Vivendo Uma Vida sem Fronteiras
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Espero que gostem v
Depois de ter vividas inúmeras decepções amorosas, um dia acordei e disse para mim mesma que devia curtir todas as experiências boas que a vida ainda podia me oferecer, e não havia dia melhor do que uma sexta-feira.
Meu primeiro passo seria ser elegante e descolada como minha irmã mais velha. Só não sabia como poderia começar a mudar meu visual. Então me lembrei que minha irmã havia me apresentado seu cabeleleiro há alguns meses atrás no casamento da nossa irmã mais nova Katharinne.
- Olá Christian, sou a irmã da sthephanne, você se lembra de mim?
-Sim, jamais esqueço de qualquer cliente minha, especialmente quando elas são especiais como você e ainda mais se tiverem cabelos ruivos como o seu.
Costumo dizer que todo cabeleleiro gosta de puxar o saco de suas clientes para que elas sempre voltem e seja fiel o seu salão. Christian era um desses, queria agradar a todas suas clientes. Mas o que as fazia retornar o seu salão não era seu puxa-saquismo e sim seu profissionalismo, trabalhava muito bem como cabeleleiro. Afinal devemos ao menos ser bom no que sabemos fazer, já que não podemos fazer tudo que gostamos.
-E então o que te manda aqui?
-Quero dar uma mudada no visual.
-Algum gatinho a vista.
-Ainda não; mas quero mudar um pouco, quem sabe não encontroa alguém de interessante esta noite.
-Tem que aproveitar que é sexta-feira e se mandar para a balada, o lugar onde encontramos os melhores partidos.
Algo que pude observar com o passar do tempo é que em um salão encontramos a solução para todos os problemas. Assim como eu havia de ter encontrado a solução para o meu problema. Não tinha idéia alguma sobre onde ir, agora já sabia em que tipo de lugar se deve ir em uma sexta-feira a noite só não sabia em qual iria, mas esse problema eu tinha a tarde toda para resolver o importante agora era o visual.
-Não seria nada mal se eu me divertisse um pouquinho, preciso mesmo me destrair, ando trabalhando muito nesses últimos anos que não tenho tido tempo para pensar em mim.-a só para vocês saberem trabalho dês dos 17 anos de idade.
-Você é uma moça muito bonita tenho certeza que encontrará alguém a sua altura.
-a sim, quem sabe.
-O que vai ser um corte, uma tintura, ou o que?
-Deixo a seu critério, confio em você e sei que fará o melhor por mim.
-Pode deixar você vai arrasar esta noite.
Eu sabia que ele não iria querer perder uma cliente fluente como eu, ele sabia que eu poderia colocar seu salão em um patamar bem elevado, no entanto, se ele errasse em qualquer coisa eu poderia destroçá-lo em um piscar de olhos.
Demorou aproximadamente uma hora e meia para que me transformasse em outra pessoa, meus cabelos estavam estonteantemente maravilhosos, em um comprimento não muito curto e em tons mais claros com as mechas loiras que ele havia feito, e tinha uma leveza sobrenatural e estavam mais lisos do que de costume não tinha palavras para expressar tamanha satisfação por quem ele tinha me transformado em uma nova mulher.
-Não sei como agradecer quanto ficou tudo?
-Não tenho um preço a cobrar, sei que pode fazer por mim muito mais do que fiz por você. Afinal a produtora de eventos aqui é você.
-Tudo bem você será recompensado pele obra de arte que você fez, e muito bem recompensado.
-Confio em você.
Ao sair do salão e fui à direção à butique que ficava em frente. Sthephane era minha irmã. Ela era proprietária da Sthephani Fashion. Sua butique era recordista de vendas, e a mais conhecida da cidade de Nova York.
-Estava mesmo te procurando.
-Seja lá o que for não pode ser mais importante do que eu tenho para te dizer?
-Então fale e depois eu te conto o que tenho para falar.
-Vim até aqui para te pedir ajuda na compra de uma roupa nova.
-Há é isso tinha de tão importante para me dizer?
-Calma você não me deixa terminar.
-Então continue.
-E vim também para te convidar para irmos a uma balada hoje.
-Nossa você realmente conseguiu me assustar.
-Por quê?
-Vindo de você realmente é surpreendente, pena que não vou poder te acompanhar nessa aventura.
-Por que não?
-Simplesmente porque estou indo para Honkong amanhã pela manhã.
-E você ira me abandonar aqui em Nova York sozinha?
-Você já é bem grandinha não acha. E volto daqui um mês, sei que você saberá se cuidar sem mim neste tempo.
-E o que você ira fazer em Honkong em pleno mês de natal?
-Arrumei um namorado pela internet e vou conhecê-lo.
-Você vai viver uma aventura perigosa em plena Honkong onde você não conhece ninguém.
-Não se preocupe comigo, apenas tenta viver sua vida que já esta bem complicadinha para alguém se vinte anos, quem sabe assim você não encontra alguém e se muda do meu apartamento. Não se esqueça que você já não é mais adolescente. Prometi que iria cuidar de você até você aprender a se cuidar sozinha e acho que já chegou a hora.
-Se era isso que queria me dizer não precisava me pedir com grosseria, se me pedisse com educação já teria saído a muito tempo, será melhor, assim não precisarei te ver cada semana com um cara novo, que te usa e te joga fora.
-Você baixe o tom de voz quando falar comigo, não se esqueça que esta em meu estabelecimento e te coloco para fora na hora em que eu quiser.
-Alem de me colocar para fora de seu apartamento, vai querer me colocar para fora da loja que eu te ajudei a colocar de pé.
-Tudo o que há dentro deste estabelecimento, eu consegui com o meu suor.
-Tudo o que esta aqui sim, mas o seu nome só é comentado la fora por causa de mim. Se não fosse eu ter te colocado na mídia sua lojinha jamais seria conhecida.
-Você não fez mais do que sua obrigação, morava na minha casa de favor e comia nas minhas custas.
- Muito obrigada por ter me deixado morar no seu apartamento, diferente de você eu sei reconhecer o que as pessoas fazem por mim. Há e só para você saber, todo aquele dinheiro que caia na sua conta todo mês era eu quem depositava porque nossos pais já deixaram de nos dar dinheiro a muito tempo eles perceberam que nós crescemos como você diz. E como você na aceitava que eu te desse dinheiro resolvi depositar a mesma contia que nossos pais depositavam para que você não ficasse apertada no final do mês.
Sai rapidamente de sua loja e adentrei em meu carro para chorar onde ninguém pudesse ver. O vidro do meu carro era fume e quem pasasse por ali não iria poder me enxergar chorando. Senti der fundo em meu coração cada palavra proferida pela boca de minha irmã, mas senti doer mais ainda quando tive que dizer tudo aquilo á ela.
Minha irmã sentiu que havia me magoado e eu sabia que á tinha magoado também. Ela bateu na janela do motorista onde eu estava sentada, mas sem responder acelerei meu carro e fui à direção a casa de Meirihellen para poder me acalmar, mas ao estacionar meu carro em frente ao edifício que ela morava não tive coragem de me descer do carro então continuei dirigindo e parei em frente de uma loja que estava escrito bem grande “Aqui você cura todas suas dores”.Parecia ser tudo o que precisava, enxuguei as lagrimas que corriam por minha face e desci de meu carro e entrei na loja.
-Em que posso te ajudar senhora?
-Só estou dando uma olhada.
-Fique a vontade.
-Obrigada.
Andei um pouco dentro da loja e percebi que o que estava acontecendo ali era uma grande liquidação. Geralmente as mulheres curam suas magoas em panelas de brigadeiro ou em um pote de sorvete, mas o que aprendi com minha mãe que a melhor maneira de se curar uma ferida era fazendo compras.
E realmente ela tinha razão.
Depois de comprar algumas roupas fui direto para o shopping para comprar sapatos.
Comprei varias pesas de roupas e vários calçados, passei de uma loja para outra e em cada loja que entrava comprava uma peça diferente quando passei pela ultima loja percebi que as horas já havia se avançado.
Sai dali totalmente satisfeita, e já estava pronta para encarar uma noitada que me faria esquecer todos meus problemas que havia passado em cada minuto da minha vida antes deste.
A cair da noite já estava próximo comecei a me arrumar. Pretendia sair antes que minha irmã pudesse chegar, não queria ter que descutir com ela novamente ou ter uma sessão nostalgia. Essas coisas já havia acontecido antes, não no mesmo grau de hoje mas sei que ela vai querer pedir desculpas e dizer que estava nervosa.
Sabia que não iria me sentir confortável de estar pela primeira vez em uma boate sozinha.
Avistei meu celular em cima da cama, dedilhei a agenda, percebendo que todos meus amigos eram muito sérios para encarar uma boate. Provavelmente estarão muito ocupados fazendo cálculos e somas entre todas essas outras coisas que gente responsável faz, inclusive era para eu estar fazendo o mesmo.
Notei que havia um número em que eu jamais tinha discado mas que seria valido em um momento de desespero como aquele.
Escutei chamar três vezes ate atender.
-Alô.
-Oi Nathalie.
-Quem fala?
-Sou eu Agatha Lavinia do New York Times.
_A Agatha da parte de eventos populares?
-Isso sou eu mesma.
-Há...é um prazer receber uma ligação sua.E aí o que, que manda?
-Estou te ligando para te fazer um convite.
-Diga.
-Você quer ir a uma boate hoje a noite.
-Claro que topo, mas qual?
-Não sei, você tem alguma em mente?
-Conheço uma na Wall Street muito boa.
-Pode ser, te pego daqui a meia hora.
-Estarei pronta.
-Ta.
Terminei de me arrumar em menos de meia hora, coloquei uma mini saia jeans, com uma meia calça arrastão, um escapan de cetim rosa e uma baby look frente única também rosa com detalhes pretos. Liguei para o porteiro e pedi para que tirassem meu caro da garagem.
Sai do apartamento e apertei o botão do elevador. Ao abrir das portas do elevador, notei que minha irmã saia dele.
-Mas que roupa é essa que você está usando – me perguntou com um olhar sorumbático.
-Eu nem estou aqui.
Pude perceber seu olhar de espanto enquanto as portas do elevador se fechavam interrompendo nossos olhares.
Meu carro já estava estacionado em frente ao edifício à minha espera.
As ruas da cidade estavam movimentadas e havia uma concentração de pessoas pelas calçadas com bebidas e cigarros, pessoas que pareciam ter a mesma idade que eu e alguns pareciam ter ainda menos que a minha idade.
A casa de Nathalie não ficava tão distante do edifício de onde eu morava, cheguei a sua porta trinta minutos em ponto.
-Já estou indo – a ouvi gritar do ouro lado da porta.
Ela estava muito mais arrumada do que eu. Mas isso já não importava, ela tinha o jeito todo de patricinha. Meu intuito não era deixar de ser uma alienada para ser patricinha, queria extravasar tudo o que havia reprimido durante anos e a única maneira de fazer isso era quebrando todas as regras ser realmente uma rebelde. Afinal ter tanta responsabilidade aos vinte anos de idade nos faz parecer chata e não queria que as pessoas gostassem de mim por eu ser a promotora de eventos do New York Times e sim por eu ser Agatha Lavinia, uma pessoa comum que vive em um mundo comum e que é igual á todos apesar de suas diferenças. Por isso decidi ser assim, como seria se não fosse produtora renomada, eu seria eu, somente eu e tudo começaria a partir de hoje.
O lugar onde Nathalie decidiu me levar parecia ser distante de tudo, até minha gasolina estava acabando. Tivemos que fazer um pit stop no posto de gasolina que havia na beira da estrada.
-Olá gostosa. -Quem estava á falar era um rapaz que mais parecia um cal boy perdido na cidade.
Eu e Nath não respondemos a cantada barata do sujeito, enchemos o tanque e nos mandamos para a estrada novamente.
-Você esta a fim de se esconder de quem?
-Porque esta ma perguntando isso?
-Poxa onde fica este lugar que você esta me levando?
-Se acalme, já estamos próximas, fica logo após o Texas Night.
-A sim.
Antes de chegarmos ao local pude perceber que havia uma grande concentração de pessoas aglomerados em uma distancia significável do local. Tudo indica que o ambiente devia estar lotado.
-Você tem certeza que conseguiremos entrar.
-Claro. Primeiro que sou amiga do dono e segundo que logo te reconheceriam, você acha que te deixariam do lado de fora?
-Tenho certeza que não.
Não precisamos enfrentar a fila, logo que os seguranças nos avistaram nos colocou para dentro da boate.
O ambiente era agradável o som estava tão alto que a voz de Nathalie se tornou inaudível. Se alguém ali esta procurando diversão estavam no lugar certo, estava a maior agitação e o pessoal que freqüentava ali era de boa aparência.
No primeiro ambiente, tocava uma musica eletrônica, havia mesas com cadeira almofadadas nos cantos da parede.
No segundo ambiente tocava algo que parecia ser forró universitário, e o ambiente era igualmente ao primeiro, mesa com cadeiras. A única diferença era que a parede do primeiro ambiente era laranja e do segundo ambiente era verde musgo. Já o terceiro ambiente era bem distante de todos os outros e de longe dava para se ouvir o ritmo que lá tocava, era um rev metal da pesada, as paredes daquele ambiente era todo preto e havia pessoas de todo tipo dos mais normais aos mais esquisitos.
-Você vai querer ficar aqui?- estava mesmo precisando ficar sozinha e pelo tom de voz que ela usou com certeza não curtia rock e muito menos tinha a intensão de ficar ali.
-Vou sim adoro essa musica que esta tocando.
Estava tocando uma musica do Nirvana que eu nem sabia o nome e só sabia que era eles que cantava porque minha irmã mais nova era roqueira e a ouvia o tempo todo. Mas Nathalie não precisava saber disso, eu só queria me divertir.
Pedi uma bebida para o garçom que estava passando por ali. Estava de boca ceca, precisava de algo para descer na garganta, algo que aquecesse minhas cordas vocais.
O garçom me trouxe uma bebida em uma taça chiquericima, de cor verde com uma fatia de limão pendurado na borda.
-Como se chama essa bebida?
-Caipkmenta senhora.
Virei à bebida em um gole só, e pedi para que ele me repitisse a dose novamente.
Por consecutivas veses repeti a mesma bebida, até que me senti tonta.
Os vocalistas da banda que tocavam me chamaram para subir no palco. Não precisava ser gênio para saber de onde eles me conheciam.
-Pessoal, agora vamos dar uma palsa para apresentarmos a vocês a garota que impulsionou nossa careira para a fama. Diga um oi para nossos fãns Lavinia.
-Olá pessoal.
-Nós te chamamos aqui para convida — lá para cantar conosco.
-A não, muito obrigado.
-A sim, nós jamais teremos uma oportunidade como essa. Você pode escolher o que quer cantar, mesmo que não seja algo do nosso estilo, hoje a noite é sua.
Eu sabia muito bem que se não cantasse algum tipo de rock eu iria acabar com a careira deles. Talvez eu não devesse me importar e cantar algo como Even Angel Fall de Jéssica Riddle, afinal quem te da a gloria pode te tirar também, mas sei que não pegaria bem, mesmo gostando das musicas dela, aquele momento não era oportuno para expor meus gostos e sim para ajudar pessoas que eram gratos a mim.
Optei por cantar Innocence da minha cantora favorita Avril Lavingne. Eu podia ser uma escrava do trabalho, mas sabia muito bem escolher uma boa musica.
Estava morrendo de vergonha, mas se esse era o meu destino caberia a mim aceita – lo.
Por ser branca, tinha certeza de que estava corada.
Assim que terminei de cantar, desci do palco e fui à direção ao primeiro ambiente de encontro a Nathalie, mas percebi que em meu encontro vinha um garçom desengonçado tropeçou em uma latinha de cerveja que estava em meio ao caminho.
Como eu disse ele era desajeitado, não sei se por querer ou sem querer virou uma bandeja recheada de vinho em cima de mim.
Fiquei pelo menos uns cinco minutos esperando que a ficha caísse, e o tal garçom ficou esses cinco minutos tentando se desculpar pelo feito. Atordoada gritei:
-Pare de falar na minha cabeça, simplesmente você terá que me pagar o prejuízo e não me pergunte onde ira me encontrar que eu tenho certeza de que você vai me encontrar e também tenho certeza de que você não vai demorar.
-Tudo bem senhora, não se irite, seu prejuízo será ressarcido.
Entre o espelho de uma garota que se arrumava em minha frente pude ver que alguém atrás de mim sorria e era alguém que naquele momento não queria ver.
-Ola Agatha Lavinia.
-Ola Keith, o que faz aqui.
-O mesmo que você. Me divertindo.
-Espero que esteja se divertindo.
-Claro que estou me divertindo, já não posso dizer o mesmo de você.
-A sim, claro que me diverti, mas toda diversão tem um fim, e já deu minha hora amanhã tenho que ir para a academia não quero ficar com pneu como você.
Virei – me de costas e procurei Nathalie, não demorou muito para acha – lá aos amaços com um rapaz na parede. Chamei um outro garçom e pedi para que ele avisasse a ela que estava me retirando. Mesmo que nada tivesse acontecido não conseguiria me manter no mesmo ambiente em que habitava a produtorazinha de eventos da Composier Recordes o segundo jornal mais lido na história de Nova York. Você deve estar imaginando qual seria o primeiro, nada mais nada menos do que o jornal que eu trabalhava o nosso jornal não era o mais conhecido de Nova York e sim o livro mais conhecido do mundo e aquela manequim de brechó estava achando que iria se aparecer as minhas custas estava muito enganada.
Vi um garoto passando mal do lado de fora da boate e paguei vinte dólares para que ele vomitasse em cima dela, mas acho que ela percebeu e se desviou dele, virando para o outro lado onde uma garota loira de seus dezoito anos virou-se para cima dela lhe dando um banho de vomito.
Tudo aquilo era nojento, mas ao mesmo tempo prazeroso de ver, claro que perderia a chance de colocar na primeira pagina do jornal.
Estava muito frio, corri para dentro do meu carro e virei a chave. Segui pela Scripnore Avenue, era o caminho mais próximo da Wall Street e me levaria mais rápido para casa.
O caminho era deserto e estava com pressa de chegar em casa, então acelerei o carro que começou a andar a 100kh. Segui todo o caminho na mesma velocidade, sem perceber o risco que estava correndo percebi que meus olhos estavam se fechando automaticamente quando avistei um clarão vindo em minha direção e a única coisa que pude sentir era meu carro se chocar contra algo não identificado, perdi os sentidos e logo depois do clarão de luz, era submersa escuridão.
Continua...
Notas finais
Posso continuar ou devo desistir?
Desculpe se tiver algum erro <
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Beijão a todos.
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