Viver é a eterna arte de desarticular, conectar-se ao desconexo, posicionar-se em determinado ponto, desencontro.

Chegadas e partidas, desordenadamente, usando até indiscriminadamente tudo aquilo que se sente, não se compra e não se vende, vem da alma, vem da gente.

Viver o infinito acabar, estando aqui ou mesmo lá.

Sim, sei que estarei sempre vivo, sei que sou inteligível, vivendo na guerra entre a luz e a obscuridade, insisto, definitivamente sou isso, o resgate do misto entre a treva e o sol.

Se possível fosse, assinaria no céu ou gritaria que mesmo como o raiar do dia sou muito para morrer.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.