Notas iniciais
Não esqueçam de comentar ok? Porque assim vou saber se estão gostando ou não da história. Vai depender de vocês para que eu poste mais capítulos e futuras histórias.

Júlia então foi procurar por Carlos nos lugares onde ele ficou de procurar a bomba, mas não o encontrou. De repente, quando ela estava saindo de um dos módulos, deparou- se com um homem alto, com aproximadamente dois metros, e ele era bem forte.

—- Eu estava esperando por você. Venha comigo agora!-Disse o homem com tom ameaçador.

—- Quem é vc? Quer saber de uma coisa, não interessa, e eu não vou a lugar nenhum com você.- Disse Júlia se esquivando e se afastando rapidamente daquele homem que, por algum motivo, lhe causava calafrios.

Júlia começou a andar rápido e quase correndo pois pressentiu que havia perigo. Mas o homem a seguiu e conseguiu alcançá -la. E disse discretamente :

—-Vamos! Agora! Não me faça querer te machucar. E se você não quiser que seu amigo sofra as consequências.- Disse o homem e mostrando que tinha uma arma.

Júlia ficou com uma mistura de desespero, medo, pois sabia que seu amigo estava em perigo, e ela também, a partir do momento em que o homem os encontrou.

—-O quê? Onde ele está? O que você fez com ele? Se você o machucou, vai se arrepender, eu vou...

—- Calma, você irá se juntar a ele em instantes. – Disse o homem interrompendo Júlia.—E se você alarmar alguém, pode dizer adeus a seu amigo. -Disse o homem.

—- Está bem, eu vou. — Disse Júlia se rendendo às ameaças. E arriscou- se a perguntar : – Então, é a bomba? Foi você quem a colocou aqui? Onde ela está? E por que você quer explodir a universidade? –perguntou Júlia querendo juntar o máximo de informações possíveis.

—- Você vai ver. Chegaremos lá muito mais rápido do que você imagina. – Disse o homem seriamente.

Os dois andaram por alguns minutos. ..

—- Para onde vamos? Estamos indo para... o subsolo? Como não pensei nisso antes? – Disse Júlia com ar de decepção, ao atravessarem uma porta onde havia uma escada que dava acesso ao subsolo de um dos módulos.

Júlia e o homem foram descendo as escadas até chegarem a um local que parecia ser um pátio, mas era muito sombrio, quase sem iluminação. Atravessaram o pátio até chegarem a uma sala que dava a impressão de ter sido um escritório. Ao abrir a porta, Júlia levou um grande susto, ao mesmo tempo que estava repleta de felicidade. A imagem que viu Carlos que, para a alegria dela, estava vivo, porém a triste imagem era Carlos com uma bomba presa ao corpo. Júlia correu ao encontro de seu amigo, que estava assustado com toda a situação. Júlia olhou ao redor, procurando um jeito de sair daquela sala, mas só havia uma porta, e só poderia passe por ela se quisesse sair dali, o que no momento era impossível, pois o homem a havia trancado. Na sala havia um armário velho e uma mesa com algumas poucas cadeiras, mas o que chamou a atenção de Júlia foi ver que em um canto dessa sala havia uma cama, o que poderia indicar que o homem estava acomodado ali. Depois de se distrair tanto olhando a sala, Júlia voltou de seus pensamentos quando Carlos, tentando se desamarrar, fez barulho.

—-Carlos, você está bem? Fiquei tão preocupada com você, pensando que este homem poderia te ter feito algum mal. Não se preocupe porque eu vou dar um jeito de sairmos dessa situação. -disse Júlia acalmando o amigo.

—- Eu estou bem, apesar de tudo. O que esse cara está pretendendo? Por que colocar uma bomba aqui?- perguntou Carlos tentando, em vão, se desamarrar.

—- Eu não sei. É óbvio que ele quer destruir esse módulo. Mas a questão é : por que? Vou perguntar a ele, talvez ele nos siga algo.—disse Júlia se levantando, pois havia se abaixado para falar com Carlos que estava sentado e amarrado em uma cadeira. Ela, então, dirigindo- se em direção ao homem, começou a perguntar : Por que você colocou essa boba aqui? Por que você quer destruir esse módulo? E principalmente, quem é você???

—- Bom, já que temos um tempinho, vou contar a vocês quem sou eu e qual é o meu objetivo aqui. Meu nome é Marcelo Diaz, tenho 35 anos e cursava Direito aqui. Com quase dois anos de curso, eles, as autoridades do campus, me pegaram fazendo arruaça com alguns colegas e decidiram nos expulsar, pois não queriam alunos irresponsáveis, pois não seríamos bons advogados, foi o que eles disseram. Isso faz mais ou menos dez anos. E eu quero me vingar desta forma, a começar, acabando com esse módulo, pois era aqui que eu estudava. E depois eu pensarei em meu próximo alvo. – disse o homem cuja fúria em seus olhos era visível ao relembrar o passado.

—-Agora tudo faz sentido, você era aluno, foi expulso, e quer se vingar. Mas tinha que ser desta forma? Colocando a vida de muitas pessoas em risco? – Júlia perguntou tentando obter mais informações .

O homem não quis mais saber de conversa e pega Júlia pelo braço e a obriga a sentar -se em uma cadeira. Ele a amarra e a amordaça, amordaçando também Carlos . O bandido saiu trancando a porta e foi embora, deixando Carlos e Júlia com uma trancados com uma bomba em contagem regressiva.

Notas finais
Em breve o quarto capítulo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.