Notas iniciais
Me convenceram... Aqui está mais um capítulo, espero que gostem!! a última parte me fez rir, imagine-los em mente...
Muito obrigada por os reviews!! :D

Será que o Daniel também é assim? Arg, lá estou eu pensando nele de novo, eu não posso pensar no meu “pai” que não olha para mim com outros olhos e que neste momento deve estar fodendo outra, enquanto estou fazendo coisinhas impróprias com um garoto delícia.

Eu não posso fazer isso!

O Martín é o meu melhor amigo e só tem 15 anos, eu tenho 17, não posso… E além disso eu prometi ao Daniel. Estou parecendo uma vadia. Mas eu me deixei levar pelo momento e pela gostosura do garoto a minha frente.

Parei o beijo, contrariada mas parei. Ele me olhou confuso.

– Martín, não podemos fazer isso. – disse envergonhada pela situação.

– Por que? – perguntou ofegante.

– Você é o meu melhor amigo. Eu prometi ao Daniel. Isto é errado.

– Mas… E em relação a isto? – perguntou sem graça apontando para o volume entre as suas pernas.

– Bom… Acho que não é errado eu te aliviar não é mesmo? Afinal, fui eu que deixei assim. – dei um sorrisinho malicioso ao qual ele retribuiu prontamente.

Fomos em direção ao banheiro, afinal eu não poderia aliviá-lo ali, em frente a irmã dele e eu futuro cunhado. Ele se encostou à pia do banheiro e eu beijei-o com desejo, não sei o que anda acontecendo comigo, mas eu estou muito safada e este é um lado meu que eu não conhecia muito.

Enquanto o beijava desci uma de minhas mãos até ao seu membro e apertei-o, ele soltou um gemido abafado por conta do beijo. Separamo-nos por causa da maldita falta de ar mas logo os seus beijos passaram para o meu pescoço. Ele beijava, lambia e mordia.

Estávamos em um ótimo momento mas o rosto de Daniel invadiu a minha mente, o que me fez separar bruscamente de Martín. Ele me olhou assustado.

– Fiz algo de errado? –perguntou e eu balancei a cabeça negativamente, respondendo a sua pergunta e tentando afastar aqueles pensamentos de minha mente.

– Não, não. Vamos continuar, afinal você ainda está “mal” por minha culpa. – fiz cara de safada e coloquei a minha mão dentro de sua calça. – você gosta disso Martín? – apertei o seu membro e ele gemeu alto. – Acho que isso foi um sim.

– Como você é safada. – disse com dificuldade.

– Nem tanto. – risos.

Continuei brincando com ele. Apertava, massageava o seu membro, ele estava sendo torturado com prazer. Mas Daniel não saia da minha cabeça, por que senhor? Ele devia estar lá, com a outra e eu aqui pensando nele enquanto um gostoso geme o meu nome.

– Julie… por aww favor! – implorou.

– Tudo bem gatinho. – risos.

Desci as suas calças juntamente com os boxers pretos e muito sensuais dele. O seu membro grande e ereto estava quase tocando o meu rosto e isso me deixou molhada. Agarrei no seu brinquedinho e comecei a masturbá-lo. Ele gemia o meu nome e tenho que admitir que isso me dava muito prazer. Vai, podem me chamar de safada, mas eu também não sei o que está acontecendo comigo.

Coloquei aquele membro enorme na boca e quase me engasguei. Chupava aquilo como se fosse um pirulito e ele gemia e gemia. Daniel ainda não tinha saído da minha cabeça mas eu já estava pouco me fodendo pra isso, estava imaginando aqueles dois semi nus na minha frente. Omg o que está acontecendo comigo?

Eu não era mais virgem, mas eu nunca fui assim tão safada. É, conviver com dois gostosos te deixa assim.

Chupei até ele gozar, engoli tudo e ele se vestiu.

– Martín, isso não vai mais acontecer. – eu disse sem graça. É Julie, primeiro você faz e depois fica sem graça.

– Sim Julie, eu sei. Você é a minha melhor amiga, não quero estragar isso. Além disso eu te considero como uma irmã. Uma irmã muito gostosa e que sabe o que faz é claro, mas uma irmã. – ele riu e eu acompanhei.

Saímos do banheiro e quando estávamos no corredor, voltando pra sala, demos de cara com quem? Sim, com o Daniel Castellamari em pessoa.

– Onde vocês estavam? – perguntou bravo.

– Oi pra você também. Eu estou bem e você? A minha noite foi legal e a tua? – disse irônica e Martín prendeu o riso.

– Responde a minha pergunta. – disse ainda mais bravo.

–Por que? – perguntei desafiadora

– Quando te adotei você não parecia ser uma menina tão desordeira Juliana. – disse.

– E você não parecia um “papai” tão “ocupado”. – disse fazendo aspas com os dedos.

– “ocupado”? – perguntou confuso.

– Sim, nunca tem tempo pra mim. Está sempre com as tuas namoradinhas. –respondi emburrada.

– E você está sempre com o teu amiguinho. – lançou um olhar mortífero para Martín.

– Julie, eu vou esperar na sala. – o mesmo disse e saiu dali rapidamente.

– Está com ciúmes Castellamari? – minha primeira “briga” com o Daniel está sendo tão infanti.

– Puft, de você? – risos. – Claro que não. – Admito que doeu, mas eu não iria dar o braço a torcer.

– Tudo bem. E respondendo a tua pergunta, nós estávamos no banheiro. – sorrisinho.

– Fazendo o que? – dei um sorriso malicioso e ele logo sacou. – Você estavam…? Mas… Mas… QUANDO EU TE ADOTEI VOCÊ NÃO PARECIA SER ASSIM, PARECIA SER MEIGA E NÃO DESAFIADORA E INDICIPLINADA JULIANA! – gritou comigo e eu me estressei.

– E VOCÊ PARECIA SER UM BOM “PAI”. EU PENSAVA QUE VOCÊ IRIA ESTAR SEMPRE COMIGO E NÃO… não abandonar-me pra sair com as tuas namoradinhas vadias. – disse tristonha.

– Não.Fala.Assim.Da.Shizuko. – disse entre dentes.

– Está vendo? Está brigando comigo por causa daquela lá! – explodi.

– OLHA COMO FALA DELA GAROTA! — gritou de novo. Dessa vez eu saí correndo pro meu quarto e o deixei lá, com cara de bunda.

Eu pensei que ele gostasse de mim, NÃO, não no sentido gostar pra namorar, beijar, etc. Eu pensava que ele gostava de mim como um pai gosta de um filha, como um amigo, como um irmão.

Sim, eu acho que tenho uma atração por ele, mas eu não gosto dele… Sabe? É só porque ele é bonito e gostoso, só isso.

Por que ele me adotou? Ele me abandona aqui e vai sair com as vadias dele. Bem, com A vadia. Por que eu não gosto dela? Bem, ela fica tentando me agradar e eu já ouvi ela dizer que quando eles se casarem ela quer me mandar para a Grécia. Ah mas eu não vou, volto para o orfanato se for preciso mas para a Grécia eu NÃO vou.

Fiquei no meu quarto por algum tempo até que ouço algo. Gemidos. Gemidos da Shizuko.

Aí eu não me controlei. Mas que porra é essa? Saí do meu quarto com uma raiva tremenda e bati na porta do quarto deles com tudo.

– DANIEL! EU VOU VOLTAR PARA O ORFANATO, NESSA PORRA DESSA CASA EU NÃO FICO NEM MAIS UM MINUTO. VOCÊ ESTÁ ME OUVINDO SEU PROSTITUTO? NEM MAIS UM MINUTO! – gritei. Não estava mais aguentando. Não é a primeira vez que eu ouço isso.

Logo estava no meu quarto fazendo as malas. Bia estava me ajudando. Félix e Martín estavam sentados no sofazinho do meu quarto apenas observando. Daniel ainda não havia aparecido mas os gemidos já haviam parado.

– Você está doida? – foi só falar nele…

– Não. – respondi firme.

– Você não vai. – disse firme também.

– Vou sim caralho. EU NÃO SOU FELIZ AQUI! – isso era um pouco mentira, em parte eu era sim feliz aqui.

– Juliana… Vamos conversar. – ele disse baixo.

Martín, Félix y Bia saíram do quarto nos deixando a sós.

– O que é Daniel? Eu NÃO AGUENTO MAIS. – comecei a chorar. – Você me adotou pra que mesmo? Pra eu ficar sozinha? Ouvir gemidos? Te ver agarrando a tua namorada no sofá?

– Não… Eu… — o cortei.

– Se eu quiser ver porno vou na internet.

– Juliana… Me deixa… — o cortei novamente.

– Eu vou para o orfanato ainda hoje.

– Julie… Ouve… — o cortei outra vez.

– Pelo menos lá eu tenho alguém.

– Julie… Me escuta. – foi cortado novamente por mim.

– A Sophia está comigo e os pequenos também.

– ME ESCUTA JULIANA! MAS QUE PORRA, NÃO ME DEIXA FALAR! – gritou e eu o olhei de olhos arregalados.

Notas finais
Gostou??? ficou ruim ou bom?? Julie estará com Daniel?? amanhã vai saber o que vai acontecer entre eles....
Reviews??