Vongola QG
6 Capitulo 6 - Kuudaime
Notas iniciais
– O que você pensa estar fazendo Haneuma? — Kyoya rosnou, estava morrendo de raiva da cena que via sua frente, quem aquele loiro pensava que era para chegar primeiro em sua vitima? Sim, vitima, Tsunayoshi era seu, sabia que sua quedinha por pequenos animais poderia ser bem perigosa, ao ponto de se tornar extremamente possessivo com tudo que era seu... Tsunayoshi não poderia saber, mas desde o momento que ele era um pequeno animal, ele pertencia a Hibari Kyoya.
– Transando?! — o loiro arqueou uma sobrancelha, colocando um sorriso de deboche nos lábios, como se o que ele dissesse fosse a coisa mais obvia do mundo, e realmente era, se Kyoya não tivesse chegado há alguns segundos, ele com certeza faria o trabalho por completo com o pequeno moreno. Tal palavra fez o pequeno moreno corar em um vermelho bastante brilhante.
– Tire os olhos da minha presa — Kyoya rosnou, fazendo o loiro rir mais sacanamente, ele não tinha intenção nenhuma de roubar a presa de ninguém, Tsunayoshi já era dele... E tal discussão, fazia o moreno no chão, com o membro ainda rígido, corar mais e mais, perante a essas informações.
– Quem disse que ela é sua? — Dino se levantou, para encarar o demônio de frente, o outro quase rugia para o Haneuma, podia se ver ódio, brilhando perante aos olhos acinzentados de Kyoya.
Uma discussão inútil começou, Tsunayoshi respirou fundo antes de se levantar do chão e deixar a briga terminar de ocorrer, o que ele poderia fazer era... Se livrar daquela maldita ereção, por isso foi em direção ao box do banheiro, enquanto terminava de endireitar sua roupa e ligou o chuveiro em uma água gelada, de roupa e tudo entrou debaixo d'água, aos poucos seu membro começava a se acalmar.
– O que... Você está fazendo irmãozinho? — perguntou Dino, vendo o moreno encharcado com a água molhada, de baixo do chuveiro, de olhos fechados e deixando que o banho lhe lavasse por completo, o cabelo castanho começava a grudar na testa e a roupa já estava completamente molhada e colante no pequeno corpo do Vongola.
– Ano... T-Tomando um b-banho?! — levemente gaguejou para os dois maiores a sua frente, corando um pouco mais, sobre os olhares de luxuria e desejo mandado para cima do pequeno moreno, que começava a se incomodar de ter os dois observando cada passo seu.
– Banho se toma sem roupa — Kyoya comentou, colocando um sorriso malicioso em sua boca, indo em direção ao box do banheiro, abriu a porta de vidro do box, enquanto Tsunayoshi recuava um pouco, mas acabou chegando a extremidade do pequeno box de vidro, não conseguiu mais recuar para se livrar de Kyoya. Enquanto isso, Dino trancava a porta do banheiro, para ninguém lhes interromper novamente e ligou a água quente da banheira.
Voltando para Kyoya, o moreno maior pegou Tsunayoshi em seu colo, em estilo noiva, sobre alguns protestos do pequeno castanho, mas que logo desistiu, Kyoya era bem mais forte que si. O maior se dirigiu a banheira com Tsunayoshi em seu colo, com o rosto enterrado em seu peito, tentando esconder seu rosto vermelho, chegando à borda da banheira, colocou o moreno menor sentado ali.
Dino se sentou do lado esquerdo de Tsunayoshi, enquanto Kyoya se sentava do lado direito, Haneuma começou a retirar a camisa de Tsunayoshi, enquanto o menor corava mais um pouco, Kyoya retirou seus sapatos, enquanto entrava na banheira com água de temperatura quente, indo às pernas do pequeno moreno, onde retirou o tênis do outro e desabotoava a calça do mesmo.
Tsunayoshi gemeu, enquanto Dino, agora com a camisa de Tsunayoshi já retirada, começou a estimular um dos mamilos do pequeno, enquanto Kyoya, com uma das mãos, retirava a calça de Tsunayoshi e com a outra estimulava o membro do menor, que já começava a crescer por baixo da peça incomoda de roupa, que era sua box.
Dino começou a morder o pescoço de Tsunayoshi, deixando marcas bem amostras, retirando algumas vezes, sangue daquela pele imaculada, fazia questão de morder todas as marcas antes deixadas por Takeshi, ele limparia por completo o corpo do pequeno moreno... Desceu suas mordidas para os mamilos estimulados do outro, começando a chupar aquela extensão da pele, fazendo questão de lambuzar por completo o corpo do moreno, que se remexia em baixo de si.
– Dino-niii, aah, ah — o menor gemeu, sentindo seu mamilo ser completamente sugado pela boca do loiro, que brincava com a parte enrijecida do moreno, acabou até esquecendo que Kyoya estava ali, coisa que não agradou nenhum pouco o moreno maior.
Kyoya retirou por completo a roupa de Tsunayoshi, foi em direção ao membro do moreno, começando a chupar, já com força, a intimidade do menor, o fazendo urrar de prazer, ao sentir a boca pequena e apertada de seu guardião da nuvem, engolir por inteiro seu membro, logo de cara, dando sugadas fortes e rápidas. Mas Kyoya não iria parar por ai, ele faria Tsunayoshi pagar bem caro por ter o esquecido.
Kyoya dirigiu um de seus dedos para a entrada quente e apertada de Tsunayoshi, colocando somente a pontinha de seu dedo fino e longo, para dentro do moreno, que se requebrou em cima do dedo maior, como se pedisse para ele entrar logo dentro de si. Mas Kyoya não queria... O moreno maior ficou brincando com sua pontinha do dedo, dentro de Tsunayoshi, fazendo movimentos para cima e para baixo, no começo da entrada do menor, que gemia em protesto com a ação do seu guardião da nuvem. Sua outra mão acariciava as coxas de Tsunayoshi, bem perto de sua virilha.
– H-Hiba-bari-s-sen-paii-i — o menor gemeu o nome do outro, sentindo cada vez mais ser torturado pelo moreno maior, chupando fortemente seu membro e brincando com seu orifício, enquanto um Haneuma começava a destribuir chupões, mordidas, lambidas, arranhões pelo seu corpo, enquanto suas mãos estimulavam seus mamilos — Di-Dino-niii — gemeu o nome do loiro, se sentindo perto do auge com tudo o que acontecia.
Não demorou muito para que Tsunayoshi gozasse na boca de Kyoya, fazendo o demônio de Namimori, engolir seu gozo com prazer, retirou a ponta de seu dedo da entrada do menor, enquanto Dino parava de distribuir as caricias em seu ventre e costas, os dois maiores se entreolharam, já sabendo o que fazer.
Kyoya trouxe Tsunayoshi até dentro da banheira, enquanto o moreno, ainda tentava se recompor do forte orgasmo que tivera na boca de seu guardião, estava suado, melado do seu próprio orgasmo, babado, corado, com o cabelo colado em sua testa, olhos semicerrados e lacrimejantes. Kyoya não resistiu muito, prensou Tsunayoshi contra a borda da banheira, enquanto desabotoava sua calça, em um movimento rápido e forte, colocou toda a extensão de seu membro, no interior apertado de Tsunayoshi.
– Argh! — o menor gemeu de dor, comprimindo sua entrada, ao sentir o membro do outro entrar em si, com brutalidade, doía, e muito, mas não deixava de ser prazeroso, de qual quer forma, os olhos de Tsunayoshi lacrimejavam devido a dor, enquanto Kyoya lambia as lágrimas que escorriam pela bochecha rosada de Tsunayoshi, enquanto começava a bombear, o interior apertadinho de Tsunayoshi.
Enquanto isso, Dino havia terminado de retirar seu sapato, desabotoou a calça e entrou também na banheira, sem ser percebido pelos outros dois morenos, que estavam ocupados de mais, gemendo o nome um dos outros, acariciou de leve seu membro, vendo aquela cena, mas não ficou muito tempo assim, logo também chegou atrás de Tsunayoshi, preparado para penetrar no pequeno, Kyoya só o percebeu ali, quando Dino já estava entrando em Tsunayoshi, que urrou de dor, ao se sentir invadido por outro membro.
– D-Doí — o pequeno conseguiu murmurar, sentindo como se fosse se partir ao meio. Dino começou a passar a língua pelas costas de Tsunayoshi, deixando algumas mordidas e chupões marcando aquela parte imaculada do jovem Vongola, enquanto Kyoya acariciava o membro abandonado de Tsunayoshi. Aos poucos a dor foi sendo deixada de lado, para ser ocupada somente pelo prazer, Tsunayoshi sentiu que cada vez mais precisava arrebitar sua bunda, querendo sentir os membros do dois, cada vez mais dentro de si, e foi isso que fez, não demorou muito para que os dois membros acertassem a próstata do pequeno moreno, o fazendo cada vez mais urrar de prazer.
– T-Tsuna... Ah, tão apertadinho... Aaah — Dino gemeu no pé do ouvido do menor, o fazendo cada vez mais excitado, as estocadas cada vez mais ficavam fortes e não tinham um ritmo certo, enlouquecendo cada vez mais o pequeno moreno.
– D-Dino-nii, Hib-bari-se-senpaii — o menor requebrava em cima do membro dos dois, cada vez mais sentindo o prazer, as mãos de Dino começavam a ir em direção aos seus mamilos, voltando a estimulá-los, aumentando o prazer do pequeno.
– Tsuna... yoshi — Kyoya conseguiu falar entre gemidos — M-Me ch-chame de Kyoya — conseguiu completar a frase que tanto queria, bombeando cada vez mais forte o interior do pequeno.
– K-Ky-Kyoya-se-senpai — Tsunayoshi urrou, estava prestes a gozar, contraiu as paredes de seu canal, imprensando os membros dos maiores, mas Kyoya apertou seu membro, o impedindo de fazer tal ato, o moreno maior recebeu um protesto do outro.
– E-Espere um po-pouco — o demônio falou entre gemidos, bem no ouvido de Tsunayoshi, fazendo o moreno sentir um arrepio pelo seu corpo inteiro, as estocadas continuaram rápidas e fortes, Tsunayoshi se sentiam um pouco incomodado pelo seu membro querendo gozar, mas Kyoya o masturbava enquanto impedia que tal acontecesse, e o moreno menor não tinha forças para impedir a mão do moreno maior, só podia esperar.
Não demorou mais que alguns minutos, para que Dino e Kyoya se desfizessem dentro do pequeno moreno, enquanto a mão de Kyoya, soltava o membro de Tsunayoshi, os três gozaram juntos... Dino começou a se retirar de dentro de Tsunayoshi, seguido por Kyoya, o pequeno moreno não aguentou muito antes de desmaiar ali mesmo, sendo amparado pelo loiro.
– Haneuma, não pense que dividirei minha presa por muito tempo — Kyoya falou enquanto abotoava sua calça, pegou seu casaco, que por algum milagre estava seco, e o colou em volta do corpo de Tsunayoshi, que já estava do lado de fora da banheira, o cobrindo, impedindo que o pequeno moreno, sentisse frio.
– Vamos ver Kyoya — Dino murmurou para si, enquanto Kyoya saiu do banheiro, o loiro já arrumado em suas devidas condições, deu uma olhada no relógio de pulso, que estava marcando uma hora da manhã, suspirou um pouco cansado, pegando Tsunayoshi em seu colo em estilo noiva, somente com o casaco de Kyoya o revestindo, pegou as roupas do moreno e saiu do banheiro, com Tsunayoshi dormindo em seu colo.
Conseguiu chegar ao quarto de Tsunayoshi sem fazer muito barulho, sorte que os empregados a essa hora deveriam estar dormindo, conseguiu com calma, colocar Tsunayoshi na cama, o moreno entre sonhos se remexeu na cama, enquanto Dino ria um pouco dessa atitude, colocou uma fina camada de lençol por cima do corpo do jovem Vongola e antes que pudesse sair do quarto, deu um pequeno beijo na testa do menor.
–---------- Pulando algumas horas -------------
– Tsuna – uma voz suave chamava o moreno, enquanto este se remexia levemente na cama, com preguiça de acordar, o dono da voz somente revirou os olhos para o que via – Tsunayoshi! – voltou a chamar a voz, com um pouco mais de raiva, estava aborrecido pelo castanho doce não estar acordado. Tsuna abriu os olhos castanhos e expressivos para ver quem lhe chamava, depois de fazer muita birra interiormente.
Era Natsu, não Reborn como deveria ser de costume, já que o ex-arcobaleno havia saído para resolver algum problema misterioso e não disse a ninguém sobre o que poderia ser. Só sabiam que Vipper também tinha ido, provavelmente deveria ser algo a ver com o ex-grupo de arcobalenos, e possivelmente, confidencial.
– Natsu-kun, bom dia – o moreno sorriu docemente ao ver sua copia lhe chamando, se sentando sobre a cama, fazendo o lençol, escorrer pelo seu peito, deixando a mostra, as diversas marcas e hematomas que ganhara da noite sádica de ontem, sobre o olhar bem atento de sua copia que não gostava nenhum pouco do que via, estava morrendo de ciúmes, Tsunayoshi era seu cara!
– Tsuna, que marcas são essas? – os olhos laranjas do outro se estreitaram, mostrando bastante perigo naquelas orbes alaranjadas, vendo e analisando cada uma daquelas marcas, Tsuna era seu, somente dele, não deveria ser marcado por ninguém... Primeiro ontem, as marcas que Takeshi lhe deram, agora essas? De um alguém desconhecido para Natsu? Natsu não gostava nenhum um pouco disso.
– N-N-Não é n-nada! – Tsuna gritou corando fortemente, tentando inutilmente esconder com a fina camada do lençol, as diversas marcas que ganhara com a noite passada, mas era inútil, Natsu já tinha as vistos, o pequeno moreno tinha medo do que as pessoas poderiam pensar se o visse com aquilo, seria nojento? Mas... Ele não se sentia assim.
– Tch, tanto faz – com essa fala, Natsuyoshi acabou passando a impressão errada para Tsunayoshi, o garoto pensou que o outro estava com nojo dele, mas era completamente ao contrario, Natsu estava morrendo de ciúmes, Tsuna escondeu seus olhos com a franja, querendo chorar um pouco, fato que passou despercebido por Natsu, por conta de sua imensa ira. – Vamos ter de entrar na piscina em uma hora, Caetano pediu para avisar – e com isso, Natsu saiu do quarto de sua copia, antes que ele matasse alguém.
Tsuna somente deixou algumas lágrimas rolarem por sua face um pouco corada, antes de seca-las, e colocar um sorriso brilhante e falso no rosto, se levantar para entrar no banho, ainda angustiado com a situação que acabara de acontecer, mordeu levemente seu lábio inferior, tentando conter novamente as lagrimas, que invadiam seus orbes castanhos. Terminou de se descobri do lençol, para encontrar o casaco de Hibari em cima de si, não havia percebido que estava ali antes, o moreno pegou o casaco e apertou forte em suas mãos, mordendo o lábio inferior mais forte, era realmente certo o que ele estava fazendo? Ele não gostava da Kyoko? Então... Por que deixou Takeshi, Dino e Kyoya lhe tocarem?
Tsunayoshi respirou fundo e colocou cuidadosamente o casaco de Kyoya em cima de sua cama, devolveria para o moreno mais velho assim que o visse na piscina... MERDA! Agora que foi se lembrar de algo, se era banho de piscina, isso significava que teria que ir de sunga, sunga significa deixar seu peito a mostra, deixar seu peito amostra, significa deixar suas marcas aparente a qual quer um que queira ver! E Tsuna não queria isso, era constrangedor, teria que arranjar alguma forma de esconder isso. Não aguentaria se mais alguém tivesse nojo de si.
Tsuna entrou no banho, foi um banho bem demorado, para que pudesse retirar os resquícios da noite passada, cerca de mais ou menos meia hora depois saiu com uma toalha enrolada em sua cintura, foi em direção ao guarda roupa, pegando uma sunga alaranjada com detalhes pretos e pondo em seu corpo, jogou a toalha em qual quer canto do quarto, antes de procurar uma camisa um pouco mais longa que o normal, não demorou muito para encontrar uma perfeita para a ocasião, era um simples blusa social branca, batia em suas cochas, sendo um pouco maior do que as blusas que normalmente usava, estava perfeita.
Olhou de relance para o relógio de seu quarto, antes de ver que tinha mais ou menos três minutos para poder chegar à piscina, pegou uma toalha qual quer e colocou em volta de seus ombros, pegou também o casaco de Hibari, repousado em cima de sua cama, provavelmente o prefeito deveria estar lá.
Cruzou os corredores do prédio a procura do cômodo que tanto queria achar, não foi tão difícil, já que a piscina era enorme, e o barulho que seus colegas de classe fazia enquanto se encontrava presente nela, não era pouco. Tsunayoshi chegou ao local, olhando atentamente para as pessoas ali presentes, as meninas, algumas pegavam sol enquanto conversavam, outra estavam na água, conversando novamente, os garotos a maioria estavam brincando de bola, ou alguns simplesmente trocando algumas palavras, algumas fã girls, estavam perseguindo alguns garotos, na qual eram principalmente Natsuyoshi, Hayato e Takeshi, Tsuna por alguns segundos sentiu pena de seus guardiões e copia... Mas deixou isso de lado. Logo ele avistou Hibari, em um canto afastado, patrulhando o local, respirou fundo, antes de sentir suas bochechas corarem em um vermelho escarlate e ir andando em direção ao moreno maior.
– Kyoya-senpai – o moreno chamou o mais velho, que começou a olhar para o castanho, andando com as bochechas levemente coradas, com seu casaco em mãos e uma blusa social simples por cima de seu corpo, Kyoya sorriu provavelmente o moreno menor deveria estar escondendo as marcas que ele tinha deixado ontem. – Kyoya-senpai, seu casaco – Tsunayoshi tirou Kyoya de seus pensamentos, devolvendo o casaco ao maior, que fez um leve aceno de cabeça quase despercebido por todos, Tsuna corou um pouco, Kyoya estava vestido adequadamente para a ocasião, com uma sunga roxa, deixando seu corpo completamente amostra, um abdômen defino pelos diversos treinos e lutas que o mais velho teve, junto a algumas cicatrizes, coisa que não ajudou muito, se Tsunayoshi se lembrasse da noite de ontem.
– Hn – foi tudo o que Kyoya disse antes de pegar o casaco da mão do castanho, Tsuna não tinha mais nada para fazer ali, ou melhor, somente queria sair dali, para parar de admirar o corpo de Kyoya, deu meia volta, sobre o olhar curioso de Kyoya, andou em direção a uma cadeira qual quer de praia, onde se deitou se sentia um pouco cansado, e também, não queria ficar muito perto de Kyoya, ainda se sentia meio constrangido.
– Sawada! – Ryohei gritou, assim que viu o castanho, andou em direção ao outro, que sorriu um pouco, fazendo levemente Ryohei corar, o boxeador nunca teve muito controle sobre si, isso era um problema, principalmente quando se tinha um Sawada deitado em uma cadeira de praia, com uma blusa maior que si lhe cobrindo.
– Onii-san – o moreno se sentou na cadeira, em cima de suas próprias formas, em jeito provocador, que o próprio não percebeu, mas, muitos a sua volta notaram esse pequeno fato, o moreno olhou o boxeador indo se sentar em uma cadeira ao seu lado, com algumas torradas em mão, esqueci de comentar, que havia uma pequena mesa do lado de fora, perto da piscina, onde tinha algumas coisas de café da manhã para comer, já que este foi estrategicamente preparado ali, mas Tsunayoshi não estava com muita fome, ainda se sentia um pouco perturbado por causa das palavras de Natsu.
– Você parece meio para baixo ao EXTREMO! – Ryohei gritou, vendo o sorriso meio forçado de Tsuna, ele estava com Tsuna há tantos anos, que era capaz de perceber quando o moreno estava meio triste, ou angustiado com algo, não gostava de vê-lo assim, Tsuna era especial para ele.
– N-Não é n-nada – Tsunayoshi gaguejou levemente, um pouco corado, estava sendo olhado fixamente pelo seu guardião do Sol, que estava com o peito completamente nu, somente com uma sunga amarela, aquilo havia deixado Tsuna meio sem jeito.
– Kufufufu~ O que foi Tsunayoshi-kun? – do nada, Mukuro brotou no chão, com somente uma sunga roxa e preta, o corpo completamente amostra, fazendo o rubor de Tsuna aumentar, coisa que não passou despercebida pelos dois guardiões ao seu lado, que sorriram um pouco mais maliciosos.
– R-R-Realmente n-não é n-nada – Tsuna murmurou, desviando o olhar corado dos dois, mordeu levemente o lábio inferior, estava meio incomodado com a situação, não queria falar com ninguém o que estava sentindo, afinal, nem ele mesmo sabia o que estava sentindo.
– Parem de aborrecer o Juudaime, bastardos! – Gokudera gritou, finalmente livre das meninas, indo em direção ao seu amado Juudaime, para que pudesse protege-lo dos bastardos, que comiam seu chefe com os olhos, o que ele não percebeu é que ele só piorou a situação, fazendo Tsuna corar mais ainda, com o seu guardião da tempestade somente de sunga vermelha.
– Maa maa Hayato-kun, mais calma – Takeshi chegou ao lado do albino, passando um de seus braços pelo pescoço de Hayato, somente piorando o humor do homem-bomba mais ainda, coisa que somente fez o espadachim rir do estresse de seu amigo.
– Yare, yare, vocês gritam de mais – Lambo entrou pela porta que dava para a piscina, com Enma ao seu lado, o ruivo havia se perdido na mansão pelo seu azar descomunal, e por sorte teve a ajuda de Lambo para que pudesse encontrar o caminho, Lambo vestia uma sunga verde e Enma uma vermelha, quase vinho.
– Bom dia Tsuna-kun – o ruivo chegou para mais perto do grupo, acompanhado de Lambo, Tsuna agora, já se encontrava mais vermelho que um tomate, o pior é que ele estava no centro de tudo aquilo, cada olhar de seus guardiões estava sendo mandado para si, o que era meio constrangedor aos olhos do jovem Vongola.
– Você são tão animados quanto os meus guardiões – Giotto chegou sorrindo, com um prato de bolo em mãos, estava de sunga também, só que uma completamente branca, deixando seu corpo a mostra, o loiro tinha um físico muito bom também.
– Parem de atormentar Tsuna – Natsu chegou, um pouco acabado, as meninas que Hayato e Takeshi haviam despistado, foram todas para cima dele, ainda nem sabia como estava vivo, pura sorte, muita sorte. E novamente Tsuna pegou o sentido errado das palavras, ao invés de detectar os ciúmes, achava que o sua copia só havia falado isso, por que não queria ser mais corrompido do que já estava, afinal de contas, eles eram o mesmo certo?
– Natsu-kun – Tsuna murmurou baixinho, vendo o moreno chegar, com uma sunga laranja, mais forte que a sua, e do nada as pessoas a sua volta começaram a discutir, como era o de costume de sua Famiglia, Tsuna aproveitou a brecha que teve, para sair dali um pouco, andou um pouco perto da beira da piscina, enquanto pensava um pouco, queria tirar essa angustia que sentia a todo custo dentro de si.
Passou um bom tempo, Tsuna ainda estava perto da beira da piscina, sem vontade de entrar, apesar de hoje ser um dia para se divertir, não conseguia ficar pensando em nada além de saber o que ele havia feito era certo ou errado... Eles eram homens... Não podia ser certo.
Mas seus pensamentos foram subitamente cortados, ao ver pessoas entrando na área da piscina, ele conhecia muito bem aquelas pessoas, eram os ex-arcobalenos, todos eles, só que nas suas formas normais, sem a maldição, Tsuna levemente arregalou seus olhos, vendo cada figura ali, antes de examina-las, mas seus olhos pararam sobre um par de ônix, que também lhe fitava, e antes que ele pudesse reconhecer a pessoa, dona daqueles olhos lindos, sentiu algo bater contra suas costas.
Foi uma garota, a menina havia tropeçado, cega pelos caras que haviam acabado de chegar, eles eram lindos, todo mundo tinha parado o que fazia para vê-los chegando, enquanto alguns cochichos rolavam pelo ar... Mas bem, de volta a garota, ele acabou tropeçando em seus próprios pés, batendo de frente contra as costas de Tsuna, fazendo o pequeno moreno perder o equilíbrio, e cair na piscina com tudo, a sua cabeça bateu fortemente contra o chão da piscina, fazendo um pouco de sangue, sair do local.
Por alguns segundos, as pessoas olharam para o que havia caído na piscina, de olhos arregalados, ao ver o sangue que começava a subir para a superfície, conseguiram distinguir que quem estava ali, era ‘Dame-Tsuna’, não podiam estar menos preocupado com o moreno, afinal, para a cabeça sangrar, a coisa deve ter sido bastante seria.
E por pura ironia do destino, quem estava mais perto de Tsunayoshi, era Mochida, o capitão de clube de Kendo, não demorou nem um segundo para fazer alguma coisa, logo que viu o corpo do pequeno moreno bater contra o chão da piscina, arregalou os olhos.
– Dame-Tsuna – o líder de Kendo gritou, antes de mergulhar para pegar o corpo do moreno, que parecia agora, inconsciente para de baixo da água, essa parte da piscina era um pouco funda, e se dependesse agora, o pequeno moreno estaria se afogando, sem nem ao menos saber. Estavam preocupados.
Com o grito que o líder de Kendo deu, fez com que a maioria das pessoas descongelassem, os guardiões de Tsuna e amigos, correram em direção a piscina, enquanto certo cara de olhos cor de ônix, andou a passos rápidos para perto da borda da piscina, esperando que somente Mochida, trouxesse o pequeno moreno de volta a superfície.
Não demorou mais que alguns segundos para que isso ocorresse logo Mochida estava com o corpo de Tsuna em mãos, enquanto tentava da melhor maneira, parar o sangramento do moreno, olhando apavorado para o corpo em suas mãos.
– Me de ele – o mesmo cara dos olhos de ônix pediu para que Mochida lhe entregasse o corpo do moreno, um pouco a contra gosto, o líder de Kendo entregou o corpo do moreno para o maior, alguma coisa lhe dizia que aquilo era melhor a se fazer.
– Quem é você, e o que vai fazer com o Juudaime? – Gokudera rosnou para o cara que tinha o corpo de seu chefe em mãos, enquanto preparava suas dinamites para jogar no cara, o dono dos olhos ônix somente ignorou o albino, com o corpo do moreno em mãos, entrou para a mansão Vongola, sabia que o albino não jogaria as dinamites, por que poderia ferir mais ainda seu precioso Juudaime – Hey espere... – Hayato mais uma vez gritou, mas os caras que haviam chegado junto com ele, controlaram o guardião Vongola da tempestade.
– Cama Hayato – Lal disse, olhando para o guardião da tempestade e retirando a dinamite das mãos do albino, somente para joga-las dentro da piscina, sobre os murmúrios de protesto do guardião.
– Que merda é essa? Quem era aquele? Por que você está o defendendo Lal Mirch? – Gokudera gritou, esquecendo completamente que a mulher agora, não era mais um bebê, e que com isso, a sua força havia multiplicado, e bem, se irritar com a Lal Mirch, é assinar sua sentença de morte.
– Se dobre para falar comigo! – Lal gritou com uma áurea rodeando seu corpo e acertando um cascudo bem forte no albino – Aquele era o Reborn! – mais uma vez a mulher gritou, acertando uma sequencia de cascudos sobre o peculiar cabelo do Gokudera.
– Aiii! – Gokudera esfregou os lugares em que havia recebido os cascudos, se fosse com outras pessoas, ele haveria as explodidos, mas Lal... Bem, enfrentar o demônio era um pouco de mais para ele.
– Como assim aquilo era o garoto? – Takeshi perguntou, olhando atentamente para os únicos ex-arcobalenos que agora estavam presentes ali, Colonello, Skull e Lal, o resto deveria ter sumido pelos arredores da mansão depois que entraram.
– Verde conseguiu uma formula, na qual podemos voltar a ser adultos, kora – Colonello sorriu enquanto comenta a noticia, ao menos agora não estava preso a uma idiota forma de pirralho de sete anos – Ao menos aquele imbecil serve para algo – Colonello comentou cada vez mais alegre.
– Então... Aquele era o Reborn-san? – Gokudera arregalou os olhos, querendo se matar por ter sido tão rude com o maior hitman do mundo, mas por sorte, ou talvez um pouco mais, Takeshi conseguiu para-lo, enquanto isso, o resto dos guardiões de Tsuna suspiraram aliviados, Reborn era o ex-arcobaleno do Sol, Tsuna com certeza ficaria bem.
– Tch... – Mochida murmurou baixinho, ainda sem entender o porquê de ficar tão desesperado ao ver o corpo de Tsuna cair com tudo na piscina, seu estomago agora estava embrulhado, e ele queria descansar um pouco e colocar os pensamentos em ordem...
– Aonde vai Mochida? – perguntou um dos garotos ao ver Mochida sair da piscina e ir pegar sua toalha, o garoto era ruivo, de olhos amarelados, Shinji, e erguia levemente uma de suas sobrancelhas avermelhadas.
– Vou para o quarto – foi tudo que Mochida disse, antes de sumir completamente da área de lazer da mansão Vongola, deixando para trás, o seu grupo de garotos atordoados.
– Não acha que esse ataque de Mochida foi meio suspeito? – perguntou um dos garotos, para mais alguns entorno de si, este era moreno, de cabelos bem pretos e olhos igualmente pretos, Rin era seu nome.
– Vai ver ele está apaixonado – murmurou um dos garotos, olhos castanhos chocolate e o cabelo loiro, de nome Renshi, achava estranha a atitude de Mochida, afinal, o cara só se preocupava com sigo mesmo e raramente com Kyoko.
– Por Dame-Tsuna? Ele vive falando mal do Sawada – outro garoto rebateu, tinha cabelos pretos e olhos castanhos, em sua cabeça, era completamente impossível essa ideia, Matsuyo não podia acreditar naquilo.
– Viu! Ele vive falando do Sawada, quem tanto odeia, ama – um outro garoto comentou, sorrindo maliciosamente, era o mesmo garoto loiro de olhos chocolates, o Renshi.
– Impossível – outro arregalou os olhos, sem crer na ideia, era o ruivo de olhos amarelados, o Shinji, Mochida era apaixonado por Kyoko, não mesmo, impossível ser por Dame-Tsuna
– Olha, eu nem digo nada, o Sawada está mais bonitinho nessa viagem, parece um coelhinho indefeso – comentou outro, enquanto dava um sorriso malicioso, era Rin, enquanto seus olhos pretos mostrava um ar malicioso.
– ... – os outros garotos não podiam negar, isso era verdade... O Sawada estava um pouco mais diferente, como se qual quer malicia tivesse sumido de seu corpo, enquanto ficava cada vez mais adorável.
–------- Com Reborn e Tsunayoshi -------
Reborn rapidamente levava Tsuna para enfermaria, estava preocupado com o moreno, o carregava em estilo noiva, enquanto tentava apoiar a cabeça do moreno em uma posição confortável, afim de que parasse um pouco com o sangramento, a cabeça do Sawada repousava sobre seu tórax, enquanto sua face mostrava uma expressão completamente neutra, sua pele já branca, estava um pouco mais pálida que o normal, e aquilo deixava cada vez mais o ex-Arcobaleno do Sol preocupado, queria chegar a enfermaria o mais rápido possível e pouco se importava se o corpo de Tsuna lhe molhava.
Com uma certa dificuldade devido aos diversos empregados preocupados com seu futuro chefe, Reborn conseguiu chegar a enfermaria, a primeira coisa que fez, foi colocar o corpo do pequeno moreno em cima da maca da enfermaria, enquanto Reborn pegava um kit de primeiros socorros. Com cuidado, Reborn usou um pouco de suas chamas do céu para curar o ferimento de Tsuna, não foi muito grave, então não foi mais que uns cinco minutos usando suas chamas, depois de fazer tal coisa, usou uma bandagem para enfaixar o local, assim prevenindo que o ferimento recentemente fechado, pudesse se abrir novamente.
Reborn se sentou em uma das cadeiras da enorme enfermaria autmente avançada da Vongola, enquanto e sentava, pegou um livro um livro que estava em cima de uma das macas, esperando que Tsunayoshi pudesse acordar.
– Reborn-sama — a voz de Caetano foi ouça abrindo a porta da enfermaria, olhando para seu futuro chefe inconsciente na cama, deu um olhar preocupado ao pequeno moreno, Reborn fechou o livro que lia e esperava que Caetano pudesse continuar. — Os empregados me falaram que você estava trazendo o Tsunayoshi-sama para cá inconsciente, e seus amigos na piscina estão preocupados, mas Lal Mirch-sama não quer deixar ninguém vir o incomodar aqui... Tsunayoshi-sama está melhor? — o cara perguntou preocupado com a saúde de seu jovem Don.
– Sim, Tsuna está bem melhor, diga se qual quer pessoa tentar vir aqui, farei de sua vida um inferno e que a prova de hoje foi adiada para amanhã, devido as circunstancias — Reborn comentou calmamente, voltando a abriu o livro na pagina em que parar, Caetano não mais incomodou o melhor hitman do mundo, saiu de sala e daria o recado.
De dentro da enfermaria, pode se ouvir gritarias de comemorações, provavelmente por que a prova foi adiada e alguns gritos histéricos de Hayato, por não poder ir ver seu Jyuudaime precioso, mas logo foram acalmados, afinal, quem era doido para desafiar o melhor hitman do mundo?
E assim foi passando, não demorou muito para que um resmungo fosse ouço deuma das macas, enquanto olhos castanhos se abriam, meio confusos.
– Estava ficando preocupado Tsuna – Reborn fechou o livro, que lia sem interesse algum, colocou o livro em qual quer lugar, antes de começar a fitar o moreno a sua frente, que parecia um pouco atorduado, olhando perdidamente para o local que se encontrava.
– Qu-Quem é v-você? – Tsuna perguntou fitando a figura a sua frente, ele se lembrava vagamente dela, era um amigo de Reborn, que o ajudara na luta contra os arcobalenos, mas Reborn nunca mais falou sobre ele e com o tempo acabou se esquecendo dele.
– Isso é triste – Reborn sorriu um pouco com o que afalava, enquanto se levantava de sua cadeira, se mostrando em perfeito estado, um terno negro, um chapéu com uma listra laranja o cortando, e em cima um camaleão, costeletas em cada lado de sua cabeça, completando seu cabelo preto meio desgrenhado, Tsuna corou com a visão do homem que tinha – Você realmente não sabe quem eu sou? – Reborn tinha um sorriso presunçoso em seus lábios e cada vez mais chegava para perto do moreno, que corava cada vez mais.
– Eu... D-Deveria s-saber? – o moreno a cada passo, recuava um pouco para trás da cama, até suas costas baterem na cabeceira da mesma, Reborn sorriu mais, vendo o limite que se aluno poderia chegar, em poucos segundos, Reborn já estava em cima da maca, junto com Tsunayoshi, com um sorriso sacana na face e cara a cara com o Sawada.
– A maldição dos Arcobalenos, foi quebrada por completo — e com isso Reborn mordeu o lóbulo da orelha de seu aluno, o fazendo corar mais.
– Re-Reborn? — ainda inseguro sobre o que tinha falado, Tsunayoshi perguntou a pessoa a sua frente, na qual poderia ser seu tutor quando mais velho, tal fato que impressionou o pequeno Sawada, Reborn era... Bonito... Sem ele estar na forma de bebê, era bem... Lindo, gato, sexy e irresistível.
– Eu mesmo Dame-Tsuna -Reborn mais forte o lóbulo da orelha de seu aluno, o fazendo soltar um grito de dor, separar seus corpos com um leve empurrão e cair com tudo no chão.
– Itaii — murmurou enquanto alisava em sua cabeça, a parte que acabara de se formar um galo, Reborn levemente riu sobre a ação de seu aluno... Tão inocente... Como adoraria acabar com aquela inocência...
– Tsu~na~ — o maior pronunciou o nome do outro em quanto saia da maca, de maneira tentadora, fazendo o chefe Vongola ganhar um vermelho intenso em seu rosto... Kami, por que todo mundo estava invocado com ele nesses últimos dias? O menor tentou correr dali, não aguentaria ficar muito tempo na enfermaria com aquele tutor sexy, mas o próprio lhe impediu de sair, segurou na blusa do moreno, o fazendo cair com tudo no chão, não demorou muito e corpo de Tsunayoshi estava imprensado contra o chão frio da enfermaria e contra ao do seu tutor — Eu sei que você quer Tsuna — o tutor sádico falou ao pé do ouvido do menor, enquanto sua mão entrava dentro da sunga do menor, começando a masturba-lo.
– R-Reborn — o menor gemeu o nome de seu tutor, sentindo seu membro ser estimulado... Por mais que quisesse sair daquela situação, seu corpo queria continuar ali, tentou fazer forças contra o maior em cima de si e sua vontade de ficar ali... Mas não tinha forças para isso, acabou cedendo a vontade de seu corpo.
O menor ficou ali, em baixo de Reborn, enquanto a mão do outro o masturbava, tentava segurar seus gemidos com a mão enfrente da boca, soltando mais e mais gemidos abafados, não demorou muito para gozar na mão de seu tutor.
– Tsuna — o maior saiu de cima do pequeno moreno, lambendo a ponta de seu dedo indicador, sujado pelo gozo do maior, o menor iria sair dali, antes que fizesse mais alguma coisa, mas a mão de seu tutor voltou a lhe segurar, o fazendo cair sentado no chão, entre as pernas do mesmo.
– Reborn — o moreno gritou corado, enquanto o maior retirava sua sunga, mas pouco Reborn se importava com os gritos do outro, sua outra mãos começou a desabotoar a camisa de Tsunayoshi, expondo as marcas que o corpo do menor tinha, começou a estimular com a mão, os mamilos do outro, enquanto sua outra mão, mais uma vez masturbava o menor, sua boca deixava mais marcas no pescoço do Vongola.
– Tsuna você é meu — falou ao pé do ouvido do menor, que corou com o comentário do outro — Essas marcas... Tinham que ser minhas — mordeu fortemente o pescoço do outro, tirando um gritinho de dor, seu dente cravava na pele alva do moreno, ao ponto de retirar sangue
– P-Por que fez i-i-isso? R-Reborn! — o menor gritou, sentindo a mordida em seu pescoço lhe incomodar, os dentes de Reborn eram afiados e deixou a marca perfeitamente na curva do pescoço do moreno, cara, aquele lugar era visível para todos!
– Eu tenho que te marcar Tsuna — o maior continuou a chupar o pescoço do pequeno moreno, cada vez mais marcando aquele pele alva, mostrando que aquilo era dele e que não queria que mais ninguém se aproximasse deseumenor!
– R-Re-Reborn — o menor gemeu o nome do outro, sentindo cada vez mais sendo consumido pelo jeito do outro, as mordidas, caricias... Tudo envolvia o jovem Vongola.
Reborn parou de estimular o mamilo do outro e começou a desabotoar sua calça, mostrando sua ereção já formada, aos poucos, foi colocando Tsunayoshi sentado em cima de seu membro, enquanto continuava a masturba-lo, em pouco minutos, Tsuna estava com o membro do maior totalmente dentro de si e sentado no meio de suas pernas.
O ex-Arcobaleno do Sol, começou a estocar rapidamente e fortemente, o interior do jovem Vongola, fazendo questão de gemer o nome do menor, ao seu pé do ouvido, entre as mordidas que ainda marcavam a pele imaculada do outro. Sua mão voltou a estimular o mamilo do menor, enquanto a outra nunca parava de masturbar o membro de Tsunayoshi.
– Tsunaaah — Reborn gemeu o nome do menor, mordendo a orelha do menor e colocando sua língua dentro do ouvido do jovem Vongola, umedecendo aquele local, de forma provocativa, Tsuna ainda soltava os gemidos abafados, com a mão em frente a sua boca, impedindo que estes saíssem muito alto, estava cada vez mais, ofegando.
Mais uma vez, Tsunayoshi chegou ao orgasmo na mão de Reborn, enquanto o mesmo aumentava o ritmo de suas estocadas , cada vez mais forte, longas e rápidas, cada vez mais, entrando no pequeno Vongola... E logo o ex-Arcobaleno estava acertando o lugar especial do moreno, sua próstata.
Os movimentos continuavam freneticamente, enquanto Tsunayoshi requebrava em cima do membro de Reborn, não demorou muito para que o ex-Arcobaleno chegasse ao ápice dentro do moreno, que logo ao ser preenchido, encostou sua cabeça no peito de Reborn, arfando.
– R-R-Reborn... I-Isso é c-certo? — inocentemente, Tsunayoshi perguntou, sentindo seus olhos marejarem, as lágrimas escorriam de seus olhos, começava a se sentir tão sujo... Como ele podia se deixar ser tocado por tantos homens diferentes?
– Não se preocupe Tsuna — Reborn provou daqueles lábios tão doces, em um beijo calmo, ele sabia o que Tsunayoshi queria dizer, e não gostava de ver seu pequeno aluno, se julgando tanto assim... Dessa vez, queria ficar ao lado do menor, mesmo se quem não fosse ficar ao seu lado, fosse ele. Logo a falta de ar fez jus, seus lábios se separaram, o pequeno sorriu levemente, antes de desmaiar nos braços do maior.
Reborn se retirou do pequeno moreno, o colocou delicadamente em cima da maca, enquanto terminava de se ajeitar, depois de fazer tal coisa, abotoou os botões da camisa do Vongola, enquanto colocava de volta sua sunga, passou a mão por cima da mordida que deixara no pescoço do mesmo, sorrindo sadicamente, Tsunayoshi era dele!
Pegou o moreno em estilo noiva e o levou até os seus aposentos, conseguira sair da enfermaria em completo silêncio, não era atoa que Reborn era o maior Hitman do mundo... Conseguiu tal façanha sem ser visto por ninguém, colocou Tsunayoshi em cima da cama, o garoto poderia dormir o tempo que quisera, afinal, o Kuudaime só deveria chegar de noite...
–------ Pulando algumas horas --------
Os amigos de Tsunayoshi foram olhar o pequeno moreno no quarto, Natsuyoshi acabou por pedir a um empregado colocar o almoço de Tsuna em seu quarto, e logo foi atendido, não atormentaram muito o pequeno em seu sono, afinal, presumiram que este deveria dormir.
Tempos depois, Tsunayoshi acordou mais dolorido que o normal, se remexeu na cama com preguiça de se levantar, mas acabou não cedendo a preguiça, se levantou da cama, com uma preguiça absurda, se apoiado em alguns moveis para que não caísse no chão e ali mesmo voltasse a dormir. Coçou seus olhos como um gatinho, tentando dispersar um pouco o sono que sentia, funcionou um pouquinho, ao menos agora conseguia ficar em pé se precisar de apoio.
Foi em direção ao banheiro de seu quarto, tomaria um banho um gelado para acordar, ficou um bom tempo com o corpo de baixo daquela água gelada, tempo o suficiente para suas mãos começarem a se enrugar... Saiu do chuveiro antes que virasse um maracujá de gaveta, com uma toalha enrolada em sua cintura e outra secando os fios castanhos de seu cabelo.
Foi em direção ao espelho, se olhou no espelho, vendo as diversas marcas espalhadas pelo seu corpo, passou a mão pela mordida em cima de seu pescoço... Deus, por que Reborn tinha que ser tão sádico? A mordida lhe incomodava um pouco, mais que as outras marcas que ex-Arcobaleno havia deixado. Suspirou.
Pegou uma roupa em seu guarda-roupa, era uma simples camiseta preta, por cima jogou um simples casaco bege com um capuz atrás, a calça era de cor esverdeada, meio musgo, um pouco grande, um cinto simples, impedindo que a peça de roupa caísse. Andou em direção à cama e viu um prato com uma refeição em cima de sua bancada, provavelmente algum dos empregados havia deixado ali...
Não negava que estava com fome, foi em direção ao prato e se sentou na cama, iniciando sua refeição, não demorou mais que alguns minutos para que estivesse acabado de comer, colocou o prato no mesmo local que havia encontrado e foi em direção ao guarda roupa mais uma vez, retirou um par de sapatilhas pretas e colocou. Foi em direção ao prato, o colocaria na cozinha.
Não demorou muito para que Tsunayoshi estivesse nos corredores da mansão Vongola, vagando em direção a cozinha, durante o caminho, alguns empregados e colegas de classe, pararam para perguntar ao moreno se ele estava bem, o moreno somente acenou com a cabeça e colocou um sorriso fofo na face corada... Estranhou um pouco a situação, não estava acostumado a grandes atenções.
Não demorou muito para que chegasse a cozinha, colocou o prato em cima da pia e agradeceu ao chefe pela refeição, o cozinheiro — imagine um Sebastian de Kuroshitsuji ali — corou levemente com a gentileza do outro.
Tsunayoshi estava prestes a retornar ao seu quarto, passava pela sala de estar, quando ouviu uma porta sendo aberta bruscamente e de lá, começou a sair os Arcobalenos em suas formas adultas, os olhos castanhos observou um por um dos Arcobalenos saindo pela porta, até seus olhos castanhos se encontrarem com um par de onixes tão familiares, fazendo as bochechas de Tsunayoshi ganhar um vermelho mais brilhante.
– Yoo Tsuna, kora -Colonello cumprimentou o pequeno, com um sorriso brilahnte, digno de um guardião da chuva, enquanto seus olhos azuis se fechavam, devido ao tamanho do sorriso enorme.
– Y-Yoo — o moreno levemente gaguejou, indo na direção dos Arcobalenos, Reborn sorria maliciosamente para o moreno, o que não deixava de fazer suas bochechas ganharem um tom vermelho.
– Ohayoo Tsunayoshi-kun — Fon afogou os cabelos do menor, fazendo o tom rosado de suas bochechas se elevarem mais, o guardião da tempestade, sorriu um pouco com a ação do menor... Tão indefeso...
– Ohayoo — balbuciou o menor — P-Parece que v-vocês voltaram ao n-normal — comentou dando um sorriso, feliz pelos Arcobalenos terem conseguido voltar a forma adulta, como sempre quiseram.
– Graças ao Verde — Lal sorriu, um sorriso legitimo, feliz por ter voltado ao seu tamanho normal e por ter perdido aquela maldita forma de bebê.
– Hn — o cientista do grupo sorriu presunçoso enquanto levantava a lente de seus óculos, ele tinha conseguido a cura, mas precisava de uma cobaia antes de testar em si mesmo, nada melhor que os outros Arcobalenos, que toparam na hora ao saber que poderiam voltar ao normal, depois do experimento ter dado certo com Skull primeiro, outros colocaram suas peles em risco, e resultado deu muito certo... E falando em certa desgraça de cabelos roxos...
– Cadê o Skull? — Tsuna perguntou, estranhando ainda não ter visto o ex-Arcobaleno guardião da nuvem, normalmente era o mais barulhento grupo e com toda a certeza estaria fazendo alguma merda se estivesse aqui agora.
– Colonello e Reborn se estressaram com ele, apanhou dos dois e ainda está na sala — Fon suspirou pesadamente, o guardião do Sol e o guardião da Chuva dos Arcobalenos, tinham uma implicância mortal com o frágil guardião da Nuvem.
– Reborn! — Tsunayoshi falou o nome do tutor, como se estivesse o repreendendo, mas Reborn ignorou o castanho e deu de ombros, não ligava para o guardião da nevem mesmo, pouco importa como ele estaria agora... O moreno bufou e foi em direção a porta, em que os Arcobalenos acabara de sair, mas quando tocou na maçaneta, Reborn segurou seu pulso.
– Onde pensa que está indo? — perguntou Reborn, com um rugido na voz, o Arcobaleno mais sádico era extremamente possessivo, e sabia muito bem o que o moreno faria naquela sala, ciúmes explodiam em seu ser.
– Vou ajudar o Skull! — Tsunayoshi soltou seu pulso do aperto da mão de Reborn, seus olhos castanhos estavam transmitindo o irritação para que agora, sentia com o maior a sua frente, abriu a porta da sala e a fechou com tudo na cara de seu tutor, sabia que iria pagar caro por isso depois, mas polco se importava agora.
– Se deu mal Reborn — Colonello ria da cara de seu amigo/rival, do jeito estatico em que Reborn se encontrava por ter a porta fechada em sua cara, as mãos do Arcobaleno se fecharam em um aperto, estava visivelmente bravo.
– Acho melhor não brincar com ele agora — Lal advertiu seus companheiros, Vipper só deu de ombros e saiu dali, pouco ligando para o relacionamento de Reborn e Tsunayoshi, Verde deu um sorriso presunçoso e sumiu do lugar também, Fon foi para cozinha fazer chá Oolong, já Colonello e Lal, saíram juntos, discutido estre si.
Reborn depois de alguns minutos, se virou em direção a um outro caminho, enquanto um sorriso sorrateiro se brotava em seus lábios, prometendo muita, MUITA, mas M-U-I-T-A tortura mesmo, a um certo castanho.
Já na sala, no momento em que Tsunayoshi entrou, viu Skull sem seu capacete, em um canto da sala, enquanto tentava fazer curativos em seus machucados com um kit de primeiros socorros, mas parecia que o ex-Arcobaleno da Nuvem, não se dava muito bem com as bandagens.
– Deixa eu lhe ajudar Skull — Tsuna foi andando em direção ao ex-Arcobaleno jogado no chão, soluçando, devido aos milhares de machucados espalhados em seu corpo.
– Você... Não vai me machucar, certo? — Skull perguntou inseguro, as únicas pessoas que já haviam sido bons para ele era Luce, mas a mulher não estava mais presente no mundo dos vivos e agora, a única pessoa que ele podia contar, havia morrido.
– Não — Tsunayoshi sorriu gentilmente, fazendo a face do roxeado corar um pouco, delicadamente, retirou o algodão e o vidro de remédio da mão de Skull — P-Pode retirar a b-blusa? — Tsunayoshi corou um pouco com o pedido que fizera, mas se era para cuidar do roxeado a sua frente, teria que fazer tal coisa.
– Certo — Skull murmurou corando um pouco, mas não tardou a atender o pedido do pequeno Vongola a sua frente, retirou a blusa e mostrou seu peitoral definido e diversas cicatrizes o marcando, algumas antigas e outras que acabaram por acontecer agora.
– Essas marcas... — Tsunayoshi colocou o algodão de leve em cima de um dos hematomas do corpo de Skull, fazendo o roxeado soltar um resmungo de dor — Foram todas feitas por Reborn? — os olhos castanhos tão expressivos de Tsunayoshi foram tampados pela franja de seu cabelo.
– Não... É que antes de ficar preso naquela forma de bebê, eu era um duble de filme, acabei ganhando alguns machucados com isso, eu era chamado de 'Skull, o imortal', eu adorava andar pelas ruas de Veneza, com a moto a toda a velocidade, enquanto o vento varria em meu rosto, adora a sensação de adrenalina e medo correndo em minhas veias, enquanto fazia cada papel perigoso, cada pedaço de um filme, era bom, mas com a forma de bebê eu não podia mais fazer isso... E... — E assim Skull foi falando cada vez mais de como era bom fazer aquilo que sempre fizera, Tsunayoshi cuidava dele enquanto ouvia atentamente cada palavra que o roxeado falava animadamente, não demorou muito para que logo Tsunayoshi terminasse de cuidar dos ferimentos de Skull, foi quando o roxeado percebeu algo e parou bruscamente de falar.
– Aconteceu alguma coisa Skull? — Tsunayoshi pareceu preocupado, com a brusca mudança do outro, não entendia o por que do roxeado ter parado de falar tão do nada... Tinha feito algo?
Skull não entendia o por que do moreno estar lhe dando tanta antenção, ninguém havia feito isso por ele antes e um sentimento quente invadia seu peito, era um sentimento que somente sentia quando Luce estava viva, quando ela lhe ajudava e lhe dava atenção... Esse sentimento nunca havia voltado até agora, e quando voltou, voltou dez vazes mais forte, Skull estava atordoado.
– Eu... P-Por que e-está me o-ouvindo? — Skull corava um pouco ao perguntar, o sorriso do castanho voltou em um brilho enorme, cada vez mais piorando a situação de constrangimento do roxeado...
– Skull, suas histórias são bem legais — cada vez mais o sorriso de Tsunayoshi aumentava, e consequentemente, o vermelho nas bochechas do pobre guardião da nuvem... Um silêncio um pouco acolhedor começou a se formar no local, depois de Tsunayoshi ter pronunciado tais palavras. Skull queria falar mais alguma coisa, toda hora abria a boca para falar alguma coisa... Mas na hora, sua coragem sumia, como se sua mente não conseguisse mais raciocinar, tentou fazer tais coisas cerca de cinco vezes, nenhuma conseguiu de coragem o suficiente, somente corava mais... Tais detalhes não passaram despercebidos pelo Vongola, que achou que o roxeado precisasse de um empurrãozinho — Skull... Quer falar alguma coisa? — perguntou enquanto nascia um sorriso divertido em seus lábios.
– Eu... — Skull reuniu coragem para poder falar — Eu queria saber, se posso te mostrar um lugar... É que ele é especial para mim... E gostaria de te mostrar... — Skull tentava balbuciar enquanto corava em vermelho extremamente brilhante
– ... A-Ano... E-Eu a-acho que t-tenho um t-tempo a-antes de o vovô chegar — Tsunayoshi falou enquanto sua face corava também e dava um sorriso enorme, fazendo cada vez mais, a face de Skull brilhar em vermelho.
– ... En-Então vamos — Skull se levantou, e puxou a mão do pequeno Vongola, pegou também seu inseparável capacete e colocou de baixo do braço, saiu arrastando o pequeno moreno pelos corredores da Vongola, alguns comentarios de alguns alunos ocorriam, enquanto Tsunayoshi era arrastado por aquele homem lindo e com cara de mal... Pensavam em o que o pequeno havia feito para provocar a ira do maior...
– Skull! P-Para o-onde v-vamos? — o castanho perguntou enquanto era arrastado pwlo roxeado, um pouco curiosos sobre qual lugar iriam, estava ansioso para saber mais sobre Veneza.
– É uma surpresa Vongola — Skull sorriu, enquanto ainda arrastava o castanho, os murmúrios aumentaram mais quando o roxeado chamou Tsunayoshi de Vongola, mas tal fato passou despercebido para os dois. O caminho continuou até chegarem na garagem da mansão, onde uma moto preta, com chamas roxas a enfeitava, Skull sorriu quando chegaram perto da moto, parecia que o maior tinha um apreçi muito grande por sua moto totalmente turbinada. — Sobe ai — Skull falou para o Vongola, enquanto subia na moto, o moreno um pouco hesitante, subiu em cima da moto, apertando bem firme a cintura de Skull, que agora estava de capacete e escondia sua face corada. Em poucos segundos, Skull tinha a sua moto ligada, já no máximo, saiu em alta velocidade da garagem, sentia cada vez mais, o castanho lhe apertar a cintura e esconder seu rosto em suas costas, corou mais um pouco com isso — Hey, se ficar assim, vai perder a bela vista de Veneza — Skull comentou, olhando para a paisagem que a cidade lhe fornecia. Em poucos minutos, Tsunayoshi conseguiu reunir coragem o suficiente para erguer sua face das costas de Skull, olhando para a paisagem, admirando o local em que passava, não por muito tempo, já que a moto estava a mais de duzentos quilômetros por hora, mas aos poucos foi esquecendo o medo e já sorria adoravelmente enquanto via o local.
– A cidade é linda Skull — comentou cada vez mais maravilhado com a grandeza da cidade da Italia, tal coisa fez Skull corar mais, podendo quase ser comparado a um tomate, agradecia a Kami por estar de capacete.
–--- Mansão Vongola ----
– Hey, o que vocês tanto cochicham? — Hayato perguntou, chegando a sala de estar, tinha o grupo rotineiro junto a si — Takeshi, Ryohei, Enma e Lambo-, Giotto e Natsuyoshi tinham um prato com bolo de chocolate na mão
– Dame-Tsuna acabou de sair com um cara lindo daqui — comentou uma garota, enquanto olhinhos de corações se formavam em seu rosto.
– O que? — Natsuyoshi arregalou os olhos, se engasgando com o pedaço de bolo chocolate em sua boca, mas empurrou o bolo a força para dentro de seu estômago.
– O mais esquisito foi que o cara o chamou de Vongola... — um garoto comentou, impressionado com isso, com toda a certeza, essa história de Vongola iria se espalhar pelas pessoas da turma bem rápido.
– Vocês são idiotas... — Giotto revirou os olhos, não entendiam como a classe de Tsunayoshi ainda não havia percebido o obvio, Tsunayoshi seria um otimo chefe para a Vongola.
– Mas... Q-Quem era o cara...? — Enma perguntou preocupado, mordendo o labio inferior e cada vez mais achava que tinha que começar a agir, antes que perdesse Tsunayoshi de vez.
– Acho que... Skull — uma garota comentou, tentando se lembrar do que o pequeno moreno havia balbuciado naquela hora.
– O que tem o escravo? – Reborn perguntou curioso em relação ao roxeado, com Colonello chegando com sigo ao seu lado, as garotas não podiam deixar de suspirar, Colonello e Reborn faziam mal ao sangue.
– Tch, ele saiu com o Juudaime — Hayato rosnou, nem um pouco feliz com a situação, iria explodir um certo arroxeado quando chegasse na mansão, claro se um certo hitman, não o deixasse cheio de buraquinhos de bala.
– Perdeu sua presa... Reborn, kora -Colonello comentou malignamente, somente recebendo um olhar fuzilante de Reborn, e uma cotovelada na barriga do mesmo, lhe tirando um pouco de ar, e o fazendo cambalear para trás, as garotas ficaram preocupadas com o loiro sexy e foram o 'ajudar'. Nessa mesma hora, a porta da sala se abriu, revelando uma Lal Mirch.
– Colonello, vamos... — mas na hora em que foi falar algo, viu o loiro cercado de garotas, começou a emanar uma áurea maligna e um olhar demoníaco, fazendo a maioria das pessoas ali tremer, principalmente, o loiro mencionado, não demorou muito, para que Lal saísse da sala, fechando a porta com tudo.
– LAL! — gritou inutilmente Colonello, tentando se livrar das garotas, que pareciam só querer grudar mais em si.
– Perdeu sua presa... Colonello, chaos — Reborn comentou sorrindo malignamente para o loiro.
– Reborn! Com a Lal não se brinca! Você sabia disso, sabia que ela estava vindo maldito! — Colonello fuzilou o hitman, com seus orbes azuis. Mas como se o maior hitman do mundo ligasse para isso.
– Eu...? — Reborn perguntou em um tom ofendido, enquanto abaixava a aba de seu chapéu, cobrindo seus olhos e o sorriso presunçoso nascendo em seus lábios — Eu não sabia de nada — por mais que sua face fosse de quem havia aprontado e muito, seu tom de voz era inocente, somente dando um ar mais aterrorizante a sua pessoa.
– Maldito... — Colonello rosnou já livre das garotas e agora abrindo a porta — Lal espera! — inutilmente tentou gritas para a azulada, mas esta deveria estar bem longe daquela sala, saiu correndo dali, a sua procura.
– ... Isso foi esquisito — um aluno comentou, achando bem estranho, a briga que acabara de ocorrer entre o moreno Reborn e loiro não mais presente na sala, Colonello.
– Tão esquisito quanto aquela cara chamar Dame-Tsuna de Vongola — um garoto comentou, trazendo de volta o assunto, que a pouco estava no ar, mas que foi interrompido pela briguinha infantil de certos ex-Arcobalenos... E novamente, os cochichos sobre esse assunto, voltou a sala.
– Idiotas... — as pessoas que sabiam sobre a verdade murmuraram.
– Eu vou pegar mais bolo... — Giotto comentou, saindo da sala, acompanhado de Natsuyoshi, indo à cozinha, acabar mais uma vez com o estoque de doces da mansão... Mas bem, quem iria negar isso a dois, dos três mais fortes chefes da Vongola?
– Baka-Natsu, Teme-Giotto, não comam muito doce! — Reborn os repreendeu, tinha de cuidar da excessiva paixão de doces daqueles dois.
– Pode deixar... — os dois comentaram ao mesmo tempo, mas como se fossem realmente fazer aquilo, doce era a paixão deles, somente perdendo para algo.
– Tch, aqueles dois... Reborn rosnou nenhum um pouco feliz — Já vocês, a prova de hoje foi adiada, mas nem pense que escaparão amanhã, acrescentarei ainda mais 20 perguntas sobre o Kuudaime, já que hoje ele chegara aqui, estejam às 8 da noite no salão, e avisem ao resto dos alunos — e depois de tal anuncio, Reborn sumiu da sala, o alunos se entreolharam e foram informar aos outros, afinal, ninguém queria ter um Reboyama-sensei puto da vida.
–-------- Skull e Tsunayoshi ----------
– Espere um pouco, vou fechar seus olhos, não pode olhar antes de chegar — Skull comentou enquanto descia da moto, recebeu um aceno de cabeça do Vongola, haviam acabado de chegar no local especial para o Skull, o maior desceu primeiramente da moto, e depois ajudou o pequeno castanho a descer também, no momento em que os pés de Tsunayoshi tocaram o chão, Skull tampou os enormes olhos castanhos com uma de suas mãos. Assim, começou a guiar Tsunayoshi, para o local em que deveriam chegar, finalmente parou em um local, depois de andar por alguns segundos a mais — Pronto — retirou sua mão da frente dos olhos de Tsunayoshi, dando assim, oportunidade para que este visse o local.
– Que lindo... — Tsunayoshi comentou, era um local bem alto, cercado por algumas árvores, lhe dava uma vista sobre toda a Veneza, desde as ruas traçadas por rios, até as mais simples casas, a Ponte dos Suspiros era bem perto de si, e um pouco mais a longe, o dorso duro, abaixo de si, era mais uma das ruas cortadas por água, e tinha algumas pequenas embarcações rodando sobre ela... Tinha também a vista de mais alguns monumentos, que fazia cada vez mais, o pequeno castanho se encantar com a vista que tinha e para melhorar, era pleno por-do-sol — Como... Descobriu esse lugar? — perguntou ainda maravilhado com a vista, em momento algum, retirou seu par de olhos castanhos tão expressivos, da linda vista que tinha.
– Em uma de minhas corridas de moto... Estava cansado de correr e queria dormir, achei esse local e queria dormir, achei esse local e adormeci em baixo de uma das árvores, depois que acordei, vi a vista que tinha da cidade, me apaixonei por esse lugar — Skull comentou enquanto olhava para o chão, sentindo suas bochechas ganharem um tom avermelhado, por compartilhar essa lembrança e melhor, compartilhar esse lugar com alguém.
– Obrigado por mostrar ele a mim — Tsunayoshi sorriu adoravelmente para o maior a sua frente, que ergueu um pouco a cabeça, para olhar o moreno, pode ter uma vista única, o por do Sol iluminava a água embaixo do pequeno penhasco que se encontravam, refletindo no sorriso de Tsunayoshi, o cabelo um pouco mais desgrenhado por culpa do vendo da moto, e o vento do próprio local, fazendo a grama e a roupa de Tsunayoshi, se balançar de leve... Encantador.
– D-De n-na-nada — Skull conseguiu murmurar, sem tirar por um segundo se quer os olhos do momento proporcionado a si, sentia seu coração disparar em seu peito, e cada vez mais, suas bochechas adquirirem um tom avermelhado.
Tsuna depois de um tempo, se sentou na beira do penhasco, acompanhado de Skull, onde ficaram conversando por mais um bom tempo, desde histórias idiotas, as mais incríveis, o tempo ia passando e os dois nem percebiam, afinal tinham uma grande afinidade e algo em comum... Sofriam bullying de pessoas mais fortes que si, e eram desastrados na mesma intensidade.
– Acho... Que é melhor irmos... Está ficando tarde... — Skull se levantou do penhasco, enquanto olhava para o horizonte, a lua já iluminava o céu, e o Sol parecia ter ido não há muito tempo, já que uns riscos laranja iluminavam a noite escura.
– Eh? Hiiie! N-Nem p-percebi! — Tsunayoshi se levantou meio desastradamente da borda do penhasco, recebendo uma pequena ajuda de Skull, para se manter de pé.
– Vamos, tenho a leve impressão que o Reborn-senpai quer me matar... — Skull já estava em cima da moto quando comentou aquilo e sentiu um leve arrepio passar por seu corpo.
– N-Não vou d-deixar o Reborn te m-matar — Tsuna comentou enquanto subia na moto, suas palavras continham uma enorme inocência, mas mesmo assim, Skull não pode deixar de corar e para esconder tal fato, colocou seu fiel capacete novamente.
O resto da viagem foi em silêncio, até Skull e Tsunayoshi chegarem à mansão Vongola, os dois aproveitavam o tempo somente para olhar melhor a paisagem de Veneza, enquanto vez o outra trocavam algumas palavras, nada mais do que simples diálogos.
Quando finalmente chegaram à mansão, Tsunayoshi foi na frente a pedido de Skull, o moreno tratou de atender o pedido do maior, já que o roxeado, não tinha muito o que fazer na mansão, daria um trato em sua moto, depois de tantos anos sem usa-las, ele queria a modernizar a todo custo e para isso, alguns dos técnicos da Vongola, o ajudaria a pedido de Tsuna.
Quando Tsunayoshi colocou o primeiro pé na mansão, a primeira pessoa que viu, foi Hayato, que lhe fez um interrogatório completo sobre onde ele estava, como Skull havia lhe tratado e se ele havia feito alguma coisa com seu precioso Juudaime. Tsuna teve a paciência de acalmar seu guardião da tempestade e consecutivamente, seus outros guardiões — Ryohei e Takeshi-, que a medida do tempo, acabava por chegar.
– Juudaime, o Reborn nos pediu para estar no salão as 8 horas da noite — e depois do interrogatório completo que fizeram a Tsuna, Hayato lhe informou tal coisa.
– Maa, maa, Hayato-kun, são 8 horas agora — Takeshi comentou, os olhos da maioria das pessoas ali presentes se alargaram ninguém gostava de chegar tarde à aula de Reborn... Ele depois fazia questão de te fazer viver o inferno.
– Então é melhor corremos ao EXTREMO!!! — Ryohei gritou e foi logo o ato feito, dispararam em direção ao salão, enquanto Hayato, ainda tinha folego de se desculpar para o se Juudaime, falando que não era um braço direito bom para seu chefe e que iria se matar, enquanto Tsunayoshi tentava convencer Hayato a não fazer isso. Tentavam correr o mais rápido possível, para alcançar o local.
Enquanto isso, a porta do salão foi aberta, logo pode se ver a figura de um homem velho, segurando uma bengala e atrás de si, Reboyama-sensei, ou simplesmente Reborn... Logo alguns cochichos começaram a se passar pela sala, sobre o velho que acabara de entrar ali.
– Calados! — Reborn rugiu para os alunos, e para a falta de educação deles perante o Kuudaime.
– Hoho, não se preocupe Reborn, adolescentes são assim — o velho senhor de idade comentou, enquanto passava seus olhos pelas fileiras de alunos ao seu redor... Procurando por alguém.
– Vongola-san... E-Está procurando alguém? — uma aluna se atreveu a perguntar, vendo o olhar do velho, sobre as pessoas a sua volta.
– Não estou achando meu neto — comentou ainda procurando por alguém, com esse comentário, os alunos somente arregalaram os olhos... Então era realmente verdade, que algum dos alunos de sua classe, era o chefe daquilo tudo... Não podiam entender quem, seria o doido, de escolher sair dessa vida de luxo, para ir viver em Namimori. — Oh, Natsuyoshi-kun — o velho comentou, finalmente encontrando o par de olhos alaranjados, mas ainda, não tinha a visão de par de olhos castanhos acolhedores.
– Yoo velhote — Natsu comentou enquanto sorria de lado para a pessoa a sua frente, sentia um pouco de saudades do velhote e tinha também, um grande carinho por ele.
– Tenha mais respeito com o Kuudaime, Baka-Natsu! — Reborn acertou um martelo em meio a cabeça de Natsuyoshi, fazendo o moreno gemer em dor.
– EHHH? — um grito foi ouço em coro na sala... A alguns dias atrás, Natsu havia dito, que não tinha nenhum envolvimento com a Vongola... Então o que é isso?
– Natsuyoshi-sama mentiu para a gente? — uma garota perguntou enquanto lágrimas rodeavam seus olhinhos, Natsu colocou um sorriso tenso em sua face... Não gostava de deixar uma garota chorar por sua culpa.
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Seu apoio é fundamental. Torne-se um herói!– E-Eu não menti! — comentou desesperadamente, enquanto Reborn se divertia em ver a situação complicada de uma das partes de seu aluno.
– Então...? — mais uma garota perguntou enquanto lágrimas rodeavam seus orbes castanhos.
– Eu somente vou ser dono de metade disso! — comentou vendo aquela seria a melhor desculpa que arranjaria... Os garotos ficaram com uma gota atrás de sua cabeça, enquanto as meninas faziam um coro de 'Aaah!'
– Então... — começou mais uma garota, enquanto seus olhos brilhavam de ansiedade — ... Quem vai ser o chefe junto a você? — perguntou curiosa, enquanto os alunos começavam a fazer a mesma pergunta em coro...
Mas foram subitamente interrompidos, quando a porta do salão se abriu, revelando um Ryohei corado e ofegante, ao lado de um Hayato e Takeshi no mesmo estado, não muito atrás, se encontrava Tsunayoshi, muito pior do que eles.
– Tsunayoshi-kun — Nono comentou feliz, ao ver seu neto, fazia um bom tempo que não se viam. Desde a quase celebração para o castanho se tornar chefe Vongola.
– Vovô... — o castanho murmurou tentando recuperar o folego e se manter instável... Enquanto isso, as pessoas de sua classe, estavam de boca aberta, olhos arregalados e cabelo em pé, sem acreditar no que seus ouvidos captaram.
– Dame... Tsuna... É o outro chefe da Vongola? — perguntou incrédulo um dos garotos, sem crer ainda na situação... Quer dizer que o pequeno moreno, inútil e fraco... Tem metade do mundo em mãos?!
– Para falar a verdade... — Giotto se intrometeu no assunto, pelo tempo que havia passado aqui, não gostara nenhum um pouco de como o doce moreno havia sido tratado — Tsunayoshi-kun é o único chefe disso aqui — Giotto comentou, enquanto seus orbes sempre calmos azuis, ganhavam um brilho alaranjado.
– EHHHHHHHHH? — um grito em couro na sala foi ouço
– Hoho, por falar nisso Tsunayoshi-kun... Giannini não está conseguindo achar o antidoto para levar Primo-san a sua era e te juntar novamente a Natsuyoshi-kun, por isso, Byakuran-kun, Irie-kun e Spanner-kun estão vindo para cá... Seu pai também está preocupado com você e vai largar um pouco a CEDEF para vir para cá... — comentou o Kuudaime, com o seu sempre sorriso acolhedor, mas algumas pessoas, poderiam dizer que ali, havia muito mais que um sorriso acolhedor de sempre da parte do Kuudaime.
– EHHHH? Juntar Natsuyoshi-sama com o Da... Tsuna? — alguns perguntaram em coro, enquanto pensamentos pervertidos passavam em suas mentes, fazendo alguns borbulharem de raiva.
– Pervertidas! — Natsuyoshi murmurou. Não que aquilo fosse mentira, ele realmente queria fazer aquilo com o pequeno moreno, mas não precisava que ninguém soubesse de seus planos — Eu e Tsuna somos a mesma pessoa... Só nos separamos em duas partes por uma fatalidade! — comentou enquanto revirava seus orbes alaranjados.
– I-I-Impossível! Isso é fisicamente impossível! — comentou um dos nerds da sala, não crendo no que ouvia.
– Fala isso para a Vongola... — mesmo com tudo que passara os chefes Vongolas, sempre achavam que esta, iria lhes surpreender cada vez mais... Eles nunca tinham visto o todo da real Vongola.
– Mas... E o pai de Tsuna? Pensei que trabalhasse em uma indústria petroleira — comentou uma garota, ainda sem crer muito na situação... Como Dame-Tsuna poderia ser aquilo tudo?
– Eh? Pensei que ele fosse o chefe da CEDEF — Giotto perguntou sem entender muito daquilo, Reborn havia lhe falado aquilo... Que o pai do pequeno moreno, era o envolvido na máfia e que ele era o responsável por colocar o inocente Tsunayoshi naquele mundo — Giotto prometeu surrar Iemitsu por isso.
– CEDEF? Uma filial super foda da Vongola? — cuspiu um dos caras no salão, fazendo o resto do pessoal que não sabia disso, arregalar os olhos.
– Sim, chefe... — Natsuyoshi comentou — Pera... O Iemitsu está vindo para cá? Tch, preciso sair de Veneza! — Natsuyoshi comentou com raiva
– Ele... Não é seu pai? — perguntou Giotto, não sabendo da relação delicada de pai e filho que os Sawadas viviam.
– Ele é só um idiota, acha que para se tonar pai precisa somente fazer o filho... A última vez que o vi foi há três anos e olho lá! — comentou Natsu, rugindo as palavras.
– Nossa... Por que ele fez isso? — perguntou Giotto, um pouco triste pela história do moreno, ele não queria ter privado um filho de um amor de pai por causa de sua história de máfia.
– Vongola... Quando eu tinha cinco anos ele veio para a CEDEF, e depois ó o vi novamente aos maus treze e... — antes que Natsu pudesse terminar o que queria falar, ouviu um estrondo vindo da porta, como se alguém tivesse saído às pressas do local que se encontrava.
– JUUDAIME! — Hayato gritou, correndo em direção a porta, mas foi interrompido por uma mão do Kuudaime em cima de seu ombro
– Acho que Tsunayoshi-kun está um pouco nervoso Hayato-kun, o deixe um pouco só — Kuudaime comentou sorrido docemente para o resto da classe.
As pessoas começaram a comentar os incidentes que acabar de ocorrer entre si, enquanto os guardiões de Tsuna — ao menos os que estavam presentes, Ryohei, Takeshi, Hayato e Lambo — mais o chefe Shimon, Giotto e Natsuyoshi ficavam apreensivos pelo o que acabara de ocorrer, por mais que soubessem que Tsunayoshi se incomodava pelas outras pessoas saberem que ele era o chefe Vongola, desrespeitaram a vontade do amigo e contaram sobre aquilo... Mas que culpa tinham eles, se esse negocio de esculachar Tsunayoshi lhes tiravam do serio? Eles tinham que fazer alguma coisa!
–----- Tsunayoshi ------
O moreno corria pelos corredores Vongola... Por que seus amigos haviam feito aquilo? Ele... Ele não queria que ninguém soubesse aquilo! Ele queria viver uma vida normal até seus dezoito anos, onde depois, teria que ser empurrado para o mundo da máfia... Mas até lá, ele queria normalidade cara!
As lágrimas já rolavam por sua face, enquanto corria sem rumo pela mansão, quando finalmente se acalmara para saber onde estava, se deparou com a sacada de um dos andares mais altos da mansão, respirou fundo o ar da noite, que o local lhe proporcionava, olhando um pouco para o céu, onde aos poucos, cada vez mais fora se acalmando...
– Gya! — saiu de sua calmaria, ao perceber que Natsu, sua box, estava ao seu lado, provavelmente o leão, havia escapado dali... A box ficou comprometida a Tsunayoshi, sem razões especificas, somente por ficar... Tsunayoshi sorriu para sua box, se ajoelhando para fazer um pequeno cafuné na juba de seu animalzinho, aos poucos, controlando as lágrimas que escorriam de seus olhos.
– Tsunayoshi-kun? — a voz de Mukuro soou atrás de si, fazendo o moreno erguer seus olhos em direção ao roxeado que estreitou seus olhos bi colores, ao ver as marcas de lágrimas, marcando as bochechas rosadas de Tsunayoshi — Você estava chorando? — perguntou se aproximando do moreno, que desviou o olhar, fungando um pouco, isso fez com que o azulado chegasse mais perto e segurasse o queixo de Tsunayoshi com uma de suas mãos, voltando o rosto do castanho para o seu — Por que... Estava chorando Tsunayoshi-kun? — Mukuro voltou a perguntar
Mas o moreno não respondeu, somente começou a chorar mais, colando sua face, ao peitoral de Mukuro, deixando cada vez mais, as lágrimas rolarem por sua face, até se acalmar um pouco, tal ato foi recebido com muito carinho pelo maior, que alisava o cabelo de Tsunayoshi durante o processo.
– O-O-Obri-brigado Mukuro — Tsuna ergueu a cabeça, bem mais calmo agora, olhando para os olhos bi colores de Mukuro.
Mukuro ficou quieto por alguns segundos, se perdendo na inocência dos castanhos olhos de Tsunayoshi, não resistiu muito a sua vontade carnal e colou seus lábios no de Tsunayoshi, em um beijo calmo e tranquilo. O menor tentou protestar um pouco entre o beijo, mas o azulado era mais forte que si e não teve muita chance... Aos poucos foi cedendo ao beijo e abrindo sua boca, para que a língua do maior pudesse entrar na sua boca... E depois de um bom tempo, a falta de ar fez jus.
– Eu quero você, Tsunayoshi-kun — Mukuro comentou, pegando o moreno em estilo noiva em seu colo, o menor não fez nada, somente afundou seu rosto no peitoral de Mukuro, e o deixou levar para onde quisesse, enquanto Natsu, voltava a sua box.
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