Notas iniciais
Oiiiieeee cut cut do meu tum tum! kkkkkkkkkkkkkkkkk Amei os comentarios de vocês no ultimo capitulo! Cada um melhor que o outro! Não vou enrolar muito, porque sei o quanto vocês devem estar ansiosas! País: BRASIL

DAMON

Sabe quando você faz a maior burrada/cagada/besteira da sua vida? Pois eu consegui fazer um milhão de vezes pior.

Eu magoei, não... Magoar foi pouco! Eu decepcionei a Elena... Eu sei que peguei pesado, mas eu estava fora de mim. Sei que isso não é justificativa para o que eu fiz, mas eu tinha ficado com ciúmes, tinha me magoado e fiquei com raiva pela forma que ela havia falado comigo.

Eu sou o monstro que ela falou! Eu simplesmente não a mereço! Coloquei tudo a perder: o projeto do Ric, a viagem, a amizade da Elena, e o mais importante, a própria Elena!
Três dias se passaram desde que dei aquela bola fora com ela. Elena não fala comigo, Ric não fala comigo. E hoje, Elena embarca para New York...O que vou fazer agora? Eu não posso deixa-la ir... Não por causa do projeto, mas por que... Não quero que ela vá, eu...

Porra! Eu gosto dela! Mas fui um canalha/imbecil/idiota/safado entre milhares de outros adjetivos. Não posso deixa-la pegar aquele avião. Ela não pode ir! Eu não posso a deixar ir assim, sem ao menos me ouvir.

Levanto da cama e saio correndo. E quando eu me lembro... Puta que pariu! Eu não sei em que quarto ela está instalada, ninguém me disse. Desço até a recepção.

– Boa tarde... – Olho para o crachá da morena, para saber seu nome – Juliana, poderia me informar em que quarto a senhorita Gilbert se encontra?

– Senhor, eu sinto muito, mas não posso lhe passar essa informação – Diz.

– Eu sei que não podem dar essa informação e que é norma do hotel e blábláblá, e que provavelmente e mesma também pediu isso – Respiro – Mas Juliana, é caso de vida ou morte, quer dizer, ela vai embora hoje e eu preciso falar com ela antes dela sair.

– Eu sinto muito senhor, mas a senhorita fechou a conta à meia hora, por isso não posso lhe passar essa informação – Diz.

– Porque não disse logo? – Pergunto.

– Senhor, se quer falar com ela, é melhor você ir logo pro aeroporto, ela havia dito que o voo saia em três horas, já foram meia, e bem, o transito às vezes não ajuda – Ela diz com toda paciência do mundo.

– Obrigada Juliana, me deseja sorte – Digo e saio correndo.

– Boa sorte – Escuto ela grita e rir, o que faz um sorriso rápido aparecer em meu rosto.

Sigo para fora do hotel e praguejo ao não ver nenhum taxi, e bem, com tudo isso eu ainda não tinha ido alugar o carro que utilizaria aqui. Fico olhando de um lado pro outro, perdido. O que vou fazer agora? Ando mais um pouco a procura de um taxi, mas todos passam com gente. Onibus? Fora de cogitação, nunca chegaria.

– Porra! – Praguejo.

– Moto taxi? – Escuto uma voz e olho para uma mulher negra que vestia um colete dizendo moto taxi.

– Aeroporto Santos Dummont urgente – Digo.

– Sobe ai – Ela me joga o capacete – Por favor, preciso chegar em menos de duas horas.

– Nós vamos conseguir – Ela diz.

Subo e vejo que atrás dela tem o nome. – Alice, pago o dobro!

Ela sorri e liga a moto enquanto eu coloco meu capacete. Ela até que dirige bem, mas está um engarrafamento dos infernos. Ela até que no inicio vai bem, mas os filhos da puta dos motoristas de carro vão fechando a passagem de motos cada vez mais. Começo a ficar ainda mais nervoso. Eu preciso chegar a tempo.

Ela para numa calçada e retira o capacete, me fazendo tirar também.

– Chegamos? – Pergunto olhando pros lados.

– Não, mas com esse engarrafamento é melhor você ir andando ou correndo – Ela diz.

Ela me explica o trajeto que eu tenho que fazer e eu saio dali correndo, que nem um louco pela cidade. Eu precisava chegar! Mas bem que Deus podia ajudar um pouco né? Eu sei que fui cruel com ela, mas já tá exagerando no castigo.

Passo minha mão pelos cabelos, quando paro na frente do aeroporto. Tento pegar ar e sinto meu abdômen doendo, de tanto esforço que fiz. Eu corri por pelo menos 45 minutos. E pelo caminho vi que o transito estava uma merda!

Acho que procurei Elena em cada parte daquele aeroporto, e dei graças a Deus que não era tão grande quando comecei, mas eu não a achei em lugar nenhum. Então fui para a fila do cheking internacional.

– Boa tarde – Digo ofegante e paro um pouco para respira.

– Boa tarde, nome e destino, por favor – A ruiva diz e eu ainda tento controlar minha respiração.

– Eu não tenho passagem – Digo ainda me acalmando.

– Desculpa senhor, esse caixa é só para quem vai embarcar nas próximas horas – Ela diz educada.

– Eu gostaria de uma informação, queria saber se a senhorita Elena Gilbert já fez o cheking para New York – Falo.

– Sinto muito senhor, mas não posso dar essa informação – Diz, e eu rio, sabia que ela ia falar isso.

– Mas o voo ainda não saiu né? – Pergunto e ela faz que sim. – Obrigado.

Saio dali e vou para o único lugar que eu posso. O lugar que vende passagem.

– Boa tarde em que posso ajuda-lo? – Um cara fala.

– Gostaria de qualquer passagem internacional para embarque imediato – Digo e o cara me olha.

– Passaporte – Ele pede e eu pego minha carteira e entrego para ele.

Ele sai e me deixa ali sozinho e quando volta está acompanhado de três policiais. PUTA QUE PARIU! PORRA! TÁ DE SACANAGEM COM A MINHA CARA NÉ? EU AQUI COM PRESSA E NADA E NEM NINGUÉM AJUDA!

– O senhor pode nos acompanhar? – Um dos policiais pergunta.

ALARIC

QUANDO ELE ME CONTOU ESSA PARTE, EU RI MUITO, MUITO MESMO! E CARA EU TENHO QUE DIZER, QUE ELE ATÉ QUE SE SAIU BEM COM A POLÍCIA BRASILEIRA, PRINCIPALMENTE A FEDERAL, JÁ QUE ELE FOI CONSIDERADO UM LOUCO, PSICOPATA, TERRORISTA. ONDE JÁ SE VIU CHEGAR PEDINDO UMA PASSAGEM INTERNACIONAL PARA QUALQUER LUGAR E EMBARQUE IMEDIATO? SÓ O DAMON MESMO!

ELENA

Eu estava lendo uma revista quando uma menina senta-se ao meu lado e fica me encarando.

– Oi – Digo e sorrio e ela dá um sorriso tímido.

– Oi – Diz alegre e começa a balançar as pernas. – Você é muito bonita moça.

– Obrigada – Sorrio ainda mais – Qual seu nome?

– Amanda e o seu? – Pergunta.

– Elena... – Olho para os lados para ver algum adulto e não acho – Cadê seus pais?

– Minha tia tá na cafeteria, ela pediu para eu sentar aqui nas cadeiras – Diz e olha para cafeteria – E bem, só tinha esse lugar aqui e do lado daquele cara estranho.

Aponta discretamente para um cara carrancudo mexendo no celular, e isso me faz rir.

– Você está indo para onde? – Pergunto e o sorriso dela aumenta.

– Disney – Diz batendo as mãos, como se tivesse muito alegre.

– Nossa, você vai se divertir muito lá – Digo.

– E você? Vai pra onde? – Pergunta.

– Vou para Nova Iorque – Digo.

– Não sei onde fica – Diz fazendo careta e eu rio.

– Ela está incomodando? – Uma moça para a nossa frente.

– Não, só estávamos conversando, ela é muito fofa – Digo e a mulher sorri.

– Elena Gilbert, por favor, compareça a central de informações – Uma voz fala no alto falante. – Elena Gilbert, por favor, compareça a central de informações.

Franzo o cenho, será que aconteceu alguma coisa?

– Com licença, mas estão me chamando – Digo me despedindo da menina e da tia.

Ando até a central de informações, lá encontro um homem acompanhado de um policial.

– Boa tarde, é que chamaram meu nome – Digo assim que chego.

– Elena Gilbert? – O policial pergunta e eu faço que sim – Me acompanhe, por favor.

– Aconteceu alguma coisa? – Pergunto preocupada.

– Um senhor estava tentando embarcar num voo internacional – Ele começa a dizer enquanto andamos para um lugar afastado – Imediatamente, o atendente achou estranho e contatou a policia federal, pois ele a cada duas semanas estava em um país diferente, e bem ele acabou de chegar no Brasil pelo que está em seu visto.

Não! Não creio! O que o Damon está fazendo aqui?

– Por um acaso o nome do senhor é Damon Salvatore? – Pergunto tentando manter a calma.

– Sim, ele nos contou uma história interessante, e deu seu nome, dizendo que você estava para embarcar para New York, checamos e bateu, então resolvemos chama-la, para ver veracidade dos fatos – O policial diz calmamente.

Xingar o Damon? Pra que? Eu vou é mata-lo!

Entramos numa sala e vejo Damon sentado com a cabeça baixa. Respiro fundo.

– O que aconteceu? – Pergunto.

– Elena... – Seus olhos brilham ao me ver.

– O que ele contou policial? – Pergunto me virando pro policial ao meu lado.

– Ele diz que vocês estão viajando o mundo para um projeto de um professor, disse que já passaram em alguns lugares e que na Colombia ele fez... – O policial para suspira – Uma burrada e que fez você desistir do projeto, disse que saiu correndo do hotel para tentar impedir que a senhora embarcasse e que foi difícil chegar aqui – O policial ri, eu nem perco meu tempo olhando para Damon. – Ele tentou comprar uma passagem para qualquer destino só para entrar na área de embarque e falar com a senhora.

– Damon... – Olho para ele que dá de ombros.

– Tentamos fazer contato com o senhor Alaric Saltmanz, mas ele não atende nenhuma ligação, então resolvemos chamar a senhora para confirma a história, se não ele será preso, julgado e quem sabe deportado – Diz e eu arregalo os olhos.

– Com relação a nossa viagem é verdade senhor, e eu estou voltando para meu país hoje porque decidi termina-la. – Digo e suspiro – O resto bem, ele pode ter feito só drama para conseguir falar comigo, mas não quero falar com ele.

– Obrigada senhorita, está liberada – Diz e eu vou até a porta.

– Elena, por favor, me escuta – Escuto a voz do Damon antes de sair.

Paro assim que fecho a porta. Eu vou me arrepender, mas tudo bem. Espero por um tempo, ate que vejo Damon sair, com a cabeça baixa, de dentro da sala.

– O que quer me falar? – Pergunto.

– Elena... – Ele tenta se aproximar de mim, mas eu me afasto.

– Fala logo Damon, tenho dez minutos para o começo do embarque – Digo cruzando os braços.

– Sei que as minhas mais sinceras desculpas não vão adiantar e te fazer ficar, sei que o que eu fiz foi completamente estupido – Diz e eu rio – Sei o quanto fui cretino e que você tem todo direito de ter tomado a decisão que tomou.

– Damon para, nada do que você me disse, vai fazer eu mudar de ideia, eu não confio em você – Digo.

– Eu sei, a culpa é toda minha, eu procurei isso – Diz e vira de costas – Nunca devia ter brincado com um assunto tão sério, eu me arrependo Elena, e se pudesse voltar no tempo eu voltaria, não pro dia dessa briga, mas pro dia da nossa briga lá naquele luau, onde falei varias coisas ruins para você – Diz e eu fecho os olhos. – Foi um inferno o que vivemos depois daquele dia, mas não é só eu que tenho culpa, você também,

– Damon! Para – Peço.

– Não Elena! Me escuta – Ele vira pra mim e para na minha frente – Você pode decidir ir embora, pode me dizer que sou um canalha, pode fazer tudo isso! Mas se tem algo ai dentro de você, que acha que podemos fazer isso der certo, fazer essa viagem continuar, me peça qualquer coisa, qualquer coisa mesmo e eu farei – Diz olhando em meus olhos – Só não embarque naquele avião... Não me deixa estragar tudo Elena...

Ele se afasta de mim, mas antes eu vejo lagrimas nos seus olhos. Respiro fundo.

– Desculpa, mas não posso – Digo baixinho – Não consigo Damon... Eu não confio mais em você, não quero acabar com minha vida, ter que te aturar vinte quatro horas, num humor que nem sabemos, eu simplesmente não posso viver assim, não quero isso pra mim.

O deixo ali e sigo para a aérea de embarque, no caminho as lagrimas descem. Eu queria acreditar, mas não conseguia, não podia. Sinto uma mão agarrar a minha e me puxar, me fazendo virar, e logo sinto um corpo batendo no meu. Antes deu conseguir abrir meus olhos e protestar, sinto lábios nos meus, mãos em minha cintura, me deixando ali firme.

Abro lentamente meus olhos, e vejo Damon me olhando, enquanto continuava a tentar me beijar, ele fechou os olhos novamente e estava prestes a desistir daquele beijo, quando fecho meus olhos e correspondo.

– Não faça eu me arrepender de ficar – Sussurro.

– Você não vai se arrepender – Diz e me aperta em seus braços.

– Você vai ter que conquistar minha confiança Damon – Digo me soltando dele.

– Eu vou – Ele me puxa novamente e sela nossos lábios mais uma vez.

Notas finais
Leitoras do capitulo: HuntersBra como Juliana. smolderlice como Alice. Amanda Karlla como Amanda. E ai vocês gostaram de suas participações? Posso dizer o quanto amei escrever esse capitulo? Tipo, eu surtei o escrevendo kkkkkkkkkkkkkkkkkk Bom, vimos que Damon ficou bem mexido com o que fez e se "arrependeu" Ele foi atras dela, que fofo... E penou kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Foi até "preso" no aeroporto! E bem, ele tentou explicar, mas Lena não deu o braço a torcer! E finalmente aconteceu! GENTE ELES SE BEIJARAM! TEM NOÇÃO DO QUANTO EU QUERIA QUE ISSO ACONTECESSE? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk O que vocês acharam da cena do beijo? Valeu a espera? Comentem! kkkkkkkkkk *** Gente, vamos falar um pouco da minha loucura e compulsão por fics... Sim, eu sei... Mas fazer o que se eu amo escrever pra vocês? kkkkkk Estou escrevendo uma nova fic, com parceria de duas amigas (e leitoras assíduas, das minhas fics como vocês). O nome da nossa fic é Bonequinha de Gelo, e bem, ela tem um diferencial, ela é narrada pelo Damon, isso mesmo! Uma fic narrada praticamente inteira por ele! Anna Salvatore e Mari Somerhalder são minhas parceiras nessa nova fic! Espero que vocês possam ler: fanfiction.com.br/historia/503094/Bonequinha_de_Gelo/ Se puderem comentar e favoritar, vão fazer três autoras felizes!