Vizinho Irresistível

14 Capítulo XIII


Notas iniciais
Olá, amores! Espero que gostem desse capítulo! Beijos!

Sinto algo bater em mim, eu logo tomo um susto de imediato. Olho para os lados e vejo Caroline sorridente dando um leve aceno durante a aula. Olho para o chão e vejo um papel amassado, o pego e leio o que está escrito.

“Meio distraída?”

Ri da sua pergunta. Aceno para Carol de forma brincalhona e volto aos meus pensamentos. A cinco minutos atrás haviam enviado uma mensagem para Matt avisando que sairia com ele. Até agora não sei o motivo de ter o feito. Alias, sabia sim, mas negava a acreditar que Damon não saía da minha cabeça um segundo. Era como se ele fosse um alarme sem botão de cancelamento. Um alarme perigoso.

No final da aula eu me sentia exausta, havia feito uma prova e acredito que não fui muito bem. Suspiro alto. O que estou fazendo com a minha vida?

— Ei, safadinha. — Olho assustada para Carol que logo se posiciona na minha carteira.

— Carol! — A repreendo. — Que chamamento é esse? — Ela ri da minha reação.

— Não teve um minuto que olhei para você e você não estava no mundo da lua, o que está acontecendo?

— Muita coisa. — Suspiro. Carol me olha estranho.

— Como assim? Aconteceu coisas após eu ir embora ontem? — Ela se aproxima curiosa. Assinto devagar organizando minhas coisas. — O que? — Praticamente grita.

— Sabe aquele vestido que recebi ontem? — Ela assente. — Adivinha quem me deu? — Pergunto sem humor.

— Não acredito! — Tampa sua boca. — Damon?

— Sim, o próprio. — Suspiro. — Eu não sei o que fazer, Carol, esse homem está me rodeando, hoje de manhã me pressionou sobre uma mensagem que o mandei, eu realmente queria me afastar dele, mas é praticamente impossível!

— Uau! — Carol diz animada. — Aposto que ele não engoliu essa de você querer afastar dele.

— Claro que não. — Sou irônica. — Ele propôs irmos devagar, e me chamou para jantar hoje com o vestido que ele me deu.

— E você vai? — Ela pergunta. Estava com essa mesma pergunta na minha cabeça a aula inteira.

— Não, eu vou sair com o Matt. — Decido.

— Como é que é? — Carol salta da cadeira. — Elena!

— O quê? — Pergunto desentendida.

— Esse homem está fazendo de tudo para você ficar perto dele.

— Eu sei! — Afirmo. Levanto-me com minha bolsa nos ombros. Caroline me segue. — Eu não posso me envolver com ele, Caroline, eu não posso!

— Elena, pense bem, esse homem é tudo de bom! — Diz estérica. Bufo.

— Caroline, por favor, Damon é bem mais que um homem atraente, eu já te disse os meus motivos.

— Sério que vai continuar com isso? — Carol me vira para ela. — Sabe o que eu acho?

— O quê? — Pergunto entediada.

— Acho que está com medo. — Sinto seu dedo perto da minha face.- Medo de se entregar, porque no fundo sabe que não resiste a ele.

— Que absurdo! — Ignoro sua fala voltando o meu caminho.

— Elena, admita que quer ele! — Caroline me segue novamente. — Está usando pretexto que ele é melhor amigo do seu pai, eu sei que você não liga, apenas faça o que queira e pare de ter medo!

— Caroline! — Grito a calando. — Eu não estou com medo!

— Está sim, você nunca se envolveu com um homem mais velho que você e está com medo que ele te use, isso é normal, apenas seja sincera!

— Isso não faz o maior sentido. — Murmuro e sigo o meu caminho para fora da escola deixando Caroline para trás.



Quase pronto. Eu finalmente consegui focar nos meus estudos a tarde e por um momento sentia que tudo estava voltando ao normal. Teria que trabalhar em focar minha atenção no que valia a pena, e no momento, devia focar em terminar meu ensino médio. Pelo menos era o que planejava.

Matt havia me mandando uma mensagem logo após o almoço informando o horário que passaria aqui para irmos até a sua casa. Ele queria me fazer uma surpresa. Imagino que não seja algo romântico, alias, espero.

Solto minha caneta e guardo meu material de estudo, eu estava cansada demais para focar naquilo. Deito em minha cama e sinto o sono vir.

Um barulho estridente soa nos meus ouvidos, eu acordo em um susto e olho desorientada para todos os cantos. A campainha. Mamãe não estava em casa? Ah, ela tinha salão. Levanto-me com dificuldade e coloco meu robe por cima da minha roupa que aparentava curta demais. Sigo para a sala e paro em frente da porta. Ouço alguns barulhos atrás da mesma e pelo olho mágico tenho a visão de Damon. Meu coração se acelera, o que ele fazia aqui? Viro-me contra a porta e respiro fundo, olho-me no espelho perto de mim e ajeito meu cabelo rapidamente. Olho Damon novamente e ele mexia em seu celular distraidamente.

Abro a porta devagar e a deixo meio aberta, Damon retira sua atenção do aparelho.

— Damon. — Murmuro seu nome em meia surpresa.

— Ei, Elena. — Ele sorri, devolvo um sorriso nervoso. — Seus pai estão aí? — Engulo duro e nego. — E seu irmão? — Nego novamente. — Posso entrar? — Respiro com dificuldade. Oh, Deus.

— P-pode! — Libero o espaço para ele passar.

Puta merda! O que ele queria em minha casa? Tranco a porta e me recomponho antes de virar-me para ele.

O observo atentamente. Seu corpo estava impecável dentro de um terno. Ele deixa sua maleta em cima da mesa e vem em minha direção.

— Está tudo bem com você? — Pergunta acariciando meus cabelos. Seu toque era bom. Assinto com dificuldade e logo me distancio dele.

— O que está fazendo aqui? — Tento não ser grosseira. Ele sorri.

— Queria falar com você. — Diz.

— Não podia mandar uma mensagem? — Sugiro. Ele nega ainda com um sorriso nos malditos lábios.

— Não, ultimamante alguém está muito maldosa via mensagem. — Damon se aproxima novamente. — Me afastando...

Dou passos para trás.

— Talvez eu tenha meus motivos. — Digo com dificuldade. — Sugiro que respeite.

— Jamais te desrespeitaria. — Murmura sedutor.

— Ótimo. — Sinto seus olhos me analisarem. Fixo o olhar no piso logo abaixo de mim.

— Você vai jantar comigo hoje, certo? — Damon pergunta apoiado na cadeira próxima a ele. Eu nego.

— Tenho compromissos.

— Elena, pare de fugir… — Diz com desaprovação.

— Não estou. — Afirmo olhando em seus olhos.

— Não? — Sua postura muda. — Então por que não irá sair comigo hoje?

— Porque… — Penso na minha resposta e decido ser sincera. — Porque tenho que sair com um amigo.

— Que amigo? — Pergunta rapidamente, assusto-me com sua rapidez.

— Um amigo da escola. — Dou de ombros. — Matt. — Digo o seu nome sem pensar.

— Matt? — Repete. — Aquele menino que nos encontrou aquele dia que saímos?

Oh, merda.

— Ah… — Penso no que dizer.

— Seu ex-namorado? — Me pressiona.

— Sim.

Damon me fita com um olhar raivoso. Eu não deveria ter digo o nome de Matt. Droga. Suspiro afastando meu erro.

— Disse que queria as coisas devagar. — Damon sussurra perto de mim.

— Eu mudei de opinião, acho que deveríamos continuar a apoiar a ideia de nos afastarmos. — Ele nega silenciosamente.

— Eu não consigo parar de pensar em você. — Suas mãos me aprisionam na parede atrás de mim.

— Eu sei. — Respiro fundo.

— Então por que faz isso comigo? — Pergunta aflito. Penso em minha resposta.

— Não queria que fosse assim, devia não ter permitido nosso primeiro contato.

— Não diga isso. — Diz nervoso.

— É a verdade, eu nem sei porque permiti isso.

— Porque me deseja assim como te desejo. — Sua mão direita acaricia meu rosto. — Eu sei que me quer, Elena, olhe para você, está totalmente entregue para mim, sua respiração denuncia isso.

Oh. Meus olhos fitam os dele.

— O que quer que eu faça? — Pergunto em um sussurro.

— Saia comigo, me dê uma chance.

— Damon… — Reluto.

— Elena. — Murmura. Suas pupilas estavam dilatadas e alarmadas. Lembro-me do que Caroline havia dito mais cedo, seria verdade tudo o que me disse? Tinha seus olhos presos aos meus, e naquele momento eu me sentia totalmente entregue. Pense, Elena. Ah, quem eu queria enganar?

— Tudo bem, te vejo mais tarde. — Digo exausta. Seus lábios contornam um sorriso.

— Começamos tudo novamente, o que acha? — Suspiro fundo e concordo.

— Tudo bem. — Sorrio de leve.

— Prometo que não te tocarei a não ser que peça. — Surpreendo-me com sua fala. Ele estava realmente levando isso a sério. — Às oito nos encontramos na garagem. — Assinto.

— Fechado.

Lá estou eu novamente caindo em seus encantos.

Sem delongas abri a porta para Damon e ele me deu um sorriso antes de sair, acredito que não soube muito bem retribuí-lo, internamente eu estava completamente nervosa pela a minha decisão. Eu não deveria estar saindo com ele novamente, mas ele simplesmente me seduz e logo estou a sua mercê novamente. Eu odiava isso. Queria ter forças para simplesmente o mandar sair da minha casa e não me procurar mais, só que no fundo, tenho que admitir, eu implorava pela a sua presença.

— Elena. — Ouço a voz de Jeremy. Meu coração acelera. Ele estava aqui durante todo esse tempo?

Viro-me apressada e dou de cara com Jeremy sonolento.

— O quê? — Pergunto.

— Tinha alguém aqui? Ouvi vozes. — Ele diz esfregando os olhos, segue em direção a cozinha e eu permaneço imóvel.

— Tinha… — Penso em minha resposta. — O síndico. — Respiro. — Ele veio avisar sobre uma reunião que iria acontecer essa semana. — Minto. Ele parece dar de ombros e logo me analisa.

— Explica o robe. — Jeremy solta uma risada. — Você não usa isso a não ser que esteja desprevenida.

— Hm. — Resolvo não dar muito papo, estava extremamente nervosa com ele.

— Elena. — Me chama assim que inicio os meus passos para o meu quarto.

— Sim?

— Eu queria conversar sobre ontem. — Diz calmo. Desconfio do seu tom.

— O quê quer dizer sobre ontem?

— Eu queria pedir desculpa, aquilo que aconteceu não era para acontecer. — Assinto desinteressada.

— Que seja, Jeremy, estou cansada das suas idiotices.

— Eu não fiz aquilo de propósito, a Vicky veio até aqui para conversarmos, ela acabou me atacando e fomos para o seu quarto, mas não por opção minha, ela que me empurrou para lá.

— Esse é o seu problema, Jeremy, sempre com pessoas sem controle. — Suspiro. — Seja o que for que tenha acontecido no meu quarto não irá acontecer novamente, está me ouvindo? — Ele assente. — E eu não quero saber dessa menina aqui, senão conto para o papai sobre o ocorrido.

— Você tinha que me ameaçar. — Jeremy aumenta o tom. Assinto.

— Tinha mesmo, você só funciona assim, não sabe se comportar como uma pessoa normal!

— Eu estou tentando! — Ele grita.

— Estou vendo, Jeremy, estou vendo! — Grito no mesmo tom.

Sigo para o meu quarto nervosa. Jeremy me tirava do sério. Assim que chego deparo-me com a caixa do vestido em cima da minha cama. Decido abri-la novamente.

O vestido era realmente divino e agora tinha um certo significado. Ontem quando o vi pela primeira vez com Caroline não tinha a mesma percepção que agora. Damon havia me dado. Levo-me a cena de Damon em uma loja cara comprando essa peça. Ele tinha um bom gosto.

Levanto-me e fico na frente do espelho com o vestido estendido nas minhas mãos, o coloco sobre o meu corpo. Eu nunca vesti algo parecido e confesso que estou curiosa em ver o resultado.

Ouço meu celular tocar. Largo o vestido sobre a cama e alcanço o aparelho.

— Alô. — Atendo. Logo percebo que ao menos olhei quem me ligava.

Elena!— Era a voz de Carol.

— Ei! — Digo animada.

Preparada para seu encontro com Matt?— Pergunta.

— Não é um encontro, Caroline, e eu não vou sair mais com ele. — Respondo um pouco decepcionada comigo mesma.

Como assim?— Grita do seu modo de ser.

— Não irei sair com Matt. — Repito.

Por quê?— Pergunta curiosa. Eu hesito em responder.

— P-porque eu… — Tomo coragem em ouvir o que sairia da minha boca. — Eu vou sair com Damon.

O quê? — Ela grita e logo em seguida solta um riso abafado. — Eu sabia que você não iria resistir.

— Caroline, eu não tenho tempo para conversar agora, depois de ligo.

Calma, Elena, me explica isso!— Insiste.

— Preciso ir me arrumar, juro que te ligo depois e explico tudo.

Tudo bem.— Carol desiste. — Me liga!— Aumenta o tom e logo desliga na minha cara. Louca.

Tudo bem. Eu estava nervosa. Extremamente, alias. Olho as horas no aparelho em minha mão. Eram seis e meia, ainda, mas algo me dizia que eu deveria me arrumar logo.

Após um longo banho, mando uma mensagem para Matt avisando-o que estava doente e não poderia sair com ele hoje. Isso foi terrível para mim já que eu odeio mentiras. Mas eu não tinha outra opção. Ou tinha…

Coloquei a minha roupa e me olhei no espelho. Talvez um pouco curto demais. Analiso-me com desaprovação. O que Damon pretendia com esse vestido? Suspiro nervosamente puxando a barra da peça até os meus joelhos, o que foi totalmente desnecessário já que assim que eu dava três passos o vestido voltava ao comprimento vulgar.

Resolvo não me irritar com o vestido e decido me entreter com a maquiagem. Optei por um tom escuro nos meus lábios e olhos marcados por delineador. No instante que termino de passar o batom ouço uma batida na minha porta.

— Elena, querida. — Ouço a voz de mamãe. Assusto-me guardando minha maquiagem rapidamente. Seus passos são próximos e logo ela está ao meu lado. — Uau. — Ela sorrri.

Fico sem fala assim que ela me analisa. — Que vestido é esse?

— Ah… — Gaguejo. — Eu… comprei ele.

— Comprou? — Ela desconfia. Meu coração batia rapidamente. — Ah, na verdade o Matt me deu para sairmos hoje. — Repasso mil vezes o que eu havia acabado de falar. Como assim?

— Matt? Vocês irão sair agora? Que maravilha! — Mamãe festeja. Oh, não.

— S-sim, daqui a pouco. — Resolvo encarar o piso do banheiro para controlar as besteiras que saiam da minha boca.

— Onde vão?

— Jantar. — Respondo simplesmente.

— Onde? — Começo a me irritar com suas perguntas.

— Não sei ainda, mamãe, posso terminar de me arrumar, por favor? — Peço e ela logo assente com um sorriso largo no rosto. Viro-me para o espelho e Mamãe sai do meu quarto.

De longe posso ouvi-la.

— Grayson, querido, Elena irá sair com Matt novamente! — Ela grita. Rolo os olhos. Eu não deveria ter dito isso.

Eram oito horas e eu já estava pronta há quinze minutos e nestes mesmos minutos resisti e desisti de ir ao jantar umas mil vezes. Não, eu não estava nem um pouco confortável e e ainda buscava respostas para a minha ida a esse encontro. Por mais que eu sentisse atração por Damon, eu não deveria ter aceitado. Ah, droga.

Meu celular toca. Mensagem de Damon.

Estou na garagem te esperando.

Impressão minha ou isso soou um pouco autoritário? Pego a minha bolsa e passo pela a sala rapidamente, rezando para não encontrar com meus pais. O único que estava lá era Jeremy com um sorriso sacana de lado. O que foi isso?

— Vai sair, Eleninha? — Ele pergunta com tom de deboche.

— Não te interessa. — Respondo rapidamente atravessando a sala.

— Que grossa. — Ele grita. Resolvo não perder o meu tempo.

Já na garagem eu via o carro de Damon ligado, sigo timidamente até ele passando por trás do mesmo. Quando abro a porta, Damon parecia entretido em seu celular. O carro tinha cheiro de colônia masculina, muito boa por sinal.

— Ei. — Murmuro assim que sento. Percebo que ele tira atenção do celular e logo me olha de cima a baixo rapidamente. Eu coro com o seu olhar.

— Ei. — Ele diz com um sorriso de lado se aproximando, eu estranho sua ação. Mas logo sinto um beijo em minha bochecha. Fico em meu lugar. — Você cheira muito bem. — Me elogia, coro novamente. Ele poderia parar de fazer eu me sentir assim.

— Obrigada. — Respondo ao seu elogio.

Damon dá a partida no carro e eu observo a sua maestria com o volante. Pulsos tão determinados. Logo, observo sua roupa. Ele vestia uma blusa social negra. Ah... desse ângulo seus olhos pareciam cada vez mais claros. Ele me olha assim que percebe que o encaro e logo desvio o olhar.

— Esse vestido ficou muito bonito em você. — Ele diz com a atenção no trânsito.

— Ah, obrigada. — Respondo tímida. Não fazia ideia do que dizer.

Durante o percurso, Damon olhava para as minhas pernas diversas vezes, isso começou a me incomodar, principalmente pelo modo como me observava.

O restaurante era fino, e sendo sincera eu nunca havia ido a um lugar assim. Assim que saio do carro ajeito o meu vestido que insistia a subir a cada segundo e puxo o meu cabelo para trás analisando-me rapidamente no vidro da janela do carro.

Corei intensamente ao perceber que Damon havia observado todo o meu show na frente da janela. Tudo que fiz foi soltar um sorriso totalmente envergonhada.

— Vem. — Ele me ofereceu a sua mão, a agarro segundos depois tentando me equilibrar nos meus saltos.

O restaurante era bastante sofisticado. Eu me sentia levemente desconfortável naquele lugar, como se eu não pertencesse ao local.

— Damon Salvatore. — Damon informa o seu nome a uma moça que logo nos guia até nossa mesa. Ela indica nossos assentos e logo desaparece no meio do longo corredor de mesas.

— Gostou do local? — Damon pergunta. Eu assinto em educação. Aquele lugar era muito sofisticado para mim. — Vou beber algo alcoólico, me acompanha?

— Prefiro algo mais fraco. — Murmuro.

— Hmm… — Ele solta um longo gemido enquanto observa o cardápio. Eu não queria chegar perto daquele folheto, as coisas aqui com certeza eram caríssimas. — Que tal um coquetel?

— Pode ser… — Respondo.

— Damon? — Ouço uma voz masculina em nossa frente.

Notas finais
Hmmm... quem será? Próximo capítulo em breve! Beijos!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.