O sol se põe, trazendo enfim o entardecer

O crepúsculo colore o céu, já ao anoitecer

Os filhos do dia vão descansar

Esperando um novo dia raiar.


A lua começa a surgir, esplendorosa

Trazendo consigo suas sombras audazes

Seu doce canto está a despertar

Suas criaturas tão mordazes.


Os filhos da noite caminham na escuridão

Com apetites vorazes, famintos por sangue

Seres banidos que sempre fogem do dia e seu clarão.


Eis que entre eles surge alguém superior

Será seu rei, lorde e senhor?

Ele está faminto, procurando uma jovem, sem impudor.