Virtual Killer
1 O Caso de Ossex
Notas iniciais
–Vejo que conseguiu se livrar dos meus homens... Kid.
– Heh... Não foi tão fácil, mais tive uma ajudinha de uns amigos...
*6 meses atrás*
Cidade de Salvik, ano 2.346
O mundo não é mais como antes, depois da guerra mundial nuclear, todos os humanos foram forçados a se trancarem em casa para o resto de suas vidas. Graças a uma tecnologia chamada Virtual Life onde entravamos em um mundo totalmente virtual, conseguimos viver normalmente, ou pensávamos que vivíamos.
Meu nome é Eustass Kid, me chamam de garoto prodígio, pois sou o mais homem mais novo a se tornar detetive da polícia de Salvik, eu costumava ter uma vida totalmente normal, até aquilo acontecer.
– Ei, Eustass parece que finalmente o seu primeiro caso apareceu.
Esse é o Mark, ele é o delegado do 34º batalhão da polícia de Salvik, dizem que ele assim como eu, também era um prodígio, mais não gostava muito de ação.
– Ouve um assassinato no bairro de Ossex, parece que uma mulher foi morta. Vá imediatamente para lá.
Tudo parecia normal, até eu ver o corpo da mulher. Seu corpo estava intacto, não havia nenhum indício de violência e nenhuma gota de sangue. Não havia mais nada para examinar na cena do crime, então voltei para o meu escritório. Quando cheguei em meu escritório logo Mark veio me perguntar sobre o caso:
– E então Eustass, descobriu alguma coisa sobre o assassinato em Ossex?
– Não, nada. A cena está completamente limpa, não havia sangue e nem indícios de violência, e o corpo da mulher morta não tinha nenhuma marca, nenhum roxo ou arranhão.
– Estranho... Ah ela deve ter tido um ataque cardíaco.
– Não, ela é tem 23 anos, o nome dela é Alice Fernandes, era uma nutricionista, devia se alimentar muito bem.
– Bom, então continue a desvendar o caso, mas não fique até muito tarde no seu escritório, você é muito novo para mergulhar de cabeça nesses casos.
– Ok velhote, vá para casa, sua mulher e filhos devem estar te esperando para o jantar.
– Velhote? Mais respeito com o seu chefe, não pense que só porque é um prodígio como eu fui que pode falar como quiser comigo ▬ soltou uma alta gargalhada ▬ Boa noite garoto prodígio.
Depois do Mark ir embora, fiquei por um tempo, analisando cada detalhe das evidências, até que percebi uma marca no ombro da mulher assassinada, eu não tinha dúvidas, era a marca da Cyber Eyes.
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