Notas iniciais
Ei, galerinha!!! E mais uma Fic chegou ao fim. Eu me diverti muito escrevendo-a. Foi muito legal. Amei cada comentário!!! Quero agradecer à todos pelo carinho, comentários, favoritos e recomendações! Vocês são incriveis, valeu mesmo!!! Dedico esse capítulo à todos!!! Tenham uma boa leitura!!!

Semanas depois...

P.O.V Do Freddie

As últimas semanas foram bem divertidas, saimos bastante para passear em grupo e passamos o último final de semana do mês na praia. Também fomos ao boliche e em vários lugares bacanas em L.A. Jade e Beck fizeram as pazes assim que chegamos em casa, ele pediu desculpas para ela e com muito custo a morena aceitou.

Mulheres são mais cabeça-dura que os homens.

E Sam matou as saudades do nosso filhode quatro patas. Foi um reencontro e tanto. Eu quase me emocionei, mentira... Eu me emocionei para valer quando o filhotinho correu abanando o rabo até ela, e minha loira se agachou no chão chorando de felicidade e o pegou no colo.

André e Tori estão namorando pra valer. Ela é muito grudenta, mas o Harris está apaixonado e sabe lidar com ela. Eles formam um casal bacana, sempre senti um certo clima entre eles e acho que vai dar certo, apenas torço para que eles sejam felizes.

Robbie e Cat começaram a sair, segundo eles, estão se conhecendo melhor. Até que eles combinam, os dois são vegetarianos e esquisitos... Acho que em breve vai dar namoro.

Sinjin pediu para ficar com a Trina, mas ela acabou vomitando nele, nem me perguntem o porquê... Fiquei com pena do coitado, a Vega mais velha é insuportável e muito chatinha. Mas como diz o velho ditado, quem desdenha quer comprar... Uma semana depois a Trina foi atrás do Van Cleef e eles estão tendo um lance... Segundo a Sam, é bizarro.

As coisas estão indo bem, ainda rola brigas e implicâncias, coisas de vizinhos, sabe? Beck e eu ainda damos churrasco todo final de semana e nos reunimos como bons vizinhos e amigos... Parece loucura, mas até que eu me acostumei com eles e com o resto da vizinhança.

Ainda bem que Sam e eu nunca mais fomos perseguidos e sequestrados por crianças enlouquecidas... Depois daquilo fiquei até com trauma, nem sei se quero ter filhos... Crianças são assustadoras.

Minha loira e eu somos felizes em nosso relacionamento. Eu não poderia ter escolhido uma namorada melhor, apesar dela ser teimosa, mandona, encrequeira e que tem belas mãos pesadas, eu já senti na pele... Eu posso afirmar que a amo, apesar de nossas brigas, sei que ela também me ama e ela é a pessoa certa para mim.

[...]

P.O.V Do Beck

Mulheres são difíceis. A minha namorada então, é um osso duro de roer. Já tive outras namoradas, mas nem uma delas poderiam se comparar à minha morena geniosa. Que garota complicada, mas ainda bem que fizemos as pazes. Sei que errei por não ter falado que já era pai, eu devia ter dito antes, e ela teve motivos para ficar com raiva, porém, eu pedi desculpas e estamos de boas até agora.

Vamos completar mais um mês de namoro. Nosso relacionamento não é um mar de rosas, todo casal discute. Jade é extremamente possessiva e ciumenta, ainda estou aprendendo a lidar com isso. Odeio quando ela briga comigo por besteiras, mas fazer o quê? Ela é assim, ainda pode mudar com o tempo, não posso negar, estou apaixonado por essa garota e sei que ela sente o mesmo por mim.

Somos felizes, Jade me faz bem. A gente se diverte juntos, saimos com nossos amigos. Sempre que estamos juntos é uma loucura, entre diversões e confusões, a nossa amizade com a galera vai longe.

Nossos vizinhos são malucos, acho que ninguém é normal nesse bairro. Casais se formaram no nosso grupo. André e Tori. Cat e Robbie. Sinjin e Trina. Legal, não? Estamos em 5 casais, ainda bem que quando todos nós saimos juntos ninguém fica segurando vela.

O casal mais brigão é Sam e Freddie, todo dia rola DR entre eles, ainda bem que fazem logo as pazes, seria tenso se eles brigassem e ficassem de mal um com outro por dias, isso não seria nada bom...

Estou pensando em dar algo para a minha morena, pensando bem, vou encomendar anéis de compromisso. Acho que ela vai gostar, vai ser algo especial e simbólico.

Sei que a Jade é a mulher da minha vida. Eu sinto isso.

[...]

P.O.V Da Jade

Era mais um final de semana, nos reunimos na casa do meu namorado e do Benson. Freddie estava preparando o churrasco, e Sam estava na cozinha terminando de preparar o restante das comidas junto com Tori. Trina ficou com a tarefa de limpar e encher a piscina, Robbie e Sinjin foram no mercado comprar o que faltava para o nosso almoço de domingo, e o Harris foi comprar os refrigerantes e as cervejas.

— Segura ele para mim. — Beck pediu vindo com o pequeno Adrian em minha direção.

Fiz careta olhando para o bebê. Era o filho dele. Cassie tinha feito questão de deixar o pequeno projeto de gente em L.A para passar uma semana com o pai.

Não fui muito com a cara dela, eu não deixaria meu bebê na casa do pai para ir farrear com outros homens ou até mesmo com as amigas.

Isso é coisa de uma mãe desnaturada. Uma semana eram sete dias e não dois, e ainda por cima o bebê mamava e chorava muito durante à noite.

Peguei o pequeno de olhos cor de mel. Ele era da cor do Oliver e tinha cabelo ondulado, castanho-escuro. Estava de camisetinha e fralda, tinha completado 1 ano e 8 meses.

O dia estava ensolarado, notei que a pele fina e delicada estava coberta de protetor solar. Até que o Beck era um pai cuidadoso, sinal de que seria um bom pai para os...

"Espera! O que estou pensando? Ainda é muito cedo para isso..."

— Não demora, ok? — Avisei para o meu moreno que assentiu e foi pegar alguma coisa lá dentro.

Eu estava sentada numa espreguiçadeira.

Andrian olhou para mim e sorriu, ele tinha alguns dentes em cima e outros nascendo em baixo. Agitou os bracinhos e acabou babando enquanto ria olhando para a minha cara.

— O que foi, bebê bobão? Eu tenho cara de palhaça? — Perguntei o sacudindo de leve e ele pulou no meu colo batendo palminhas.

Revirei os olhos e acabei rindo.

— Ele está rindo porque está planejando aprontar com a madrasta má quando for grandinho. — Sam passou por mim me zoando.

— Eu não sou uma madrasta má! — Resmunguei alto.

O Almôndegas foi correndo atrás dela balançando o rabinho.

— Mas tem cara de bruxa má! — Cat surgiu carregando uma cadeira rosa de plástico.

— Bruxa má é a sua avó! — Retruquei.

— Ei, não fala assim da Nona! — Disse fazendo cara de ofendida.

Dei um sorriso maldoso e ela me mostrou língua.

— Sorte sua que não tenho nenhuma tesoura por perto. — Murmurei.

Ela arregalou os olhos e tocou na língua após deixar a cadeira no chão.

O bebê agarrou uma mecha do meu cabelo e puxou.

— Ai, Addy, doeu! — Reclamei com ele.

Adrian riu e balbuciou algo na linguagem dos bebês.

— Bem feito! — A ruivinha sorriu e saiu correndo.

— Voltei. — Meu moreno retornou e sentou ao meu lado. Estava segurando dois picolés caseiros. — Toma. — Me entregou o picolé de abacaxi e ficou com o sabor de chocolate.

— Valeu. — Deu uma lambida no meu picolé.

Seu filho ficou agitado no meu colo, estendeu as mãozinhas tentando pegar, mas eu afastei dele e e coloquei na boca.

— Dá, dá, dá! — Pediu empolgado.

— Você é má, amor. — Oliver riu e pegou o pequeno. — Vem aqui com o papai, toma filhão! — Colocou o picolé na boca do danadinho que se lambuzou todo enquanto ele segurava o palito para o Adrian não derrubar.

Se inclinou e me deu um selinho carinhoso. E voltou a dar picolé para o filho.

Sorri com a cena, ele é mesmo um bom pai e será ótimo para os nossos filhos... Estou falando de futuramente, não agora, ainda queremos aproveitar bastante antes de pularmos para o próximo passo.

Uma coisa de cada vez. Não precisamos ter pressa.

[...]

P.O.V Da Sam

Mais um domingo maravilhoso, amigos/vizinhos reunidos para mais um churrasco delicioso. Terminei de preparar algumas coisas para o almoço e fui para a área da piscina com o Almôndegas me seguindo. Ele estava crescendo com rapidez, se tornando um cãozinho peralta e brincalhão.

Passei pela Jade zoando com ela, minha amiga estava com o filhote do namorado. O mini-Oliver no colo, ela não era muito fã de crianças, mas até que gostava do pequeno Adrian.

Fui até o meu Nerd, ele estava sem camisa, usando um calção azul de banho. O agarrei por trás, beijando suas costas másculas, Freddie estava de olho nas costelas e nos pedaços de frango assando na grande grelha.

— Que delícia! — Rocei a boca em sua pele macia.

— Não me provoque, loira. — Gemeu.

Almôndegas rodeou minhas pernas, agitado, dando lambidas em mim. Ri sentindo sua língua áspera nos pés. Ele não parava quieto.

— Quer um pedaço de carne? — Perguntou.

— Ainda pergunta? A mamãe aqui sempre está querendo comer! — Afirmei.

— Minha comilona. — Se virou para me dar um selinho.

Ele tirou um pedaço da costela assada e colocou num prato, o espetou com o garfo e me olhou sorrindo.

— Abre a boquinha! — Pediu.

Abri já sentindo água na boca. O cheiro do churrasco estava divino. Mastiguei com gosto assim que ele colocou aquele saboroso e suculento pedaço de carne em minha boca.

— Tá gostoso? — Perguntou.

Assenti e fiz o sinal de joinha. Gemi me deliciando com aquilo.

— Muito bom. Você é um churrasqueiro nota 10. Já dá para abrir o próprio negócio. Chef, Benson! — Brinquei.

— Só se você for a sócia. — Piscou para mim me fazendo sorrir.

— Até que não seria uma má ideia. — Cogitei.

— Aham. Poderia ser muito lucrativo. — Sorriu.

Ouvimos gritos. Quando me virei, vi a Tori na piscina gritando com a Jade por tê-la jogado, a West jogou a Trina também que gritou e esperneou quase se ofogando.

Robbie empurrou a Cat. Sinjin pulou na piscina também, seguido do André que foi nadando em direção à Tori. Beck estava sentado na espreguiçadeira com o filho no colo, o bebê de quase dois anos ria e batia palmas.

Freddie me olhou dando um sorriso maldoso. Largou o pegador de comida e eu entendi o que ele queria fazer, gritei e saí correndo em disparada, me joguei na piscina antes que ele me jogasse. Fui mais esperta.

— YUUHUULLL! VOCÊ NÃO CONSEGUIU ME PEGAR, PATETA! — Gritei o provocando.

— Pode apostar que eu te pegarei mais tarde, diabinha. — Sorriu malicioso e eu retribuí dando uma mordidinha no lábio inferior.

Ele se abaixou ficando na beira para me beijar. Pensei em puxá-lo, mas não o fiz, ele estava de corpo quente de tanto de ficar à beira do fogo e aquilo fazia mal.

A gente começou a jogar bola. Um jogo que inventamos, quem errasse as rebatidas pagaria algum mico.

Estávamos brincando e se divertindo à beça. Estávamos entre amigos. Entre vizinhos. E eu acho que não poderia ter vizinhos melhores.

Notas finais
E aí??? O que acharam??? Curtiram??? Beck é um pai fofo, né??? Amei escrever esse epílogo. Deixem suas últimas palavrinhas. É muito importante para mim!!! Bjs
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!