Vinternoll2
1 Unic
Notas iniciais
Depois de praticamente sumir deste universo por um simples mau humor que durou dois dias (por isso não li porra nenhuma e não postei porra nenhuma esses dois dias), I AM FUCKING BACK! (No one cares *-*)
Música underground... Ou nem tanto, porque tem no Guitar Hero. Mas ninguém liga pra ela muito, então, idk.
Kent é uma banda sueca e bem legal... Se quiserem ouvir mais músicas deles, eu recomendo lol
Vinternoll significa "Inverno abaixo de zero", em uma tradução que faça sentido. O porquê do "2", eu nunca saberei '-' Não falo sueco '-'
Whatever, essa é a música: http://letras.mus.br/kent/454590/traducao.html
No meio da fic, eu vou mudar de tempo e de ponto de vista... Mas dá pra entender.
E NÃO, NÃO É UMA LEMON, SEUS PERVERTIDOS DO CARAMBA. MEU LADO FOFINHO E CUTI-CUTI AINDA EXISTE.
Eu ainda sei ser fofa e.e Apesar de ALGUNS não acreditarem nisso u.u
Enjoy!
No meio de um inverno frio e sem esperanças...
... Você surgiu.
Você, Frank, virou a coisa mais importante da minha vida após aparecer naquele inverno. Você se importou em me ajudar quando ninguém mais quis, me acolheu, me apoiou... Foi meu melhor amigo.
Quando eu mais precisei, você esteve lá. Mas agora eu não posso mais me separar de você, Frank Iero. Você se tornou minha droga, eu preciso de você ao meu lado, sempre. Eu... Eu não posso deixar você se mudar para Nova York. Eu simplesmente não posso ficar sem meu anjo protetor. Não mais.
E é por isso que eu estou aqui, na frente da sua casa, enquanto você empacota as últimas coisas, pronto para se mudar para Nova York, pronto para sair totalmente de minha vida, mesmo que a contragosto.
-Gee?! – sua expressão é um misto de alegria e surpresa.
-Frankie, não se vá. – choramingo, com algumas lágrimas nos olhos. Você se aproxima e acaricia minha face levemente, sorrindo em compaixão.
-Gee, eu não posso...
Começo a chorar em seus braços e você me ampara, pouco se importando com o fato de que o caminhão de mudanças logo chegará para buscar seus móveis. Você me faz carinho, sussurra que vai ficar tudo bem... Mas não vai. Não sem você em meus braços.
-Dizem que a cidade se tornou calma e feia, querido... E que haverá um inverno longo e frio. Eu quero você aqui para me proteger, Frankie... Por favor, não se vá... – logo neste momento, alguns flocos de neve começaram a cair, enfeitando seu cabelo negro com pequenos pontinhos brancos.
-Eu preciso ir, Gee... Eu recebi uma proposta de trabalho ótima lá... Quem sabe, um dia, eu volte, mas eu preciso ir para lá agora, entenda isso...
-Eu quero você para mim... – sussurro, fungando. Você beija o topo da minha cabeça, tentando me acalmar, mas não funciona. Nada funciona. Eu quero você aqui, comigo, para sempre...
-Desculpe, Gee... Desculpe mesmo.
-Eu aprendi que o sentimento de perda é pior quando se tem dormido como um bebê, através de um inverno gelado. – sussurro, olhando nos seus olhos cor de avelã – Não quero sentir esse sentimento de perda, não nesse inverno tão frio... Eu preciso de você, Frankie.
Você me olha com incerteza.
-Não fique assim, Gerard. Por favor. Você vai ficar bem, eu sei que vai. – estico meu braço até alcançar seu rostinho pálido e levemente corado pelo frio. Seus dedinhos que já estavam ficando roxos pelo vento pálido alcançam meu braço encoberto por um grosso casaco de lã e você recosta sua cabeça em meu ombro – Você está quentinho... – sussurra.
-Então fique comigo... – você suspira profundamente.
-Eu queria. Eu queria muito, Gee.
-Não importa o que aconteça, você sempre será meu herói. Você é meu herói porque se atreve a ser honesto... Porque é tão fraco quanto eu... Você é e sempre será meu salvador. – você sorri envergonhadamente e eu não consigo evitar o impulso de beijar seus lábios arroxeados pelo frio. Você corresponde, segurando minha cintura enquanto meus dedos se entrelaçam em seus fios negros, misturando-se com os pequenos flocos de neves grudados neles. Você quebra o beijo quando o ar se faz necessário, mas continua com o olhar grudado em mim. Um sorriso brota em seus lábios, mas você faz que não com a cabeça.
-Eu ainda preciso ir embora, Gee... Você sabe disso...
-Me ajude, eu preciso de você novamente... – sussurro, me enroscando em seus braços, deitando minha cabeça em seu peito. Você suspira e acaricia meus cabelos.
-Você sabe que a cidade é como sempre foi, na expectativa de um inverno muito frio...
-E você diz que podemos aprender a viver com a perda, às vezes, através de um inverno gelado... Mas é mentira, Frankie, eu não posso viver sem você. – lágrimas começam a escorrer por meu rosto, mas logo secam, devido à baixa temperatura do ambiente. Subitamente, um sorriso aparece lentamente em seus lábios.
-Gee... Venha comigo para Nova York...
-O quê?
-É sério! Será fácil arranjar um emprego para você lá... E poderíamos morar juntos!
Mordo meu lábio inferior. Com certeza a perspectiva de morar com você é tentadora, mas... Será que eu estou pronto para isso?
-Frankie, não sei... Não estou preparado para deixar Nova Jersey para trás e montar uma vida nova, mesmo que essa vida seja com meu maior amor. – acaricio seu rosto levemente, sentindo a frieza de sua pele.
-Bom, você... Pode esperar eu voltar... Se é que eu vou voltar um dia. – você diz, com um pouco de mágoa em sua voz.
-Não. Não diga isso. Você vai voltar.
-Não, Gee, eu posso não voltar. – você afasta minha mão de seu rosto – Gerard, desculpe-me... Mas eu realmente preciso ir... Sinto muito, meu amor. – você morde o lábio inferior e me dá um selinho, entrando na casa, me deixando na porta, com uma sensação horrível de solidão e carência... E um peso no coração.
-X-
Frank preparava tudo para poder partir para Nova York. Já estava tudo dentro do caminhão de mudanças, a casa já estava vazia e tudo o que restava era ele mesmo. Frank suspirou, afastando as lágrimas levemente e esfregando os próprios braços, tentando se proteger contra o frio rigoroso de Nova Jersey.
-Acho que é isso... Adeus, Gerard. – murmurou consigo mesmo, antes de se virar para entrar no táxi, rumo ao aeroporto.
-Frankie, espera!
Frank franziu a testa e balançou a cabeça, achando que era uma brincadeira de sua mente, que teimava em relembrar os momentos felizes que passara com Gerard. Tentou entrar no carro, mas a mesma voz repetiu o que havia dito. Dessa vez, com certeza não era a mente de Frank brincando com ele, portanto, o baixinho virou para olhar e viu Gerard, correndo feito louco, com várias malas na mão.
-Gerard? – Frank arregalou os olhos e um sorriso brotou em seus lábios. Gerard largou todas as malas no chão e abraçou fortemente o menor, que quase chorava de felicidade – Você... Você veio mesmo... P-por mim...
-É claro que vim, meu amor. – Gerard beijou os lábios de Frank – Eu descobri que sou capaz de fazer qualquer coisa para te ter por perto... Inclusive abrir mão de uma vida aqui em NJ. Eu te amo, Frankie... Amo mesmo... – ele acariciou a face do menor, lembrando-se de como o baixinho foi o único a se importar com ele quando perdeu os pais e o irmão em um acidente de carro.
-Eu também te amo, Gee. – Frank sorriu e beijou o maior. O taxista colocou as malas de Gerard no porta-malas e perguntou se estavam prontos para ir. Ambos disseram que sim, sorriram, deram-se as mãos e entraram no carro, prontos para começarem uma nova vida juntos.
-Você é meu herói porque se atreve a ser honesto... Você é meu herói porque é tão fraco quanto eu... – sussurrou Gerard. Frank sorriu docemente e beijou-o, sem se importar com nada a não ser o futuro brilhante à frente dos dois.
Notas finais
Yay.
-q
Só avisando que eu não revisei por pura preguiça (preciso parar com isso), não duvido nada que eu tenha feito alguma merda aí. Qualquer coisa, avisem '-'
Cya c:
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