Vybor

6 Capítulo 6


Notas iniciais
Leiam escutando Che Ecru - Declined

POV Jace Cullen



— Qual a porra do problema de vocês? Pra quê eu pago tão caro se vocês não fazem seus serviços direito? Imprestáveis! — Emmett grita com os homens parados em


nossa frente.



— Senhor...



— Aquele maldito saiu do porão, passou por toda a casa, até chegar onde minha mulher estava, teve tempo de a ameaçar e fugir... saiam da minha frente!



Emmett está muito irado e com razão, afinal, isso não podia, em hipótese alguma, acontecer. Ainda não tínhamos tirado nada do infeliz.



Depois que os homens saíram, Emmett se senta ao lado de Rose e a abraça. Ela está muito assustada, ao contrario da irmã, que está impaciente mexendo na bolsa.



— Inferno — ela me encara e depois volta a pra irmã — Rose, ainda não terminamos de conversar, mas agora eu preciso ir.



— Não! — Rose segura a mão da irmã, que já tinha se levantado — Você viu aquele homem? Ele vai pegar você!



A ruiva dá uma gargalhada — Por santo Deus, eu sei me proteger muito bem e você sabe disso.



Já ia abrir a boca pra dizer que ela não ia à lugar algum, — não que eu me preocupe com ela, mas aquela mulher tem provas contra nós, estamos literalmente em suas mãos e daqui ela não sai — mas Emmett é mais rápido que eu e pede pra ela ficar pela irmã.



[...]



Os dias foram se passando e nada de se encontrar o desgraçado do Lúcios.



Está tudo muito calmo, o que é estranho demais. Sejam eles quem forem, vão atacar logo.



Não saber quem está conspirando contra mim não me agrada nada, já que não posso nem ao menos contra-atacar...



— INFERNO! — jogo o copo de whisky que está na minha mão contra a parede.



— Ei! — Clary entra sem ao menos bater na porta.



Emmett explicou a situação pra Rose e desde então ela está enrolando a irmã. Então não foi preciso ameaçar ou prende-la aqui, já que está por vontade própria.



— O que você quer? — pergunto curto e grosso.



— O que você tem? — me responde com outra pergunta.



— Não tenho nada. Pode me dar licença? — aponto pra porta.



Me ignorando completamente, ela fecha a porta e se senta na cadeira a minha frente.



— Me diz qual é o problema.



Respiro fundo e a encaro por um tempo.



— O homem que fugiu no dia que você chegou. Não conseguimos acha-lo e isso não é bom.



Ela se mexe na cadeira — O que sabem sobre ele?



Viro o computador pra ela. Lúcios é matador de aluguel, que só é achado se quiser e depois do que aconteceu aqui, duvido muito que ele dê as caras.



Clary lê calmamente o que está na tela do computador: um pequeno dossiê do desgraçado.



— Vou precisar do meu equipamento que está no carro que você faz questão de manter longe de mim.



— Acha mesmo que vai conseguir alguma pista dele? Sem querer desaponta-lá, minha cara, mas meus homens estão atrás desse desgraçado há dias...



— Não acho que vou conseguir pistas; tenho certeza que vou acha-lo. Como já disse pra Rose, vocês todos são idiotas inúteis que se acham demais — se levanta batendo as mãos na mesa e se apoiando nelas, me dando visão de seu decote — e que se distraem fácil demais. Não entendo como uma pessoa como você comanda uma máfia tão grande como essa.



Dou a volta na mesa e fico atrás dela — Você não sabe quem eu sou — digo próximo ao seu ouvido e a vejo se arrepiar.



Afasto seu cabelo e dou um beijo em seu pescoço. Ela se vira rapidamente pra mim.



— Oque pensa que está fazendo?



Dou um sorriso de lado e minha resposta foi minha boca contra a dela.


O beijo foi descendo, passando por seu pescoço e seio, dando sugadas fortes. Continuei descendo pela barriga fazendo uma trilha até a sua calcinha com as duas mãos a rasgo e jogou-a pra algum canto do quarto. Então começou a alisar , fazer carinhos na sua coxa, com vontade. Dou leves chupadas no interior da sua coxa , brincando com ela, sem pressa nenhuma.


Em um rápido movimento , abro suas pernas o máximo que pôde , e fico um tempo, a admirando nessa posição. A vi abrir a boca para falar alguma coisa, atacou sua intimidade e começo a lamber e sugar lhe dando prazer. O que iria falar acabou se esvaindo pois mesmo que quisesse não sairia uma palavra da minha boca, a não ser gemidos. Depois de a sentir se desfazer volto a beijar sua boca.


— Ja.. Jace...


— Shi.


Ao mesmo tempo que chupp seu pescoço abo suas pernas e começou a esfregar nossas partes. Meu pênis estava bem duro. Começo a fazer movimentos leves mas não me aguento e dou uma estocada forte. E sem parar continuou a dar estocadas profundas até cair exausto ao seu lado.



[...]



Acordo dolorido de ter dormido no chão do meu escritório. Olho pro lado e vejo Clary dormindo de bruços com o cabelo todo espalhado pelo rosto. Sorrio me lembrando da noite anterior. Passo o olhar por todo seu corpo, tiro seus cabelos de seu rosto e dou um beijo em sua bochecha. Ela resmunga alguma coisa.



— Ei, ruivinha — passo a mão em suas costas nuas — acorda ou quer que outra pessoa te veja nesse estado?



Ela abre os olhos lentamente e cora violentamente.



— Bom dia, Jace.



Aproximo meu rosto do seu e lhe dou um selinho.



— Aqueles pedaços de pano que usava já era.



Olho pro que sobrou da camisola e os pedaços de sua calcinha jogados longe. Ela direciona seu olhar pra onde estava o meu e depois volta a me encarar.



— Droga, seu idiota, pra que você rasgou minha roupa? Me dê sua camisa — se senta e estende a mão pra mim.



— Não, senhora — nego com a cabeça.



— Eu juro que se você não me der essa merda de camisa e eu ter que sair nua por essa casa com aqueles seus homens atrevidos por toda parte...



Merda, os seguranças... acabou com minha brincadeira. Tiro a camisa e entrego a ela, que veste rapidamente.



— Os seguranças já olharam pra você diferente? — me sento na cadeira atrás da minha mesa. Ela me olha por um tempo ainda sentada no chão e nega com a cabeça.



— Qual deles? — eu sabia que ela estava mentindo e esses imbecis vão aprender a respeitar.



Clary é irmã de Rose e as duas não são putas pra eles ficarem as observando de maneira maliciosa.



Ela se levanta e vem até mim, se sentando ao meu colo.



— Para com isso. Vai mandar buscarem meu carro com meu equipamento?



— Foi mal, gata, mas tudo que tinha naquele carro queimou junto com ele.



— O QUE? — tenta se levantar, mas a seguro pela cintura a mantendo no meu colo. — Por que fez isso?! Tem noção que tudo meu estava ali?!



— Você, sem calcinha em cima de mim, só com minha camisa, se mexendo dessa forma e toda bravinha...



— Não, espera, pensa, Clary — ela coloca as mãos na cabeça — Tem algumas coisas no computador antigo e outras em pendrive — ela me da um tapa no braço — Acho bom não ter perdido nada de muito importante nessa sua palhaçada.



Beijo seu pescoço — Se vesti e come alguma coisa vamos sair daqui a pouco.



Ela me olha desconfiada e pergunta pra onde vamos. Não digo e ela sai batendo a porta.



[...]



Trouxe Clary pro cartel. O cartel da nossa máfia é em um edifício.



Aparentemente, meu irmão e eu somos CEOs de uma rede de empresas, mas isso é somente para manter as aparências.



Clary me desafiou ontem e disse que encontraria Lúcios, então vamos ver se ela é tão competente como diz.



— Oh, meu Deus, que coisa mais linda — ela abre um sorriso enorme ao entrar na sala do nerd do Jack.



— Bom dia, Jace — ele diz.



— Alguma novidade? — pergunto.



Ele tira os olhos da tela do computador e nega.



— Ei, não mexa nisso. — ele fecha a cara pra Clary, que já está sentada na frente de um dos seus computadores.



— Calado — diz sem olhar pra ele — Olha que neném.



— Pelo jeito gostou. É aqui que vai trabalhar.



Ela tira os olhos da tela do computador onde já digitava alguma coisa, mas antes dela falar algo, Jack me questiona.



— Vocês vão se ajudar a encontrar o Lúcios. Já que você, Jack, ainda não me deu uma pista sequer — explico.



— Eu não trabalho pra máfia e muito menos pra você, Jace — ela diz.



— Mas quer me ajudar a encontrar aquele desgraçado e está sem seus brinquedinhos, então estou compartilhando os meus com você.



— Meus! — Jack diz emburrado.



— Só não tenho os meus porque você deu fim neles, seu babaca. E... okay, isso aqui é o paraíso e é por EU querer que vou ficar e não por você.



— Você é impossível! Vou estar na minha sala, qualquer coisa é só me procurar — olho de Clary pra Jack — E não se matem.



[...]



Três dias depois, estou na sala de reunião com Emmett e outros quando Clary entra sem ser anunciada, quase saltitando.



— Eu falei pra você, não falei? — ela me abraça e me beija.



— É... Clary, eu estou ocupado agora. Me espera na minha sala, sim?!



— Não! Eu conseguir achei o seu fugitivo — diz toda sorridente.



— Qual deles você achou, Clary? — Emmett pergunta.



— O Lúcios. Aquele imbecil deu um vacilo primário... — ela tira os olhos de mim e olha ao redor — Ai, meu Deus, me desculpa atrapalhar! — suas bochechas ficam vermelhas — Vou te esperar na sua sala.



— Não, aproveitamos que estamos já reunidos e diz.



Clary se senta ao braço da minha cadeira e começa a explicar tudo, dizendo onde o desgraçado está. Nos mostrou o vídeo da câmera de segurança de um posto em frente ao hotel e depois sai ao encontro de Rose, que veio a buscar pra almoçarem juntas.



Depois que ela saiu, mandamos uns homens até o hotel beira de estrada onde Lúcios estava.



Eu e Emmett estávamos esperando os nossos homens chegarem com Lúcios já no sub solo do prédio.



Eles chegam com o animal desacordado e o amaram na cadeira a nossa frete. Depois de um balde d'água fria jogado na cara, ele acorda.



— Bem vindo de volta — Emmett diz.



— Muito obrigada — agradece com um sorriso cínico.



— Esse sorriso não vai durar muito tempo. Como você tem a petulância de ameaçar minha mulher dentro da minha casa? — Emmett da um murro na barriga de Lúcios.



— Onde estão as princesas? — pergunta provocador.



— Diz de uma vez quem está te pagando, Lúcios — digo me controlando.



— Então, a putinha ruiva me achou — ele sorri — Talvez a mantenham... ela é de se tirar proveito e não estou falando só da cabeça. As duas tem um corpinho... sabe, vocês são péssimos deixando suas vadias desprotegidas comigo no mesmo lugar.



— Não pense que vai me tirar do sério com isso.



— Pensei que elas eram importantes, mas pelo jeito me enganei. Antes de ser trazido pra cá, recebi uma ligação, era um convite pra apreciar uma das putas.



— Elas levaram seguranças, certo? — Emmett me pergunta.



— Aquele restaurante foi uma ótima escolha pra uma ultima refeição decente — Lúcios provoca.



— Eu vou te matar! — o levanto do chão pelo pescoço com a cadeira e tudo.

Notas finais
Oie Gente eu pensei em colocar gifs no hot mas esqueci de pergunta se vocês gostam então acabou que não coloquei. Como já tinha falado a fic já esta finalizada crianças e hoje quando vim postar o capítulo percebi que não tinha feito um hot e fiz rapidinho então não esta essas coisas todas... Não que eu saiba escrever hot estilo CB kkkkkkk. Enfim obrigada por estarem acompanhando a fic, me digam o que estão achando.