Violet Black

2 Chapter II - The Bad Dream


Notas iniciais
Hellooo Voltei, aqui está o segundo capítulo! Eu ainda estou me organizando, então não vou ficar prometendo dia ou horário para postar, por enquanto.

— Violet, querida, já está pronta?

— Já! Mãe... Eh.

— Diga! – a mulher olhou com carinho para a menina.

— Nada não! – virou-se para a escada para terminar de descer seu malão

— Violet, olhe para mim! – a mulher falou com autoridade – Eu sou sua mãe, sei que tem alguma coisa estranha, me fale.

Violet observou as feições da mulher a sua frente, alta com a postura impecável, ruiva de olhos verdes, tem os lábios finos e bem desenhados, também pudera descendentes de irlandeses. Tão diferente dela mesma, com cabelos longos e loiros, baixinha e com os olhos em uma cor muito incomum, violeta. De acordo com Maryse, sua mãe, seu nome é proveniente da cor de seus olhos.

— Eu tive um sonho esquisito, muito esquisito. Pensando bem está mais para um pesadelo. – contou em voz baixa.

— Venha cá Let. – chamou-a para que se sentassem no sofá – Seu irmão e seu pai ainda não desceram então me conte este sonho.

— Ok! – soltou um suspiro antes de continuar – Bom estava de noite, alguém lançou um Bombarda na porta da frente da casa, um homem mandou que uma mulher corresse e mantivesse a salvo um bebê, ela colocou-o dentro do guarda-roupa, lançou feitiços de proteção e aguardou outros dois homens chegarem, eles torturaram-na e um deles falou que iria jogas fogo maldito a casa. Depois disso você me acordou.

— Let... – suspirou olhando com atenção a filha – Me diz onde você estava nesse sonho! Você era a mulher? O bebê? Onde você estava?

— Bom eu era uma terceira pessoa, eu vi tudo acontecer, como se eu estivesse assistindo aquilo.

— Veja bem querida, você sabe que é adotada.

— Sei.

— Eu não sei o que aconteceu com sua família biológica Let. A única coisa que me falaram foi, que, a mulher que te deixou naquele orfanato não era sua mãe e que toda sua família tinha morrido na guerra. Isso pode ser uma espécie de lembrança do dia da morte deles. Você viu o rosto de alguém?

— Não! – suspirou.

— Vamos meninas?! – Antony vinha descendo as escadas juntamente com Peter.

Antony, pai de Violet, alto e corpulento, tem os cabelos castanhos e enrolados e os olhos negros como a noite, natural de Londres e atualmente trabalha no ministério como auror. Já Peter, filho biológico de Antony e Maryse, é alto e esguio, um pouco forte, com os cabelos castanhos e olhos verdes, Peter sempre foi muito inteligente, deste modo entrou para Ravenclaw dois anos atrás.

— Vamos! – Maryse disse levantando-se do sofá.

Os quatro entraram no carro, Antony dirigia e constantemente olhava o relógio de pulso, era por volta das nove e meia, o Expresso partia as onze, eles estavam adiantados, contudo eles não moravam exatamente perto da estação de King’s Cross e o trânsito no centro londrino não ajuda muito. Eles gastaram em média uma hora para chegar a estação, eles tinham que ser rápidos, oras não é muito comum ver pessoas andando com corujas.

— Vamos logo! Peter você primeiro! – Antony falava enquanto olhava ao redor para certifica-se que nem um trouxa estava olhando – Agora você Let! Quer eu vá com você?

— Pai, não esqueça que já atravessei a parede antes. – Violet falou revirando os olhos, logo após isso pôs-se a correr em direção a parede de tijolos que leva à plataforma 9 ¾ .

— Vamos Antony! – Maryse falou puxando o marido pela mão.

O casal após atravessar a parede localizou os filhos não muito distantes deles.

—Se comportem! – Maryse falou assim que chegou perto dos dois.

— Sempre mãe! – Peter falou sorrindo, Maryse o abraçou.

— Fale por você! – Violet falou com a voz abafada já que estava com o rosto enterrado no pescoço do pai.

— Violet! – Antony repreendeu a filha, todavia mantinha um sorriso no rosto.

— Que foi? – Violet se fez de inocente.

— Let, por favor! – Maryse suplicou olhando para a menina.

— Eu vou me comportar, prometo! – Violet falou.

— Agora vão, já são quase onze horas! – Antony falou verificando novamente o relógio.

Violet e Peter embarcaram e foram atrás de uma cabine vazia.

— Let, você se incomoda de ficar sozinha? – Peter perguntou enquanto andavam no trem.

— Não. Só quero que me ajude com o malão, depois pode ir procurar seus amigos.

— Valeu Let! – Peter sorriu.

Os dois andaram até encontrarem uma cabine para Let, eles encontraram uma que só tinha duas meninas.

— Posso ficar aqui? – Violet perguntou.

— Claro! – Uma delas falou.

— Prazer eu sou Padma! – se apresentou uma – E essa é minha irmã Parvati! – apontou para a outra ao seu lado.

— Sou Violet Cooper! – sorriu.

Notas finais
Hey, estou enfrentando uns probleminhas na internet da minha casa, meu modem tá com problemas, então pode ser que eu demore pra postar por causa disso também. Espero que tenham gostado e comentem :)