Vingador Vol. II

24 23. Primeiro Movimento.


Notas iniciais
Olaaaaar, perdão pela demora eu tava fanficando o q nao devia rs

Escócia, Castelo McMurdoc.

Sakura estava a se encarar no espelho e suspirar, novamente.

Toda vez que tinha a oportunidade, ela tinha que voltar a experimentar aquele colar. Talvez, só talvez estivesse um pouquinho obcecada com o brilho majestoso dos diamantes incrustados naquela gargantilha de prata envelhecida.

Talvez, só talvez, ela gostasse de joias e mimos mais do que imaginava.

E talvez, talvez, amasse recebê-los daquela pessoa.

Ainda se recordava do pingente de crucifixo negro que Sasuke a havia dado quando ainda viviam em Tokyo, da alegria de perceber que ele tentava respeitar sua fé, e principalmente, de descobrir que ele a considerava o bastante para presentear.

Não sabia o que aconteceu com aquele primeiro presente, mas guardaria os que vieram depois como tesouros. E não podia negar, esperaria muito mais.

— Koyosegi-sama? – Bateram a sua porta e ela se apressou a guardar a gargantilha de volta. Plum era a única testemunha de suas idas e vindas diante o espelho e poderia dizer que até ele estava meio aborrecido, sempre a observando muito sério.

— Si-sim! Estou indo!

— Apenas vim avisar que já selaram o cavalo.

— Ah! Que bom, obrigada! – Sakura se levantou do assento da penteadeira e correu para a cama, se jogando nela, catou as botas e calçou-as. Despediu-se de Plum deixando algumas sementes de girassol para ele, esperando que isso melhorasse seu humor e então, saiu dos aposentos e correu ansiosa para mais uma nova experiência.

A propriedade em torno do castelo era bem vasta, os antigos estábulos estavam desativados há alguns anos, mas ela resolveu comprar alguns cavalos e manter ali para aprender equitação.

Já dera os primeiros passeios no pequeno curral, num garanhão preto e muito manso de raça europeia que parecia vir de um conto de fadas. Aproveitando o bom tempo na região, ela resolveu arriscar mais um pouquinho, e dar o primeiro passeio no campo.

— Bom dia! – Exclamou, chegando a saída do estabulo. 87 e 32 pareciam dois ricos cavalheiros sobre dois garanhões de pelagem castanha, com roupas de equitação e postura perfeita.

Sakura ainda se sentia um macaquinho tentando se equilibrar no enorme dorso de Sr. Bubles.

Com a ajuda do novo empregado que cuidava dos cavalos, ela montou o alazão escuro e pegou as rédeas, afagando o pescoço longo e forte do majestoso animal.

— Bom dia, Sr. Bubles? Espero que cuide bem de mim hoje também.

Bubles respondeu com uma baforada vigorosa e ela sorriu, começando a tocá-lo para o lado.

— Ele vai se comportar, gosta de coisas pequenas. – O Sr. Gray, o cuidador, tinha uns sessenta anos e tratava tanto Sakura quanto os animais como netos. Ela ainda não sabia se isso era pra ser bom...

Ele era muito amistoso e brincalhão, de todo modo.

Sakura seguiu os cavalos dos outros dois de perto, eles passaram por um bosque maravilhoso até pegarem uma trilha rumo á campina.

— Parece que teremos o que queremos logo. – 87, comentou, sempre mantendo os olhos ao redor. — Um informante confiável afirmou que os membros da alta cúpula estão planejando uma reunião. Então podemos esperar o convite logo logo.

Sakura assentiu, atentamente, embora não apreciasse falar de “trabalho” nessas horas, sabia que ele só estava a mantendo informada como parte de seu dever para com a proteção e auxílio aos planos dela.

87 prezava muito sua saúde mental e emocional, e fazia questão que ela se distraísse com alguns hobbies. Para ele, ela que não era preparada como eles, precisava muito mais que eles de momentos de sossego para aguentar a pressão de manter uma máscara absolutamente perfeita naquele mundo cheio de gente traiçoeira.

Ficar longe do cenário social da Folha também era uma estratégia, quanto menos ela desse as caras com a desculpa de temer Sasuke, menos teria que se arriscar a tropeçar na atuação.

Porém, não poderia fugir o tempo todo, e já tinha alguns meses desde que se dispôs a ser vista. Logo teria que dar as caras de novo para fingir que estava tudo bem na medida do possível.

Ela realmente tremia só de imaginar isso tudo de novo. Mas não recuaria.

— Significa que vou ter que aparecer logo?

— Independente da posição deles quanto á você e a situação do clã Uchiha, você teria de aparecer logo, Sasuke está se escondendo bem, então temos que balancear isso direito. Ambos dentro de tocas, vai fazer eles começarem a se perguntar se não há algum túnel os conectando.

— Entendo...

— Se a alta cúpula demorar demais a se manifestar, aí pensaremos em como e onde você pode aparecer.

Sakura concordou. As duas opções eram desagradáveis e a exporiam. Mas não tinha jeito.

Então o que podia era aproveitar o agora.

Tocou Sr. Bubles o apressando a um trote mais intenso e seguiu a frente. Subindo colinas e cortando campinas altas.

Sakura ao menos tinha esse pedaço de paraíso onde só faltava uma pessoa para estar completo.

¤

A porta corrediça do caminhão que trazia as carnes e as compras do mês foi levantada revelando Sasuke, usando jeans escuros e camiseta branca meio suja e suada, uma jaqueta de couro em tom de chumbo não escondia totalmente a mancha de sangue sobre o ombro esquerdo da camisa.

Ele cuspiu o palito de dentes que tinha na boca com a boa e velha cara de filho da puta de sempre e Ino logo parou de apreciar a visão e lembrou que ele era um filho da puta.

Segurando uma bolsa de couro apenas sobre o outro ombro, ele saltou do caminhão para o chão e caminhou olhando em volta.

— Onde ela está? Bancando a bela adormecida?

Ino revirou os olhos, o cara não conseguia sair da pinta de badboy? Por que era óbvio que ele mal podia esperar para ver sua queridinha.

— Cê não convence ninguém...

— Huh?

— Nada.

Ela teve muito trabalho com aquele cabelo para deixa-lo correr riscos nas mãos daquele panaca outra vez.

— Sua bela adormecida saiu para praticar a montaria, não sei se já chegou, na verdade. E o que foi isso no seu ombro?

— Montaria? – Sasuke deu as costas, já passando a caminhar e vasculhar tudo com os olhos. Mas no jardim, apenas os homens do armazém descarregavam as compras sob o olhar dos Sem Nome.

— Por que ela está praticando montaria? Eu já não ensinei o bastante?

— Você é podre!

— Meu bunker foi pelos ares, quase perdi o trabalho de meses pra uns putinhos belgas, levei um tiro no ombro, vim metade da viajem na companhia de vacas vivas e mortas, chego aqui e minha mulher não vem me receber por que está montando algo que não sou eu?

— É só um cavalo!

— Um cavalo?!

— Óbvio!

— Por que ela está em cima de um cavalo? Quer quebrar o pescoço? É bom ser um cavalo de madeira, daqueles que só balançam pra frente e pra trás.

Ino chegou a conclusão de que não havia qualquer chance de alguém ser um assassino da Folha sem enlouquecer no processo.

Esse cara não batia bem e ela definitivamente não se manteria normal se insistisse em dialogar com ele.

Ela se afastou e foi embora, deixando-o praticamente a farejar os arredores atrás de Sakura.

¤

Depois do passeio, Sakura deixou Sr. Bubles descansar na sua bela baia recém limpa e dispensou o cuidador pelo resto do fim de semana. Alimentar os cavalos era algo que os outros empregados poderiam fazer.

Despediu-se do animal deixando alguns torrões de açúcar para ele e finalmente deixou o estábulo.

Contornou o lugar, passando por algumas pilhas de feno e madeira e foi quando deparou-se com Sasuke ali, na sua frente. Levou um momento para processar, ele largou a bolsa que levava no chão e ela se jogou nele, alegremente.

— Você voltou mais cedo!

— Ah, eu vim. – Ele sibilou roucamente, suas bocas se encontraram e as mãos grandes puxaram-na pelas pernas, dobrando-as na altura do quadril. Sakura se enroscou no pescoço dele, assustada, porém sem conseguir separar seus lábios.

Sasuke deu alguns passos e a parede de madeira úmida do estábulo chocou-se contra as costas dela enquanto ele se banqueteava em seu pescoço e colo.

— Sasuke...- Gemeu, atordoadamente, o desejo e a saudade a deixando mais que susceptível para os toques e beijos.

Sasuke alcançou sua boca novamente, arrancando a própria jaqueta e largando no chão. Suas mãos atacaram as pernas dela, apertando as cochas e empurrando o quadril contra o dela. Sakura ronronou inflamada apenas com a pressão, arrancando suas costas sobre a camisa e aspirando sua pele sem perfume, apenas carne firme e viril pressionando contra ela.

— Está pronta para mim, amor? – Ele indagou contra seu ouvido, a boca descendo para o pequeno laço que prendia o decote do vestido branco e floral que usava. O desfez entre os dentes e abocanhou um seio.

Sakura arranhou seu couro cabelo, estremecendo e apertando os olhos.

— Si-sim. – Confirmou, Sasuke soltou um grunhindo satisfeito, seus dentes raspando na pele dela. Mordeu-a no pescoço também. Uma mão soltou a perna dela que se manteve firme em torno do quadril dele e desafivelou o cinto.

— Estava passeando no bosque, bebê? Cuidado com o lobo mau.

— Já está aqui... – Ela ciciou sôfrega, Sasuke riu baixinho, pincelando a entrada dela antes de mergulhar profundamente e arremeter sem interrupções.

Sakura bateu a cabeça contra a parede, deixando os gemidos ecoarem, arranhou-o por sob a camisa e até o traseiro o incitando mais e mais, precisando-o tão profundo mesmo se não suportasse o prazer.

— Ah, foda. Você está tão quente, amor. Vai gozar?

Sakura o beijou, segurando seu rosto, apenas o soltou quando a falta de ar veio junto com orgasmo que bateu duro em sua sanidade. Sasuke chupou e mordiscou seu queixo, pousando-a no chão delicadamente para que não caísse sobre as pernas trêmulas. Girou-a de costas para si. Levantando a barra do vestido enquanto ela se remexia e tremia ainda abalada pelo primeiro orgasmo.

Puxou seu cabelo de lado, beijando sua têmpora enquanto a penetrava outra vez, firmando o corpo dela contra a parede.

Sakura tentou arranhar a madeira, ou abafar os gritos que queriam sair contra ela, mas ele a estava roubando toda a racionalidade outra vez. Tão duro e molhado dentro dela, tão quente e certeiro.

Sasuke apertou seu seio, a outra mão em sua cintura matinha a roupa levantada para suas investidas deliciosas. Ela sentiu um de seus pés estava descalço, mas não fazia ideia de quando, como isso aconteceu ou onde sua bota havia ido parar. Bem, tampouco a calcinha, que deveria ser o mais (ou menos) importante agora.

Ele arranhou sua nuca com os dentes e ela se sentiu contrair por dentro e por fora, uma perna perdeu quase que totalmente a força e ele empurrou mais dentro dela, seus dedos esfregaram o clitóris. Sakura definitivamente gritou e Sasuke afundou o rosto em seu cabelo, gozando em seguido dela, suas pernas também cederam e ambos caíram contra a parede, ficando ali por um tempo, apenas ouvindo os ofegos um do outro.

— Er... Hum... Obrigada pelo presente?

— Eu que agradeço.

— Eu posso pedir outro?

— Totalmente negociável. – Ele admitiu.

Sasuke se deitou no chão recoberto com o feno que se soltara dos lotes ao redor, puxou um cigarro amassado do bolso e um isqueiro, ascendendo-o e ela se deitou juntinho dele, o fitando curiosa e envergonhada. O vestido mal cobrindo seu quadril e pernas agora.

— Não avisou que voltaria.

— Já pretendia vir, mas fui apressado. – Ele responde, encarando o céu e soltando uma baforada.

Sakura franziu o cenho, notando a mancha de sangue em seu ombro.

— O que foi isso?

— Foi o que me apressou... Que história é essa de estar montando, mesmo?

Sakura se sentou, arrumando o vestido, encontrou a bota perdida e calçou-a, e o ajudou a se levantar. Então ambos seguiram para dentro do estábulo onde Sr. Bubles os recebeu bastante agitado.

— Ele não é lindo?

Sasuke encarou a constituição alta e vigorosa do animal, sinceramente não podendo nem processar que ela conseguia subir naquilo sem precisar de uma escada de bombeiros, quanto mais, cavalgá-lo.

— Isso é um cavalo? Mais parece uma besta do inferno...

— Huh? Sr. Bubles? Mas ele é um amorzinho! – Sakura foi com a mão para acariciar o bicho e Sasuke a puxou, afastando-a da baia ainda encarado o cavalo como se ele fosse criar chifres e seguiu pra fora.

— Sr. Bubles o meu rabo... Tá mais pra Sr. Satã, isso sim.

— Mas...Mas...

— Você está montando nisso? Mas nem por um caralho.

— Por quê?!

— Pra que diabo montar cavalo? Estou aqui, monte a mim.

— Você... bebeu?

— Mais um A, e sua bundinha deliciosa vai ficar vermelha e deliciosa.

Sakira inflou as bochechas e passou a frente, caminhando de braços cruzados. Então começou a correr.

— A!

Sasuke franziu o cenho, parando, bufou e cuspiu o cigarro fora, apertando o passo no encalço dela.

— Então a madame Uchiha quer uns tapas na bunda?

Sakura gargalhou, olhando por cima do ombro e correndo ainda mais rápido, a curta cauda do vestido sacudia, seus cabelos saltavam em cachos ao lado do rosto e ela perdeu a outra bota do caminho, não tendo coragem de arriscar voltar para pegá-la.

Sasuke se viu guardando aquela visão.

Como quando ela o recebia na porta do apartamento, passou a considerar essa visão também, o significado de estar em casa.

¤

Como Sasuke tinha uma veia meio (pra não dizer muito) exibicionista, ele se negou a dizer qualquer novidade até que todo o covil estivesse reunido de vez. De modo que levaria ao menos uns três dias até Kakashi retornar de onde estava escondido com os outros caras e Damian ainda nem havia dado retorno quando tentaram contatar.

Sasuke terminou outro cigarro, observando a propriedade tomada pela noite através de uma janela. Era muito sossegado e frio e Ino apreciava isso com um bom vinho e um livro. Não havia muito a se fazer por ali, de todo jeito.

Sakura retornou do quarto, muito silenciosa e atenta em torno do cara. E Ino apenas aguardou ela finalmente desembuchar tal como Sasuke já fazia, se fingindo de desatento.

— Sasuke... Sasuke-kun, preciso confessar uma coisa...- Sakura pronunciou num fio de voz. Sasuke fitou-a por cima do ombro, estudando-a melhor.

Ela estava pálida e meio trêmula, então ele teve que presumir que era algo realmente grave.

Além do nível "Mandei fazer um castelo de ouro para o Plum" algo que ele já começava a suspeitar que viria a acontecer e que ela confessaria de bochechas rubras, e não brancas como agora.

— O quê?

— É-é sobre aquela festa...

Sasuke afilou os olhos em sua direção e ela estremeceu por inteiro.

— É que eu não lembrava de muita coisa no dia seguinte...

— Por que estava doidona.

— Mas eu lembrei que... Lembrei que... Que eu beijei...

Repita e conclua.

— Eu beijei... Beijei uma garota!

Um longo momento se passou, Ino alternou os olhos entre ambos, roxa de expectativa.

Sasuke encarou bem a garota, refletiu e até mesmo ficou ligeiramente espantando com o que concluiu.

— Estou feliz e puto.

— Aff...- Ino revirou os olhos retornou para a leitura onde estava.

— Hein?! – Sakura miou, assustada.

— Estou quase excitado, mas pra isso preciso de mais material. Então responda... Teve língua?

Deu para ver perfeitamente a coloração vermelha subir pelo pescoço dela, tomar todo o rosto e orelhas.

Sasuke ficou ainda mais curioso.

— Gostosa assim? Nah, você não teria tanto bom gosto atirando pros dois lados...

— Quê-quê-quê?!

— Seria até um pouquinho presunçoso da sua parte achar que pegaria alguém equivalente a mim, afinal...- Ele refletiu. Sakura continuou o encarando até começar a processar a coisa toda.

— Está dizendo que não liga...?

— Claro que eu ligo. Quem disse que havia exceções sobre deixar alguém enfiar a língua na sua boca? Pessoas com boceta também estavam e estão vetadas.

— Mas... Mas...

— Mas devo admitir que a ideia é tão impensável que chega a ser bem estimulante... Agora estou excitado, vamos pra cama.

Sakura fugiu para fora do cômodo, tapando os ouvidos, era muito pra ela lidar.

— Você é maluco! E vulgar!

— Você foi ativa? Se tiver sido ativa eu vou ficar bem magoado!

— Nãoooo!

— Foi passiva? Me sinto traído!

— Para! Não!

Sasuke sentou-se, rindo, e realizado. Ino o fitou com desconfiança.

— Realmente não liga?

— O quê? Isso sequer aconteceu. É parte dos delírios de LSD dela. Mas estou surpreso pela criatividade, esperava que ela sonhasse com unicórnios, não com beijos lésbicos. – Ele desdenhou, servindo-se do da bebida na jarra a lado.

— Sei...

— Qual a pauta? Sakura-sama está surtando, então imagino que seja religiosamente polêmico? – 87 perguntou, ao entrar na sala.

— Sakura acha que beijou uma garota naquela festa. – Ino disse, Sasuke riu de novo.

87 franziu a testa, pensativo e em seguida balançou o indicador, pegando o telefone no bolso.

— Ah, a modelo canadense?

Ambos o encararam e Sasuke cuspiu a bebida de volta no copo.

— Que modelo?

87 jogou o telefone para ele e Ino se aproximou, olhando o visor .

Na foto um pouco escura demais, estava Sakura sorrindo abobada e ébria ao lado e uma garota mais alta, negra, olhos dourados e lábios fartos, seu cabelo era uma nuvem encaracolada tingida de azul escuro e sua expressão era absolutamente sexy, a de alguém que ganhou a noite.

— Eu também beijaria ela...- Ino confessou, esta era uma daquelas pessoas de ar e sorriso completamente charmosos demais para resistir.

— 92 cuidou da foto original, e deu uma revistada no telefone dela enquanto estavam dançando. Essa cópia veio apenas para manter registro...

— E foi essa gata mesmo? – Ino indagou, só para provocar.

— Sakura. – Sasuke se levantou com um rugido e se moveu como um tornado. — Que porra é essa? E o papo de fidelidade que Deus ensinou?!

87 e Ino tinha a mesma opinião, este cara era patético.

¤

Tudo parecia estar se rearranjando quase que naturalmente. Como um mecanismo voltando a girar, as peças agora trabalhariam para Sasuke.

Quando os belgas atacaram seu bunker ele quase foi explodido junto e perderia os arquivos descriptografados por pouco.

Obviamente, uma vez que uma posição sua fora confirmada depois de meses as casas e a alta cúpula ficariam agitadas e se jogariam em torno de Sakura.

Um convite para uma festa chegou e a convocação para reunir-se com os velhos também.

Sakura iria até eles, faria seu fofo teatrinho, e por trás, Sasuke os pegaria desarmados.

E haveria uma proposta de trato muito simples e direta.

Ou se aliavam a ele, ou ele e sua doce companheira derrubariam cada casa, uma por uma.

Era o primeiro movimento, talvez o único, e o último que precisava ser feito.

Ao menos foi o que ele achou até a chegada de três convidados nada esperados.

Mais peças entraram no jogo de forma surpreendente, no entanto, Sasuke não se permitiria atrasar as engrenagens por isso.

Porém, era algo a ser bem analisado.

Karin estava de volta e bem.

Eles tinham Utakata e definitivamente ele teria de ser útil.

E por último, talvez o que mais pudesse atrapalhar as coisas...

Izuna estava vivo.

Notas finais
Ain fode essa buceta Sasukeeeeeeee (Izuna tmb, aproveitando q ta vivo neah?) Vestido https://imgur.com/a/AWQCjLf Colar https://m.imgur.com/a/gNwjSJ2