Notas iniciais
Oi pessoal! Nossa, esse capítulo vai ser "meu deus, meu deus!! Oquê tá acontecendo? Pelo amor, aleluia!" ou algo do gênero. Se alguém não leu o capítulo extra, favor ler. Daí vai ter mais sentido. Fiquem ai com a fic!!

O dia já tinha chegado e Letônia não conseguia pregar os olhos, sua cara estava péssima e parecia que tinha saído dos filmes de terror. Ele se dirigiu para a cozinha, como era 6:00 am, ele imaginou que não haveria ninguém acordado nesse horário.

– Ai, eu to péssimo! É melhor tomar café e... — Letônia se depara com Yuki tomando café e vestida com uma roupa de caminhada azul marinho.

– Bom dia Letônia.

– Bom dia Yuki, pensei que você estava dormindo...

– Eu levanto todos os dias cedo para dar uma caminhada.

– Entendo.

– Quer beber um pouco de café?

– Ah, obrigado. — Yuki pega uma xícara de porcelana e a enche de café até a boca.

– Você está bem? Parece que você passou toda a noite acordado.

– Sério? Eu não pensei que seria tão óbvio assim...

– Tenho uma idéia! E se você caminhasse comigo?

– S-sério? C-com v-você?

– Claro. Isso é, se você quiser.

– Claro, eu adoraria!

– Então eu vou te esperar na porta da frente.

– Ok.

Letônia estava animado, ele nunca teve um encontro na vida. Pegou sua roupa de corrida vermelha e se dirigiu para a porta da frente. Yuki estava lá, como o combinado.

– Letônia, você fica bem de vermelho.

– O-obrigado. — Letônia cora quando ouve essas palavras. Afinal, quem não coraria quando a pessoa que você gosta te elogia?

– Então, vamos?

– Sim.

E então os dois saem para caminhar. Letônia ao lado de Yuki, que sonho ele estava tendo... ou melhor, que chance ele estava tendo. Depois de terem se afastado uns 40 metros da casa, eles começam a conversar.

– Erm... Yuki.

– Sim.

– Como você conseguiu inventar aquela história de ontem?

– Não sei, só inventei.

– Mas como? Algo assim deve ter te acontecido para você ter feito uma história assim...

– Eu já disse, NÃO ACONTECEU NADA! — os dois param de andar, Letônia percebeu a burrada que fez por ter insistido nessa história. Yuki olhava para o chão, não mostrando nenhum sentimento em seu rosto. Depois de 30 segundos assim, ela para de olhar para o chão e olha para a cara do Letônia.

– Desculpe, não devia ter gritado com você.

– Não, a culpa é minha! Eu não devia ter implicado tanto com aquela história...

– Não, tá tudo bem. Vamos continuar caminhando ou prefere ir para um parque?

– Vamos pegar um local sossegado para conversar.

Eles, então, se dirigem para um parque bem grande. O local era coberto por verde e azul. Tinha várias árvores e lagos de vários tamanhos. Letônia escolhe um banco perto de um lago de patos.

– E então, oquê você quer conversar comigo? — seus olhos vermelhos olhavam diretamente para os olhos de Letônia, aquilo o deixava com um sentimento estranho em seu peito, como se algo estivesse borbulhando dentro de você.

– E-eu queria saber da sua família.

– M-minha f-família?

–Sim. É que você nunca fala sobre eles e... você ainda é menor de idade, não é?

– Sim, eu tenho 16 anos.

– Então, sua família não está preocupada com você?

– E-eu acho que...

– Ou você fugiu de casa?

– E-eu não...

– Como você consegue ganhar a vida?

– E-eu...

–Você tem namorado?

– P-pera...

– Você gosta de alguém? — Yuki não aguentava de ouvir perguntas. Ela segurou o ombro do Letônia com as duas mãos e lhe deu um beijo em seus lábios. O beijo demorou uns 5 segundos, mas foi o suficiente para o coração de Letônia disparar.

– P-por quê você me beijou...?

– Você não parava de falar, era isso ou te dar um tapa.

– V-você m-me B-B-BEIJOU!

– Sim, mas não conta isso pra ninguém! Se você contar eu te mato!

– T-tá.

– Eu vou responder algumas perguntas.

– Hã?

– As perguntas que você fez. Já esqueceu?

– Ah, essas perguntas.

– Eu ganho a vida trabalhando em vários lugares, mas agora eu estou de férias. Eu não fugi de casa. Não tenho namorado e eu...

– E eu...?

– G-gosto de alguém.

– S-sério? De quem?

– V-você realmente quer saber?

– Sim. — Yuki não sabia oquê fazer, contar ou não sobre quem ela gostava? Ela estava realmente confusa.

– Letônia... e-eu...

– Calma, eu guardo segredo.

– S-sério?

– Sim.

– E-eu gosto...

Antes dela terminar a frase, o seu rosto vai em direção ao rosto de Letônia, dando-lhe um beijo. Mas este beijo era diferente, era um beijo apaixonado. O corpo de Letônia e Yuki estava queimando, como se estivessem pegando fogo. Um braço do Letônia envolvia a cintura de Yuki e o outro sua cabeça. Esse beijo foi o mais prolongado do dia, duraram uns 30 segundos. Quando terminaram, seus rostos estavam vermelhos. Ambos ficaram de mãos dadas e olhando para o lago

– Então era eu?

– Sim.

– Acho que é puro destino.

– Que?

– Eu também gostei de você da primeira vez em que te vi.

– S-sério.

– Sim.

– E agora? Oquê vamos fazer? E se o pessoal descobrir? Ou melhor, e se a Hungria descobrir?

– Eu não sei, mas você quer manter segredo?

– Não sei.

– Entendo, mas eu não gosto muito do França perto de você...

– Eu também não gosto. Então, você acha melhor contarmos?

– Talvez.

– Tudo bem, vamos fazer o seguinte: vamos agir normalmente e deixá-los adivinharem. Se perguntarem se você está namorando comigo, responda calmamente um "sim".

– Parece uma ótima ideia.

– Ok, então vamos voltar para a casa do Áustria.

– V-vamos voltar de mãos dadas?

– N-não sei.

– Está 7:00 am, acho que só algumas pessoas acordaram.

– Ok, então vamos.

– Sim.

Os dois, de mãos dadas, se dirigiam para a rua e no caminho para casa, encontraram uma cafeteria aberta. Decidiram entrar, pois estavam morrendo de fome. Acho que já podem imaginar né? Esse foi o primeiro encontro do casal, já que ainda era de manhã, poucas pessoas já tinham acordado. Então quando voltaram para casa quase ninguém notou que os dois tinham saído, menos o França. Oquê será que vai rolar nesse triângulo amoroso?

~continua~

Notas finais
E ai? Gostou? Então comente ai oquê achou do capítulo e vamos ver se tem capítulo extra hoje!