Você não Entende que Eu Te Amo?
17 Capítulo 17
Notas iniciais
Depois de ter insistido na idéia de por Taylor, aquele monstro. Fomos para um hotel qualquer que nem me lembro o nome. Peguei um táxi e voltei para casa, abri a porta principal da sala. E estava lá, Diego e aqueles... amiguinhos idiotas dele. Eles estavam vendo um filme qualquer lá.
– Oi. – eles disseram juntos.
– Oi. – falei seca.
– Espera, eu te conheço! – um disse se levantando. – Você é aquela garota que...
– É, ela é aquela que estava de roupão, pantufas e um creme verde no rosto! – Diego disse rindo e eu o fuzilei com os olhos.
– Até que agora você está bem melhor, né?! – ele disse e todos deram um risinho... menos eu!
– Não querido, sempre fui assim! E me desculpe se eu me importo com a minha pele, por isso eu passei o creme verde. – falei com um sarcasmo.
– Tá, desculpa. – ele disse. – Prazer, meu nome é Pietro :) – ele disse sorrindo.
– Ok. – disse, olhei para Diego e ele não estava com uma cara muito boa. Agora, era a hora certíssima para eu me vingar! – Ah, e meu nome é Roberta! – falei e sorri.
– Ok. – ele disse. – Quer ver o filme aqui com a gente? – ele disse.
– Tudo bem! – falei sorrindo e me sentei ao lado de Pietro.
Ele me apresentou a todos aqueles meninos que estavam lá. Tomás, Pedro e Jason.
– Eai, vocês tão vendo que filme? – perguntei.
– Todo mundo em pânico 3! – Pietro disse.
– É um de comédia. – Tomás disse.
– Comédia? Pensei que vocês estavam vendo um de terror. Me desculpem, mas garotos normais geralmente vêem filme de terror juntos! – falei rindo.
Abri a gaveta do raque, e tinha vários filmes dentro.
– Diego, — falei revirando a gaveta. – Quais são os filmes que tem aqui dentro? – perguntei vendo os dvd’s.
– Tem [....]. – ele disse o nome dos filmes.
– Hum... – falei. – Vamos ver... – fiz suspense. – O massacre da serra elétrica! – falei.
– Por que tem que ser esse? – Diego perguntou com uma cara não muito boa.
– Ahh, não vai dizer que está com medo né?! – falei e todos riram, menos ele.
– Não estou com medo! – ele disse
– Então vamos ver o filme. – falei sorrindo. – Vocês vão querer pipoca? – perguntei e todos assentiram.
Fui para a cozinha, e fiz a pipoca. Coloquei as pipocas nas vasilhas e senti alguém chegar por trás de mim.
– Roberta. — Diego sussurrou no meu ouvido me abraçando pela cintura, me fazendo estremecer.
– O que veio fazer aqui? – perguntei me soltando dele.
– Nada, só vim ver se a cozinha estava em ordem e... – o imterrompi.
– Eu sei muito bem que não é isso! – falei com raiva.
– Na verdade, eu vim ver você. – ele sorriu de lado.
(Se o gif não for, tire o ateristico) http://data.whicdn.com/images/32684462/tumblr_m3kod9dLMJ1qfdwsio1_500_large.gif*
Colocou as mãos na minha cintura e me puxou para mais perto. Ele pediu passagem e eu dei. Nossas línguas pareciam dançar em perfeita sincronia. Aquele beijo era tão bom, era um beijo intenso. Mas espera, eu odeio Diego e ele me odeia, então por que estamos nos beijando?! Eu poderia muito bem continuar ali, o beijando ou... poderia o empurrar fazendo minha imagem de garota forte permanecer... Mas eu acho muito melhor continuar ali mesmo.
Levei minha mão direita até sua nuca, e a esquerda levei ao seu pescoço. Ele colocou suas mãos na minha cintura. Paramos o beijo por falta do oxigênio, mas ele quis começar um novo beijo com selinhos. Suas mãos na minha cintura não pediram licença alguma para se abaixarem, e rapidamente ele já tinha suas mãos sobre minha bunda, a apertando levemente.
Sorri entre o beijo, óh céus, ele era maravilhoso.
Fomos andando até a mesa, e ele me deixou sentada sobre ela. Entrelacei minhas pernas em sua cintura, puxando o mais para perto de mim. Pude sentir nossas intimidades se roçarem. Eu admito, eu estava amando aquilo tudo. Seus dedos percorriam por todo o meu corpo, provocando arrepios por onde passavam. Terminamos o beijo do mesmo jeito que o começamos, com selinhos, por conta do oxigênio que mais uma vez faltava.
Começamos mais um beijo, dessa vez ele era mais quente, pois suas mãos saíram da minha bunda e foram para os meus seios, enquanto as minhas mãos saíram de sua nunca e foram para o seu tórax. Ele estava quente. Eu estava quente.
Suas mãos apertaram os meus seios com voracidade e em seguida ele havia passado o dedo sobre as auréolas dos meus seios, me fazendo gemer entre o beijo. Ele sorriu, parecia ter gostado disso.
Ele parou o beijo e foi distribuindo beijinhos desde o canto da minha boca até o meu pescoço, e ali ele dava chupões fracos, deixando um pouco vermelhos, mas sem marcas.
Suas mãos eram ágeis demais para mim, e quando eu o vi, ele já estava prestes á tirar a minha blusa.
Tomei consciência do que eu estava fazendo e parei com tudo.
– Diego, aqui não é o lugar e nem o momento certo. – falei enquanto passava a língua pelos lábios.
– Podíamos continuar no meu quarto. – ele sorriu malicioso e me puxou mais pra perto dele, me roubando um selinho. – Eu sei que você gostou. – riu.
– Gostei. – sorri. – Mas tarde a gente continua. No meu quarto. – sussurrei maliciosa sobre os seus lábios e depois passei a língua sobre eles.
Notas finais
Digam o que acharam, por favor *-*
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