Notas iniciais
Hola pessoas bonitas, ta aqui mais um capitulo feito com muito amor e guerra, por que a inspiração não bate na porta duas vezes né?? Vou aproveitar e agradecer pelas pessoas que comentaram (Juvia-chan, Shinigami-kun e Darkness vcs são demais *--*) e pela Megurine Rogéria por favoritar a fic, você encheu de alegria o meu coração de vidro. E também vocês, leitores fantasmas, que só acompanham ou colocam a fic na barra de favoritos do google para ler anonimamente ;) Espero que gostem e por favor leiam as notinhas finais, é importante :D

(Gumi narra...)

Eu estava no meu quarto, decorando a musica que eu ia cantar com o Len, e pensando em todo o drama que aconteceu hoje. Foi um dia bem tenso. Depois que saímos da sala de musica, fui para o refeitório com a Miku, enquanto ela me contava sobre o que a Rin e a Luka lhe disseram. Eu não consegui me segurar:

– Que vadias!! Não se zomba de alguem por ela ser ingênua e sonsa.

– Peraí, cê ta falando que eu sou sonsa?

– Você discorda? Miku refletiu um pouco e depois suspirou.

– Não.

E foi justo nessa hora que Drew apareceu. Drew é o meu mais novo e desagradável parceiro de química. Ele tem o mau hábito de me encarar descaradamente durante a aula inteira. Imagine eu, a Miss Insegurança, tendo que aguentar isso. Uma semana inteira aturando essa criatura, só com folga aos fins de semana. E eu não consigo ter uma conversa com ele sem acabar vermelha e frustrada.

– Olá Gumi. Ele disse com seu típico sorriso malicioso, me olhando de cima a baixo.

– Oi. Acho que fui fria demais, porque até a Miku deu um passo para trás.

– Eu tava pensando em passar no seu quarto mais tarde, pra gente fazer aquela pesquisa para a semana que vem.

– Desculpe, mas estou ocupada até o final da semana. Dei-lhe um sorriso falso.

– Pode ser outro dia. Ai como ele é insistente!

– Não obrigada, mas eu passo. Tenho muita coisa pra fazer. Meu sorriso ficou azedo.

– Ah, tudo bem...

Estranho, ele ficou meio magoado. Talvez eu tenha sido muito dura com ele. Mas hey! Culpe o estresse, a escola ta me deixando maluca, e minha TPM é simplesmente assassina às vezes. Mereço ser perdoada depois.

– Te vejo por aí então.

– Adeus. Eu lhe dei um sorriso educado e continuei andando.

Miku me seguiu. E depois me agarrou pelo cotovelo, com muita força, e me arrastou até o final do corredor do dormitório feminino. Quando chegamos lá, ela se virou pra mim e me encarou com uma mistura de medo, curiosidade e frustração:

– Primeiro, me lembre de nunca irritar você; Segundo, o que diabos foi aquilo? Tu tens problema? E terceiro, quem era ele?

– Para a primeira, você está certa, melhor não brincar com o fogo; Para a segunda, aquilo foi TPM, eu não gosto dele, e ao que se refere sobre eu ter problema? E terceiro, ele é o Drew, meu novo parceiro de biologia.

– Ele era o maior gato! Você não tinha o direito de ser tão estúpida e fria com ele, que não fez nenhum mal pra você.

– Como você sabe?

– O brilho nos olhos dele. Era de esperança... – Sei exatamente que tipo de ‘’esperança’’ ele têm. Miku continuou me encarando, com os olhos arregalados e o queixo caído. Então deu dois passos pra trás, hesitante, tremendo um pouco. Essa foi minha deixa para sair correndo por ela, indo em direção ao meu quarto. Onde eu gritei e chorei de frustração até não poder mais.

(Miku narra...)

Eu estava paralisada, mas minha mente dava voltas:

‘’ O que diabos Drew fez pra ela? Que tipo de TPM é essa? E ela ainda por cima tem que vir descontar em mim?’’

Mas o que saiu da minha boca foi:

– Eu vou precisar de muito chocolate se quiser sobreviver. Suspirei

– Talvez eu possa fazer isso por você. Disse alguém atrás de mim.

Virei-me devagar. Era Kaito. Um Kaito que sorria nos olhos e mantinha uma expressão séria no rosto ao mesmo tempo.

– E por que você faria isso? Eu questionei

– Por que você me deveria um favor, algo em troca, e eu gosto de poder contar com pessoas em débito comigo.

– Claro, qualquer coisa que precisar. Eu disse sarcasticamente. Mas não soou do jeito que eu queria, parecia até sincero. Mas que droga!!

Em um segundo ele chegou até mim e me prensou contra a parede. Ele sussurrou no meu ouvido:

– Qualquer coisa?

Eu estava nervosa demais para conseguir responder, e ele pareceu gostar disso, porque se aproximou mais ainda, seu rosto na altura do meu, nossos lábios quase se tocando... Quando alguém limpa a garganta, nos interrompendo, me tirando desse transe. Kaito grunhiu e se virou. Len estava ali.

– Estou interrompendo?

– Na verdade, está sim, pode nos dar licença? O tom de Kaito era frio como a neve.

– Eu adoraria, mas não seria nada bom se o diretor descobrisse sobre isso – Len apontou para a câmera acima de mim, com sensor de movimento, que estava focada nele (N/A: É tudo muito chique, muito caro, muito tec tec aqui u.u) – A não ser é claro, que alguém com acesso ao diretor consiga apagar essa parte do dia. Len usava um tom de voz enganosamente inocente.

– Ta bom, o que você quer? Kaito praticamente rosnou.

– Ah, é uma coisa muito simples, nada demais na verdade. Saia de cima dela, retire-se, e tenha certeza de que isso não se repita de novo. Ele estava com uma cara séria.

– Ótimo, que se dane. Mas ele não parecia nem um pouco furioso. Na verdade, estava tentando não rir, mas não entendi o porquê de seu divertimento. Ele se virou pra mim e falou baixinho:

– Vou cumprir minha parte do acordo, e terei certeza de você cumpra o seu. Ele piscou pra mim. Estava muito chocada para lhe dar meu melhor olhar de nojo (eu era conhecida antigamente pelas minhas cara e bocas). Kaito foi embora sem dirigir um olhar a Len, que fez careta quando ele passou.

– Você está bem? Len me perguntou.

Eu estava tentando forçar a mim mesma a dizer algo. Mas tudo que saiu foram as minhas lagrimas, e eu não me segurei. Corri em sua direção e me joguei em seus braços. Ele me abraçou apertado, e me levou para o meu quarto, enquanto sussurrava palavras doces na tentativa de me acalmar. Ele deitou comigo e eu chorei em seu ombro enquanto ele me abraçava, até cair no sono.

(Narrador [eu])

Os outros dois dias passaram sem muitos acontecimentos, e o clima era gravemente negativo. Miku evitou a todos, pois estava arrasada (quanta sensibilidade), só conversava com a Teto durante a hora do almoço. Gumi só saia do quarto para comer, nem para a aula estava indo. Len tentou conversar com Miku, mas ela o ignorou. Não houve sinal de Kaito depois daquele dia. As únicas pessoas de pé e bom-humor foram Rin e Luka. E nem ela estavam aguentando toda aquela choradeira e baixo astral. Elas tentaram fazer com que eles saíssem de seu ‘’ pequeno mundo cinza e solitário’’, como Rin gostava de chamar, mas não deu certo. Então depois de uma conversa com IA e Lily, foi decretado que todos que estavam participando do grupo deveriam ensaiar as musicas, se quisessem manter sua vaga. Foi só então que nosso pequeno grupo voltou à vida, achando sua pequena chave dourada para fora da chuva...

Notas finais
Então pessoal, o que acharam?? filosofei demais? narração chata? por favor me falem. Bom... estou agora me desculpando pela demora, eu sei que não é nada legal esperar e tira muito a nossa paciência (até a que a gente não tem) além de matar alguém de curiosidade. Como eu disse, a inspiração decidiu viajar pro outro lado do mundo e não deixou carta nem sinal de vida T.T. Daí quando eu terminei o capitulo, já não dava mais pra postar porque o site estava fazendo manutenção (e migração) do servidor. Então espero que me perdoem e não tenham me abandonado ^^ Lii-chan S2