Notas iniciais
obrigada pele leitura!

Capítulo 5 — Cap 5

CAP 5

Marina depois daquele encontro agradável não sente muita vontade de retornar ao trabalho, logo que despediu-se de Flávia e Murilo foi pra creche que fica nas proximidades de sua casa, realmente esse é o melhor momento do seu dia quando vai pegar Diogo, não agrada-lhe muito ter que deixá-lo lá, esse negócio de separar-se do filho é o que há de mais difícil desde que Gio partira. Já sabia que esse momento chegaria, o de ter que trabalhar e ficar longe do seu pequeno, mesmo assim não estava preparada. Com um suspiro para o carro em frente ao local e a passos largos entre em busca do seu garoto, o encontra bastante entretido divertindo-se com seus brinquedos que leva sempre, para que de certa forma tenha por perto algo que seja familiar. Marina aproxima-se dele que ao vê-la abre um grande sorriso que é correspondido por uma orgulhosa mãe. Se há algo que vale a pena nessa vida é ter a honra de ser mãe daquele pequenino.

– Ma! Saúda Diogo...levanta-se e alcança sua mãe com os braços abertos pronto para o abraço protetor e amoroso de Marina.

– Oi pequeno!... enquanto que a atinge, um beijo nas bochechas rosadas da criança



– Oi Marina... como você está?

– Olá Judith... como se comportou esse pequeno cavalheiro hoje?

– Ahhh muito bem!... Só não gosta muito de compartilhar seus brinquedos com os companheiros.

– Diogo! Filho!... O que é isso! O menino sorri ao ouvir sua mãe conversando com Judith, a bonita loira responsável por aquela turminha e talvez justificando-se pelas queixas da moça só responde a sua mãe.

– Ogos! Me! Ogos!.

– Você está vendo! E ainda se explica...as duas mulheres estão sorrindo agora, depois de um pouco de conversa sobre o que Diogo precisará para a semana seguinte elas despedem-se, Marina coloca o filho na cadeira de bebê que tem no carro e vão enfim pra casa.

Clara chega apressada em sua residência olha a hora e corre pra cozinha, está atrasada pra preparar o jantar. Enquanto vasculha a geladeira e retira tudo o que será necessário, sua mente retorna àquele inocente mas inacreditável roçar de lábios, de forma inconsciente fecha os olhos ao lembrar-se daquele momento, quase pode senti-los novamente, aquela suavidade quase imperceptívele...meu deus! ...Agora seus olhos abrem-se assustados... tinha beijado uma MULHER!

RESIDÊNCIA DE MARINA...
Marina e Diogo estão imersos no seu ritual do banho, completamente encharcados porque o pequeno decide entrar na banheira juntamente com a mãe, depois de muitas brincadeiras já secos e vestidos com seus pijamas mãe e filho deitam-se na cama, enquanto Marina come um sanduíche Diogo está agarrado com sua mamadeira tomando leite. O garoto está concentrado no mundo dos desenhos animados e sua mãe pensando naquele atrevido beijo, por um momento deixa-se levar pela recordação e um sorriso desenha-se em seus lábios, mas imediatamente aparece o rosto de Gio interrompendo aquela doce lembrança fazendo-a sentir-se culpada, como se estivesse traindo sua esposa. Balança a cabeça espantando aquelas divagações loucas, olha na direção de Diogo que já encontra-se dormindo, a mãe impõe-se deixando de lado a mulher, toma o filho nos braços e o leva ao berço, inclina-se e o beija na face esquerda enquanto sussurra um boa noite.

RESIDÊNCIA DE CLARA...
Em casa Clara termina de preparar a mesa e dirige seu olhar à porta da cozinha ao escutar um barulho do outro lado. Fernando entra e imediatamente Clara vai ao seu encontro...ao tentar beijar-lhe na boca ele vira o rosto.

– Amor o jantar já está pronto!

– Ohhh Clara que pena... comi algo por ai, desculpa amor!...Sem esperar resposta vai para o banho. Com um suspiro carregado de tristeza pois na verdade desejava compartilhar um pouco da companhia de seu marido, Clara começa a guardar a comida...por fim perdeu o apetite.

NO DIA SEGUINTE NO CENTRO DE ASSISTÊNCIA...
Clara está fazendo sua costumeira ronda, agrada-lhe escutar as pessoas a quem ela e sua equipe de trabalho prestam atendimento, principalmente as mulheres. Graças aos contatos de seu padrinho e amigos que em memória de seus pais sempre ajudaram-na, encontrou uma maneira de mudar a vida dessas mulheres que decidiram abandonar uma trajetória de abusos e violência, estejam sozinhas ou com os filhos buscam uma realidade melhor. O Centro funciona com base em doações de pessoas interessadas em colaborar em nível nacional, claro que uma coisa que impulsionou de forma expressiva todo esse grande sonho, foi o fato de que a famosa Branca Vieira, a mãe de Giselle interessou-se em patrocinar o Centro, o efeito foi sentido de imediato abrindo muitas portas embora sempre necessitem da ajuda de pessoas abnegadas. O Centro está situado em uma grande área onde ficava a casa da família de Clara, recorda que quando decidiu converter a residência em uma organização sem fins lucrativos, isso provocou muitas discussões entre ela e o marido, mas manteve-se firme, ele nunca entendeu como ela pôde ter destinado sua herança para esse projeto, era sua forma de retribuir a vida que foi tão generosa com ela. Perdeu a família e foi adotada por Mário Mendonça um grande amigo de seus pais e que também é seu padrinho, ele e sua esposa Sandra acolheram-na e a trataram-na como filha, sem fazer nenhuma distinção entre ela e os outros filhos, como então poderia não ser grata e compartilhar o que tinha com aqueles que não tiveram a mesma sorte que ela. Depois de conversar com algumas mulheres senta-se num pequeno jardim, hoje definitivamente não está com muita vontade trabalhar, sente-se um tanto quanto desanimada, pela manhã quando tentou aproximar-se de Fernando querendo alguma intimidade ele já tinha saído, além disso a noite desastrosa a deixou inquieta, embora não queira admitir aquelas palavras de Helena ressoaram em sua cabeça e tenta afastá-las...tudo vai ficar bem!...Ela está segura disso... mas seus pensamentos são interrompidos por uma voz chamando-a...

– Clara!... Precisamos conversar sobre o que aconteceu, a morena olha para a amiga que está na sua frente e por uns instantes fica tensa imaginando que ela vai falar sobre o mesmo assunto

– Helena!...

– Não! Me deixa falar!... Amiga devo desculpas a você, sabe que minha língua fala sem esperar ordem do meu cérebro, não há coordenação entre um e outro...Helena gesticula à medida que vai falando como que querendo comprovar sua versão provocando risadas em Clara. Embora queira não consegue ficar chateada com aquela louca, sabe que muitas vezes ela se faz de durona mas no fundo tem um coração de ouro e está preocupada com a situação da amiga. Me perdoa minha querida...sei que não deveria ter me expressado daquela forma...mas caramba!...Não quero ver você sofrer... diz com uma voz comovida e os olhos lacrimejantes. Clara sorri e abre os braços, depois de tudo uma amizade como a delas não vai romper-se da noite para o dia.

– Claro que perdoo... Helena e Clara abraçam-se. Pronto! Vamos esquecer isso!... As duas agora estão completamente emocionadas e até chegam às lágrimas.

– Bom... deixemos desse mimimi e vamos trabalhar...diz Helena depois de uns segundos...Clara sorri, diverte-se com sua amiga quase irmã. Assim como ela, Helena também é uma pessoa muito agradecida com que a vida proporcionou-lhe, embora sua história seja diferente porque ao contrário da amiga, Helena quando perdeu os pais aos 12 anos não teve ninguém que pudesse protegê-la, assim foi obrigada pelas circunstâncias a tornar-se adulta precocemente e virar-se sozinha, como ela mesma disse algumas vezes. Foi viver na casa de uns tios onde tratavam-na como empregada, tinha que trabalhar para ganhar o pão, eles pagavam-lhe uma miséria mas Helena guardava tudo o que ganhava e ao chegar a maioridade fugiu daquele inferno. Como a única coisa que sabia fazer era faxina, para a sorte dela essa foi a porta que abriu-se e a fez conhecer Lucas, um homem elegante, bem-apessoado, que precisava justamente de alguém para cuidar de sua casa. Lucas foi conquistado por aquela bela mulher de imediato, graças a ele Helena entrou na Universidade onde conheceu Clara. Desde que ela começou a trabalhar pra ele houve um interesse do homem por ela, só não sabia como aproximar-se dessa aprendiz de fera e externar seus sentimentos. Sempre desconfiada manteve-se arredia, a convivência fez com que fossem conhecendo-se mais e mais, ele a ajudou a formar-se, ensinou a ter bons modos transformando-a na mulher educada e refinada de hoje. Num belo dia quando Helena menos esperava em meio a uma inesperada discussão por conta da comida que ela havia feito e sem nenhum propósito Lucas acabou confessando seu amor por ela, logo depois pensou ter cometido o maior erro de sua vida, mas surpreendentemente Helena também declarou que aquele sentimento era plenamente correspondido...sim senhor contos de fadas algumas vezes acontecem! Depois desse momento inusitado casaram-se e constituíram família, hoje são pais amorosos de duas adoráveis crianças.

– Vamos!... Concorda com a amiga...não pago a você pra ficar brigando comigo!...Brinca Clara, as duas mulheres riem e dirigem-se ao escritório.

HORAS MAIS TARDE NOS ESTÚDIOS VIEIRA...
No escritório de Marina as atividades estão a mil, ela pediu aos rapazes que preparassem projetos de melhorias para os estúdios, até agora foi dada carta branca à criatividade deles e há a perspectiva de que sejam boas as ideias a serem executadas da forma como foram concebidas. Enquanto revisa roteiros e filmes sua equipe está concentrada em seus afazeres, encontra-se tão compenetrada que não percebe que tem companhia...
– Olá!... Aquela voz rouca interrompe sua concentração.

– Olá Karina!....Marina responde enquanto tira seus óculos de armação preta.

– Trouxe um sanduíche pra você, passou o dia todo sem comer nada.

– Obrigada Karina!...Não precisava se incomodar.

– Não é incômodo algum... Karina senta-se em frente de Marina e a observa comer...pensa.. essa mulher é realmente incansável, desde que integrou-se à equipe tem demonstrado ser muito exigente, competente, percorre todos os lugares do estúdio envolvendo-se em tudo, fazendo mudanças necessárias...definitivamente tem sido um ritmo muito forte pra acompanhar...nesses dias Karina tem trabalhado muito mais que em todo o tempo desde que entrou nos estúdios.
– Obrigada!... Delicioso...nem tinha me dado conta que estava com fome, as duas mulheres trocam olhares e sorrisos...o de Karina predador...o de Marina simples e amigável.

– Marina!...Escuta-se a voz de Giselle que chega e termina por unir-se a elas duas à mesa, do prato pega um pedaço de sanduíche o que não agrada Karina, afinal de certa forma ela está atrapalhando os seus planos de aproximar-se de Marina, sem mencionar que agora terá que regressar às suas atividades e interromper a deliciosa proximidade que está mantendo com sua deusa.

– Com licença!...Retira-se sem esperar resposta das duas mulheres.

– Hummm isso está delicioso!

– O que houve não comeu nada hoje?...Marina observando o apetite de Giselle.

– Ufa Marina!... Diz Giselle depois de dar uma mordida no sanduíche...esses estúdios estão um desastre não sei como ainda conseguem funcionar.

– Sim percebi...hoje revisei alguns projetos em que estamos trabalhando e o que constatei não me agradou em nada.

– Você tem toda a liberdade para descartar qualquer projeto que não possa ser rentável mesmo concluído... prefiro perder dinheiro agora!

– Sim...existem casos em que teremos que sacrificar algumas produções...nesse momento as duas engatam uma conversa sobre trabalho.

No Centro de Assistência Clara e Helena estão reunidas analisando as finanças.
– Ohh meu deus!...Tem certeza Helena?

– Absoluta!... Já revisei duas vezes, precisamos de mais patrocinadores.

– Mas estava tudo...

– Sim...você disse bem estava, ultimamente tivemos muitos gastos com a ampliação do albergue, abrimos mais vagas e aumentamos o número de mulheres assistidas, o que depois de tudo não deixa de ser uma boa notícia...só que...

– Assim como ampliamos o número de pessoas atendidas, os custos também dispararam.

– Exato!...Precisamos buscar alguma alternativa que seja impactante e que nos ajude a conseguir novos patrocinadores.

– Sim... diz Clara distraída...quer saber vou chamar Giselle...necessitamos de toda a ajuda possível.

– Mas não podemos pedir a ela mais do que já nos dá.

– Claro que não vou fazer isso...preciso de ideias...procura o número de Giselle em seu celular e liga pra ela.

NOS ESTÚDIOS VIEIRA...
– E como está meu afilhado?...E a creche gostou?

– Está bem... (Marina sorri ao lembrar das palavras de Judith) esse seu afilhado está muito mimado! Você acredita que ele não quer emprestar seus brinquedos às outras crianças.

– E porque ele tem que emprestar?...Que os outros pais levem os dos seus filhos para que eles possam brincar!

– Gi!! Ela diz quase indignada

– O que foi?... diz Gi inocente. O celular de Giselle começa a tocar interrompendo a pequena discussão que com certeza iria resultar daquele comentário.

– Olá amor!...Sim...bem... me espera que eu vou já pra ai, enquanto escuta a conversa Marina não deixa de sorrir certa de que é mais uma das conquistas de Gi pedindo ajuda financeira, é uma grande qualidade de sua amiga, sempre generosa com as amantes, supõe que seja uma estratégia de compensar o coração fechado para o amor.

– Querida...você está muito ocupada agora?... Marina por um momento sente-se impelida a ficar no escritório mas algo que não sabe explicar diz que é melhor acompanhar sua amiga...e porque não afinal Giselle também tinha um tom preocupado.

– Vamos!

Um hora depois a porta da sala de Clara é aberta dando passagem a Giselle...
– Gente!... Chegou a cavalaria!..Giselle entra seguida de um ohhh meu deus!...Pode o mundo ser tão pequeno assim...ali na sua frente nada mais nada menos que Marina Meirelles, com toda sua gloriosa beleza! (opa! Clara! Mulher o que é isso! Como gloriosa beleza...repreende-se mentalmente). Entretanto não pode deixar de reconhecer que Marina é uma mulher muito bonita e com aqueles óculos de armação preta...santo deus!

Marina entra na companhia de Giselle no que parece ser um Centro de Assistência o que não a surpreende muito, afinal é comum que em cada país que os Vieira têm negócios, sempre encontram uma forma de integrar-se em um projeto social. A mãe de Giselle, Branca Vieira... ama servir e ajudar aos que mais necessitam, como bem apregoa... do que adianta ter tanto dinheiro se não pode utilizá-lo fazendo o bem...a diferença...o que faz Marina recordar as palavras de seu pai Diogo Meirelles...“aquele que não vive para servir não serve para viver“...então ao entrar Marina Meirelles encontra-se frente a frente com a bela mulher com quem outro dia compartilhou aquele doce...ohhhh espera...doce?...sim...um doce e inesperado beijo. As duas olham-se fixamente...por um momento são somente elas ocupando aquela sala, Marina observa Clara, tentando controlar o nervosismo que apodera-se dela a branca coloca as mãos no bolso de sua calça jeans, enquanto um sorriso desenha-se em seus lábios, por sua vez Clara também não aparenta tranquilidade, a sensação de rever aquela mulher em seu espaço a faz levantar-se da cadeira segurando-se com todas as suas forças como se fosse uma tábua de salvação.
Enquanto tudo isso acontece Helena e Giselle cumprimentam-se...
– E essa aqui é Marina Meirelles...uma grande amiga...diz Giselle. Marina e Clara sorriem ainda mais maravilhadas com o quão pode às vezes o mundo parecer pequeno, ela e essa mulher com quem iniciara uma bela amizade estavam ao que parece destinadas a conhecerem-se...quem poderia prever!... Amigas de Giselle!

– Marina... essas são Clara e Helena, ao concluir a apresentação Marina tal e como mandam os bons costumes caminha até chegar mais próxima de Clara, estende a mão para cumprimentá-la o que é imediatamente correspondido pela morena.

– Muito prazer... Marina Meirelles!...Diz com um sorriso disfarçado no tom de voz...

– Clara Fernandes...as duas se dão um ligeiro aperto de mãos enquanto uma gargalhada toma conta delas fazendo com que Giselle e Helena fiquem confusas sem nada entender.

– Ahhhhh...porque estou sentindo que perdi alguma coisa?

– Porque querida amiga você perdeu...brinca Marina.

– Poderiam explicar-me então?

– Mmmm...nós vamos explicar?...Pergunta Clara olhando pra Marina...

– Siiim!...Acho melhor...veja como essa está curiosa (aponta pra Giselle) é capaz de matar-nos se não contarmos logo.

– Mas...quando...como.... Giselle está cada vez mais confusa.

– O que está acontecendo?...Pergunta Helena.

– Você não está vendo que essas duas...Giselle apontando com o dedo indicador uma e outra enquanto incrédula olha pra Helena...já se conhecem!

Depois de contar às amigas as circunstâncias nas quais conheceram-se...as quatro mulheres estão sentadas à mesa de reunião na sala de Clara dividindo uns pedaços de pizza, café e conversando sobre a situação do Centro...
– Sabem que essa é a ideia mais louca que já vi... comer pizza com café...diz Giselle.

– Imaginei que sua amiga se recusaria a fazer essa mistura, isso é uma aberração de Clara...critica Helena, a única coisa que combina com pizza é coca-cola e também cerveja!...Pela hora obviamente o ideal seria uma coca-cola.

– A mim me pareceu bom... diz Marina...Clara compartilha um sorriso com sua nova amiga.

– Você sempre esteve aberta a experimentar novas e estranhas coisas desde a Universidade...acrescenta Giselle.

– Clara...vamos dar uma volta?...Quero conhecer melhor o Centro...diz isso entrelaçando os braços da morena.

– Claro!...

– Sim...vão passear e permitam que as criativas financeiras façam sua magia... brinca Helena e Giselle ri ao escutar essas palavras.

– Vamos!...Eu não consigo pensar enquanto estou aqui sentada, se vou unir-me a vocês para salvar este lugar preciso ver tudo o que está sendo realizado através da sua perspectiva.

– Vamos então!...Diz Clara com um enorme sorriso estampado no rosto, se há algo pelo o qual ela é apaixonada verdadeiramente é seu trabalho.

UMA HORA DEPOIS...
Clara e Marina estão no pequeno jardim em que a morena encontrava-se anteriormente, Marina fica comovida com tudo o que foi construído por essa mulher abençoada!...Deus!...Este Centro!... Vale a pena mantê-lo funcionando... muitas pessoas dependem dele e a verdade é que devemos preservá-lo assim, enquanto observava tudo fez uma promessa a si mesma, no que dependesse dela moveria céus e terras para que o Centro continuasse dando assistência, conforto e esperança a tantas mulheres necessitadas.
– Já sei como ajudá-las!... Exclama Marina.

– Ah sim...e como?...Indaga Giselle curiosa fazendo com que as mulheres voltem a atenção pra ela.

– O primeiro projeto que vou fazer para os Estúdios Vieira e que vai ser a carta de apresentação naquela festa que você quer fazer para anunciar o relançamento dos Estúdios, pois bem será envolvendo o CSSA...um grande sorriso toma conta das quatro.