Notas iniciais
"Então, eu tava sofrendo de um negócio chamado preguiça, uma doença grave. E o único jeito de vc se livrar da preguiça é tomando um negócio que se chama ânimo. Só que esse negócio é muito caro e vc não acha pra vender e, quando acha, vc não vai ter dinheiro pra comprar. E outra, ele vai estar na pqp e vc vai ter muita preguiça de ir até lá. Então desculpe sociedade." PcSiqueira
Bom, o PC resumiu bem o motivo de eu não ter postado antes o capítulo, como havia prometido. Também ouve outros motivos, entre eles, falta de ideias e tempo, mas enfim, aqui estou eu novamente com um cap grandão e cheio de novidades e com minhas sinceras descul-pas às minhas leitoras lindaas que comentaram na esperança de receber o cap logo, mas se decepcionaram. Juro que não foi por não gostar de vcs ou da história. DESCULPEEE, vou tentar não repetir isso e aproveitem o cap =D
Aaah, também queria dizer que adorei as teorias de vcs sobre oq iria acontecer, serio muito legal rsrs

Tohr estava andando pelas ruas do centro de Caldwell tranquilamente, a procura de algum redutor perdido. Sabia que hoje era um dia difícil de achá-los porque era metade da semana e uma noite clara, os vampiros não costumavam sair em noites assim e, automaticamente, redutores também não saiam. Mas pelo modo com eles andam agindo, querendo escapar dos vampiros, não seria muito estranho encontrar um hoje, tentando ir para o norte.

Além do mais, ele queria mais era fugir daquela casa. Tudo estava um transtorno por lá. Wrath só complicava as coisas e Tohr não entendia mais nada. Mas também, já não se esforçava muito para entender. Eles haviam ido para o norte anteontem, a pedido de Phury, para averiguar detalhadamente, mas não acharam nada. Apenas encontraram dois redutores que estavam tentando recolher vampiros vivos, mas isso não era novidade. Volta e meia o Sr. Omega inventava mais um plano infalível e mandava seus redutores caçarem vampiros vivos para interrogá-los depois. Claro que, mesmo assim, os irmãos os seguiram para ver se achariam o “esconderijo super secreto no norte”, mas ocorreu uma falha no plano dos redutores: a dose de sedativo aplicada no vampiro capturado foi pouca e ele acordou gritando alucinadamente obrigando a dupla a matá-lo na hora. Assim que os irmãos viram que os dois estavam voltando para Caldwell, decidiram mata-los logo.

Agora Wrath dizia que não havia motivo nenhum em querer ir para o norte novamente correr riscos, já que, pelo visto, não havia nenhum esconderijo lá. Mas Tohr não acreditava nisso, ele sabia que tinha alguma coisa e ia descobrir o que era, qualquer dia desses. Quem quisesse ajudá-lo, ótimo; se não quisesse, o problema não era seu.

Mas no momento, Tohr nem estava tão interessado nisso. Seus pensamentos voltavam a toda hora para aquela garota que tinha visto na festa sábado.

Simplesmente não sabia por que seu cérebro fazia isso com ele. Há alguns dias atrás, ele só tinha pensamentos para Wellsie e vingança contra redutores. Mas, apesar de ainda pensar em sua amada e nos desalmados desgraçados, agora sua cabeça tinha um grande espaço livre para ficar meditando diariamente sobre aquela garota. Aquele cheiro tão encantador voltava sempre à sua mente como se ela estivesse na sua frente e ele pudesse tocá-la a qualquer momento. Para falar a verdade, ele não sabia direito se era a garota de fato que o encantava, ou apenas seu cheiro que o fazia perder a cabeça. O que importa é que isso não é normal.

Seus irmãos viam que algo estava diferente em Tohr novamente – pois ele já não reclamava de tudo e nem estava tão faminto por matar redutores – mas não falaram nada. A única coisa que disseram foi que ele devia se alimentar novamente, achavam, inclusive, que ele estava quieto desse jeito por abstinência de sangue. Tohr até tinha ouvido Rhage falar com Wrath a respeito de pedir que uma Escolhida viesse dar sangue a Tohr, mas não era isso que ele queria.

Sabia que o que queria realmente era o sangue daquela vampira, ou o que quer que ela seja. Era por isso que ele não havia se alimentado ainda e irritava cada vez mais Wrath com essa rebeldia. Era por causa dela que ele estava nas ruas agora. Queria ver se não encontrava algum redutor por aí para poder matar e se distrair um pouco.

Ele se aproximou do Screamers, apenas por força do hábito, mas aí sentiu o cheiro.

Em um primeiro momento pensou que era apenas sua mente mais uma vez o confundindo, mas depois de se aproximar mais, teve certeza. Era o cheiro dela, do seu sangue. Mas havia algo errado. Estava misturado ao cheiro que Tohr mais odiava no mundo todo. Aquele cheiro repugnante que ele tinha tanto prazer em destruir. Como podia um cheiro tão bom quanto da garota ser misturado àquela coisa abominável?

Imediatamente os instintos de Tohr tomaram conta de seu corpo e quase nada mais de racionalidade refreava sua mente. Sentia que a garota estava em perigo e só de pensar que ela estava nas mãos daqueles vermes imundos, sua visão escurecia.

Ele foi seguindo o rastro dela rapidamente. Uma parte muito pequena de sua mente dizia que ainda havia a possibilidade dele encontrar o esconderijo dos redutores no norte, mas ele nem estava tão interessado nisso agora. Apenas seguia o cheiro daquela garota que tinha bagunçado tanto sua mente.

E então, de repente, o cheiro se tornou mais forte. Ela estava perto, a alguns metros de distância, talvez. Tohr pôde sentir ainda outro cheiro misturado ao dela e dos redutores. Era cheiro de sedativo, anestesiante. Ah, ele não conseguia aguentar isso. O que aqueles desgraçados estavam fazendo com ela?

Ele virou a esquina de um prédio e a viu, finalmente. Estava sendo carregada por um deles, desacordada, por uma longa ruela entre os fundos de vários armazéns. Eles caminhavam rápidos e cochichavam baixo, mas, de repente, pararam, provavelmente sentindo o cheiro de Tohr. Jogaram a garota de qualquer jeito no chão e viraram para encarar Tohr. A visão dele brilhava com a cor vermelha. Não se lembrava de quando havia ficado tão furioso como naquele momento. Provavelmente foi quando ele viu o primeiro redutor após a morte de Wellsie, mas, naquela vez, sua raiva estava misturada ao pesar e tristeza, então talvez não tivesse sido tanto assim.

– Ah, redutores, chego até a sentir 0.5% de pena de vocês por terem querido viver algum dia, por terem, em algum momento, pensado que poderiam fazer alguma coisa contra mim.

As expressões deles foram endurecendo. Fizeram menção de pegar uma arma por baixo dos casacos e o mais pálido queria começar a falar, mas Tohr o interrompeu.

– Não precisam nem tentar se mexer. Agora irão ver o quanto a morte pode ser dolorida quando se metem pessoalmente com um guerreiro da Irmandade da Adaga Negra.


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A noite estava boa para caçar. A lua cheia fazia vários animais da floresta saírem de suas tocas para pegar comida ou simplesmente aproveitar o calorzinho que fazia hoje. Rosalie e Alice já haviam pegado juntas dois coelhos e uma família de raposas. Agora, Alice só esperava Rosalie terminar seu filhote e iriam ver se achavam mais alguma coisa, senão iriam para casa.

Fazia um tempo que elas planejavam caçar sozinhas, como nos velhos tempos, mas nunca pegavam o faziam. Antes de Bella aparecer em Forks, as duas eram muito amigas e costumavam sempre caçar, passear e fazer qualquer coisa juntas, mas depois esse costume foi morrendo e, com o nascimento de Nessie, ficou completamente extinto por um tempo. Até que elas decidiram voltar a caçar juntas. Era muito bom colocar o papo em dia.

Alice estava parada ao lado de Rosalie procurando com os olhos algum animal pequeno que pudesse servir de alimento, quando, de repente, a cena veio à sua mente.

Renesmee, no centro de Caldwell levando um tiro; ela sendo carregada por ninguém mais, ninguém menos que aqueles humanos pálidos e sem alma…

– Rosalie… – sussurrou ela olhando fixamente para um ponto no horizonte. A outra não respondeu, não foi por falta de audição, mas simplesmente porque não queria largar sua presa. – Rosalie! – Alice falou mais alto, ganhando, então, a atenção dela.

– O que foi? O que você está vendo?

– Renesmee, ela não está em casa, fugiu e ninguém sabe. Ela corre perigo, Rosalie. Está desmaiada nas mãos daqueles desalmados que eu andava vendo.

– O quê?

– É um futuro próximo, não demorará a acontecer. Vamos, temos que ir já para casa informar os outros. Te explico no caminho.



Em questão de 3 ou 4 minutos ela já estavam em casa e, notava-se pela calmaria do lugar, que ninguém tinha dado por falta de Nessie ainda.

– Chame Esme e Carlisle. Eu falo com Jacob – disse Alice. Rosalie olhou para ela com compaixão e as duas se entenderam silenciosamente: Jacob ia pirar quando soubesse e seria difícil controlá-lo. Mas alguém precisava avisá-lo e antes Alice que Rosalie fazer isto.

– Jacob? – disse Alice entrando no quarto dele. Ele dormia profundamente, jogado na cama. Pelo visto, não tinha dormido muito bem nos últimos dias. Ela entrou no quarto, foi até a cama e cutucou-o. – Ei, Jacob acorde. Estamos com problemas.

– Ahn…? O que você esta fazendo aqui? Era pra estar caçando. Que horas já são? – Ele foi levantando vagarosamente, muito sonolento.

– Fomos caçar, mas tivemos que voltar rapidamente. Eu tive uma visão sobre Nessie…

– Ahn? Nessie? O que tem ela? Está no quarto dormindo, não? – De repente ele estava bem acordado e com uma expressão de dúvida receosa no rosto.

– Na verdade, não, Jacob. Ela fugiu de casa há algum tempo.

– O quê? – ele se levantou. – Como assim fugiu? Que motivos ela teria para fugir? Ela já voltou?

– Não Jake, é isso que estou tentando dizer. Eu só vi isso agora pouco. Acho que ela tomou o cuidado de não decidir nada precisamente, foi seguindo os instintos, para eu não ver nada.

– Mas como ela tá agora? Está tudo bem com ela?

– Eu presumo que no momento ela esteja bem, mas isso não vai durar. Vi seu futuro próximo, e, na minha visão, ela estava desmaiada e sendo carregada por aqueles humanos pálidos e sem alma que eu andava vendo. – Conforme Alice foi falando os olhos de Jacob foram se arregalando de preocupação. E então ele explodiu:

– Como você não viu uma coisa dessas antes Alice?! Você devia estar sempre, sempre de olho nela! E eu? Porque estava aqui dormindo enquanto ela está lá fora correndo risco? A minha Nessie está lá fora nas mãos de humanos sem alma, e desacordada sem poder se defender?! Vamos rápido sair daqui…

– Calma Jacob – Alice tentou segurar seus ombros extremamente largos. – Ela não está exatamente agora desacordada. O que eu vi foi um futuro. Temos um certo tempinho…

– Não sanguessuga, não temos. Estamos falando de Renesmee correndo perigo. Temos que salva-la.

Ele saiu correndo porta afora, mas foi barrado por Rosalie, Esme e Carlisle, que acabava de desligar o celular.

– Bella está desesperada, eles vão ir direto para o centro, mas provavelmente vão demorar mais uns 10 ou 15 minutos – informou Carlisle. – Alice, você sabe exatamente onde ela está agora?

– Não, não consigo ver direito. O presente não tenho como informar.

– Muito bem. Então vamos mesmo assim para lá.



Eles corriam na velocidade da luz. Até Jacob, que geralmente não consegue correr tão rápido como os vampiros, corria velozmente na forma de lobo apenas um pouco atrás dos Cullen. Os pensamentos contendo só um foco: achar Renesmee. Eles recém haviam saído de casa quando Alice disse:

– Agora. Ela acabou de levar o tiro. É um sedativo eu acho, ela está caindo.

Foi outra pontada no peito de Jacob. Todos puderam ouvir um grunhido vindo dele. Seu passo aumentou ainda mais, se é que isso era possível.

Demorou um tempo até que eles acharam o rastro dela pelos becos do centro. Jacob podia sentir claramente o doce perfume de Nessie, mas completamente contaminado. Havia outro cheiro doce, mas muito ruim, de arder as narinas, misturado ao dela.

Eles seguiram seu cheiro até chegarem a uma ruela cheia de lixo entre armazéns velhos, num lugar um pouco mais afastado do centro. A primeira coisa que Jacob vê quase dilacera seu coração, tanto que ele é obrigado a parar por um instante, pasmo.

Nessie, a pessoa por quem sofreu imprinting, o amor da sua vida, por quem ele faria qualquer coisa, iria até o fim do mundo se preciso, a razão por estar com os Cullen, longe de sua família e amigos aturar tudo que é tipo de desaforo, ela estava nos braços de outro. Pelo visto era um daqueles tão famosos guerreiros que Alice sempre fala que vê, pois é enorme, musculoso e veste couro da cabeça aos pés. Ele a segurava agachado no chão, como que a ninando. Havia marcas de sangue no chão e isso não ajudou a acalmar Jacob.

Nessie parecia extremamente fraca, mas sorria ao olhar para o guerreiro, até que avistou sua família por cima do ombro dele e seu rosto demonstrou certo pânico e medo. Jacob não conseguia ouvir o que eles falavam, mas somente a visão daquele ser enorme e ameaçador, segurando sua amada tão fraca e indefesa, fez sua visão escurecer completamente após os três segundos de choque que o paralisaram. Não, ela não ficaria nem mais um segundo naqueles braços.


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Depois da segunda dose de anestesiante recebida dos homens pálidos, Renesmee havia apagado completamente e só voltou a escutar um bom tempo depois, quando sentiu que foi atirada no chão com brutalidade. Apesar de não conseguir se mexer, de sua mente estar enevoada e seus pensamentos lentos, ela ouvia vozes e uma luta ocorrendo ao seu lado. Demorou um certo tempo até que finalmente sentiu braços enormes e fortes levantando-a do chão e segurando seu tronco com cuidado.

Embora ouvisse uma voz perguntando se estava tudo bem e sentisse dedos dando tapinhas em sua bochecha na esperança de que ela reaja, Nessie não era capaz de responder ainda. Estava com certo medo depois de tudo o que tinha ocorrido, mas não podia acreditar que quem quer que estivesse segurando-a ia lhe fazer algum mal. Finalmente, depois de mais um tempinho, conseguiu abrir os olhos.

Ela não podia acreditar. Não podia ser verdade o que estava diante de seus olhos nesse exato momento. Pensou por um instante que ainda estava sobre o efeito da droga, então piscou varias vezes até que sua visão ficou completamente focalizada. Sim, era realmente ele. O cara que ela havia visto no Screamers, aquele vestido de couro que não saíra de sua mente todo esse tempo e pelo qual ela fugiu de casa só para encontrar. O guerreiro que Alice via em suas visões estava bem ali, segurando-a em seu colo carinhosamente e apalpando com delicadeza seu rosto.

– Ei, pode me ouvir agora? Você está bem? – perguntou ele, com uma voz grave, mas suave.

Renesmee balançou a cabeça em concordância enquanto piscava mais algumas vezes e tentava se sentar, mas isso não deu muito certo. Assim que ele a largou para que ela pudesse se apoiar em seus próprios braços, ela caiu secamente no chão mais uma vez. O efeito do sedativo ainda agia fortemente principalmente no braço onde havia sido injetado, e ela foi obrigada a deixar-se segurar pelo guerreiro.

– Obrigada – sua voz saiu rouca e baixa. Ela limpou a garganta e olhou nos olhos do guerreiro. – Quem é você? O que fez com os… – Nessie olhou o redor e sua voz sumiu, pois a única coisa que viu foi quatro montinhos de cinzas e umas marcas de sangue no chão.

– Meu nome é Tohrment. Não se preocupe, já acabei com aqueles redutores que lhe raptaram, eles não incomodarão mais.

– Redutores…? Eles não eram humanos né? Onde estão seus corpos? –Era muito difícil pensar com clareza e as palavras de Nessie saiam lentas e enroladas. Parabéns Renesmee, está fazendo um ótimo papel na frente dele.

– Não, não eram humanos, eram redutores, humanos sem alma nem coração que viram cinzas quando acertados no peito. – Ela falou com cautela, pensando que talvez Nessie poderia achar isso surreal demais. Ah, se ele soubesse o que ela era realmente. Ela sorriu um pouco.

– O que foi?

– Nada, é só… ahn, eu tenho que voltar para casa, logo, logo minha família irá chegar aqui, tenho certeza de que a uma hora dessas eles já sabem o que aconteceu.

– Aonde você mora? Eu te levo até em casa, você não está em condições de caminhar e tampouco pode sair por aí a essa hora.

Sua mente trabalhava mais rapidamente agora e ela começava a raciocinar sobre sua condição. Com certeza todos os Cullen já sabiam de tudo agora, Alice deve ter tido uma visão assim que Nessie foi capturada. Provavelmente eles estavam a caminho do centro, isso se já não estivessem chegando. Se a encontrassem assim, no colo de um guerreiro no meio de um beco escuro, as coisas iriam ficar bem ruins. Isso somado ao fato de ela ter fugido simplesmente de casa e traído a confiança de sua família sugeria complicações das grandes. E agora também não adiantaria voltar para casa sozinha. Talvez a única chance agora fosse ir para casa com Tohr e dizer que ele havia salvado-a por acaso. O que também não seria uma mentira.

– Ah, eu estou muito encrencada – ela deixou escapar. – Olha, eu acho que realmente vou precisar de sua ajuda mais um pouco, se não for incomodar.

– Ora, nunca. Isso jamais me incomodaria – ele sorriu, encantando mais ainda a Renesmee. – Mas eu precisaria do meu carro, que está em casa. Mas não se preocupe, eu ligo para meu irmão trazê-lo e fico aqui com você até… Ei o que foi?

Renesmee de repente ficou mais pálida e arregalou os olhos. A única coisa que não podia acontecer, aconteceu. Agora sim ela teria muitos problemas.

– Escuta, você precisa sair daqui, rápido – disse ela com urgência. – Não olhe agora, mas minha família está chegando. Posso vê-los lá longe, atrás de você.

– Tudo bem eu posso conversar com eles, digo que sou um amigo seu, que a encontrou na festa e que você acabou tropeçando agora. Eles não precisam saber que você foi capturada por ninguém, eu entendo que eles não compreenderiam…

Renesmee riu amargamente, bem que ela gostaria de poder dizer isto.

– Não, você que nunca entenderia. Não vai querer se meter com minha família, você não tem ideia do que eles são capazes.

– Sou capaz de muitas coisas também, não me subestime. Deixe-me falar com…

– Não, – a voz de Nessie se elevou, estava começando a se desesperar, pois viu que Jacob estava à frente e começava a andar na direção deles na forma de lobo. – Vá embora agora. Estou segura com minha família. Por favor, vá. Não vai querer encará-los.

Tohr olhou para trás uma vez e viu um lobo enorme vindo em sua direção. Não queria deixar a garota de jeito nenhum, mas seu rosto desesperado lhe implorava que saísse. E ele não podia negar nada àquela criatura tão perfeita. Ele estava levantando quando se lembrou de uma coisa importante:

– Espere, qual seu nome?

– Renesmee.

– Renesmee, um dia nos encontraremos de novo, guarde minhas palavras. – E saiu correndo.


Notas finais
o.o e agora?? Nessie vai se dar mal neh, quem mando ela aprontar, mas eu pessoalmente adorei o encontro dela com o Tohr kk' e vcs?
deixem as opinioes aí, e vou tentar (como sempre) não demorar tanto, ok?
bjbj pessoas lindaas!
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