Notas iniciais
Oi pessoas, aqui é a clarinha, espero que gostem, tá ruim pq estou com preguiça, tchau.

Pov. Manu

Adentro o castelo, sem ser percebida, oque eu acho o cúmulo, mais deixaremos para lá, entro no quarto, apenas para arrumar o meu cabelo, que estava solto e sem a coroa, logo desço as grandes escadas do castelo e vou rumo a sala de jantar, onde se encontravam apenas meu pai e minha mãe, como sempre.

Manu: Olá. – Disse me sentando.

Rebecca: Oi meu amor.

Otavio: Está bem?

Manu: Sim, porque não estaria? – Disse confusa. Do que eles estavam falando?

Otavio: Sua mãe me contou que você estava estranha.

Manu: Estranha? Por favor papai, a mamãe viaja, eu estou normal e tranquila.

Otavio: Que bom, porque vai precisar disso pro discurso de amanhã. – Acabo me engasgando com a comida.

Manu: Que? Discurso?

Rebecca: Sim, meu amor, amanhã é a cerimonia da realeza, você, como uma princesa, deve fazer um discurso para celebrar.

Manu: Ninguém me avisou desse discurso, isso é um absurdo, é impossível fazer um discurso em um dia. – Disse indignada.

Otavio: Terá que tentar, eu lhe disse isso semana passada, não escutou porque estava a estar distraída em seu mundo, já está na hora de assumir as suas responsabilidades, não estaremos aqui para sempre, não importa se é impossível, vai fazer o discurso hoje. – Disse bravo. Eu nunca o vi assim, é estranho.

Manu: Mais.. – Ele me interrompe.

Otavio: Sem mais Manuela, agora, coma, vai precisar de energia. – Eu me calo. Como? Como eu vou fazer um discurso em menos de vinte e quatro horas?

~1 hora depois~

Eu já estava no meu quarto de novo, tentando pôr algo em um lindo pergaminho vazio, não, eu não posso passar essa vergonha, não, eu sou uma princesa requisitada pelo país, não posso passar esse tipo de vergonha....Ei, espera, espera, há....Eu tenho uma “gêmea”, se for pra passar vergonha, que seja ela e não eu, é isso, me desculpe Isa, você vai ter que improvisar nesse discurso.

Manu: POMBO. – Disse chamando meu pombo correio (como naquele tempo não tinha telefone), escrevi um mini bilhete e enrolei na perna dele. – Envia para a Isabela. – Disse o soltando e vendo ele se afastar, indo rumo a aldeia. – Espero que ela aceite.

~Na aldeia~

Isabela estava a lavar roupas no rio, enquanto cantava a musica “ela quer ser alguém”, uma de suas musicas preferidas, até que é atingida na cabeça por um pombo...um pombo?

Isa: Ai, quem é você amiguinho? – Disse vendo o pombo em sua frente, e logo vê que ele tinha algo na pata. – Oque é isso? – Ela pega a carta e logo começa a ler. – Isabela, precisamos trocar de lugar amanhã, é urgente, você precisa me ajudar, me encontre amanhã antes do meio dia em baixo da minha sacada, onde nos conhecemos, não se esqueça que você prometeu me ajudar. – Ela termina de ler e logo deixa a carta de lado. – Oque será que ela quer?

~No outro dia~

Manu: Ai, onde está aquela garota? – Disse impaciente. – Ai, e se ela não vier?

XXX: Manu?

Manu: Ai, que susto Isabela.

Isa: Desculpa a demora, a Regina me segurou na aldeia.

Manu: Não quero saber, precisamos trocar.

Isa: Você ainda não me disse porque agente precisava trocar com tanta urgência.

Manu: Você já vai saber, escuta, só sobe pela sacada e põe o vestido branco que está em cima da minha cama, e pede pra empregada arrumar o seu cabelo e depois, desce, entendeu?

Isa: Sim, mais.. – Ela a interrompe.

Manu: Ótimo, nos vemos mais tarde, boa sorte, você vai precisar. – Disse saindo, deixando uma Isabela confusa para trás, mais logo ela se recompõe e sobe a sacada, fazendo tudo que Manuela mandou, vestiu o vestido branco, arrumou o cabelo e logo desceu, dando de cara com umas mil pessoas na sala. “Ai, Manuela, oque você fez?”. Isabela pensa.

Rebecca: FILHA. – Ela gritou, assim, a atenção se voltou para mim. – Ainda bem, já está na hora do discurso, vem. – Ela disse. “Discurso? Um discurso? Você me paga Manuela”. Isabela pensa. Logo ela desce e vai até o centro da sala, logo um arrepio percorre o seu corpo, tinha muita gente a olhando, esperando que ela começasse o discurso, e ela nem sabia como se respirava.

Isa: B-bom, b-b-b-ao tarde, primeiramente, eu s-s-ou a-a.... – Ela gagueja.

Rebecca: Filha, está bem? – Disse em um sussurro.

Isa: Não. – Disse na lata.

Rebecca: Calma, só precisa falar o necessário.

Isa: Oque é o necessário?

Rebecca: Oque é ser uma princesa, diga. – Ela se afasta. Isa se vira para os duques, príncipes e reis e logo pronuncia.

Isa: Bom, estamos aqui para realizar a cerimonia da realeza, onde descobrimos de fato oque é ser uma princesa. – Ela respira fundo e mira todos. – Oque é ser princesa? Roupas muito caras? Festas chiques? Castelos? Tiaras? Ás vezes parece que é isso, mais olhem bem, não é preciso ser da realeza, só é preciso ser você mesma, e apesar das roupas caras, ser princesa é muito mais que isso, todo mundo sabe que o mais importante é oque está dentro, uma princesa é alguém que te inspira, que você admira, ser princesa é fazer a diferença, para seus amigos, para sua família, para todos ao seu redor, ser princesa não é só quem você é, é oque você faz, significa ser gentil com os outros, mesmo que sejam diferentes, uma princesa é alguém que todos admiram, alguém que seja confiante, ambiciosa e determinada, é ter coragem de ver as coisas que outras pessoas não veem, então, sonhem alto, sempre tem uma princesa que mostra que é possível, meu sonho é ir a lugares novos, fazer novos amigos, viver aventuras incríveis, não ter medo de nada, ver a bondade nos outros e nunca desistir, quero colocar meu coração em tudo que eu fizer, e quando fizer tudo isso, quero ir além, ser princesa, é falhar, mais nunca desistir, é ser você mesma, sem medo de borrar a maquiagem, querem saber oque é ser uma princesa? É ter coração. – Todos aplaudem de pé, enquanto Isa se assusta com seu discurso.

Rebecca: MUITO BEM, ESSE É A MINHA FILHA. – Disse gritando por conta dos aplausos.

XXXX: Isso é uma princesa. – Um desconhecido fala.

“Ai, como isso aconteceu?”. Isa pensa.

Notas finais
Bjs!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.