Notas iniciais
Espero que gostem.

Em pouco tempo, a festa já estava tão lotada, que era quase impossível de andar ali.

Senti alguem me cutucar pelas costelas, me virei e era Diego.

- Você está linda. — ele sorriu. Sorri de volta.

- Você também está lindo. — sorri.

- Quer beber algo? — Diego perguntou.

- Quero sim. — falei.

- Tudo bem, eu já volto. — Diego sorriu e sumiu no meio daquela multidão.

Comecei a dançar um pouco, não era algo ousado e sim apenas eu me balançava no rítmo da música. Senti alguém me cutucar.

- Diego, — eu iria continuar a frase, mas me calei ao perceber que era Taylor que estava ali.

- Não é o Diego, queridinha. — sorriu irônica.

- Oque você quer, Taylor? — rolei os olhos.

- Só dar um avisinho, que é pra você ficar longe dele. — ela se aproximou de mim com um olhar sombrio. — Se não fizer o que eu estou mandando, coisas ruins vão acontecer com você. — sorriu e eu gargalhei.

- Acha mesmo que tem algum poder sobre mim? Acha que eu tenho medo de você? — gargalhei mais uma vez. — Isso foi muito engraçado, realmente. — ri.

- O aviso já está dado. — ela saiu, mas antes esbarrou no meu ombro propositalmente. Ridícula.

Senti mais uma vez alguém me cutucar. O que ela queria dessa vez?!

- Oque é Taylor? — parei de falar quando vi que era Diego segurando duas garrafas.

- Taylor? — ele fez uma careta. — O que ela veio fazer aqui?

- Disse que era pra eu ficar longe de você, porque se eu não o fizer, coisas ruins irão acontecer. — falei rindo. — Pura bobagem.

- Ela é louca. — ele disse sério e me entregou uma das garrafas que ele segurava.

Não demorou muito e eu já estava um pouco bêbada, meio zonza.

- Roberta, eu já volto tá? — ele disse e eu assenti. — Preciso falar com um amigo meu. — ele disse e sumiu mais uma vez no meio daquela multidão.

Uma sombra parecida com a da Taylor apareceu ao meu lado, me fazendo sentir ódio. O que é que ela queria?

- Que merda, heim. — falei me virando pra ela.

- Roberta, eu vim te pedir desculpas. — ela abaixou a cabeça.

- Desculpas?! — falei meio lerda.

- É, pelo o que eu tinha te dito á um tempo atrás. Estou arrependida. — ela sorriu de lado, parecia sincera.

Era meio estranho aquilo tudo, mas...

- Tudo bem, desculpada. — falei gaguejando, a minha mente estava confusa. Ela sorriu.

- Não me parece estar bem. — ela disse em um olhar preocupado. — Toma. — me entregou uma pílula. Parecia uma pílula normal, então eu engoli.

- Pra que serve essa coisa? — disse meia confusa.

- Não serve pra nada, — ela sorriu sínica. — é um Ecstasy, sua idiota.

Puta merda, era uma armadilha. Tinha me feito engolir uma droga, e agora?

As risadas de Taylor tinham ficadas altas demais, fazendo minha cabeça latejar.

Oh, merda!

Notas finais
Enfim, comentem, digam o que acharam e o que querem que aconteça, okey?