Vozes do Além.

2 Capítulo 2. Ayumi.


–Mais Takashi que diabos veio fazer aqui onde moro?

–Bem achei que iria querer sair com nós.

–Aonde vocês vão?

–Takashi, Ayumi, Richard, essa é minha tia Chieko ela é um pouco curiosa sabe.

–Akemi Junko não sou curiosa sou sua responsável. Tenho direito de saber aonde você vai.

–Tia, por favor, tenho 14 anos com licença vai.

–Ta bom senhorinha.

–Chieko, nos vamos ir à ilha de aventuras um lugar perto da...

–Vocês vão lá? Vou ir junto esperem cinco minutinhos, viu Akemi pelo menos seus amigos são responsáveis e avisam aonde vão.

–Takashi seu, seu idiota por que falou aonde íamos agora vamos ter que levar a chata da minha tia affs.

–Akemi acho melhor você ir se aprontar porque com essa cara de “bunda”, esse bafo, e esse pijama desarrumado não da né?

10 minutos depois.

–Vamos?-Disse akemi e sua tia juntas.

–Vamos antes temos que ir pegar Akihiro.

Quando Akemi, Chieko, Akihiro, Takashi, Ayumi e Richard chegaram na “ilha de aventuras”, presenciaram algo nada bom um assalto, milhares de reféns, sangue para todo lado, logo também foram feitos de refém.

O assaltante se chamava Amihio, ele tinha problemas psiquiátricos, seu pensamento era só em matar e matar.

Ele foi se aproximando de Akemi, ele a agarrou pelos braços, Akemi era baixinha perto do assaltante, ele a enforcou e começou a rasgar a camisa que ela estava vestindo, vendo que ele iria tentar fazer certas coisas com Akemi, Chieko se atacou na frente do assaltante, sem dó Amihio a enforcou e a jogou na parede de entrada, tirou um canivete que guardava e perfurou Chieko.

Doce e pobre Chieko, apenas 27 anos não quis levar a alma dela tão cedo, mas a alma dela veio aos meu braços eu agarrei a alma dela e levando a um lugar belo merecido, Chieko era tão doce e bem amada por todos...

Richard apunhalou o assassino e assaltante pelas costas, pegou o canivete da mão do assassino e o mato assim como fez com doce Chieko.

A morte dele foi merecida a alma dele era negra, suja literalmente uma “alma de porco”.

–Eles Viviam em uma época em que o bombardeio em cidades, casas era bem comum, alguns meses se passaram, o jeito que a cidade estava era cada vez mais precário.

–Akemi...

–O que Ayumi?

–Eu vejo um espírito negro atrás de você, que incentiva você a pecar.

Depois disso eles fora a casa da Ayumi ver uns registros, mas uma desgraça estava por vim...

–Akemi seu verdadeiro amor está próximo a...

Foram suas últimas palavras, por mais que ela ajudasse a ver o espírito dos outros, a alma dela estava negra cheia de pecados. Seu braço decaia perfeitamente em seu corpo no caixão.

–Takashi a Ayumi disse que um espírito me arrodeava, nesses últimos dias eu ando escutando vozes como se tivesse alguém me falando o que vai acontecer.

–Meu Deus isso de novo não.