Notas iniciais
Aqui estou eu, com mais um capítulo da fic, nhác :3
Eu gostei de escrever esse, então espero que gostem de ler também.
Acho que não tenho mais nada pra dizer a não ser, pra lerem minha outra fic que fiz com a Judy "Refém Culpada" está no perfil. *-*
Vejo vocês lá no final, boa leitura. ;*

"Bom dia diário. Hoje é meu segundo dia na Terra. Devo dizer que ontem eu finalmente entendi o significado de 'Mas ao invés de voltar para o céu, você vai para o inferno'. Sujar as suas mãos com a morte de alguém, é como sujar a sua alma. Mas agora só faltam quatro pessoas, eu espero terminar isso logo, ainda quero abraçar meus pais."

Sara acabava de virar a esquina quando sem querer esbarrou em um garoto. Ele era tão lindo, ela não podia deixar de reconhecer aqueles malditos olhos castanhos e cabelos pretos, eram de Adam. Ela sempre fora apaixonada por ele, desde a segunda série. Mas ele nunca demonstrou sentir nada por ela, e isso a machucava cada vez mais, então perdeu as esperanças de vez quando Adam juntou-se ao grupinho de Kate. Ela escondeu o rosto com o capuz do moletom e saiu do caminho dele o mais rápido que pode.

- Eu não vou perder nada se deixá-lo por último. — pensou consigo mesma, enquanto caminhava rápido. Mas logo ela ouviu a voz dele a chamando, o que fez seu coração bater mais forte.

- Desculpe, você deixou cair isso. — falou ele, entregando um diário

- Ah! Obrigada. — respondeu, sem olhar para ele.

- Bem, eu tenho que ir, mas... Aqui está meu número se quiser ligar. — falou entregando um papel.

- Eu ligarei. — respondeu nervosa.

Sara seguiu caminhando, tudo que ela queria era abraçá-lo, mas não podia o fazer, pois acima de tudo ele também esteve envolvido em seu assassinato.

- Eu não vou conseguir matá-lo. — pensou consigo mesma — Mas eu tenho que fazer isso.

Ela ainda tinha o telefone de Brian consigo. E pra sorte dela, nele estava anotado o endereço de Kate. Ela seguiu até a rua onde ela morava e ficou lá por algumas horas, mas ela não apareceu, já era noite quando decidiu ir embora, mas ouviu um carro que dirigia em alta velocidade chegando à rua, e Sara logo percebeu que se tratava de Kate, Thomas, e Adam.

- EU NÃO ACREDITO QUE O BRIAN TÁ MORTO. — gritava Kate chorando.

- Dizem que foi um assalto não sucedido. — falou Adam. — Mas eu não acredito nisso.

- Ele era meu parceiro, me sinto mal. — lamentou-se Thomas — Mas temos que seguir em frente.

Sara estava escondida em algumas folhagens, perto o bastante para poder ouvi-los.

- Vocês acreditam em carma? — perguntou Adam

- Por que eu acreditaria nisso? — falou Kate desconfiada. — Tá falando disso por causa da Sara?

- Você é um idiota, Adam. — zoou Thomas rindo-se

- Só tá falando isso porque gostava dela. — disse Kate

- E se eu gostasse dela, qual o problema?

- Ela era um estorvo pra gente. Não me arrependo de ter a tirado do caminho. — riu-se Kate

- Primeiro, Enid foi internado no hospital psiquiátrico, depois Brian foi morto. — lamentou Adam — Isso não pode ser por acaso.

- Enid é um idiota, assim como você. — deu uma gargalhada — Me arrependo de ter aceitado você no grupo, seu pamonha.

- Nunca quis matá-la. — lamentou Adam.

- MAS MATOU. — gritou Kate — Não tem como voltar atrás. — sussurrou

- Vamos Adam, esqueça isso. Sara é passado e não vai voltar. — falou Thomas — Não existe esse negócio de carma.

- E o telefonema? — perguntou Adam — Foi do celular do Brian, não foi?

- Foi, e daí? Ninguém vai me matar, Adam. — brincou Kate

Sem querer Sara acabou caindo, e fez um barulho nas folhagens fazendo com que os três olhassem pra lá, mas logo voltaram a se olhar.

- Vamos visitar o Enid amanhã? — perguntou Adam.

- Eu não vou visitar aquele idiota. — riu-se Kate — Quero distância de gente louca.

- Você é uma imbecil, Kate. — falou Adam

- Qual é, só vamos deixar Enid se recuperar. Você devia fazer o mesmo. — falou Thomas.

- Façam o que quiserem. — falou Adam, indo embora com o carro.

- EI, E A CARONA, ADAM? E A CARONA? — gritou Thomas — DROGA.

- Relaxa, eu te pago um táxi. — disse Kate entrando em casa com Thomas.

Sara parecia não acreditar no que ouvira, então Adam não queria matá-la? Mas ela se remoeu todos os dias de sua morte pensando que Adam havia participado disso por querer e pareceu muito mais confusa do que o normal. Sara saiu dali atormentada, mas não podia desistir de seu plano. Afinal, havia "pago" para voltar à Terra. Ela caminhou um pouco até encontrar uma praça abandonada, onde haviam banheiros públicos. Então passou a noite deitada no chão de um deles. No outro dia, conseguiu algum dinheiro para comer ajudando uma velhinha com as compras. Comeu um sanduíche e seguiu para o hospital psiquiátrico da cidade.

- Em quê posso ajudá-la?

- Eu quero visitar um paciente, o nome dele é Enid, Enid Burton.- falou eufórica

- Seu nome, senhorita?

- Kate Schmidt. — respondeu nervosa

- Certo, espere um momento.

Ela já ficava impaciente com a demora, estava lá havia vinte minutos e a qualquer momento Adam podia aparecer. Ela não queria que ele a visse, pelo menos não agora.

- Senhorita Schmidt, quarto 321.

- Obrigada. — sorriu

Sara seguiu pelo corredor até encontrar o quarto de Enid, espiou pela pequena janela que havia na porta e o viu de costas desenhando alguma coisa, mas gelou quando sentiu uma mão agarrar seus ombros.

Notas finais
WEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE /o/
E aí, gostaram? Espero que sim.
O que (ou quem) vocês acham que tocou no ombro dela?
Isso vocês só vão saber lendo o próximo capítulo, MUAHAHAHA. Eu sou mal mesmo u-ú
Enfim, deem suas opiniões e voltem para o próximo capítulo, que sairá logo, rs.
Fui, e até o próximo. õ/