Notas iniciais

bom o começo ....a história ta em primeira pessoa então imagine-se no lugar da protagonista , livre -se de pré opiiões e divirta-se . e boa leitura .

Eu sou uma menina. Não sou inteligente, popular, nem tenho nada de especial, sou apenas uma garota normal. Cresci ouvindo as histórias sobre fadas e duendes e outras criaturas mágicas, mas nunca acreditei, ao contrário de minha mãe que supersticiosa que só acreditava e me contava, diferente de dela meu pai cético como eu trabalhava dia apos dia e eu continuava a não acreditar enquanto meus amigos apesar de dizer que não no fundo eu sabia que sim. Com o tempo eu crescia e com ele reforçava ainda mais meu ponto de vista não pense que eu não amei, namorei, mas não acreditei nessa história de príncipe encantado.

E assim fiquei até que um dia sem, mas nem por na minha cama um lampejo veio a minha cabeça e quando dei por mim estava em outro lugar que lembrava um bosque só que colorido, brilhante também, flor, folhas, árvores, até os animais pareciam de mentira de tão vivos e coloridos que eram até que um coelho passou correndo, mas espera esse não é o coelho da Alice? Corri, corri, corri, mas não o alcancei ele entrou numa casa, entrei junto. Nem sinal dele. Olhei e vi que estava num grande cômodo com uma porta pequenina no canto, ele deveria ter entrado ali, mas eu era grande demais. Avistei um frasco no chão talvez devesse tomá-lo, tomei. Cresci, cresci e cresci até não caber mais na casa e agora? Lembrei que ao lado tinha outro frasco e com muito esforço o peguei e tomei e diminui, diminui e diminui até ficar tão pequena como a porta. Entrei por ela.

Sai no bosque novamente, mas seria outro bosque? Parecia mas denso, mas fechado? Olhei e vi que algo me fazia sombra coloquei as mãos na cabeça um capuz. Olhei meu corpo um casaco vermelho, mas uma história só podia ser seria coincidência de mais se não fosse, conto de fadas! Mas como?

E se tivesse certa essa história seria mais perigosa que a anterior. ...

Olhos me espreitavam um rosnado pode se ouvir e um farfalhar de folhas também e não, mas que de repente um grande lobo marrom pula na minha frente, que medo então, corri, corri e corri e nem bem sei o que aconteceu só senti que o lobo não mas me perseguia quando me viro quem vejo o caçador mas ele não era para ter aparecido mas tarde ?

Não era de fazer especulações pensei e sim sair da li o mais rápido possível e de pressa continuei o caminho, talvez me levasse para fora dessa história louca desse sonho maluco.

Uma bifurcação. Dois caminhos. Eu penso — qual eu devo seguir? Direita ou esquerda, direita. O sigo até avistar uma clareira e nela uma casinha, me aproximo dela, que porta pequenina! Penso. Bato de leve na porta. Mas não recebo resposta de volta resolvo entrar e para minha surpresa vejo uma, duas, três, quatro, cinco, seis, sete cadeiras na mesa. Ah sim sete anões! Como pude esquecer! Mas como era o nome dessa história... Branca de gelo, branca da neve, branca de neve!Alem dela tinha a bruxa o príncipe se eu me lembro bem e a maçã que era envenenada melhor ter cuidado também. Nossa quem disse que essas histórias eram para crianças!