Velutina deixou a Velha Árvore e voou sem rumo. Podia visitar a terra dos duendes, onde os banquetes varavam a madrugada. Ou chamar Hirto, o unicórnio do bosque, para um galope noturno. Rubras, o dragão da montanha, também seria uma boa companhia.

Talvez fizesse como Amara e partisse ao encontro de sua alma gêmea.

Infelizmente, a contraparte destinada à Velutina era um vampirão sanguinário cuja existência ela preferia esquecer. Não que Amara estivesse melhor com aquele humano egocêntrico. As combinações do destino eram idiotas! O amor escolhido livremente era a verdadeira benção.

Uma benção que elas possuíram em seu relacionamento.

Notas finais
Palavra-chave: hirto