Vingadores Navais.
23 Baby Boom Part 2 - Two And A Half Baby
— Às vezes eu adoro meu trabalho. – Uma enfermeira passou conversando com outra. – Duas grávidas no mesmo dia significam um bônus.
— Acho que não deveria ser apenas “dinheiro”. – A outra respondeu, acendendo a luz do berçário. – Vamos colocar os bebês e vamos comer alguma coisa.
Um pequeno garotinho foi colocado na caminha, sua pulseira indicando que seu nome era Chris Callen. A menina tinha uma etiqueta semelhante, mas seu nome era Morgan Stark.
Algumas horas antes...
— Meu Deus, eu acho que não posso! – Elisa gemeu quando outra contração a atingiu. – AHHHHH!
—Faça alguma coisa, por favor! – G se sentia impotente. – Ela está com dor.
— E você também vai ficar se não ficar quieto. – Elisa puxou G pelo colarinho.
— Ok, desculpa. – Ele sorriu, sabendo que ela estava em trabalho de parto. Ele apenas viu a enfermeira olhar para a esposa e sorrir. – Está na hora?
— Sim! – Ela acenou e uma médica e duas enfermeiras entraram na sala.
— Senhorita Elisa, sou doutora Any, ginecologista. – A médica se ajoelhou e tirou os óculos de grau e colocou um par de óculos especial com grau. – Ok, eu vou pedir que você empurre!
— AHHHHHHHHHHH! – Elisa gritou e apertou a mão de Callen junto.
— AIIIIIIIIIIII!!!!! – Callen literalmente gritou quando sentiu sua mão sendo esmagada por sua esposa.
— AHHHHHHHHHH! – Elisa olhou para Callen, que mesmo com dor continuava ali ao seu lado.
Enquanto isso, Pride ajudou Abby com Emily e sorriu para Sophie. Ela parecia tão linda em seu vestidinho.
— Oi pai. – Abby sorriu e o abraçou. – Eu realmente estou feliz por Callen e Elisa.
— Todos estamos. – Pride se sentou perto de Amanda, que lia um livro. – Livro legal.
— É do tio Barack Obama. – Amanda sorriu. – Eu gosto muito dele.
— Lucca ganhou do próprio presidente quando cozinhou para ele. – Abby sorriu. – É bem bom.
— Agora eu fiquei com inveja. – Tony entrou com a pequena Tali. – Desculpe a demora. O pneu furou.
— É, eu sei bem como isso pode ser chato. – Abby apenas disse, irônica. – Tim e eu já ficamos muitas vezes com esses pneus.
— Sim, não fazem mais pneus como antigamente. – Pride disse e ganhou olhares de todos. – O que? Eu já fui jovem e teoricamente, eu sou avó jovem.
— Não disse nada, pai. – Abby sorriu para Amanda, Emily e Sophie. –Logo o bebê Chris vai estar aqui e eu já comprei a primeira jaqueta de rock dele.
Elisa estava literalmente suando na cama quando sentiu que suas entranhas eram puxadas.
— AHHHHHHHHHHH! — Elisa gritou quando mais uma vez empurrou.
— AIIIIIIIIIIIIIIIII! – Callen percebeu que sua mão estava quebrada, mas uma paz invadiu o quarto e de repente, ele ouviu.
O bebê chorou e Callen olhou para o filho recém-nascido e chorou. Ele podia ouvir uma melodia ao estilo Nickelback tocando no quarto e sorriu.
— Meus parabéns. – A médica enrolou o bebê e o entregou para Callen. – Ele é perfeito.
Elisa olhou para Callen com um sorriso e logo a criança foi colocada em seus braços.
— Chris chegou. – Ela apenas falou e recebeu um beijo de seu marido.
Callen era um agente que via coisas ruins todos os dias, mas sua família só aumentava e ele adorava isso.
Na sala de parto de Pepper, Tony Stark estava quase voando para buscar um médico. A doutora Any entrou, com um novo par de luvas e avental e simplesmente se agachou.
— Vamos fazer esse parto? – Any apenas falou. – Senhora Stark, por favor, empurre!
Pepper segurou a mão de Tony e ela sabia que não a quebraria.
— AHHHHHHH! – Pepper gemeu quando empurrou pela quarta vez.
— Mais uma vez. – A médica se animou quando viu a pequena Morgan saindo. – Ela está chegando.
Jenny e Gibbs se sentaram na sala de espera. Havia um olhar entre os dois com a pequena Anna.
— Acho que é hora de ter outro bebê. – Jenny sorriu casualmente. – Eu realmente penso em dar mais alguma irmã para ela.
— Jenny, você não precisa me pedir permissão. – Gibbs a beijou. – Na verdade, eu iria falar isso com flores, chocolate e, é claro, a gente muito sem roupa.
— Vocês dois não se cansam? – Abby brincou com os dois.
— Tanto quanto você e Tim, eu acredito. – Jenny sorriu de volta.
— Touché. – Abby riu.
— Senhora Stark, está saindo. – Any se preparou para pegar a pequena Morgan em um cobertor.
— AHHHHHH! – Pepper deu um grito e logo em seguida, as sensações que ela tinha foram substituídas por uma sensação de paz.
Foi quando eles ouviram o choro da bebê pela primeira vez.
Tony Stark podia ver muitas coisas durante sua vida como super-herói, mas ver sua filha nascer e cortar seu cordão umbilical foi uma das melhores experiências de sua vida.
— Amor... – Tony se virou, a voz embargada. – Ela é simplesmente perfeita.
— Que bom que você já a ama. – Pepper estava um pouco cansada. – Eu vou precisar de ajuda com as fraldinhas.
— Mal posso esperar. – Tony devolveu a menina para a médica e sorriu ao perceber que aquela vida de playboy havia ficado para trás.
Callen observava Elisa dormir. Ele tinha visto Lasalle com Sonja e o filho dos dois há pouco tempo e sentiu que a equipe adorava fazer meninas e meninos. E ele tinha tanto uma pequena e um pequeno.
— Oi querida. – Callen sorriu para Elisa, com Chris em seus braços. – Acho que alguém quer a mamãe.
Elisa segurou o filho nos braços e logo sentiu que ele queria ser alimentado. Ela moveu a mão pela blusa e deu a ela seu peito.
Lasalle seguia olhando seu filho recém-nascido. Sonja estava descansando assim como Pepper e Elisa. Ele olhou para o menino que ainda não tinha um nome e sorriu.
— Chris? – Sonja o viu olhar para ela. – Como está nosso bebê?
— Ele dormiu, mas acho que quer a mamãe dele. – Lasalle balançou o bebê e o entregou a ela. – Sabe, ainda não decidimos um nome para ele.
— Que tal Dwayne? – Sonja viu o rosto de Lasalle sorriu. – Afinal, foi ele que armou aquele encontro que ele foi concebido.
— Eu ouvi isso. – Pride apareceu na porta com três buques de flores. – Três buques para ter mulheres lindas.
— Obrigada, chefe. – Sonja sorriu. – Chris?
— King, eu quero que você conheça Dwayne Percy Lasalle. – Chris passou o bebê. – Quase como um neto seu.
— Não quase, Chris. – Dwayne pegou o pequeno bebê nos braços. – Ele é meu netinho.
Eles estavam tão felizes naquele momento que até mesmo uma possível ameaça era uma preocupação distante.
Longe dali um homem corria por um beco escuro, tentando fugir desesperadamente do homem que o perseguia com uma seringa cheio de algo. Ele caiu no chão e tentou se levantar, apenas para ceder a dor na perna que agora estava quebrada.
O homem que o perseguia chegou e simplesmente o injetou com a mistura da seringa.
O corpo do homem parecia em chamas., mas na verdade ele estava queimando apenas por dentro. Seu corpo ficou lá e então de repente, o homem acordou e olhou para o horizonte. Ele era diferente agora.
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