não mais resistia ao aperto da mão do mais velho que percebeu. Olhando mais atentamente Kanda viu os ombros de Allen relaxarem e o menor soltou um longo suspiro, cansado o pequeno encarou o maior e deu um sorriso cansado.


– Pode ficar com o sofá. – suspirou de novo, desta vez com menos intensidade. – Eu fico com o chão.


Allen achou que aquilo faria Kanda soltá-lo e assim juntamente parasse de encará-lo daquela forma estranha, mas o movimento seguinte de Kanda deixou Allen com a cabeça oca, sem pensamentos, apenas arregalou os olhos e ficou parado.


Aquelas palavras do amaldiçoado haviam despertado algo em Kanda, ele sabia que o menor era gentil, mas com ele?! Só se deu conta do que havia feito quando sentiu os lábios de Allen se abrirem deixando que sua língua preenchesse a boca do menor e brincasse com a sua.


O moreno sentiu que Allen, apesar de estático no lugar, tentava de algum modo corresponder, isso o fez sorrir involuntariamente entre um beijo e outro. Ainda percebendo o choque do menor agarrou a cintura magra e puxou-o para mais perto, intensificando o contato. O movimento tirou Allen de seu estado de choque, fazendo-o apoiar as mãos nos ombros do Kanda e o empurrá-lo com força para trás, interrompendo o ato. Olhou horrorizado para o moreno que parecia confuso com a separação repentina.


– O que foi isso, Kanda?!



Notas finais
Bom, a Maaih tinha percebido um pequeno detalhe. Quando o Shion-chan pergunta sempre recebe uma resposta, já o Nezumi sempre leva patada na maioria das vezes xD
Será mesmo? q
Bom, espero que tenham gostado do cap. esse foi maior que os outros dois, espero que continuemos assim ^^
Como dito lá em cima nas notas do capítulo, a gente ia postar mais tarde, mas adiantamos pra fazer como um presente de Natal a vocês 8D
E um presentinho pro Allen,mas creio que ele não gostou muito -QQ