Vizinhos - Natal Entre Amigos
1 Capítulo único
Notas iniciais
3 anos depois...
Los Angeles, dia: 24/12, às 06:04 da manhã...
Casa de Sam e Freddie: Véspera de Natal...
P.O.V Da Sam
Tinha acordado bem cedo, enxotei o Benson para fora da cama, ele levantou resmungando e foi para o banheiro. Eu já tinha tomado banho, estava arrumada e pronta para ir às compras, meu carro estava no conserto e nós íamos ao supermercado no carro dele.
— Anda logo, Freddie, se pegarmos uma fila enorme por sua causa, eu juro que você vai passar o Natal com os moradores de rua! — Falei já começando a me irritar com a sua lerdeza.
Ele era homem, precisava mesmo de 30 minutos para se arrumar? Eu sempre me arrumava em menos de 10 minutos.
— Ainda está cedo, Sam, agora que vai dar...
— Que cedo o quê? Hoje é Véspera de Natal e os supermercados, as lojas, comércios e tudo mais vão estar lotados e mais tarde vão fechar! E você com sua lerdeza já está nos atrasando, a gente já devia estar fazendo as compras, e...
— Já sei! Já entendi, só vou terminar de arrumar o meu topete e já vamos! — Me cortou e eu revirei os olhos, minha vontade de bater nele apenas aumentava.
— Só mais um minuto! — Avisei, séria e ele fez careta, e suas caretas sempre me irritavam e ele sabia disso.
Saí do quarto batendo a porta e deixei a
"madame" terminando de se arrumar.
15 minutos depois...
— Só me faltava essa! — Resmunguei. — Ah, que raiva! Isso é culpa sua, sabia? — Bati no ombro dele.
— Que culpa eu tenho se hoje é Véspera de Natal e pegar trânsito é inevitável? — Retrucou indignado.
— Você demorou para se arrumar, e há essa hora já devíamos estar fazendo as compras! — Rebati.
— Por quê não pegou o carro e veio sozinha? Eu poderia estar na cama dormindo e não tendo que ouvir suas reclamações! — Disse irritado.
— Quêm iria empurrar o carrinho para mim e carregar as sacolas? Aliás, você serve para isso! — Argumentei.
— Olha, Sam, não estou a fim de discutir com você, então é melhor ficar quietinha aí, não me enche tá, legal? — E dizendo isso, ligou o rádio e começou a buzinar.
Olhei para ele indignada, bufei, cruzei os braços, virei o rosto para a janela e encostei a cabeça no vidro. A culpa era dele se estávamos ali naquela situação.
[...]
Casa de Beck e Jade, às 06h:32min...
P.O.V Da Jade
— Oliver? — O chamei.
Meu noivo estava dormindo e roncando profundamente, desembrulhado e apenas de boxer esparramado na cama. O chamei de novo e nada, continuava dormindo sereno e despreocupado.
— OLIVER! — Gritei o sacudindo.
— Hãn? O que foi? O quê? — Acordou todo desnorteado e um tanto alerta, olhando para os lados feito um doido.
— Levanta logo. Já esqueceu que tem que pegar o Adrian na casa da avó dele? A Cassie ligou e disse que chega em meia hora e vai deixá-lo lá. — Avisei.
— Ah, é mesmo, tenho que buscar o Addy. Você vai comigo? — Perguntou, bocejou e coçou os olhos ainda sonolento.
— Não vai dar, amor. Vou me ocupar agora, tenho que terminar de embrulhar os presentes e vou buscar as sobremesas que Sam e eu encomendamos! — Expliquei.
— Tudo bem, vou tomar uma ducha agora. Vai lá fazer tudo o que têm pra fazer, minha linda. — Levantou tirando a cueca e rumou para o banheiro após jogar a cueca no cesto de roupas sujas.
43 minutos depois...
— OLIVER! — Gritei o chamando.
— O que foi? — Apareceu na cozinha.
— O Adrian derrubou o pudim de chocolate que a Sam comprou e ela vai ficar uma fera. Esse pudim custou 30 dólares e onde vou arranjar outro pudim agora? — Me controlei para não gritar.
O garotinho de 4 anos estava sentado no chão, todo lambuzado e comendo o que sobrou do pudim que um dia foi inteiro.
— Poxa, filho. Por quê você derrubou o pudim da sua tia Sam? — Foi até o pestinha e o levantou.
— Pedi um pedaço e a tia Jade não me deu... — Respondeu triste e fez cara de choro.
— Ele pegou uma cadeira e abriu a geladeira, se ele caísse e se machucasse a culpa não ia ser minha, ele é seu filho e você deveria estar tomando conta dele, a culpa é sua...
— Te dou dinheiro para comprar outro pudim, não precisa ficar jogando na minha cara! — Pegou o filho no colo.
— A questão não é essa, Oliver! Onde vou achar outro pudim agora? A Sam vai me esganar! Já liguei para a Sweet's Home e não tem mais pudim de chocolate, e eu não vou me arriscar sair e pegar trânsito, sabendo que as Confeitarias, lojas e os supermercados estão lotados, e sabe-se lá se ainda tem esse maldito pudim sendo vendido por aí! — Acabei me exaltando.
— Calma aí, não é o fim do mundo, Jay. Pega a receita na internet e eu te ajudo a fazer outro! — Teve uma ideia. — Vou só dar um banho rápido no Addy e já volto. — Disse apressado.
— Espero que isso dê certo, Oliver, espero mesmo... — Falei, séria.
[...]
Às 07h:24min...
P.O.V Do Freddie
— Olha pra frente, idiota! — Me deu um tapa na cabeça.
— Ai, Sam! Ficou louca? — Parei de empurrar o carrinho de compras e olhei para ela.
— Você quase bateu na pilha de papel higiênico! Isso que dar ficar patetando e olhando para bundas alheias, seu safado! — Me atacou com bolsadas.
— O quê? Para com isso, Sam! Eu não estava olhando para a bunda de ninguém, apenas me distraí e...
— Estava sim, seu mentiroso! — A louca estava fazendo ceninha em pleno corredor lotado e todos pararam para prestar atenção em nós.
— Sam, você está chamando atenção. Que vergonha! Para com isso, sua doida! — Tentei fazê-la parar de brigar comigo.
— O quê que é, hein? Nunca viram um idiota apanhando da namorada, não? Vão procurar o que fazer, bando de desocupados! — Olhou ao nosso redor alterada e fuzilando as pessoas que riam, e cochichavam sobre nós.
Em seguida voltamos às compras, com ela resmungando enquanto olhava a lista e eu cabisbaixo empurrando o carrinho, e me perguntando o que eu tinha feito para merecer aquilo? A minha namorada era uma louca ciumenta.
— Falta as frutas cristalizadas, o Tender, molho de tomate, peito de frango, arroz, uvas-passas, e o Panetone, vou levar 4 caixas, ano passado rolou aquela briga entre o Beck e Robbie, e é melhor evitarmos. — Disse risonha.
Não falei nada, apenas continuei com a tarefa de empurrar o maldito carrinho que já estava ficando cheio.
— Freddie, estou falando com você! — Avisou.
— E eu estou ouvindo... — Murmurei. — Aliás, nem sei porque coloca uvas-passas e frutas cristalizadas nas comidas. Essas porcarias têm um gosto horrível e ninguém gosta! — Falei o óbvio.
Sam abriu a boca chocada e eu fui andando na frente.
— Se não gosta da minha comida por quê não vai para Seattle passar o Natal com a sua mãe? — Me alcançou irritada.
— Se desse tempo, eu já teria ido! — Respondi com raiva.
— Ah, ótimo! Ano que vem eu mesma faço questão de comprar a sua passagem só de ida! — Passou por mim me empurrando para o lado e sumiu de vista ao dobrar para outro setor.
[...]
Às 07h:56min...
P.O.V Do Beck
— Não tem chocolate. E aqui na receita está dizendo que precisa de 200g de chocolate meio amargo. — Jade disse começando a ficar nervosa.
Fui até a geladeira e peguei dois achocolatados de caixinhas do meu filho, e furei os lacres, derramei tudo no recipiente onde ela estava preparando o pudim e remexi bem.
— Quem não tem cão, caça com gato! — Sorri.
— Mas na receita está dizendo...
— Que se dane a receita, Jay. O pudim vai ficar uma delícia, confia em mim! — Lhe dei um sorriso e minha morena fez careta.
— Papai! — Adrian chegou na cozinha segurando o carrinho vermelho que havia ganhado da minha namorada no Natal anterior.
— O que foi, filho? — Perguntei observando a Jade colocar os ingredientes que faltavam.
— Tô com fome. — Fez careta massageando a barriga.
— O que tem para esse garotão comer, amor? — Indaguei.
— Ele tomou um copo de leite e comeu biscoitos. Não dá para ele esperar mais um pouco, não? Coloca um DVD infantil pra ele se distrair, depois eu faço uma vitamina pra ele. — Disse ainda ocupada.
— Vem aqui com o papai, vou amassar uma banana para você com leite em pó, do jeito que você gosta. — Falei lhe arrancando um sorriso.
— Vou dizer para a mãe dele que você só dá porcarias para o Adrian comer. A Cassie já avisou que...
— A Cassie nem está aqui! Ela largou o menino comigo como sempre e fui curtir como se não fosse uma mãe. Até parece que ela se importa com o Addy! O filho é meu e eu dou o que eu quiser para ele, Jade! — Acabei me irritando.
Ela me olhou chocada e depois olhou para o meu menino que brincava com o carrinho no chão, completamente distraído e alheio.
— Tá, legal! Tanto faz, o filho é seu e você faz o que bem quiser, eu não ligo! Mas quando o Adrian tem dor de barriga ou qualquer mal-estar, é a idiota aqui quem cuida dele! — Esbravejou.
Me deu as costas e foi até a geladeira.
[...]
P.O.V Da Sam
— Cartão recusado? Como assim o meu cartão não está passando? Tenta de novo! — Aquilo só podia ser alguma brincadeira.
— Deixa pra lá, amor. Eu pago com o meu cartão. — Freddie sacou a carteira.
— De jeito nenhum! — Neguei.
— Está tudo bem, eu pago. — Tentou me tranquilizar e a moça do caixa sorriu para mim. Aquela... Ah, deixa pra lá.
Meu namorado pagou as compras, e me ajudou com as 12 sacolas. Guardamos no porta-malas e enfrentamos mais trânsito até chegarmos em casa. Ano passado nos reunimos na casa da Jade e do Beck, nossos amigos e vizinhos, e nesse Natal iríamos todos comemorar na nossa casa...
— Sam, olha o que o Almôndegas fez! — O moreno apontou para a bagunça na sala.
— Meu Deus... — Estaquei quando vi o carpete arruinado, e o que o danado havia aprontado debaixo da árvore enfeitada.
— Ele fez cocô e...
— Estou vendo! — Me estressei. — ALMÔNDEGAS! — Gritei furiosa.
O espertinho com certeza se entocou em algum lugar e ficaria por lá até a hora do almoço.
— Limpa isso e arruma tudo, vou começar a pôr as mãos na massa. Tem tanta comida pra fazer. — Falei.
— Mas o cachorro é seu! — Retrucou.
— É nosso, Freddie, é nosso! — Me controlei para não dar uns tapas nele.
[...]
— Quer ajuda? — Jade havia chegado com o Beck bem na hora em que eu recheava o peru.
— Aeeêh, é hoje que o Benson se entope de peru, vai cair de boca no peru até...
— Até parece que você não se amarra num peru, Oliver! — Cortou o amigo dando um sossega leão nele de brincadeira.
— Sim, vou precisar de ajuda, eu ia chamar a Cat, pois você sabe ser um desastre na cozinha, Jay. Mas já que está aqui, me ajuda com esse peru, vou terminar de rechear, e você unta ele com manteiga, ok? E vocês dois, podem cair fora da minha cozinha, homens só atrapalham! — Expulsei os rapazes.
— E eu, tia Sam? — O pequeno Adrian olhou para mim com aqueles olhinhos brilhantes.
— Por quê não vai brincar com o Almôndegas? Nós vamos nos ocupar agora, vá lá brincar, Addy. — Sorri para o pestinha com cara de anjo.
O garotinho assentiu e saiu correndo gritando alegre.
— Você foi buscar as nossas sobremesas? — Olhei para a morena que tirava as compras das sacolas.
— Fui sim. — Respondeu.
— Estou louca para provar o meu pudim de chocolate. Os pudins da SH são únicos! — Falei com água na boca e ela fez careta.
[...]
Às 12h:41min...
P.O.V Da Jade
— Estamos com fome. — Beck reclamou pela quinta vez.
— Preparem alguns sanduíches e caiam fora daqui, estamos ocupadas e temos bastante coisa para fazer! — Sam avisou.
— O Adrian já almoçou e está tirando a soneca dele, e estamos aqui morrendo de fome e até o Almôndegas já almoçou! — Foi a vez do Benson resmungar.
— Ele é criança e precisa se alimentar bem, e na hora certa. E o Almôndegas é um cachorro, e vocês são dois cavalões preguiçosos! — Falei o óbvio.
Sam começou a rir.
— Cavalões preguiçosos. — Disse e eu não me segurei.
— É, mas você adora 'montar' no cavalão aqui, né, amor? — Freddie sorriu debochado.
— Você quer apanhar com essa espátula? — Ela apontou o utensílio para ele.
— Não, meu anjo. Só quero algo para comer mesmo. — Sorriu amarelo.
Olhei para o Oliver que mexia nas panelas. Estavam mesmo desesperados por comida.
— Vou preparar suco e uns sanduíches de salame com tomate para vocês. — Me prontifiquei.
— Que milagre é esse? — Meu moreno se admirou.
— Milagre de Natal. — Sorri para ele.
[...]
— CUIDADO! PARE DE CORRER, VOCÊ VAI CAIR! — Avisei em vão para o pequeno arteiro que perseguia o pobre cachorro da minha amiga com uma pistolinha d'água.
Adrian escorregou no piso molhado que ele mesmo molhou, e caiu de barriga, o Almôndegas passou feito foguete pela loira quase a derrubando, e disparou para fora da cozinha.
O choro sentido e infantil preencheu a cozinha.
Larguei o que estava fazendo e fui socorrê-lo.
— Shh, já passou, já passou... — O peguei no colo após verificar se não tinha se machucado.
— Ele está bem? — Sam se aproximou com um pano de prato.
— Acho que sim, foi mais um susto. — Afaguei as costas de Addy que soluçava, agarrado à mim.
— Deixa a tia Sam secar você, quer um Cookie com gotas de chocolate? Hum? Vem cá, vamos sentar ali. — O tirou dos meus braços e o levou para uma cadeira, o sentou lá e o secou com o pano.
Voltei à minha tarefa após lavar as mãos.
— Vou fazer bastante arroz de forno gratinado com queijo, agora que a Trina está comendo por dois, é melhor estamos com uma mesa bem farta esse ano. — Ela disse e eu ri.
— O que será que a Cat vai fazer esse ano, hein? — Indaguei, a ruiva sempre nos surpreendia com algum prato ou sobremesa.
— Não faço ideia. — Deu de ombros.
[...]
Às 14h:02min...
P.O.V Do Beck
Freddie e eu estávamos na sala olhando para a enorme árvore toda enfeitada, Sam havia caprichado na decoração. A campainha tocou, ele foi atender e eu ouvi o grito do Gibby e as risadinhas da namorada dele, Carly.
— Primo! Senti tanta saudade! — O grandão agarrou meu amigo num abraço de urso e bagunçou o topete dele.
Fui ajudar o casal com as malas e as sacolas de presentes. Entraram alegres, Sam e Jade surgiram na sala, a loira deu um grito e correu para abraçar a amiga de longa data, minha morena ficou emburrada e cruzou os braços, ela era o tipo de amiga ciumenta.
Minha linda noiva os cumprimentou sem muita animação. Freddie e Gibby subiram com as coisas, fiquei ali na sala vendo Carly conversar com a Sam enquanto Jade revirava os olhos, não gostando de dividir a loira com a Shay.
Logo Carly se prontificou em ajudar na cozinha, seguiu a Sam tagarelando e a minha morena ficou ao meu lado, ainda emburrada.
— Para de ser boba, Jay, até quando vai ficar de implicância com a Carly? — Perguntei.
— Não estou implicando com ninguém. — Fez careta. — Apenas não vou com a cara dela. Vamos para casa? — Me chamou.
— Não vai terminar de ajudar a Sam? — Indaguei.
— Ah, ela já têm a Shay para dar uma mãozinha. — Tentou soar indiferente e me puxou até a porta.
— Se você diz. — Murmurei.
[...]
Às 17h:17min...
— Esquecemos o Addy! — Jay me lembrou.
— Ah, é mesmo... Talvez ele ainda esteja tirando a sonequinha. Vamos aproveitar para...
— Oliver, deixa de ser safado, o seu filho ficou lá na casa...
— Ele está bem, está com nossos amigos, minha linda. Vem aqui, vem! — A puxei para mim.
— Uma rapidinha? — Passou os braços ao redor do meu pescoço.
— Temos tempo para 2 rapidinhas, se quiser... — Sorri e apertei sua cintura.
— Hum... Sendo assim, acho que devemos aproveitar. — Se afastou sorrindo maliciosa e começou a desabotoar minha bermuda.
— Claro que devemos aproveitar. — Apalpei seu seio direito por cima do vestido.
Segurei seu rosto e a beijei, me deleitando com seus lábios carnudos, seus beijos tinham gosto de café com balas de canela.
Jade tirou meu membro para fora após descer minha bermuda junto com a boxer. E começou a me masturbar, gemi contra seus lábios e acariciei sua cintura. Nos afastamos quando o ar ficou escasso, ela sorriu travessa e se ajoelhou, estávamos na cozinha, me encarou sensualmente e colocou a língua para fora.
Me encostei na bancada, me deliciando com ela ali ajoelhada e preparada para me dar prazer daquele jeito que só ela me dava... A ponta da língua tocou minha glande e eu estremeci de tesão, ela lambeu minha extensão, da pontinha até a base e me envolveu com os lábios molhados e carnudos.
Sua boca me abocanhou e foi me engulindo lentamente, a língua macia passando por meu membro. Relaxei na bancada, apreciando cada sucção e lambida que me levavam à loucura. Jade relaxou a garganta e me enguliu até onde podia, me deixando ainda mais doido e excitado, eu amava quando ela fazia aquilo...
[...]
P.O.V Da Jade
Passei a língua nos cantos da boca e levantei sorrindo. Beck me agarrou pela cintura e nos virou, me prensando na bancada. Me beijou de maneira voraz, sem se importar de sentir o próprio gosto na minha boca. Agarrei seu membro durante o beijo e comecei a alisá-lo, o tocando e o excitando novamente.
Meu moreno ficou ereto em minhas mãos, pronto para mim. A boca quente escorregou para o meu pescoço, deixando rastros quentes, beijos molhados e chupões. Ele tirou a camiseta e a largou no chão.
Desceu as alças do meu vestido, e abaixou a parte que cobria meu busto, o vestido tinha bojo e eu não usava sutiã, sua boca cobriu meu mamilo direito, sugando aquele ponto sensível. Agarrei seus cabelos macios, puxando os fios.
Sua boca ficou no meu seio, lambendo, mordiscando e sugando, me causando prazer com suas mordiscadas que me causavam pontinhas de dor...
A mão livre foi para dentro da minha calcinha, por baixo do vestido. Os dedos longos e agéis deslizaram pelo meu clitóris, desceram para minha entrada e se afundaram em mim.
— Ohh, Oliver... Não me torture. — Gemi.
— Você já está pronta para mim, adoro te sentir assim... — Largou meu seio que formigava, retirou os dedos e agarrou as laterais da minha calcinha com ambas as mãos, e arrebentou.
Gemi sentindo o elástico beliscar minha pele, com certeza me deixaria marcas... Não me importei. Eu gostava quando ele me deixava marcadinha.
Suas mãos acariciaram minhas nádegas, me apertaram e desceram para minhas coxas. Nos encaramos, entendi e dei um impulso quando ele me ergueu e se enfiou entre minhas pernas.
Enlacei seu quadril estreito, meu moreno me fez abrir as coxas e foi guiando o membro ereto para dentro de mim. Gememos e me agarrei nele, apertando seus ombros.
Tomava anticoncepcional direitinho e nenhum de nós nos preocupava com a possibilidade de uma gravidez nos surpreender.
Suas investidas se tornaram mais fortes, frenéticas. Eu rebolava nele. Arranhava seus ombros e costas. Sua boca se alternava entre meu pescoço e busto.
Nos entregamos completamente e nos perdemos um no outro, aproveitando que estávamos sozinhos em casa.
[...]
Às 20h:46min...
P.O.V Da Sam
Terminei de pôr os brincos e me olhei no espelho. O dia tinha sido longo e cansativo, só relaxei durante o banho. Sorri satisfeita. Meus cachos estavam definidos caindo por meus ombros, meus olhos estava realçados com bastante rímel e lápis, e meus lábios pelo batom vermelho-cereja. O vestido vermelho-bordô tinha o comprimento um pouco acima dos joelhos, realçava minhas curvas, e as alças tinham alguns detalhes em dourado combinando com as minhas sandálias de salto douradas, amarradas nos tornozelos.
Carly ainda estava se maquiando, ela estava linda com o cabelo mais curto e repicado. Usava um vestido rosa-escuro com um laço preto na cintura, Scarpins pretos e quando terminou de se maquiar descemos juntas.
Freddie e Gibby abriram as bocas quando nos viram, ambos abobalhados. Já estavam todos na sala. E Jade estava linda com o tomara que caia cor de vinho, sapatos vermelhos e com os cabelos longos e ondulados, a maquiagem realçando os olhos, e o batom cor de vinho destacando os lábios carnudos.
Tori e André, a camisa dele combinava com o vestido violeta dela. Cat e Robbie, a ruivinha estava com um vestido rosa-pink e saltos enormes. E por último, Sinjin e Trina, a lesada estava com um barrigão e calçava sapatilhas vermelhas combinando com o vestido dourado de gestante.
Minha sala estava linda e impecável. Vários pacotes coloridos, sacolinhas e caixas de presentes estavam debaixo da árvore. Meu moreno me elogiou e me deu um selinho.
Almôndegas estava deitado na caminha dele e usava a coleira nova decorada com um sininho.
E o pequeno Adrian parecia um rapazinho todo arrumado, um conjunto social azul, sapatinhos pretos e o cabelo arrumado para trás... Fui cumprimentar nossos vizinhos/amigos.
— Fiz a torta de amoras silvestres, receita da Nona. — Cat disse sorridente.
— Parece deliciosa. — Peguei a travessa de vidro com a torta que estava com 'cara' de ser muito boa. — Podem ficar à vontade. — Falei.
Freddie pegou as garrafas de Vinho que Tori e André trouxeram. Sinjin e Trina trouxeram um leitão assado com molho de maçã e Gibby pegou a grande travessa de alumínio, e nós levamos para a cozinha.
Addy foi brincar com o Almôndegas. Fiz um prato com bolinhos de bacalhau e uns quitutes para a Trina, por ela estar grávida e com uma fome voraz, precisava beliscar alguma coisa antes da ceia.
Carly e Cat começaram a cantar músicas natalinas.
Gibby e André bebiam Vinho e engataram num conversa sobre banalidades.
Beck e Jade estavam sentados um ao lado do outro trocando sorrisos e carinhos...
— E agora? Satisfeita? Eu disse que ia dar tudo certo e que você devia relaxar. — Meu moreno me abraçou por trás e beijou minha nuca ao afastar meus cachos para o lado.
— Eu sei, eu sei, agora me solta. Vou lá na cozinha tirar os bicoitos de gengibre do forno! — Me desvencilhei de seus braços e o ouvi suspirar.
[...]
P.O.V Do Freddie
Meia-noite... Ouvimos os sinos tocarem e os fogos de artifícios explodindo no céu. Nos abraçamos, todos nós desejamos coisas boas uns aos outros. Risadas, mais abraços e beijos. Fizemos primeiro a ceia, e como sempre, as comidas estavam deliciosas, as sobremesas divinas, exceto o pudim que Sam encomendou, estava queimado e parecia um bolo mal feito, minha loira jogou fora pois não dava para aproveitar nenhum pedaço... E depois fizemos a troca de presentes, o pequeno Addy ganhou bastante brinquedos, e até o Almôndegas foi presenteado, era um cachorro bastante amado e mimado por todos.
Era mais um Natal entre amigos e uma ótima celebração.
Nos despedimos de nossos vizinhos. Beck e Jade moravam logo ao lado, meu amigo carregou o filho adormecido enquanto a morena carregava os saltos, um tanto alegrinha pelas taças de Vinho.
Carly levou o Gibby que acabou ficando bêbado e emotivo demais, para o quarto de hóspedes onde eles iriam ficar...
Subi para o quarto após apagar as luzes do andar inferior, e desligar os pisca-piscas. Sam não estava no quarto, só poderia estar no banheiro.
Tirei os sapatos e comecei a desabotoar a camisa.
A porta do banheiro foi aberta e a minha loira saiu de lá vestida de Mamãe Noel sexy. Com gorro e acessórios... Abri a boca surpreso, ela sorriu sapeca segurando uma caixinha vermelha com laço prateado.
— Surpresa, amor! — Caminhou até à mim toda sensual.
Olhei para as suas belas pernas e subi o olhar para o vestidinho vermelho curto bem acinturado.
— Uau! Que bela surpresa! — Sorri ficando feliz.
— Pensou que eu fosse esquecer de você? Feliz Natal, bebê. — Me entregou a caixinha.
— Obrigado, amor. Feliz Natal pra você também, anjo. Já posso abrir? — Me alegrei ainda mais.
— Ainda não. Só depois. Agora senta, a Mamãe Noel aqui vai fazer uma apresentação particular e exclusiva para você. — Me fez sentar na cama.
Foi rebolando até o aparelho de som e o ligou. Uma música sensual preencheu o quarto e minha linda namorada começou a dançar para mim.
Aplaudi quando ela terminou. Levantei e fui até ela, agarrando-a pela cintura. Tirei seu vestido e arranquei sua calcinha vermelha rendada, ela estava sem sutiã. Mantive as meias finas brancas e os sapatos pretos. Me despi e pulamos as preliminares... Fiz amor com a mulher que eu amo. E nos amamos de novo até ficarmos satisfeitos.
— Já pode abrir o seu presente. — Sam ficava linda descabelada e com o rosto corado, os lábios inchados.
Estava totalmente nua e deitada ao meu lado.
Estiquei o braço pegando a caixinha sobre a cômoda. Sentei para tirar o laço e abri...
Me deparei com um par de meias brancas feitas de crochê.
Eram tão pequenas e delicadas... Jamais caberiam em mim.
— Oh, meu Deus... — Meus olhos encheram de lágrimas.
— Parabéns, papai. — Sorriu, seus olhos já estavam marejados e ela me abraçou.
— Por isso você não bebeu... E você quase me deixou louco hoje, surtando e descontando em mim. — Ri segurando sua cintura.
— Me desculpa, são os hormônios. Já estou com 1 mês. Estou tão feliz. — Me apertou.
— Eu também estou feliz, amor. Esse é o Natal mais especial de todos, sério. Te amo, minha Bravinha! — Falei e ela me soltou e eu sorri antes de sentir seus lábios nos meus.
— Também te amo, meu Nerd favorito! — Seus olhos claros brilhavam. Segurei seu rosto e a beijei, e fizemos amor de novo, encerrando aquela noite tão linda e especial.
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