Você Pula. Eu Pulo !
18 Capítulo 18
Notas iniciais
Mas eu não mataria ela, acha, terminar em tragédia essa história de amor ? Nunca kkkkkk
Muito Obrigada pelos reviews. Vamos a mais um capítulo ! :)
Ela me beijou como se aquela fosse a primeira vez, eu senti tanta falta daquele beijo, de sentir aquele calor em meu peito ao sentir seu toque. Eu não podia acreditar, ela estava viva, ela tinha voltado pra mim. De repente a dor que eu sentia se transformou em uma alegria imensa e eu não queria largar ela em momento algum.
O beijo terminou e eu ainda chorava, mas agora era de alegria, e ela também. Então encostou sua testa na minha e sorriu pra mim, aquele sorriso fez meu coração pulsar tão forte, eu pensei que nunca mais o veria e agora ele estava aqui na minha frente.
–Eu nem acredito que você está aqui comigo. Parece um sonho.-falei baixinho.
–Mas é a realidade, e eu estou muito orgulhosa de você. Muito. Você saltou todo mundo, você foi uma heroína, você foi muito corajosa. Outra pessoa no seu lugar não faria isso. -ela me respondeu baixinho também.
–Você que me salvou Emma, você me salvou de todas as maneiras que uma mulher pode ser salva ! -ela sorriu mais ainda pra mim. -Eu te amo tanto, tanto ...
–Eu também te amo, muito, muito ...
–Como você se salvou Emma ? Eu te vi cair na água e sumir. Eu senti tanto medo.
Então ela me puxou até o sofá, nós nos sentamos lado a lado.
–Eu realmente pensei que eu fosse morrer, quando eu cai naquela água gelada eu pensei que eu não aguentaria e então eu não conseguia voltar para a superfície, meu corpo foi ficando dormente e então tudo ficou preto. -eu a escutava atentamente, sentindo meu coração se apertar. -Eu só me lembro de acordar em um bote pequeno, o homem que o guiava me falou que me encontrou a alguns metros longe de onde o Titanic havia afundado, mas ele voltou lá e não tinha mais ninguém. Eu vim para cá com ele, mas já haviam se passado muito tempo desde a tragédia, então ele me levou pra casa dele e eu fiquei lá. Te procurei o dia todo, perguntei pra tanta gente onde estavam os sobreviventes, mas eles estavam divididos em tantos hotéis. Até que eu cheguei aqui e li na lista dos hóspedes Regina Swan ... -sua voz falhou nessa parte e ela começou a chorar, eu já fazia o mesmo. Ela abaixou a cabeça sem conseguir falar, quando a ergueu ela chorava como eu nunca havia visto antes, então ela me abraçou. Dessa vez fui eu que a apertei forte. -Então quando eu li esse nome, eu sabia que era você.
–Meu amor, eu não acredito que você passou por tudo isso e eu não estava lá pra te ajudar. Quando você soltou a minha mão eu senti meu mundo acabar. Só de pensar que eu nunca mais fosse ver esses seus olhos verdes. -ela sorriu pra mim por entre as lágrimas. -Só de pensar que eu não ia mais escutar sua risada, que eu nunca mais fosse sentir sua mão segurando a minha, foi horrível Emma. Se eu pudesse eu teria ido no seu lugar ... -ela me interrompeu.
–Shhh ! Não diga isso, por favor. Eu não suportaria viver sem você Regina, sem poder ver esse seu rosto tão lindo, sem poder te tocar. Quando eu pensei que eu fosse morrer, a única coisa que eu pedi foi pra que eu pudesse te ver de novo e o meu pedido foi atendido. Foi o seu amor que me salvou Regina. Foi o nosso amor. -ela abriu um sorriso tão lindo pra mim, escutar ela dizer que foi o nosso amor que nos salvou fez eu me sentir tão viva. -Então assim que eu cheguei aqui na Inglaterra eu vi algo na água e eu reconheci, era o seu colar, o Coração do Oceano. Então eu o peguei pra que ele seja o símbolo do nosso amor.
–Eu estou tão feliz. Nunca mais faça isso comigo, entendeu ? Nunca mais !
–Nunca mais, eu prometo ! -e então ela me beijou de novo.
–Eu não sabia o que ia fazer quando voltasse para Storybrooke, como eu iria contar isso para os seus pais e nem para o Henry. Eu pensei que eles iriam achar que eu tinha feito alguma coisa pra você.
–Mas isso já não é mais um problema. Quando eu me joguei de volta no navio eu te falei que nós iamos voltar juntas para o Henry, não falei ? -então seus olhos pararam em uma poltrona do outro lado. -Hey, isso me pertence. -ela se levantou rindo e pegou a sua jaqueta vermelha que estava na poltrona. -Senti falta dela.
–Então foi da jaqueta que você sentiu falta, né Miss Swan ? -brinquei indo até ela. -Foi da jaqueta ?
–Foi sim, eu senti falta dela em você. -ela disse com um sorriso malandro no rosto. Quando iamos nos beijar, Jack e Rose entraram no quarto já que a porta continuava aberta.
–Emma ! -os dois gritaram indo abraçá-la.
–Você está viva ! Foi um milagre. -Rose disse a abraçando.
–Eu sabia que eu não ia perder a minha companheira de loucuras, eu sabia. -Disse Jack batendo em sua mão e logo em seguida a erguendo no ar.
Nós rimos, era como se a Emma tivesse trazido a alegria de volta para nós.
–É, eu estou viva, muito viva. Acharam mesmo que eu ia me entregar assim tão fácil ao Atlântico ? Não mesmo. -ela riu e nós também.
–Ela tinha que voltar pra mim, ou então eu a mataria. -eu brinquei rindo do que eu mesma tinha falado.
–Temos uma surpresa. -Rose anunciou erguendo sua mão e mostrando a aliança.
–Ah meu Deus, é isso mesmo ? Jack criou coragem pra te pedir em casamento ?
–Hey Swan. -Jack lhe deu um tapa.
–Sim, nós vamos nos casar e queremos que vocês sejam nossas madrinhas. A Regina a minha, e a Emma a do Jack. Vocês aceitam ? -perguntou Rose.
–Mas é claro ! -eu respondi.
–Eu acho ótimo ! -Emma completou.
–Bom, eu sei que vocês vão voltar para Storybrooke, mas iremos mandar os convites, queremos que o Henry também venha. E estamos pensando em ir visitá-las também. Prometemos ir sozinhos e não contar pra ninguém sobre a cidade. -Rose terminou.
–Nós iremos adorar. De verdade, vocês já são de casa. -eu falei. Emma me abraçou e completou:
–Sim, nós iremos adorar recebê-los em nossa casa. -eu a olhei confusa e ela apenas riu.
–--
Emma se hospedou no mesmo hotel, nós quatro passamos boa parte da noite conversando. Emma explicou a eles o que tinha acontecido e então contamos um pouco sobre Storybrooke também e sobre Henry. Quando já estava tarde, cada um se dirigiu para o seu quarto.
Eu estava indo me deitar, já era muito tarde, quando escutei alguém batendo na porta. Ao abri-la nem tive tempo de dizer nada, Emma entrou rápido e me abraçou.
–Eu já passei muito tempo longe de você. -ela disse, então trancou a porta e se voltou de novo para mim: -Não quero perder mais nenhum segundo que eu possa ficar do seu lado. -Então ela me beijou, me levantou e me levou até a cama.
Ela me deitou e logo em seguida se deitou por cima de mim, sem parar de me beijar.
–Eu te quero Regina. Eu não poderia viver sem poder te tocar. Sem poder sentir o seu cheiro, a sua pele ... -ela sussurra entre um beijo e outro.
–Eu senti tanto a falta dos seus beijos, dos seus toques. Eu senti tanto a sua falta.
Então ela tirou suas roupas, eu a ajudei a tirar sua jaqueta, sua blusa, a calça. Então ela tirou a minha roupa, e começou a subir seus beijos pela minha perna, percorreu todo o meu corpo até tirarmos as nossas lingeries. Ela continuava por cima de mim, parou seus beijos por um minuto e então me fitou.
–Quando eu estou com você é como se o resto do mundo não existisse. E eu acho que não existe mesmo, porque meu mundo é você. Você é minha alegria, meu amor, minha vida, meu tudo. Eu te amo Regina, eu te amo demais, como nunca amei alguém antes. Eu te amo ! -ela me falou enquanto descia seus beijos pelo meu pescoço.
Nossos corpos se encaixaram, se encontraram, se tocaram e então não tínhamos pressa, eles se movimentavam lentamente, buscando um ao outro. Então eu a fitei:
–Quando eu estou com você Emma, eu me sinto completa. Meu peito se enche de calor, de uma alegria que eu não sei explicar, mas é isso que faz tudo valer a pena. Eu passaria por tudo de novo só pra poder ver seu sorriso de novo, porque é ele que me da forças pra continuar, é você que me faz querer viver. Eu te amo tanto, tanto que eu nem sei dizer. Eu te amo Emma, te amo !
Então ela se colocou por cima de mim de novo, desceu seus beijos para os meus seios e eu senti meu corpo se arrepiar. Logo ela voltou a encaixar seu corpo no meu, nossos sexos se encontraram e então nós nos movimentávamos sem nunca tirar o olhar uma da outra e então eu vi uma lágrima escorrer seu rosto, e eu a beijei, logo lágrimas começaram a escorrer meu rosto também. Nossos movimentos foram ficando mais rápidos até chegarmos ao ápice.
Ela se deitou ao meu lado e acariciou meu rosto, então entrelaçou sua mão na minha e me puxou para o seu colo. Ela se sentou e eu me sentei em suas pernas e continuamos nos beijando e beijando sem parar.
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