Notas iniciais
Maya Chan: Novo capítulo *-*

ChannieH: Desculpa a demora hehe... Mas aqui vai outro cap. O Próximo será um especial de Halloween, mas como será dividido em duas partes, iremos postar a primeira dia 30 e a segunda dia 31!

Boa leitura!

Maya Chan: Acabou com a minha fala...

O silêncio da manhã e a leve brisa que vinha da janela junto a luz clara do sol, me dava uma leve sensação de paz ao meu redor. A sensação era tão tranquilizante que a coragem de abrir os olhos e levantar da cama se esvaziam de mim.

Mais uma vez eu estava travando uma luta entre levantar de minhas cobertas ou continuar nelas.

Infelizmente — ou felizmente — me levantei.

Estiquei meus braços para cima e fiquei naponta dos pés. Dei um leve bocejo e um suspiro em seguida.

– Mais um dia...

Andei em direção à cozinha para tomar um suco. Abri a geladeira, peguei o frasco que continha um líquido amarelo e em seguida cacei um copo no armário. Tomei o suco tranquilamente, saboreando a doçura e armagura do mesmo.

Fiquei olhando para o nada e então ouvi um barulho vindo de um dos quartos no corredor. Meu coração pulou uma batida. De repente, o clima calmo e de paz se tornou tenso e frio.

Andei devagar, ouvindo apenas o barulho de meus pés gelado contra o piso e minha respiração.

– Noah, se arrum-

– AAHHH!! — Tomei um susto com Sun aparecendo do nada atrás de mim.

Olhei para a cara de cu dele.

– Qual o teu problema?! — Exclamei.

– Eu não tenho problemas, você que tem. — Sun me olhou e se dirigiu para a cozinha enquanto desabotoava sua blusa social.

– O-O que está fazendo?! — Falei enquanto o seguia.

Ele parou por um momento e se virou. Ele tinha desabotoado boa parte de sua blusa, revelando seu corpo esbelto e moldado. Seu peito era definido e seu abdômeneraextremamente moldado.

Meu coração pulou uma batida, e sem perceber, meus olhos ficaram admirando seu corpo ''grego''.

– O quê? Eu só estou indo tomar um café. — Olhei para Sun e ele tinha um sorriso malicioso plantado no rosto.

Droga, ele me viu!

Sentei na cadeira e fiquei o observando. Sun mora aqui nesse apartamento enorme sozinho, e parece não se incomodar. Me admiro ele conseguir ser independente também.

– Sun, você não se incomoda de morar sozinho nesse apartamento? — Perguntei.

Sun parou de colocar o seu café e se virou para mim.

– Eu não me importo muito com a solidão — Olhei para os seus olhos.

Ele olhou para a janela e seu olhar se perdeu pelo lugar.

– Algumas coisas na vida são melhores assim: neutras. Escolhi viver sozinho, e tenho plena consciência das consequências — Ele pousou seu olhar em mim — Já sentiu que perdeu uma parte de si? Uma parte que você nunca mais pode ter novamente? Quando o seu coração se abre, e se destrói para sempre? — Ele parou por um momento e respirou fundo.

– Nem sempre o que nos faz feliz, é o que realmente nos faz feliz. As vezes, o que nos deixa triste e nos destrói por dentro, é o que nós acreditamos ou realmente nos faz feliz. — Fez uma pequena pausa mas logocontinuou — A vida nos dáa oportunidade de ter a felicidade, mas em perspectiva precisamos suportar a dor. Você está preparado para isso?

Ding Dong

– Vai atender, seu invejoso. — Olhei pra cara do Sun e ele se virou para ocafé.

Andei emburrado até a porta e a abri. Puta que pariu...

– Noah!!

– O que tu faz aqui, sua criatura miserável?! — Falei na cara dura mesmo.

Ren parou de sorrir pra mim e sua boca ficou em uma linha reta. Ficamos nos encarando por 1 minuto inteiro sem falar nada.

– Mas que diabos está acont... Escravo, quem é esse abestado? — Sun apareceu na porta e apontou pro miserável.

– Oh, você é Sun Walter! — Ren apontou paraSun e correu apertando sua mão. Hã?

– Prazer em conhecê-lo! Você é muito admirado pela minha mãe! Ela tem até um poster seu e fica adorando ele todo dia! — Ren balançavaseus braçosconstantemente.

– Espera um pouco. Como você conhece o Sun? — Me intrometi puxando sua mão da dele.

– Ué? Ele é Sun Walter! O advogado mais renomado dos EUA! — Ren exclamou.

– Você parece legal. Quer tomar um café conosco? — Sun sorriu gentilmente enquanto apontava para a cozinha.

– Ta bom. — Ren sorriu de volta e entrouna casa na cara de pau mesmo.

....x....

Tomamos café tranquilamente. Foi até estranho, pois a atmosfera que ficou entre nós três era como se fossemos melhores amigos inseparáveis há anos. Sun e Ren bagunçavam com a minha cara, e por incrível que pareça, esses dois se deram bem. Bem até demais...

– Ah! Noah, eu ia esquecendo! — Virei para Ren esperando ele completar a sua fala.

Ele colocou uma caixa pequenininha em cima da mesa. Ela era rosa e cheia de coraçãozinhos e lacinhos coloridos.

– Que porra gay é essa — Sun comentou.

Olhei para Ren e ele olhou pra mim. Peguei a caixa gay lentamente e a trouxe para mim.

– Ren.

– Fale meu amado — Respondeu.

– Ça porra gay não vai explodir não né.

– C-Claro que não meu amigo — Ren sorriu hesitante.

– Ok...

Abri a caixa e tinha um cupcake dentro.

– Cupcake! — Sun exclamou e agarrou a caixinha.

– Sun! Isso é meu! — Olhei pra ele e ele fez uma carinha de cachorrinho — Tábem... Pode ficar.

– Obrigado Noah. — Sun sorriu e levemente passou sua mão quente no meu cabelo.

– Estou atrasado, tenho que ir — Sun se levantou da mesa, pegou seu paletó e saiu pela porta.

Olhei para Ren que logo estremeceu nervoso.

– Filho da mãe. Eu conheço esse teu olhar. O que tinha naquele cupcake?! — Gritei enquanto me levantava e apontava para Ren.

– Droga! Ele não pode comer aquele cupcake gay! Ele era pra você e não paraaquele ser inocente que o levou!

– Peraí,seu idiota! O que tinha naquele troço rosa que ia me dar?!

– Pimenta malagueta dos grandes mestres asiáticos puros e originais! — Ditou se encolhendo.

Gelei por um instante. Durante todo esse tempo, apenas uma coisa passou pela minha cabeça:

– Fudeu! — Falamos juntos.

– Pega o carro, seu idiota! Temos que ir atrás dele antes que ele coma e ... Morra! — Ren gritou desesperado.

– Quem é o idiota aqui, seu inútil?! — Retruquei — Primeiro,tira esse teu traseiro dessa cadeira que nem carro eu tenho!

Corri em direção ao quarto e peguei um casaco. Descemos o prédio abaixo e entramos no carro de Ren.

– Perai — Parei por um minuto — Como descobriu onde eu moro?

– Ué!Eu mudei pro apartamento da frente agora, e descobri que você mora aí hoje.

Olhei para Ren. Ai meu Deus, não acredito que ele é meu vizinho! Espera aí... Mas esses apartamentos custam bem caro.

– Seu mentiroso! Não tem como você morar aqui, seu abestado!

– Como não? — Mostrou as chaves.

– O quê?! Mas esses apartamentos são para pessoas ricas! — Praticamente gritei em seu ouvido.

– Digamos que eu tenha uma renda boazinha.

– Mas como? Você é apenas um vagabundo que passa o dia inteiro vadiando! — Disse. Não tem como esse idiota realizar algum tipo de trabalho.

– Eu ganho uma mesada semanal... Acho que é 50 vezes maior do que seu antigo salário de sorveteiro haha! — Me encarou e pareceu perceber a minha expressão incrédula — O quê? Você pensou que eu trabalhava?

Assenti com a cabeça. Do nada ele se jogou no chão e começou a rir desesperadamente.

– Para com isso, seu retardado! — Desferi um chute em sua barriga.

– Ok! Não precisava do chute! — Levantou do chão ainda gemendo de dor — Nem parece que me conhece, você sabe o que eu penso sobre trabalho.

– Sim sei, ''Trabalho são para otários.'' — Repeti a maldita frase.

– Então você era podre de rico todo esse tempo? — Perguntei. Agora que minha ficha tinha caído.

– Nossa, como você é lento. — Revirou os olhos.

– E antes que você me pergunte, sou filho dos Auditore; sou italiano. — Falou já se dirigindo à saída.

Auditore?! Aquela família italiana milionária?!

– Ren! — Fui correndo atrás dele.

....x....

Olhei para oprédio enorme na minha frente e depois me virei pro ricão ali do meu lado. Olhei atentamente pra ele e o meu olhar foi correspondido.

Um enorme silêncio se plantou no carro.

– Ren... — Murmurei.

– Fale Noah...

Vi de vislumbre as pessoas entrando e saindo do prédio. Lembrei da caixinha gay e mortal que estava com Sun.

– Vai te fuder!

Sai rapidamente do carro e corri desesperado em direção doprédio.

Entrei sem ar e parei um pouco pra respirar. Olhei para frente e vi o único elevador se fechando.

Oh shit...

Corri morrendo atrás do elevador e conseguir entrar a tempo. Fechei os olhos, me encostei na parede do elevador e respirei fundo. Quando abri os olhos, me deparei com algo — ou melhor, alguém que não esperava encontrar.

– Está tudo bem Noah? — Ele sorriu gentilmente.

– Não... Quer dizer, sim! Pera...

Sua risada tranquila preencheu o local.

– Não esperava ver você novamente por aqui. — Falou.

– E-Eu trabalho para o S-Sun. — Eu não sabia se estava gaguejando por causa dele ou porque não conseguia respirar direito.

– Sério? — Ele levantou uma sobrancelha.

Logo em seguida sua expressão se suavizou novamente. De alguma forma, Joe passa essa sensação calma e tranquila quando se está perto dele... Ele me acalma...

– Então isso quer dizer que vamos nos ver mais vezes. — Seu olhar intenso penetrou meus olhos e me senti preso a ele.

O Som do elevador quebrou o momento.

Joe saiu com os olhos presos no meu e foi embora.

Fiquei lá, parado, e então percebi que estávamos no mesmo andar que fica o escritório de Sun.

Saí do elevador e fui de encontro com Sun. Parei em frente a sua enorme porta.

Ok, pense Noah. Você precisa falar pro Sun que aquele cupcake é mortal. Mas ele não iria acreditar em você... Preciso então pegar aquele cupcake sem que ele perceba! Mas se ele perceber, ele vai me matar...

– Aaah! — Gritei em frustração.

Isso tudo é culpa daquele safado do Ren que agora descobri que é um italiano rico.

– Sun! Não coma issooooo...! — Abri a porta, estiquei os braços e gritei como nos filmes.

Sun, que estava concentrado nos papéis em cima da mesa, olhou para a minha cara.

– Você tá fumado? — Perguntou enquanto abaixa os óculos que usava.

– Hã... — Murmurei algo incoerente enquanto o encarava.

Então tive a brilhante ideia! Rodei os olhos ao redor do escritório atrás da caixinha rosa e a localizei em cima da mesa.

Antes que eu tivesse a chance de sequer falar alguma coisa, Sun suspirou e tirou seus óculos. O observei. Eu não sabia que Sun usava óculos, e por incrível que pareça, ele estava digamos que... Sexy...

– Noah... — Falou — Preciso falar com você. — Ele disse sério e me encarou intensamente sem tirar os olhos de mim.

Engasguei um pouco — O que foi?

– Eu estava pensando no que fiz ontem, e ... — Sun parou e soltou outro suspiro pesado — Eu queria me desculpar.

Espera aí. Eu estou ouvindo bem?

– Então... O que acha de ir ao parque de diversões comigo?

.....x....

– Algodão doce! — Gritei e saí correndo pelo Candyland.

– Espera! — Senti-me ser puxado com força — O que pensa que está fazendo? — Sun falou ainda me segurando.

– Eu ia pegar algodão doce...

– Não se afaste de mim, você já é perigoso quando está sob minha jurisdição, imagine sozinho. — Segurou em meu braço enquanto se dirigia à barraca e comprava um algodão doce.

– Pegue — Falou estendendo o doce na minha direção.

– O-Obrigado — Murmurei, sentindo uma leve queimação em minhas bochechas.

– Ei, você vem ou não? — Sun já tinha se afastado um pouco de mim.

– C-Claro!

....x....

– Sun! Vamos naquele brinquedo!

Corri pelo parque puxando Sun pelo pulso.

– Se acalme! — Sun gritava atrás de mim.

Chegamos na fila da montanha russa e eu estava realmente animado! Era minha primeira vez em um parque de diversões.

Algumas pessoas nos encaravam, quer dizer, as meninas nos encaravam. Olhei para Sun e ele estava com o seu óculos Ray Ban preto, e tentando se esconder um pouco.

– Ei, o que foi? — Perguntei. E então me dei conta de que ainda estava segurando seu pulso, mas não o soltei.

– Estoucom medo de ser reconhecido.

– Sai daê! Quem é que vai reconhecer um advogado?!

De repente, ouvi uns gritinhos do meu lado.

– M-Me desculpe! Posso tirar foto com você, S-Sun? — Uma garota do meu lado com o seu celular na mão, perguntou.

– C-Claro.

Fiquei o encarando enquanto tirava foto. A garota segurou seu braço enquanto fotografavam-se.

– O-Obrigada Sun! Eu sou realmente sua fã!

– Obrigado. — Sun sorriu sexymente para a garota. Ela corou e foi embora.

– Ok né.

Virei-me para frente e vi que nossa vez estava chegando. Algo quente e macio envolveu meu pulso. Olhei e vi sua mão segurando-o.

– Não quero me perder de você. — Ele murmurou baixinho e mantinha o seu olhar longe de mim.

– Próximo. — A voz da frente anunciava.

Sun entrou.

– Você não vai... — Sussurrei e entrei.

....x....

Depois de ter andado em quase todos os brinquedos, sentamos na mesa da pequena lanchonete que havia no parque.

Eram praticamente 17:30h da tarde, e a quantidade de pesoas que havia no Candyland estava bem menor.

– Termine de comer seu sorvete — Sun ordenou.

– Pra quê tanta pressa... — Sussurrei triste.

Saímos da lanchonete e Sun, como sempre,liderou o caminhona minha frente.

– Ei, onde está indo? — Perguntei. Nós estávamos perto da saída.

– Já andamos em todos os brinquedos, já não quer ir pra casa? — O encarei. Ainda não está na hora.

– Falta um brinquedo — Murmurei.

Sun parou de andar e se virou para mim.

– Qual? — Perguntou.

Apontei para a roda gigante.

....x....

– Próximo.

Entramos na roda gigante.

– Não acredito que estou indo numa roda gigante com você. — Sun resmungava na minha frente.

– Você prometeu ir em todos os brinquedos comigo!- Fiz um beicinho.

O brinquedo começou a subir. Vi Sun se remexer um pouco.

– O que foi? — Perguntei.

– Tenho medo de altura...

O silêncio preencheu o local.

Sun olhava para a enorme janela de vidro do nosso lado, que dava a vista para aCalifórnia inteira.

Ele parecia meio nervoso, e quando a roda gigante parou, ficou pior.

Pensei em algo para aliviar a tensão, e rodei o olhar pela cabine. Foi quando me deparei com algo interessante.

– 1, 4, 3... — Murmurei.

– O quê?

Olhei para ele.

– Está escrito aqui...

Ele prendeu sua atenção em mim. O observei. O sol que vinha do nosso lado, batia em seu rosto, e seus traços faciais pareciam ainda mais bonitos. Os seus lábios vermelhinhos e finos; Os olhos castanhos que combinavam com o seu cabelo castanho claro; Seu maxilar largo e sua pele leitosa e perolada. Parecia tudo surreal...

– Você sabe o que isso significa? — Murmurei.

Ele continuou me encarando, e seus lábios se entreabrira. Olhei para o sol se pondo.

– Significa I Love You...

Vi de vislumbre Sun sentar-se ereto e seguir meu olhar.

– 1 para I, 4 para Love e 3 para You... — Completei.

Novamente o silêncio reinou. Mas apesar disso, era um silêncio reconfortante.

– Que idiota. — Sun sussurrou.

Prendi meu olhar nele. Algo estava errado: Esse não era o Sun que conhecia.

''Para sempre estarei ao seu lado. Enquanto dure as estrelas.''

Novamente essa frase voltou a minha mente. Mas desta vez, resolvi não falar nada.

– Isso não é idiota... — Sun não respondeu

– Muitas vezes achamos que um "Eu Te Amo" é algo grande, equivalente a entregar-se para uma pessoa. Mas quando você percebe, tudo foi uma mentira. Aí você fecha seus olhos para as coisas que não quer ver, e tapa os seus ouvidos para as coisas que não quer ouvir. Mas há um detalhe: Você não pode fechar seu coração para as coisas que não quer sentir. — Sun parou por um instante.

Eu não sabia o que falar. Nunca passei por alguma situação amorosa ou algo to tipo. Na verdade, eu nunca me apaixonei...

Sun respirou fundo.

– Não acredito nesses números. Isso é tudo idiotice.

E foi aí que o sol se pôs. Tudo ficou escuro. Senti Sun segurar meu pulso.

– Está tudo bem. — Sussurrei.

Sun sentou-se do meu lado. Sua mão desceu do meu pulso e se entrelaçou com a minha.

Não foram necessárias palavras para expressar o que ele estava querendo dizer. Mas uma coisa eu tinha em mente: Nunca vi Sun tão frágil. Ele diz palavras fortes, vive com uma máscara consigo; mas quando chega a ficar sozinho, ele mostra sua verdadeira face: Alguém que não aguenta mais tamanha dor.

E então, o parque acendeu suas luzes coloridas.

– Ei, olha! — Apontei para a imensidão do parque, agora, completamente iluminado.

Sun olhou para o parque colorido. Vi um pequeno sorriso subir no canto de seus lábios.

– Que gay — Riu.

Um sorriso automaticamente brotou nos meus lábios também. "Ele está de volta".

....x.....

– Noah...- Ouvi Sun chamando da sala. Congelei.

– Você por acaso viu aquele cupcake gay? — Entrou no quarto e completou a sua fala me analisando.

– N-não! Não faço a menor ideia de onde esteja, Sun. — Falei sério e parece que consegui convencê-lo pois ele soltou um suspiro e voltou para a sala.

Suspirei aliviado. Na verdade e sei onde está...Hehehe.

[ ... ]

– Esse Noah é um ingrato! Me deixou e foi sozinho atrás do Sun! Nem parece que um dia foi um humilde sorveteiro!- Abri a tranca de casa com as chaves e pus meus pés para dentro desta.

– Onde já se viu? Mandar o melhor amigo se fuder? Só EU posso fazer isso! — Passei pela sala e notei um embrulho em cima da mesinha de centro. Olhei para os lados e me aproximei devagar.

– O que é isso? — Peguei a pequena caixinha que era de um tom lilás cheia de corações e laços e o bilhete que estava colado nela.

" Me desculpe pelo meu mau comportamento de hoje, você é um grande amigo, Ren.

De seu querido amigo, Noah ♥ ''.

–Esse meu amigo Noah...Tem tendências homossexuais...- Abro a caixinha e me deparo com um cupcake.

– Cupcake! Como ele sabia que eu gostava? — Devorei tudo de uma vez.

– Hum, não está tão bom mas- AHHHHHHHHHHHHHH! — Minha boca estava pegando fogo, típico da pimenta daqueles asiáticos.

– Filho da puta!!!!! — Noah Jacobs... Você ainda me paga...

– AHHHHHHHH!

Notas finais
Maya Chan: Espero que tenham gostado! E no próximo capítulo...Teremos mais da presença de Ren! Meu divo!

* Salva de aplausos.

Maya Chan: Qualquer erro por favor nos falem, e ainda vamos responder os reviews hehehe.

ChannieH: Fiquei sem fala...

Maya Chan: Bem feito...

Maya Chan e ChannieH: Até o próximo capítulo!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.