Véu de Sangue
1 Capítulo 1
Notas iniciais
- Consegui um novo rastro.
- Finalmente! Estava começando a duvidar de suas habilidades Rachel.
- Até parece.
- E então, para onde ele foi?
- Forks. Um corpo foi achado nos arredores da cidade. As descrições batem, e o melhor, o ataque aconteceu ontem.
- Ótimo. Faça as malas, dessa vez agente pega ele.
- Liza, tem certeza que esse Colt vai funcionar?
-Tenho. As instruções foram bem claras, além do mais eu acho que agente fez tudo direito.
- Tá bom. Se você ta falando.
Logo depois Liza subiu para fazer suas malas e, depois de muito sacrifício para encontrar uma pensão em Forks, eu subi para fazer o mesmo.Graças ao poder de persuasão de Liza conseguimos uma passagem logo no começo da manhã para Seatlle e logo depois seguiríamos de taxi até esse fim de mundo.A viagem foi tranqüila, fiquei todo o tempo pesquisando sobre empregos para que pudéssemos parecer que éramos qualquer estrangeiro a procura de nos fixar e depois sobre noticias que nos mantivesse informadas sobre o paradeiro do vampiro idiota que procurávamos.Depois de algumas horas estávamos na porta de uma casa grande,maltratada com o passar dos anos e com letras douradas desbotadas informando que ali era a pensão que procurávamos.
- Olá.
Uma mulher linda de cabelos dourados, olhos azuis e o rosto extremamente harmonioso,nos atendeu.
- Olá. Eu sou Megan Dust e esta é Claire, nós temos uma reserva aqui.
- Ah claro, estava esperando por vocês. Entrem e fique a vontade.
Ela abriu a porta e entramos no recinto aconchegante, as paredes cobertas por papéis de parede floralde uma cor bem esquisita, verde azeitona, os móveis de madeira rústica corroída pelo tempo, os estofados das cadeiras e sofás eram vermelho desbotado informando que tudo ali era pré-histórico, mas pelo menos a gente podia pagar.
- Tudo muito novo por aqui hein?
Liza disse sussurrando e observando toda a sala.
- Foi o que conseguimos. Um hotel cinco estrelas por aqui ia ser bem impossível, nem espaço tem.Precisava ter conseguido algo melhor nas nossas economias.
- Eu falei para você quebrar aquele seu porco idiota.
- HAHA.
Eu ri sem humor e ela revirou os olhos, a mulher nos mostrou o resto da casa e depois nos levou até aos nossos quartos.
- Não é muita coisa, mas espero que vocês fiquem confortáveis aqui.
- Ok, muito obrigada.
Eu sorri e logo depois ela nos deixou sozinhas.
- Acho que foi só eu que percebi que ela não é muito confiável.
- Como assim?
- Sei lá, eu não gostei dela. Não é do tipo de pessoa que se possa confiar, então, sigilo completo com qualquer coisa que vamos fazer aqui.
- Ok, pode deixar.
- Então, desde quando você é enfermeira?
Liza disse mexendo no notebook na pagina que continha o meu currículo falsificado.
- Não sei. Mas não deve ser muito difícil ok? Só fazer uns curativos, até uma criança pode fazer isso.
- Vai na fé então. E eu sou uma balconista?
- Tente ser mais simpática com as pessoas, vai ser uma boa.
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