Notas iniciais
Gentee, como prometido aqui está a cena HOT...
Espero que gostem....

Ally on

Estávamos quase chegando à porta de saída da escola, quando uma voz masculina conhecida grita nossos nomes. Virei e o Austin fez o mesmo, quando reparei quem era, quase tive vontade de matar ele.

- Caramba Dez, pra que isso? Totalmente sem sentido gritar pra gente desse jeito. – O ruivo começou a rir para a morena baixinha ao seu lado, o Austin percebeu o quanto eu estava nervosa e me puxou pelo braço, acho que ele estranhou a minha atitude.

- Calma Ally, só chamei vocês porque achei mancada vocês saírem pra matar aula, e nem chamarem a gente, ou pelo menos avisar.

- Ta Dez, dessa vez eu perdoo, vamos Austin? – Eu falei pegando na mão do Austin e o puxando para a porta.

- Ta, tchau gente. – O Austin disse acenando para eles, e saiu andando comigo, a Trish e o Dez não fizeram nem se mexeram, apenas ficaram lá, parados em estado de choque.

Eu e o Austin seguimos em direção ao estacionamento, chegamos em seu carro e ele desativou o alarme, e nós entramos. Estranhamente, estava frio, em Miami, mas nós fomos seguindo o caminho para a minha casa, e chegamos bem rápido, já que geralmente, essa hora não tem trânsito.

O Austin estacionou em frente e eu sai do carro em direção a porta para abri-la, girei a chave e abri, entrei e em menos de meio segundo o Austin também havia entrado.

- Lar doce lar. – Eu disse e joguei minha mochila no sofá, fiz sinal para ele fazer o mesmo, e assim ele fez. – Vem comigo? – Ele assentiu e eu peguei sua mão e subimos a escada, entramos em meu quarto.

- Então é aqui que você se esconde? – O Austin disse, reparando no meu quadro rosa cheio de fotos, e, ai meu Deus, eu tinha esquecido de tirar uma foto dali, e ele percebeu a foto na hora em que eu dei uma “pirada total”. – Você ainda tem essa foto?

- Sim, eu me esqueci de tirar. – A foto era de nós dois na primeira vez que cantamos juntos na apresentação da escola, foi quando eu superei meu medo de palco, pena que depois eu parei de cantar porque estava muito ocupada começando a ficar do jeito depressiva que eu estava. – Se quiser eu tiro. – Eu disse e o Austin pegou minha mão e me puxou, me dando um selinho. Parou para olhar para o meu iPod que estava conectado a caixinha de som.

- O que você estava ouvindo?

- A playlist do Ed Sheeran.

Quando eu disse isso, o Austin deu play, e começou a tocar Lego House, foi quando eu comecei a sentir um frio e ele chegou perto de mim e me abraçou, não entendi o porque, mas retribui no mesmo instante, foi quando nos soltamos, nos olhamos e uma parte da música dizia:

“E está escuro no frio de dezembro

Mas tenho você para me manter quente

Se você estiver partida, vou consertar você

E mantê-la protegida da tempestade

Que está soprando agora”

Foi quando o Austin se aproximou mais e disse:

- Eu vou te proteger de tudo. – E ele me beijou, e a cada instante o beijou se intensificava, até ele delicadamente me deitar na cama, eu sorri em meio ao beijo.

Ele deitou em cima de mim, e continuava a me beijar de um jeito totalmente MARAVILHOSO, foi quando começou a tocar Give Me Love. Já estávamos muito única coisa que eu conseguia pensar era que eu amava muito aquele loiro, e que sim, eu estava preparada para fazer sexo com ele.

Comecei a puxar a blusa do Austin que hesitou e sussurrou:

- Ally, certeza que você quer fazer isso?

- Nunca tive tanta certeza de algo na minha vida toda, eu te amo, Austin, e eu quero isso, agora e com você.

- Eu também te amo. – Ele me disse e me beijou novamente, só que dessa vez com desejo, paixão, sentimento.

Comecei a tirar a blusa dele novamente, e dessa vez ele não hesitou, me ajudou, ele então tirou minha blusa também, e eu o ajudei, quando terminei de tirar, o momento estranho veio, lá estava Austin sorrindo pra mim, pena que não estava olhando para meu rosto, a única coisa que eu fui capaz de fazer foi encará-lo, até que olhei para ele que estava em cima de mim, meu Deus, que corpo era aquele.

Foi quando trocamos de lugar, e eu comecei a beijar seu pescoço, assim que comecei a tirar o cinto dele e abrir o zíper de sua bermuda logo a puxando, quando a joguei em algum lugar do quarto, o Austin me virou de surpresa, e começa a repetir o meu ato abrindo meu short, e o retirando-o.

Ele olhou para mim e depois começou a me beijar, e foi me beijando até começar a abrir meu sutiã, então eu o ajudei com o fecho, nos separamos por um segundo e ele mordeu seu lábio e foi em direção ao meu pescoço, começou a descer mais e mais, até chegar em meu peito, agora já podia sentir seu calor perto de mim, o seu cheiro perfeito, ele voltou a me beijar, agora nossas línguas estavam tão se mexendo tão loucamente quanto dançarinos de break.

Foi quando começou aquela parte que o Ed começa a meio que gritar na música e o Austin pôs suas mãos em minha cintura, e puxou minha calcinha e a jogou em algum canto, foi quando eu fiz o mesmo, arrancando sua cueca e a jogando.

Então finalmente ele entrou em mim, aquela foi a coisa mais dolorosa que eu já havia sofrido, doeu tanto, foi como colocar uma salsicha em um buraco de fechadura. O que eu mais queria era que aquilo acabasse logo, estava começando a ficar desesperada, foi assim que eu deixei uma lágrima escapar, mas quando eu menos esperava, aquela dor passou e deu lugar para aquela sensação maravilhosa, prazer, a palavra que significa: Contentamento, alegria, jovialidade, satisfação, deleite, delícia, boa vontade, agrado, distração, divertimento.

Deus, agora sei porque dizem que sexo é uma droga, porque quando você faz uma vez, sempre vai querer fazer de novo.

O Austin finalmente saiu de mim, e se jogou meu lado, totalmente cansado e suado, e eu aposto que eu estava igual, foi quando eu olhei para ele, e ele me disse:

- Eu te amo, Ally?

- Eu também te amo. – E assim eu adormeci abraçada a ele.

Notas finais
E ai? Gostaram?
Por favor comentem se vocês gostaram, ou se eu fui totalmente nada a ver com o que eu escrevir.
Vou ver se consigo postar outro amanha, mas depende dos reviews que eu receber...
Beijos...