Notas iniciais
Não sei se demorei muito a postar o segundo capítulo mas lixe-se. Aqui está.

À mesma hora, encontrava-se no mesmo sítio. Sentado à mesa em frente do copo. Olhou para o relógio como havia feito há duas semanas atrás, e que nesse momento indicava 23:30 como anteriormente. Poucos segundos depois, ouviu o som de um punho batendo à porta. Levantou-se e abriu a porta.

– Novamente, viemos para saber a resposta.

– Entrem.

Como haviam feito, entraram, ao pedido de Luke. Perguntaram-lhe qual a sua resposta sendo que a informação que obtiveram era afirmativa. Momentos mais tarde, Luke já tinha as coisas arrumadas para se mudar para as “instalações” da Assassins B. (não seria a palavra mais indicada, mas adiante). Momentos depois já estava à entrada da sede da organização que se situava num estreito pouco conhecido e com bastantes árvores.

Indicaram-lhe a entrada principal e o caminho para a direção da organização. Dirigiu-se para lá. Enquanto subia um monte de escadas, ia olhando à sua volta. Parecia um edifício aparentemente normal mas demasiado simples à segunda vista para que pudesse ser um edifício como qualquer outro. Demorou pouco mais de dois minutos a chegar à “sala mãe” (sendo que era o que lá chamavam àquela sala, a sala principal). Tocou levemente com o punho na porta de modo a que se ouvisse algo que indicasse a sua presença. Talvez o tenha feito por não conhecer como lá se trabalha e talvez não quisesse transmitir uma pequena ideia de que fosse irritante ou insistente ao bater na porta mais vezes. Uma voz feminina pediu-lhe que entrasse, fez o que lhe foi pedido.

– Yugerin Luke… Pais assassinados por espiões da Zeigon, uma organização bastante perigosa para pequenas presas como cidadãos simples e desorganizados. – disse enquanto se virava na cadeira em que estava sentada. – Yugerin Luke… Sê bem-vindo. – levantou-se e estendeu-me a mão. Apertei-a suavemente.

Indicou-me vários caminhos, passagens, até que chegámos ao local onde iria passar o resto do tempo.

Permitiu que arrumasse as minhas coisas no quarto e escritório (bastante avançado para o suposto) e depois apresentou-se.

– Sou Lucy, tua nova treinadora e directora. A minha função é certificar-me de que estás bem, que não arranjas problemas e várias outras coisas do género. Para resumir, sou a pessoa responsável por tudo isto que aqui vês e por ti. Todos os jovens como tu têm um superior. Por favor, não faças nada fora das regras que se situam atrás da porta do quarto.

Retirou-se com um género de vénia e deixou-me no quarto.

Como havia dito, lá estava um papel que aparentemente era novo onde estavam escritas umas quantas regras. Li-as.

O dia baseou-se à volta de perguntas e pequenas coisas como exercícios militares. O melhor estaria por vir, como me disseram.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.