Volta Ao Mundo - Hiatus
20 Delegacia
Notas iniciais
LENA
Os dias após a despedida de Leona, foram tristes. Eu realmente havia me apegado aquela menina, mesmo sabendo quais seriam as consequências quando ela tivesse que nos deixar, e não deu outra. Eu fiquei triste, melancólica e me lembrando do meu passado. Uma merda!
Damon tentou de todas as formas me animar, mas num lugar onde todos me olham estranham por eu andar praticamente nua, não estava ajudando em nada. Eu até tentei usar aquelas roupas, mas não dava, não me sentia bem. O máximo que eu fazia para não me olharem tanto era usar roupas compridas, evitava usar calça e principalmente decotes.
Nem preciso dizer que estou me sentindo sufocada aqui... Pra me sentir um pouco melhor, eu fico no quarto do hotel com menos roupas possível. Não que eu sempre use roupas curtas, mas no calor é quase insuportável usar roupas compridas, e eu amo meus shorts, saias, blusas decotadas. Eu estou surtando aqui e doida para esses quatro dias que faltam passarem logo. Nunca desejei tanto mudar de país.
Damon foi comprar nosso almoço tem quase umas duas horas e estou começando a me preocupar, até tentei pensar em outras coisas como as roupas que estou "proibida" de vestir, mas nem isso passou minha preocupação.
– Porra! — Gritei alto para extravasar após mais uma vez ligar pra ele e não ser atendida.
Hoje estava um calor dos infernos aqui e nunca que sairia toda vestida, peguei o primeiro vestido soltinho que encontrei na minha mala e o vesti. Ele não era tão decotado, mas marcava meu corpo, perfeito. Prendi meus cabelos num coque alto, e nem me dei o trabalho de me maquiar, peguei um óculos escuro e minha bolsa.
Eu sabia em que restaurante Damon havia ido buscar nossa comida, e também sabia que lá não demorava isso tudo para ficar pronta. Assim que cheguei a recepção já senti olhares em minha direção e tentei ignorar, passando direto, quando cheguei a rua não foi diferente, alias foi sim, foi bem pior.
Eu tentava ignorar os olhares, mas estava impossível. Até as mulheres me olhavam de forma estranha e eu já me sentia mal novamente por ter saído daquele hotel. Porra porque Damon tinha que demorar? Suspirei e continuei indo na direção do hotel, que ficava a três quadras.
– Senhorita — Alguém chamou, mas ignorei.
Parei na frente do restaurante e notei que ele estava cheio. Será por isso que Damon estava demorando.
– Senhorita — Alguém tocou no meu ombro e isso me fez virar imediatamente.
– Está falando comigo? — Fui rude.
Estava de tpm ou seja... Quem falou comigo era um guarda, mas foda-se!
– Sim — Ele falou e fechou a cara — Não deveria andar nesses trajes.
– Eu estou procurando meu namorado, ele veio comprar comida, mas estava demorando e fiquei preocupada — Eu nem sei porque estava me explicando, mas já estava saturada com esse lance da roupa.
Eu respeito as tradições e tudo mais, mas que porra eu não sou daqui, não tenho que seguir essas merda!
– Eu peço que troque de roupas, a senhorita foi avisada já sobre os trajes ao desembarcar aqui. Se eu voltar a ver a senhorita assim — Ele apontou as mãos mostrando-me meus trajes — terei que leva-la presa.
Respirei fundo, contei até dez. Mas acho que isso só piorou o meu humor.
– Fo... — Eu estava quase completando meu xingamento até ele, quando fui interrompida pela voz do meu namorado.
– Algum problema aqui? — Perguntou passando a mão pela minha cintura e me puxando pra ele.
– Estava avisando a senhorita que esses trajes não são permitidos — Ele disse com a maior calma.
– Estamos voltando pro hotel já — Damon respondeu.
– Estamos o escambal, quero comer no restaurante agora — Faço birra.
Tem três dias que não saio do hotel. E quando saio ele quer que eu volte? Nem morta! Já que estou aqui, vou aproveitar, e não com essa roupa porque está um calor dos infernos.
– Elena o que faz aqui? — Damon perguntou me virando pra ele.
– Você estava demorando e fiquei preocupada. — Faço bico.
– Não tem nem meia hora que sai — Falou.
– Mentiroso tem quase umas duas horas que estou te esperando — Cruzei meus braços.
– Elena eu sai pra comprar o almoço ao meio dia, é meio dia e vinte e dois — Disse após olhar o relógio.
– Pra mim pareceu mais tempo — Reclamei.
– Claro não sai daquele quarto — Me repreendeu.
– Estou aqui não estou? — Passei minhas mãos pelo seu pescoço e o beijei.
Não um beijo qualquer, mas aquele beijão. Só que não durou muito, porque alguém pigarreou e atrapalhou o clima. Eu havia esquecido que estava discutindo com um policial sobre meus trajes.
– Senhores, por favor. Vocês estão num local publico e a senhorita com roupa inadequada — Ele disse tentando manter a calma.
– Foda-se — O palavrão veio tão rápido, que não pude refreá-lo.
– O que a senhorita disse? — A fúria tomou conta do rosto do cara de uma forma, que me surpreendeu — Está presa!
Ele pegou no meu pulso e me puxou dos braços do Damon com força, que chega reclamei de dor.
– Não é para tanto senhor — Damon falou.
– Ela está presa, um pelos trajes, dois pela forma promiscua e terceiro por desacato.
Ele nem deu tempo de Damon falar nada, nem de me deixar retrucar, só continuou a me puxar de uma forma que estava me machucando. Resmunguei novamente, e fechei os olhos. Maravilha, agora seria presa por coisas banais, tá nem tão banais, mas mesmo assim né?
– Eu posso acompanha-lo sem o senhor me machucar — Resmungo.
– Estamos chegando!
Vejo que ele apontou pra viatura. Será que é mesmo necessário? Fiquei tentada a perguntar, mas não queria piorar minha situação. Com certeza Ric vai me matar quando souber que fui presa por esses motivos. Será que isso implicará na minha saída do projeto? Ai que merda! Porra! Cacete! Puta que pariu! Eu queria xingar alto, mas um foda-se foi o estopim para eu ser presa, imagina se eu falo mais palavrões?
Ele parou na frente da viatura e abriu a porta de trás me empurrando sem nenhuma delicadeza pra entrar.
– Ei cuidado! -Reclamei ao conseguir me sentar direito. — Ai meu Deus! — Gritei assustada.
Damon havia dado um soco no policial bem na hora que me virei pro policial.
– Ela é uma mulher, merece ser tratada como uma — Ele fala antes de tentar dar mais um soco no policial.
Mas este devia e pega os braços do Damon os colocando para trás.
– Está preso por agressão — O cara diz com raiva. — Chegue pra lá!
Isso foi comigo? Que absurdo! Não reclamo e só faço o que ele "pediu" e logo Damon também é jogado no banco de trás do carro.
– Ficou louco? — Sussurrei após ouvir a porta batendo.
– Ele estava praticamente lhe agredindo, eu tinha que fazer algo pra ir com você — rosnou.
Não trocamos mais nenhuma palavra, o policial havia entrado na viatura e se pôs a dirigir. Eu estava assustada e com a mente longe. Damon havia agredido um policial, apenas para ir comigo para delegacia com medo de que ele me trata-se mal ou fizesse alguma outra coisa. Não demorou para chegarmos e fomos conduzidos, desta vez com mais calma, para dentro da delegacia, onde fomos conduzidos para uma sala, onde um cara estava sentado e logo se levantou.
– O que aconteceu Cherry? — Um cara alto e barbudo perguntou para o policial.
– Ela foi presa por promiscuidade e desacato e ele por agressão — Disse.
O cara alto nos olhos e suspirou.
– Pode nos deixar a sós Cherry — Ele falou para o policial velho.
Ele nos deixou a sós e eu me sentei antes que me dessem autorização.
– Pode se sentar também senhor — O cara falou e se sentou também.
Damon sentou ao meu lado e pegou minha mão, entrelaçando nossos dedos.
– O que houve? — Perguntou se ajeitando na cadeira.
– Eu estava esperando meu namorado no hotel, porque eu não queria sair, porque estava cansada de usar roupas compridas, mesmo que não esteja numa lei, fui aconselhada a usar roupas mais longas e tals pelo costume do seu povo. Só que toda vez que saio com algo mais aberto me olham torto ou coisa assim — Comecei a me explicar.
– Acho que já entendi parte do problema, Ben é das antigas, não se acostuma com as novas leis e acha que toda mulher que não se veste é promiscua. — Diz com calma.
– O senhor é? — Damon pergunta.
– Desculpem, sou John Murder delegado — Se apresentou.
– Elena Gilbert — Me apresentei.
– Damon Salvatore — Meu namorado falou.
– Continue seu relato senhorita Gilbert — O delegado pediu.
– Meu namorado estava demorando, ele diz que foi só uns vinte minutos, mas pra mim pareciam duas horas e eu estava preocu...
– Foram vinte minutos delegado, ela achou que eram mais porque está enfurnada naquele quarto de hotel há mais de três dias, porque não quer ser julgada pelas suas rou...
– Eu saí hoje e olha no que deu? — Debochei.
Minha tpm estava voltando com tudo!
– Continue, por favor... — O delegado pediu com calma.
– Quando cheguei ao restaurante, sob o olhar reprovador da maioria das pessoas que me rodeavam eu ressalvo, seu policial me abordou dizendo que minhas roupas eram improprias e que se me visse vestida assim novamente iria me prender. — Revirei os olhos.
– Quando eu cheguei eles estavam numa quase discussão, até que minha namorada me beijou de uma forma calorosa — Damon suspirou e eu também, estava tão bom.
Aquele beijo estava quente, assim como o tempo hoje. Eu ainda sinto os resquícios da excitação que estava sentindo, mesmo com tudo que aconteceu o "fogo" não foi apagado.
– O guarda nos separou e chamou nossa atenção, então minha amada e querida namorada, mandou ele se fuder — Damon falou num tom de repreensão.
– Em minha defesa estou menstruada e com uma puta tpm de tanto ficar naquele hotel — Resmungo e vejo que o delegado segura o riso.
Gostei dele!
– Ai ele deu voz de prisão a ela, só que foi rude e a machucou, eu os segui, porque não estava confiante, pegaria um taxi até aqui para saber se estava tudo bem, só que...
– Ele me empurrou dentro da viatura de qualquer forma, sem se importar se estava me machucando, me ajeitei para reclamar e vi que o meu namorado deu um soco no..
– Claro que não deixaria minha namorada sozinha com aquele ogro, idiota e nojento, ele podia desviar o caminho e se aproveitar da minha namorada, não tive outra opção que não fosse soca-lo para ele me trazer junto. — Damon conclui nossa aventura.
– No seu caso senhorita Gilbert, o que pesa é o desacato — Suspirou e eu concordei — Já o seu senhor Salvatore, é mais grave afinal agrediu um policial, e se ele prestar queixa você estará encrencado.
– Entendo — Damon disse dando de ombros.
– Como podemos proceder? — Perguntei já prevendo uma bela bronca de Ric.
– Bom, eu preciso conversar com Ben, vou tentar convence-lo a não prestar queixa e venho dizer o que foi acertado — Ele se levanta — Tudo bem?
– Perfeito! — Damon fala.
– Podem ficar a vontade, isso vai demorar um pouco, Ben não é tão receptivo — Diz e eu suspiro.
DAMON
O delegado saiu nos deixando sozinhos, me recostei na cadeira e fechei meus olhos. Não acredito que estamos "presos" pela maldita — gostosa — boca da minha namorada.
– Você está bravo comigo? — Ela finalmente resolveu falar algo.
– Estou com fome, irritado, mas não estou bravo com você — Respondi sem nem abrir meus olhos.
– Onde está a comida? — Perguntou e eu ri incrédulo.
– No restaurante, oras — Bufei.
– Grosso — Bufou.
– Só o que tenho no meio das pernas, querida — Não controlei minha língua.
Elena ficou calada e isso eu estranhei, ela nunca ficava quieta quando eu soltava alguma provocação, principalmente ultimamente. Abri meus olhos e a olhei, ela não olhava para meu rosto e sim para... Passou a língua pelos lábios.
Porra! Não era hora e nem local para eu ficar excitado! Mas puta merda, eu fiquei. Quem não ficaria excitado com sua namorada olhando com cara de quem quer comer ou ser comida?
– Caralho Elena, para de olhar assim — Pela primeira vez eu estava encabulado e envergonhado de ter ficado excitado.
Não necessariamente... Elena me excitava sempre, e já passei por vários constrangimentos, mas devido a algumas aventuras que tivemos depois do seu aniversário, cada vez estava mais difícil em me controlar e não arrasta-la para uma cama, sofá, superfície e fode-la de todas as formas possíveis, e talvez algumas impossíveis.
– Olhar como? — Se eu não a conhecesse, até compraria essa ar ingênuo que ela tentou transmitir.
– Quer mesmo que eu diga? — Me virei e me inclinei pra perto dela.
Ela mordeu o lábio inferior e se contorceu na cadeira. Puta que pariu! Ela estava excitada!
– Esse perigo te excitou? — Sussurrei e finalmente ela me olhou nos olhos.
Porra! Era melhor não ter feito! Sim, ela estava excitada e muito, seus olhos brilhavam de desejo.
– Não... — Sussurrou e se aproximou — Você me excitou.
Suas mãos desceram pousaram no meu peito e suspirei ao sentir meu pau se contorcer ainda mais.
– O que eu fiz para te excitar? — Perguntei e ela desceu um pouco as mãos.
– Além de estar aqui na minha frente? — Ela continuava a sussurrar enquanto descia suas mãos.
A segurei antes que ela chegasse ao meu pau. Ela não podia me atiçar, não aqui e nem agora.
– Elena... — A repreendi e ela sorriu.
Eu estava fodido! Ops... Acho que eu queria a foder e não o contrario, ou.... Balancei minha cabeça tentando tirar aqueles pensamentos da minha cabeça.
– Damon... — Ela olhou pra minha boca e foi se aproximando mais.
– O que está tentando fazer Elena? — Tentei resistir aquela aproximação e me manter focado que aquele local não era apropriado para o joguinho dele.
– Diz que você não quer — Pediu e eu a encarei incrédulo, e isso a fez se soltar — Ele quer — Apertou meu pau e eu gemi.
Porra de corpo que não colabora! Ela me beijou e minha cadeira foi para trás, e ela riu nos meus lábios. Não dava pra aprofundar aquele beijo, a cadeira se movia muito e isso atrapalhava. Segurei Elena, e de uma forma desengonçada nos levantei, ela logo se enroscou a mim, me puxando cada vez mais para perto dela.
E toda lucidez que eu tinha foi pelo ralo. Eu sempre a queria, e ela sabia disso. Eu só não entendia porque aqui e agora, mas também não estava querendo uma explicação, eu ia curtir até que ela ou alguém nos parasse, como sempre acontecia.
O beijo foi ganhando vida, e foi se tornando cada vez mais luxurioso, ao ponto do vestido da Elena está quase na cintura, de tanto que eu passava minha mãos pelo seu corpo. Elena por sua vez, não tirou sua mão de minha ereção, ela movimentava suas mãos pra cima e pra baixo e aquilo estava me enlouquecendo. Me deixando com mais tesão e propenso a fazer coisas se ela me deixasse passar dos limites.
– Sente-se ali — Ela falou após separar milimetricamente de mim.
Franzi meu cenho e ela olhou para um pequeno sofá e se afastou ainda mais de mim, ajeitando seu vestido naquele maldito — gostoso ressalto — corpo. Como eu fiquei parado, ela me puxou pelo braço e me "jogou" no sofá. E puta que pariu, eu quase gozei quando a vi se ajoelhar na minha frente e puxar meu sinto, para retira-lo.
– Elena...? — Eu estava incerto ainda.
Ela conseguiu por meu pau para fora e me encarou. Eu não consegui falar nada, na verdade eu estava em estado de choque. Elena nunca havia tomado uma atitude — não sexualmente falando — e agora ela estava ali, ajoelhada como se estivesse me pedindo autorização para chupar meu pau. Acho que meu espanto nem era tanto esse, e sim pelo fato de ser onde estamos e das condições que nos trouxeram aqui.
Ela não esperou uma resposta, só pegou novamente meu pau e começou a masturba-lo. Fechei meus olhos e gemi — porra, até que fim alguma reação. Acho que isso foi o que ela estava esperando, pois seus movimentos começaram a ficar mais rápidos, abri meus olhos e olhei para ela. A vadia — no bom termo da palavra, se é que tem, mas essa foi uma forma carinhosa deu chamá-la, não se enganem — estava me olhando, se deleitando com minhas caretas de prazer.
Tentei não fechar meus olhos, eu precisava e queria ver aquela cena. Ela mordeu o lábio momentaneamente e quando o soltou deu um sorriso, puta merda! Fechei meus olhos com forma e mordi meu lábio para abafar um gemido.
– Cacete!
Não resistir, rosnei quando senti sua boca na cabeça do meu pau. Era deliciosa! Ela estava chupando com delicadeza e colocava uma certa pressão na base com sua mão. Não me controlei e levei minhas mãos para seus cabelos, fazendo uma caricia ali. Recebi uma olhada por cima dos cílios e a safada sorriu e colocou meu pau ainda mais fundo.
– Elena!
Ela soltou sua mãos e passou a só me chupar, indo e vindo, usando sua língua e as vezes seus dentes. Eu tentava me controlar, para não gemer alto. Mas porra eu sonhei varias vezes com ela fazendo isso, desejei varias vezes, só que nunca tive coragem de pedir. Nós estávamos dando um passo de cada vez, eu sempre seguia o ritmo dela. Era difícil, e eu nem sei como eu estava suportando aqui. Nunca tinha ficado tanto tempo sem sexo, mas ela valia a pena, como valia!
Eu sentia que a qualquer momento eu iria explodir se ela não parasse, só tem um problema... Eu não queria que ela parasse, queria gozar na boca dela. Queria o tratamento completo! Mas eu precisava avisar a ela, não queria retroceder tudo que havíamos construído até aqui.
– Se continuar vou gozar — Minha voz saiu tremula e ofegante.
Ela se afastou e me olhou.
– É o que quero — Respondeu e voltou a me chupar.
Só que com mais vontade, suas mãos também não pararam quietas. E aquilo sufocou qualquer coisa que eu pudesse pensar em dizer a ela. Afinal isso é algo que eu quero e muito!
Comecei a ajuda-la, empurrando meu quadril varias vezes de encontro com sua boca, estava perto. Retirei suas mãos da minha base, fazendo-a ficar apenas com a boca na cabeça do meu pau, e comecei a me masturbar. Senti minhas pernas tremerem e logo me libertei. Fechei meus olhos e ofeguei enquanto ela continuava a me chupar de uma forma magistral. Ela não parou após eu ter terminado de gozar, continua sua caricia em minha cabeça e sua mão passou a subir e descer na minha base. Aquilo era uma tortura deliciosa, mas não podia continuar! A puxei de qualquer forma — claro sem machuca-la — e a coloquei sentada em meu colo e a beijei. Eu senti meu gosto, mas foda-se.
Palavra do dia: FODA-SE! Acho que nunca havia gostado tanto dessa palavra quanto hoje.
Seus movimentos em meu colo já estavam me animando novamente, ela sorriu em meus lábios, quando constatou isso e puta merda, ela não parou! Só aumentou ainda mais seus movimentos.
Mas tudo que é bom dura pouco! Escutei barulho do lado de fora, não sei como, mas escutei! A afastei, ela me encarou com o cenho franzido, até que escutou também. Levantou do meu colo e tentou se ajeitar e foi se sentar na sua cadeira. Eu estava ofegante, confuso, atordoado.
– Damon feche a calça — Elena falou e riu.
Foi ai que percebi o que havia acontecido. Ela fez sexo oral em mim na porra de uma delegacia, onde estávamos quase indo presos. Eu amo essa mulher! Fechei minha calça e me ajeitei no sofá, tentando parecer entediado e foi nessa hora que o delegado abriu a porta, rindo de alguma coisa.
– Estão liberados, convenci o Ben a não prestar queixa contra vocês, mas quero que tomem cuidado da próxima vez — Nos alertou.
– Pode ficar tranquilo, daqui a três dias iremos embora, e acho que minha tpm acaba amanha — Elena disse se levantando — Obrigada por tudo.
Eu continuava sentado no sofá atordoado.
– Vamos Damon? — Elena me estendeu a mão.
– Claro — Peguei em sua mão e me levantei. — Desculpa por qualquer coisa.
– Acontece, espero que tenham gostado da estadia — Ele disse.
– Adoramos — Vi o sorriso malicioso de Elena.
Nos despedimos e saímos. O caminho até o hotel foi silencioso, cada um olhando por uma janela. Acho que não tinha muito a ser dito. Foi uma aventura e tanto hoje, e estou feliz por termos dado mais esse passo. Só espero não enlouquecer até em me enterrar nela.
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