Vivendo ao perigo

8 Um caminho diferente


Notas iniciais
O que eu mais quero agora é vingança

ANTES.

Era mais um dia comum de colégio, eu estava cansado e exausto porque não tinha dormido nada um dia antes, e aula da professora Vera de Matemática, a mais chatas de todas. Na minha classe eu conheci a Maary, e viramos muitos amigos, ela conhecia o Jojo e o Castellano que logo conheceria no intervalo.

– Então você é o Ro ? – Castellano me comprimento sorrindo.

– Sim, e você é o Castellano certo? — Perguntei.

– Exatamente. – Ele olhou para Maary. – Será que devo leva-los?

– Pra onde? – Jojo assustado perguntou.

– Para os eventos do Ibirapuera. – Castellano nos abraçou e deu as boas vindas.

AGORA.

– Maary, estou com medo. – Diz Jojo tremendo e todo machucado.

– Vamos sair daqui Jojo, te prometo. – Escorria uma lágrima nela.

– Mas eles já mataram tantos amigos nosso, onde será que estamos agora?

– Parece um tipo de fazenda... – Maary observava o local. – E parece que estamos numa '' Senzala ''do tipo cativeiro.

– Meu Deus, vamos morrer Maary, eu estou com medo de como vão me matar. Tem horas que penso em simplesmente desistir e pedir pra morrer, estou com sede,fome,dor. – Jojo Chorava e abaixou a cabeça.

– Jojo, eu prometo que você vai sair vivo daqui e vai contar essa terrível tragédia de um grupo de amigos, você será um dos sobreviventes – Maary o encarava. – Eu prometo.

DEZEMBRO DE 2013

– Tenho tanta vontade de experimentar sangue humano que não seja meu, pois já conheço o gosto do meu sangue. – Castellano comentava com Maary, Jojo, Fe e eu.

– Nossa Cass, como assim? – Maary ria meio assustada.

– Não sei. Eu quero ter essa sensação... Ter o gosto de mat...

– Ter o gosto de? – Maary ficou séria.

– Nada não, vou dar uma volta não me sigam. – Castellano saiu andando falando sozinho.

– Que estranho... – Jojo Disse.

– Ele é estranho. – Fui sincero.

– Calma gente, ele só deve estar meio nervoso com alguma coisa.

– Maary sempre deixando a gente mais calmo.

Continuamos o evento numa boa, uma tarde linda e maravilhosa, pessoas brincando com suas espadas, outras simplesmente se pegando ( Normal ), observava tudo bebendo alguns goles do meu vinho, resolvi me distrair e fiquei com umas cinco seis meninas nesse dia, e sempre que eu acabava de beijar uma observava o Castellano me olhando com uma cara de raiva.

Por volta do fim do evento já notava que estava meio bêbado, e a galera como sempre decidiu ir para o BK, uma forma gostosa de terminar um evento gostoso.

– Oi gente – Anna chegava com seu jeito, toda animada. – Essa é a Mapa, a nossa nova ‘’ ameguenha’’

– Oi mapa – Todos falavam, e abraçaram ela. Alias um ou outro já queria partir pro play.

– Namora gata? – Yokota já chegava como asiático quando faz pastel com frango e catupiry.

– Não... Mas to de boa. – Mapa cortou o barato do flango.

– Fora que você namora Yokota. — Apenas disse a verdade.

– Namora mesmo. – Sofia aparecia com uma cara que ia torturar e fazer frango com pedaços de sushi na janta.

– Claro que eu namoro – Kokota chegava abraçando Merino. – Era só uma forma de dar as boas vindas. – Ele ria sem graça e dava beijinhos em Sofia, depois a abraçou e me olhou com cara daqueles caras de filme coreano que usam espadas e querem te matar. Apenas sorri e sai.

– Espera! – Mapa me chamava.

– Oi? – Olhei assustado.

– Seu nome é Rodrigo né?

– Sim, mas pode me chamar de Ro. O seu é?

– Mariana, mas todos me chamam de Mapa. – Ela me deu a mão e me comprimento, fiz o mesmo, assim mesmo preferindo dar um beijo no rosto dela, já estava meio bêbado mas ainda estava consciente dos meus atos.

– E que estou meio perdida aqui, a galera vai pra onde agora? Ela meio tímida perguntou.

– Vamos para o BK agora, comer um pouco e finalizar o evento com a galera. Venha com a gente. – Puxei ela.

Fomos conversando até lá, a Mapa é uma menina linda que logo de cara já encantava a galera, confesso que achei ela perfeita e mais um pouco ia pedir pra ficar com ela, mas era o primeiro dia dela, não queria assusta-la, fora que conversamos tanto que notei que eu não era o tipo dela, então fiquei na minha.

Chegamos no BK, e ela sentou numa mesa, apresentei pra uma galera e fui comprar algo, quando voltei percebi que já tinha o Dudu em cima dela, e notei que ia ficar de vela, sentei com o Jojo o Fe e Maary, eles conversavam sério com Castell.

– Não pode pensar assim meu. — Maary irritadíssima.

– Eu quero. Fora que conheci uma pessoa que me entende. – Castellano meio que tremia.

– Ta tudo bem? Perguntei.

– Estou Otimo Ro. Otimo. – Ele me olhava com a mesma cara que vi quando eu ficava com uma menina.

– Posso me sentar aqui? – Uma voz surgiu na conversa.

– Claro que pode. – Castellano já se alegrou e abraçou o homem. – Sente- se aqui.

– Bonita essa menina em. – O homem passava a mão na Maary.

– Sou lésbica. – Maary tirou a mão.

– HAHA, relaxa Maary ele está apenas brincando. Diga seu nome a eles amigo.

– Brincadeiras? Adoro. Estou construindo inclusive um jogo, que já já vocês vão conhecer. Alias prazer, meu nome é John.

AGORA.

Castellano entrou na pequena sala onde ficavam Maary e Jojo apenas.

– Por que só nós dois aqui? Maary perguntava com uma voz fraca.

– Porque tive o privilegio de poder matar vocês, ‘’ QUARTETO’’ – Castell andava pela sala com uma faca.

– Você não faz mais parte, pelo simples motivo de ser um idiota maníaco e doente. – Maary gritava. — Além do mais cadê o Fe e o Ro?

– A van que está o Ro ainda não chegou... O Fe... – Ele ria.

– Mano, cadê o Fe? – Jojo começou a chorar.

– Relaxa, ele ainda não morreu. Está só apanhando um pouco do John porque ele foi um menino teimoso e tentou escapar, daqui uns dez minutos ele aparece aqui. – Castellano ria, e caminhava até Maary. – Você me deixou Mariana, eu te amava.

– Sempre te falei que não te curtia, nunca fiquei contigo. Eu tenho apenas nojo de você. – Maary levou um tapa na cara.

– Quer ser menino então sua vadia? Ta na hora de aprender uma lição então. – Ele pegou um pedaço de madeira e soltou a Maary. — Levanta.

– O que você vai fazer meu? – Jojo desesperado dizia.

– Faça o que quiser, você continuará sendo um lixo e escroto. – Maary levantava.

– Hum. – Castellano começou a bater na Maary até ela desmaiar.

– Quer apanhar também japa? – Jojo apenas fez um gesto com a cabeça negativamente.

– Se eu quiser eu te bato, mas quero que você veja sua amiga toda machucada, e já já o seu outro amigo. Estamos esperando a van chegar, alias está demorando muito pro meu gosto. – Castellano saiu da sala deixando Jojo e Maary sozinhos.

Enquanto isso sem eu saber o que estava acontecendo procurava a Mapa, estava num matagal e o sol ardia de tão quente que estava, era a primeira vez que matava uma pessoa, e não me arrependia disso, pelo a contrario estava procurando o outro para matar também, e esse outro se chama Dimmy.

– Mapa! – Gritava, mas nada .

Andei por lá e já estava meio que perdido, quando encontro um colar com um M, era o colar dela. Segurei forte e continuei andando, minha arma era uma tesoura, estava numa tremenda desvantagem, quando ouvi uma voz.

– Você será uma ótima refeição, mas antes quero te beijar muito gata. – Era a voz de Dimmy, pude ouvir o choro de Mapa.

Fui bem de vagar e me escondi atrás de uma arvore, só a Mapa me viu e fiz um gesto pra ela ficar quieta, porém ela não ficou.

– Ro, socorro! Me ajuda! – Dimmy olhou pra trás e já pegou o facão. Mapa estava amarrada sem chances de sair correndo.

– Quer dizer que o Josinaldo não te matou? Fraco mesmo. – Dimmy vinha em minha direção.

– Matei ele como vou matar você, seu rato de laboratório. – Fui pra cima dele.

– Não se aproxime mais, ou mato sua namoradinha. – Dimmy correu pra Mapa de novo. – Larga essa tesoura e ajoelhe. ( Sem malicias)

– Solta ela. – Joguei a tesoura até ele e me ajoelhei.

– Bom garoto, o chefe mandou eu não te matar mas não tenho alternativa. – Dimmy pegou a tesoura guardou em seu bolso e tirou uma pistola do outro. – Batemos o carro, vocês escaparam mas morreram com a explosão, não dando pra levar o corpo ate eles, Josinaldo tentou escapar mas seu amigo o matou e saiu correndo, olha que interessante vou poder comer até ele, vou chegar na fazenda feliz e não vou pedir mais corpos por três dias. Olha que interessante, não morrerá pessoas por causa de mim alguns dias graças a vocês. – Nisso eu peguei uma pedra meio grande e escondi com os braços para trás ( De fato ia morrer, o cara estava com três armas e eu com uma pedra). Fiz um gesto pra mapa tipo pra chamar a atenção, dessa vez ela entendeu.

– Dimmy! – mapa gritou. – Eu te amo.

– Oi? – Dimmy parou de falar e entrou em estado de choque, pelo jeito nunca alguém falou isso a ele um dia, e se distraiu – Ele olhou pra ela, nisso cheguei e dei uma pedrada na cara dele. Ele caiu meio tonto. – Não! Por favor, eu deixo vocês saírem daqui vivos, se você me matar eles vão te perseguir até o final.

– Eu poderia até fazer isso – Peguei a arma que estava no chão e apontei pra ele. – Mas vocês vão continuar matando meus amigos, continuar matando as pessoas que amo. Alias já fiz uma promessa, eu não vou fugir. Vou matar cada um de vocês psicopatas que fizeram isso com a gente. Agora é pessoal. – Atirei na cabeça de Dimmy.

Notas finais
Minha vida mudou tanto, que eu não sei mais de nada. Aguardem grandes emoções.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.