Notas iniciais
Galerinha, sei que andei sumida mas foi por causa de compromissos da universidade. Mas agora estou de volta e pronta para mais um capítulo de nossa história que deve sair ainda essa semana.

—- O que aconteceu Júlia? Por que você está tão nervosa? – Carlos perguntou tentando fazê -lá para de andar por um momento.

—- Não é nada. Desculpe mas eu tenho que ir pois já estou atrasada para a aula. –Disse Júlia, desta vez correndo.

Mas Carlos não ficou convencido com a explicação de Júlia e foi atrás dela, conseguindo alcançá -la.

—-Júlia, o que houve? Você conseguiu conversar com o Sr. Harold? Fala, você conseguiu? Júlia, você está muito nervosa. Diga-me, aconteceu alguma coisa? – Perguntou Carlos insistentemente fazendo com que Júlia cedesse aos seus pedidos.

Ela o chamou para um lugar mais reservado e então começou a falar:

—- Está bem, eu vou dizer. Acidentalmente eu ouvi uma conversa entre o reitor e alguns homens, acho que eram os vigilantes aqui da universidade, dizendo que há uma bomba escondida em algum lugar dentro da universidade. O reitor disse que eles deveriam encontrar a bomba o mais rápido possível, porque já imaginou se essa bomba explode, pessoas podem se ferir ou acontecer coisa pior, como por exemplo a morte de alguém. Temos que ajudá -los a encontrar a bomba. E rápido. -Disse Júlia nervosa e já se virando parar sair.

—-Nem pensar. Vamos deixar isso para os profissionais que estão preparados para lidar com esse tipo de situação. Os seguranças vão cuidar disso. Não vamos nos meter e vamos embora daqui. Assim não correremos perigo. – Disse Carlos preparando se para ir embora.

—- Carlos, nós não podemos ir. Não agora que sabemos o que está acontecendo aqui. Vamos procurar essa bomba, encontrá -lá e salvar a quem estiver em perigo, e estamos incluídos nesse grupo porque ninguém sabe onde está bomba está, então todos corremos risco.- Disse Júlia com ar de determinação.

— Mas é depois que encontrarmos a boba, o que faremos se ela estiver prestes a explodir?- Carlos perguntou com tom de preocupação em sua voz.

—- Confesso que não pensei nisso ainda, mas se encontrarmos a bomba podemos alertar os seguranças e eles saberão o que fazer. Agora vamos. Não podemos perder tempo. -Disse Julia andando rápido praticamente correndo.

Carlos e Júlia andaram por toda a universidade, sempre procurando serem discretos, para não levantar suspeitas, procurando vestígios da existência da bomba. Procuraram por mais ou menos duas horas. Procuram entre módulos de salas de aula, módulo da reitoria, entre outros, até na cantina, mas não encontraram nada. Nenhum sinal da bomba. Resolveram então que iriam se separar para procurar em mais lugares, cobrir uma área maior, porém essa não pareceu ser uma boa ideia. Após percorrer por lugares onde já havia procurado a bomba, mais ou menos uma hora depois, Júlia liga para Carlos para avisar que não havia encontrado nada. Ela voltou aos lugares onde já haviam procurado pois pensou que poderia ter deixado algo passar batido.

Carlos não atendeu o celular. Julia ligou mais umas três vezes e nada. Ela percebeu que algo estava errado. Carlos nunca demorava para atender uma ligação porque estava sempre com o celular em mãos.

Notas finais
O terceiro capítulo de nossa história sairá em breve, então não deixem de acompanhar.