Vômitos de palavras
3 Amargo -.
Sente-se aqui, enquanto mostro-te as gengivas, como quem precisou de uma boa dose de paciência pra isso,
Pegue suas rosas e as deixe murchar por aí...
Porque agora nada importa, tudo é tão explícito, porque finge estar apagado?
Tudo ao redor pega fogo, mas suas bochechas estão esticadas,
Pobre coração que insiste em ser bom...
Verde, roxo, limão... cores entram em colpso quando sinto sua mão,
O gosto nunca foi tão amargo...
Não são seus lábios, não consigo encara-los...
Volte, fique mais um pouco,
Abra outro sorriso enquanto prendo minhas veias,
Elas me seguram para não fugir...
Começe o show de horrores,
Sinta o amargo entrando em si mesma...
Garota, nada importa, você muito menos.
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