Virou Simplesmente Amor
28 Sequestro
Notas iniciais

Olá!
— Não, pera, não se começa assim.
— Por que não?
— Você sabe se tem algum leitor? Como você dá “Oi” assim? E se não tiver ninguém lendo isso?
— Elesis, é claro que tem alguém aqui nos lendo. Pelo menos as autoras, né?
— Ai, idiota azul! É claro que as autoras precisam ler, são elas quem escrevem! Como você pode ser tão idiota assim?
— Olha... Eu aceitei você ter cortado o meu cabelo, ficou até legal, mas você não cansa de me chamar de idiota, ruivinha?
Elesis o encarou de forma assustadora.
— Calma, calma! Não me bate!
— Dê-me um único motivo para não te bater, idiota!
— Porque eu te amo.
Silêncio.
— Olá, gente! O que estão fazendo?
— Ryan... Acho que esse não é um bom momento...
— Por que não, Lire? Se o Ronan e a Elesis estão aqui, tem algo acontecendo! Pelo menos sempre tem uma confusãozinha.
— Ryan, você quer apanhar?
— Eu falei tão alto assim, Elesis? – O menino se encolheu.
— Amiga, perdoa o Ryan, ele não pensa antes de falar, não é?
— Calma, Lire, duas meninas me encarando dá medo.
— Ryan, você chegou num péssimo momento. – Ronan suspirou pesadamente.
— Como assim? Não tínhamos combinado estar aqui nesse dia, nessa hora e nesse ano? Por que, então, eu que sou o errado da história? Tudo é o Ryan! Impeachment na Dilma: culpa do Ryan! Governo Temer com essa PEC de congelamento: culpa do Ryan! Crise na Venezuela, culpa do Ryan. Os ataques cibernéticos desse ano no Twitter, culpa do Ryan. Bomba em Aleppo, culpa de quem?
— Ryan.
Todos olharam para a porta.
— Lass, você é o pior de todos. – Ryan cruzou os braços.
— Você tem cara de terrorista, o que posso fazer? E ainda se transforma em lobo, então... Não é um cara muito seguro.
— O quê? Que tipo de amigo é você, Lass? Pelo menos eu não saio com faquinha no bolso.
— Não é faquinha, é...
— Ou, ou! Que confusão é essa, gente? Cadê a comunhão? O carinho? A alegria? Vocês vieram aqui para brigar ou para fazermos o combinado? – Lire cruzou os braços e silenciou a sala.
— Bem, quem começou isso tudo foi Ronan e Elesis.
— Ryan, cala a tua boca antes que eu mesma faça isso.
— Elesis, menos... Acho que essa chateação toda é culpa minha, não queria te deixar nervosa, se quiser, eu vou embora... – Ronan olhou para o chão e depois para a ruiva.
— Xiiii... Não sabia que o clima estava tão pesado assim...
— Eu disse, Ryan, para você não ficar agindo daquele jeito.
— Mas, Lire, eu...
— Agora fica quieto, né?
— Okay...
— Gente, o clima não está tão pesado assim.
— Ronan, ele está.
— Bem, se você, Lass, está dizendo... Não descordarei.
— Parem todos! – Elesis cerrou o punho – O clima não está pesado! É que... Eu... – Suspirou – Eu nunca participei de algo assim desde quando conheci vocês e o Ronan também não colabora e isso me estressa!
— O que te estressa? Ficar perto de mim? Porque é o que parece. – Agora Ronan quem fechou o semblante.
— Gente...
— Cala a boca, Ryan! – Disseram Ronan e Elesis juntos.
— Eu só ia avisar que aqui não é o melhor lugar para vocês discutirem, até porque... Tem os leitores, né?
Ronan e Elesis se entreolharam.
— Pela primeira vez, Ryan falou algo certo. – Lass tomou a palavra – Acho que deveríamos nos ligar para o que viemos fazer. Eu não queria estar aqui, mas estou. Então vamos concluir aquilo que nos foi proposto fazer.
— Tenho que concordar com os meninos, Elesis, eles têm razão. Os leitores não têm culpa do desentendimento entre você e o Ronan.
— Lire... Na verdade... – Elesis estava relutante, mas se convenceu de que era melhor contar – Nós não nos desentendemos, é que eu... Eu sempre quero tomar a frente das decisões e impliquei com o Ronan de como ele deveria começar a falar com os leitores e... E quando ele... Droga!
Ronan sorriu e começou a se balançar como criança, pois a ruiva estava admitindo o que de fato estava acontecendo.
— Para, idiota!
— Continua. Agora não são os leitores que querem ouvir o que vamos falar um para o outro, sou eu que estou ansioso pela sua palavra.
Elesis encarou o chão e respirou fundo, como se lhe faltasse ar.
— É que você... Droga! Arg! Eu não consigo!
— Elesis, não precisa dizer, okay, sem pressão.
— Não é o fato de precisar ou não, Ronan, só que... Quando você diz que me ama, eu... Eu não sei reagir.
— É isso!? Quer dizer que eu fiquei aqui levando bronca e quase levei uma surra porque a Elesis não sabe reagir a um “Eu te amo”? Ah, não, para!
— Ryan... Agora sou eu que quero te bater.
— Lire, que horror...
Lass riu.
— Tu só ri de mim, né vacilão? E eu ainda te chamo de amigo...
— Ryan, você é o mais dramático da sala, por isso é legal te zoar, porque você entra na pilha.
— Lass, você ficou assim depois que conheceu o Ronan... – Ryan reprovou aquilo – Para de andar com esse garoto, por favor, prefiro você sério e misterioso.
Ronan olhou para Elesis e se aproximou o bastante para estarem a poucos centímetros de distância.
— Quer dizer que o meu “Eu te amo” te deixa sem reação?
— Não se gabe, porque a minha mão está mais perto de te bater agora.
— Eu não ligo. Tenho forças parar suportar todos os tapas até ouvir de você que me ama também.
— Aí você está querendo muito da Elesis, né cara... – Ryan riu.
— Ryan! – Lire o encarou.
— Agora eu me calei.
— Acho que deixarei isso para outro capítulo... – Elesis se afastou.
— Só não demora, tá? – Ronan também deu uns passos para trás.
— Okay, okay... Agora está meloso e... Não foi para isso que viemos aqui. – Lass encerrou o momento.
— Lass, você está muito categórico. O que houve? – Ryan se pronunciou cautelosamente – Aliás... Só você está aqui, cadê a Arme?
— Boa pergunta. – Elesis olhou ao seu redor – Cadê aquela baixinha?
Lass franziu a testa.
— Droga!
— O que houve? – Indagou Lire preocupada – Aconteceu algo com a Arme, Lass?
O menino cerrou o punho e encarou a porta.
— Eu não acredito!
— Lass, fala logo, o que houve? Ou eu terei que te socar?
— Elesis, não será necessário usar de violência, até porque seu saco de pancada é o Ronan.
— Você está testando a nossa paciência em não contar onde está a Arme! – A ruiva cerrou novamente o pulso.
— Ei, ei! Pessoal, acho melhor focarmos na Arme e não em brigar. – Disse Ronan, segurando a mão de Elesis.
— É isso aí, Ronan. – Lire se dirigiu ao Lass – Pela segunda vez, aconteceu algo com a Arme?
O menino olhou para Lire.
— Acho que o Lupus a sequestrou.
Os quatro arregalaram os olhos.
— Como assim? – Ryan abriu a boca e levou as mãos até a cabeça – Logo hoje?! Que coisa terrível!
— Olá para todos, espero não ter chegado... Tarde.
— Oi, Jin... — Ronan acenou.
— O que está havendo? Cadê os preparativos? E por que essas caras?
Amy adentrou a sala chamando a atenção de todos.
— Feliz...! Ué? Por que não tem ninguém feliz? E cadê a animação? E os presentes? Vocês não sabem fazer nada certo! Eu deveria ter chegado mais cedo se não fosse aquela cabeleira demorar tanto para fazer meu penteado. – Amy cruzou os braços.
— Chegou a coisa rosa...
— Elesis, querida, é melhor eu estar aqui para animar do que deixar seus amigos olhando para essa sua cara de ogra!
— Como é que é, pisca-pisca ambulante? Apaga essa luz, porque ninguém pediu iluminação exclusiva.
— Olha aqui! – Amy já colocara a mão na cintura.
— Ei, gente! Vamos parar! Chega de confusão! Já temos um grande problema para resolver.
— Isso aí, Lire, coloca ordem aqui!
— Ryan...
— Ficar calado, eu já entendi.
Amy deu língua para Elesis e a ruiva quase avançou na menina, mas Ronan a segurou.
— Bem, vocês podem me dizer o que está havendo? – Jin tomou a palavra.
— Lass acha que Lupus sequestrou Arme. – Lire contou.
— Por que ele faria isso?
— É uma longa história, Jin... Em suma, depois que nos encontramos o Lupus ficou um tanto “sentimental” – Lass fez sinal com os dedos representando as aspas.
— Nossa... Desde quando eu conheci o Lupus na sala de aula, nunca o imaginei assim... – O ruivo recordou do primeiro dia de aula.
— E, quando ele descobriu o que faríamos hoje, — Continuou Lass – ele quis saber onde seria e o que faríamos, mas eu não quis contar, obviamente.
— Por que não, cara? Ele é seu irmão...
— Ronan... Eu não quero ficar lembrando o passado, tampouco recompensar esse tempo perdido agora e passar um dia junto com ele.
— É... Isso não faz o seu estilo, Lass. – Ryan foi falando e diminuindo o tom, pois Lire o olhava.
— Mas hoje é um dia especial, você deveria considerar. É tão lindo passar esse dia em família. Eu estou muito feliz em passar junto com o Jin!
Elesis fez menção de vômito.
— Ai, sua nojenta! – Amy reprovou aquela ação – Ainda bem que você vai passar com o Ronan, sua ogra!
— Deu para me dar apelido também, pisca- pisca ambulante?
— Gente! Foco!
Ryan só apontou para sua namorada, fazendo menção de que Lire estava certa, era melhor não falar novamente.
— Você acha que o Lupus quis passar esse dia contigo e para chamar a sua atenção sequestrou a Arme, é isso, Lass?
— É, Ronan... Por mais grotesco que isso seja, deve ser essa a explicação do sumiço da Arme.
— E onde ele pode tê-la levado? – Questionou Jin – Você deve ter alguma pista, né?
— Cara... Pior que não, eu... Eu não tenho muito contato com ele.
— E agora? Como vamos achar a Arme? – Lire estava bem aflita em seu tom de voz.
— Esse Lupus vai aprender a não mexer com os amigos dos outros. Ah se vai! – Elesis intentou em sair.
— Ou! Para onde vai?
— Vou atrás do Lupus, idiota azul! Precisamos descobrir onde a Arme está!
— Mas nem o Lass sabe, como você vai saber? – Ronan tentou impedi-la.
— O celular dela é um Iphone, não é? – Perguntou a ruiva.
Lass assentiu.
— Então, ela já mostrou para mim e para a Lire como fazer para rastrear um celular desse.
— Isso! Foi no dia em que fizemos a festa do pijama. Boa, Elesis! Bem lembrado.
— Eu só preciso de um computador.
— Nossa, parece que a ogrinha sabe pensar.
— Amy, não provoca.
— Ela quem começou primeiro, Jin!
— Para a sua sorte, eu tenho mais o que fazer, coisa rosa.
Elesis saiu e o pessoal foi atrás dela.
No outro cômodo havia um computador e Elesis logo se conectou.
— Lire, você é mais esperta do que eu para mexer nisso.
— Tudo bem.
A menina se assentou, mas logo colocou a mão na cabeça.
— Eu não lembro o site...
— Eu sei qual é o site, também tenho um Iphone. – Disse Ronan, pegando o teclado e digitando.
— Esse povo que ostenta é tudo meu amigo, mas não me dá um Iphonezinho... – Ryan acabou fazendo o pessoal rir.
— Vocês sabem a senha? – Ronan olhou para Elesis e depois para Lire.
— Eu lembro. – Respondeu Lire e digitou nos campos determinados – Ela confiou a nós, parecia até que ela sabia que isso poderia um dia acontecer.
— Arme é dessas...
— Verdade, Elesis.
Lass estava pensativo e Jin percebeu.
— Cara, se a Amy tivesse desaparecido, com a possibilidade de sequestro, eu estaria uma pilha de nervos.
— Ah, Jin, esse cara aí tem um coração tão frio que, se bater, quebra o martelo.
— Ele melhorou bastante, Ryan. – Defendeu Ronan – Mas eu também concordo com o Jin, cara, a Arme pode estar em maus lençóis e você não se pronuncia, tem algo a mais para nos contar?
— É nisso que estou pensando... Porque a Arme quem me pediu para vir na frente. Sendo que, antes, o Lupus já tinha falado comigo sobre o nosso encontro.
— E o que isso tem a ver? – Amy fez a pergunta que estava na mente de todos.
— É porque quando eu estava conversando com o Lupus, a Arme estava junta e ela reclamou comigo, pela minha forma “tão fria que quebra até o martelo” de agir com o Lupus. – O pessoal riu olhando para Ryan – Depois, quando eu e Arme nos encontramos novamente para virmos, ela disse que estava esperando uma coisa aparecer para ela vir e me pediu para ir à frente.
— E que coisa é essa? – Amy continuou a perguntar.
— Coisa de Arme, duh!
— Ryan... Menos...
— Desculpa, Lire... Eu juro que vou parar. Pode continuar, Lass, eu prometo não atrapalhar mais.
Quando Ryan acabou de falar, Lire anunciou que havia achado o local onde Arme estava.
— Aqui no prédio? – Ronan, assim como a maioria, estava confuso – Então que coisa é essa que Arme estava esperando, afinal, Lass?
— Essa “coisa” só pode ser...
— SURPRESA!
Todos olharam para a porta.
— Não estou acreditando no que estou vendo! – Ryan foi o primeiro a se pronunciar – Isso é inédito: a raptada que leva o raptador para um local, como assim?
— Que raptada o quê? Do que está falando, Ryan?
— Arme, você tinha sumido e o Lass achou que você foi sequestrada pelo Lupus, que queria passar esse dia com o Lass e por isso te raptou.
Lupus soltou um breve sorriso.
— Agora eu quem quero saber, o que está acontecendo? – Lass cruzou os braços e olhou para a baixinha.
— Simples: nós combinamos em estar aqui para fazer uma surpresa, sendo que... Quando eu ouvi o que você e Lupus conversaram, eu também pensei em te presentear. E não foi fácil trazer o Lupus aqui.
— Ela mentiu para mim. – Lupus continuou a contar o acontecido – Mandou uma mensagem do celular do Lass para nos encontrarmos, mas quando eu cheguei, encontrei com essa baixinha. Ela me falou que o Lass estava no carro e, quando entrei, o motorista começou a dirigir e eu vim parar aqui.
— Nossa... Arme arrasou. – Ryan bateu palmas – Contratou até UBER para participar disso.
O pessoal riu.
— Lass... – A baixinha se aproximou do namorado – Lupus... – E olhou para o irmão de Lass – Eu só queria que vocês dois soubessem que mesmo com tantas diferenças, o dia de hoje não poderia passar em branco. Você pode ir embora, Lupus, mas eu pelo menos fiz com que você e Lass se olhassem nessa data especial. Eu não poderia permitir que a única família que Lass tem ainda viva, não fosse, no mínimo, vê-lo, mesmo que não haja palavras entre vocês dois agora, já olharam um para o outro. Eu sei que viemos aqui presentear nossos leitores. Mas eu também queria presentear esses dois irmãos que durante um bom tempo sentiam raiva um do outro. Eu não me sinto culpada em fazer isso, sinto-me com o dever cumprido. Você pode até sentir raiva de mim, Lass, mas eu só quero a sua felicidade. E, se eu pudesse, faria o mesmo por cada leitor que tem algum sentimento ainda não resolvido dentro de si. Mas eu só posso ir até onde a história me permite ir. E eu só conheço a história do Lass e do Lupus.
Lupus se aproximou de Lass depois do discurso de Arme.
— Acho que depois do que essa baixinha disse, não posso me despedir de você sem ao menos lhe dar um aperto de mão. – Lupus esticou o braço e deixou a mão aberta.
Lass olhou para a mão de Lupus e depois para ele.
— Promete não fazer mais isso? Não combina conosco esses momentos.
Lupus assentiu e Lass apertou sua mão e, surpreendentemente, puxou-o para um abraço.
— Você se despede tanto de mim, que é melhor eu fazer isso agora do que esperar até o dia em que realmente a nossa despedida seja para nunca mais nos vermos.
Lupus se afastou.
— Obrigado, irmão. – Lupus suspirou e olhou para Lass, colocou as mãos no bolso e caminhou até a saída – Obrigado também, baixinha!
Arme sorriu e abraçou Lass.
— Está bravo comigo?
Lass negou com a cabeça.
— Aeeeee! – Ryan aplaudiu e os demais na sala também.
— Foi emocionante, Arme. – Lire foi abraçar a amiga – Você foi muito corajosa.
— Está aprendendo com os agentes Bonds, não é? – Ronan a prestigiou e a baixinha sorriu.
— Poxa... Por essa eu não esperava, Arme, você é incrível.
— Obrigada, Jin.
— Uma pequena diva fazendo algo grandioso! Que linda! – Amy também a abraçou quando Lire se afastou.
— Você é dessas, cara. – Elesis riu – Eu só não vou abraçar, okay?
Todos riram.
— Acho que a nossa surpresa para os leitores não seguiu conforme o script... – Jin coçou a nuca.
— Acho que foi além de uma surpresa. – Ronan tomou a palavra – Os leitores já nos conhecem, sabem que quando nos reunimos têm algumas brigas, alguns tapas, mas também têm uns abraços, uns “Eu te amo” e até mesmo o inacreditável acontecendo. Talvez não tenha sido a melhor surpresa, mas foi o melhor que pudemos oferecer até aqui.
— É... Eu vou concordar com você, azulado...
— Ué, cadê o “idiota” na frente, Elesis? – Ryan indagou, curioso.
— Dessa vez ele não foi idiota... – A ruiva se aproximou de Ronan – Foi nobre em suas palavras.
— Bem, só nos resta desejar um maravilhoso, divo, brilhante e incrível natal aos nossos leitores! – Amy esticou os braços para o alto, demonstrando euforia.
— Verdade... Vamos desejar todos juntos.
— Boa ideia, Lire. – Disse Elesis, dessa vez, com um sorriso no rosto.
— No três, pessoal. – Avisou Ronan – Um, dois, três!
UM FELIZ NATAL E UM MARAVILHOSO ANO NOVO PARA VOCÊS E QUE POSSAMOS ESTAR JUNTOS NOS PRÓXIMOS CAPÍTULOS. QUE EM 2017 SEUS SONHOS POSSAM SE REALIZAR E QUE VOCÊS POSSAM VIVER MOMENTOS INCRÍVEIS! TODOS NÓS ESTAMOS TORCENDO POR VOCÊS! ATÉ!
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