Vidas Atadas

11 Capítulo 10


Renesmee disse que sim.

E apesar de querer muito não era o que Jacob esperava, mas ele não ia olhar os dentes a um cavalo dado.

Toda sua família apareceu para cuidar de Sofia. Seu pai não era do tipo que se voltava louco pelas crianças. Jacob duvidava que Billy Black tivesse trocado uma fralda em sua vida... Assim realmente se surpreendeu quando seu rude pai chegou ansioso por segurar sua neta.

-Por que está cravando os olhos em mim, filho?

-Só me perguntava…

-… Se sei algo sobre bebês? — seu pai sorriu. -Passou um tempo, mas nós tivemos dois meninos de uma vez, assim cumpri com minha justa parte de segurar, balançar e alimentar bebês.

Jacob não considerou isso.

-Bem, ligue no meu celular se necessitar algo. Estaremos de volta em uma hora.

-Tome seu tempo. — disse Sarah. -Se divirtam, estaremos bem.

Renesmee pareceu relutante em ir.

Jacob roçou a mão para baixo de seu braço, entrelaçando seus dedos juntos.

-Eu não a deixaria nem pediria que a deixasse se pensasse que haveria algum problema.

-Sei.

-O relógio está correndo... — ele acariciou com o nariz seu ouvido. -Quero sentir sua boca sobre mim.

Logo eles foram através das caravanas, os reboques para cavalarias e os caminhões. Ele não queria topar com ninguém que conhecesse, para não se ver forçado a parar e conversar.

Seu cérebro estava aturdido com a imagem de Renesmee olhando-o com seu pênis profundamente em sua garganta.

No reboque de Jared, ele bateu ligeiramente à porta do quarto para dormir.

-Jared? Está aí dentro?

Sem resposta.

Jacob tirou a chave e abriu a porta. Renesmee deu um passo para cima primeiro e ele a seguiu. Depois que baixou as persianas e trancou a porta, ele foi até ela.

Ela se agarrou a ele, em seu beijo erótico. Ele sentiu uma mudança nela, uma aceitação. Seria fácil retroceder e ser o paciente amante pouco exigente que foi no passado, mas ele queria muito mais. Para os dois. E não queria esperar.

Seus lábios deslizaram a seu ouvido.

-De joelhos.

Ela nem sequer vacilou e logo se ajoelhou.

-Isso está realmente bom. Agora desabotoa meu cinturão.

Alguns puxões e a pesada fivela foi tirada... Ela baixou o zíper sem perguntar. Se ele na realidade fosse um bastardo controlador assinalaria que não seguiu suas instruções, mas em vez disso observava como ela permitia a seus instintos a guiarem.

Com o zíper aberto, Jacob baixou os jeans e a boxer por suas pernas... O tecido de sua longa camisa cobria sua ereção, e ele precipitadamente a desabotoou para que não houvesse barreiras entre eles.

Renesmee ofegou diante da visão do duro pênis.

-Preciso dizer que nunca fui hábil nisto. – ela sussurrou.

-Deixa que eu diga isso.

-Só para que não me julgue muito severamente depois.

-Nunca julgaria... — meigamente acariciou os cabelos dela. -Vou amar tudo o que me faça. Toque-me, querida. Por favor.

Ela não agarrou a dura vara, em vez disso, delicadamente segurou suas bolas... Ele gemeu enquanto ela rodava-as entre seus finos dedos... Então com deliberado cuidado, varreu seu polegar acima do centro de seu pênis, deixando que sua unha raspasse brandamente sob a borda da torcida cabeça. Seu pênis se retorceu desavergonhadamente por sua atenção.

Nessie passou o polegar através do fluido que se filtrava pela ponta... Curvando amplamente os dedos ao redor de seu contorno, ela começou a acariciar.

Jacob colocou a palma da mão a um lado do rosto dela, aproximando a boca...

-Sem mãos agora. Só a boca. Lambe.

A língua rosada dela saiu disparada e lambeu a veia pulsando acima da longitude de seu pênis, desde suas apertadas bolas para a ponta... E lentamente fez o caminho de volta... E outra vez para cima. Na última úmida passada ela envolveu os lábios ao redor da cabeça e chupou.

-Oh, sim. Mais. Chupa mais... – Jacob gemeu.

As indecisas mãos dela avançaram lentamente para cima de suas coxas. Ele olhou para baixo para ver os lábios cheios se separar e pouco a pouco seu pênis desapareceu dentro do quente refúgio da boca dela.

Jacob praticamente uivou.

Animada por seus gemidos, ela o levou mais profundo, seus movimentos mais rítmicos... A ponta de sua língua passou sobre o doce ponto debaixo da fenda enquanto ele se arqueava, com a respiração entrecortada.

Ela lhe ofereceu um sorriso secreto, chupando intensamente e com a língua malvada serpenteando por todos os lugares erógenos que ela descobria.

Se ele fechasse os olhos, cairia... A sensação da ávida boca dela, o arranhão de seus dentes, os espirais de sua língua trabalhando sobre seu pênis o faziam perder a cabeça. Fechar os olhos significaria não poder ver esta mulher desinibida e sexy aprendendo a dar prazer.

Suas bolas apertaram.

-Está me alojando tão agradável e molhada... É tão fodidamente quente sentir sua boca toda quente e escorregadia. Você gosta de me fazer isto, não é?

Renesmee assentiu enquanto movia a cabeça de cima para baixo no pênis dele.

-Vamos ver quão tão profundo pode tomar.

Ela respirou por seu nariz quando ele introduziu até que seus lábios ficaram pressionados contra sua pélvis e ele esteve enterrado nessa linda garganta.

-Sim... — ele retirou. -Outra vez...

Seus malditos joelhos tremiam pela necessidade de gozar... Jacob agarrou a mão direita dela e a envolveu ao redor da base de seu pênis. Levantou o queixo dela para poder ver os olhos.

-Deveria ver o olhar em seu rosto... Tão condenadamente lasciva que me tira o fôlego, mulher... — passou o polegar através da tentadora linha de sua mandíbula. -Acaricie com sua mão enquanto segue chupando.

-Assim? — ela bombeou seu eixo da raiz a meio caminho para cima da longitude algumas vezes.

-Não tão apertado. Assim. Cristo. Assim. Oh, merda, exatamente assim.

Quando Nessie colocou sua boca junto com suas mãos, a quente e molhada sucção se concentrou na sensível cabeça de seu pênis, ele começou a bombear os quadris, necessitando esta submissão da parte dela. Enredou os dedos em seu suave cabelo e a agradável essência de flores, um aroma unicamente dela, encheu seus pulmões.

-Deus, sua boca é tão… Estou quase lá. Mais rápido. Sim. Vamos, vamos, vamos. Merda. Aqui está, abre mais, ah, sim. Chupe. Mais. Mais duro... — Jacob resistiu a empurrar mais profundo em sua garganta soltando o cabelo e apertando os punhos. Sua cabeça caiu para trás enquanto um fogo líquido saía disparado desde suas bolas para cima de seu eixo palpitante. O pênis sacudiu com quentes jorros enquanto ela tragava cada gota.

Depois de que o último impulso terminou, Renesmee o deixou sair de sua boca. Ela acariciou com o nariz sua coxa e beijou a vulnerável pele entre os ossos de seu quadril esfregando a bochecha contra a parte interior de sua outra perna.

-Nessie...

-Hmm.

Ele a olhou quando ela inclinou a cabeça para cima para olhá-lo.

-É linda.

Seus lábios estavam mais cheios, mais vermelhos... Também estavam curvados no que se parecia com um sorriso satisfeito.

-Por que está sorrindo afetadamente? – ele perguntou.

-Porque nunca gostei de fazer isto antes. Nunca pensei que fosse muito boa nisso.

Ele murmurou:

-Tenho que discordar.

-Foi diferente com você, Jake.

-Por que pensa que foi, querida?

-Porque você me disse exatamente o que queria.

-Isso é tudo?

Ela pensou nisso e negou com a cabeça.

-Não perde nada sendo honesta.

-A verdade é que te chupar foi tão excitante para mim como foi para você.

Sua admissão o fez sorrir...

-Ainda está excitada?

-Incrivelmente.

Ele a levantou sobre seus pés. Ela insistiu em ajudá-lo a ajeitar suas roupas, não de uma forma sexual, e sim de uma forma docemente íntima... Abotoando, alisando, endireitando sua camisa sobre seu peito. O tipo de meticulosos movimentos que uma esposa poderia realizar com seu marido.

Jacob disse com voz rouca:

-Vêem aqui... — ele apoiou as mãos em seu traseiro para assegurar que ela permanecesse em seu lugar. Tomou seu tempo beijando-a, amando a maneira em que ela inconscientemente se roçava e arqueava contra ele. Depois de sentir prazer com uma profunda degustação de seu muito tentador pescoço, sussurrou: -Quero que imagine todos os lugares onde vou tocar-te esta noite quando chegarmos em casa. Quer saber onde começarei?

-Sim.

-Poderia ser estendendo através da parte traseira do sofá e lambendo daqui… — Jacob correu seus polegares desde sua coxa para acima para sua nuca. -Até aqui.

Ela estremeceu e liberou um diminuto gemido.

-Talvez comece mordiscando seus dedos... Ou talvez esteja desesperado por sentir sua bonita vagina apertando meu pênis que irei fodê-la até a inconsciência. Ali mesmo sobre esse tapete floreado... — ele sussurrou em seu ouvido. –Não importa que cenário escolha, Renesmee, lembra que eu dito quando goza... Não você.

-Oh.

-Posso dizer que quero que goze agora mesmo. Imagina meus dedos acariciando sua úmida vagina? Um, depois dois, empurrando profundamente? Você montando minha mão enquanto a palma está provocando seu clitóris... Seus gemidos suplicando para eu ir mais depressa, para pressionar mais duro, me afundar mais profundo... — seus dentes ligeiramente rasparam a parte exterior de sua orelha. -Está palpitando entre suas pernas?

-Deus! Jake, por favor.

-Logo. Mas não fuja ao banheiro para gozar por si mesma porque saberei... E não ficarei feliz, querida, porque quero que esteja bem preparada para tudo o que posso dar esta noite. Prometa-me.

Renesmee ofegou contra seu pescoço.

-Prometo.

-Bem.

A pele de Renesmee estava tão hipersensível que temia que um só toque, inclusive um acidental toque do caloso dedo de Jacob a enviasse para um orgasmo.

Seu primeiro pensamento foi pôr distância entre eles. Pegar Sofia e ter uma desculpa para ir. Dado que Jacob tinha que descarregar os cavalos com Jared antes de voltar para casa, ela teria tempo para encontrar uma aparência de compostura antes que o homem se dispusesse a abatê-la outra vez.

-Renesmee?

Ela pestanejou.

-O que?

-Quer ir dar uma volta e esperar a entrega de fivelas e prêmios? Jared e eu entramos nos prêmios.

Seu pescoço ruborizou ao recordar Jacob sobre um cavalo... Jacob com uma corda. Seu poder, sua graça, sua concentração e sua velocidade. Mal podia esperar para ter tudo isso completamente enfocado sobre ela.

-Ainda não te felicitei por obter o segundo lugar. Devem estar felizes.

-Não foi mal para dois rancheiros que não estiveram em uma equipe de laço durante anos.

-Vocês, rapazes, estiveram malditamente bem. Apesar de que perdi vinte dólares com sua prima Leah.

Os olhos de Jacob arregalaram.

-Apostou em mim?

-Não ia apostar contra você.

-Isso é condenadamente doce. — ele sorriu. -Vêem aqui e me dê um pouco de doçura.

-Huh uh. Não necessitamos nenhum rumor adicional circulando sobre nós.

-Que rumor?

-Além de que estamos vivendo em pecado?

-O que é sua culpa, querida, porque eu pedi que se casasse comigo. Mais de uma vez.

Merda. Para tentar mudar o rumo da conversa ela tomou outra direção, flertando, o que a fez se sentir muito bem.

-Você não faz idéia do quanto estou quente... Não posso garantir que não me jogarei em você, ou irei escapulir para me tocar, ganhando uma boa quantidade de problemas por fazer sem sua permissão...

-Essa parte do pensamento de “se jogar em mim” me agrada... Prometo que quando estivermos em casa cuidarei de você.

Uma vez fora do reboque de cavalos, Renesmee começou a se dirigir para a zona de piquenique onde estava Sofia, mas Jacob a agarrou pelo cotovelo.

-Pensei que íamos dar uma volta.

-Não quer que seus pais vejam a entrega dos prêmios?

-Merda. Não pensei nisso. Direi que nos encontrem no extremo norte... — depois de fazer a chamada, disse: -Passou um tempo desde que tomei uma cerveja e eu gostaria de uma, que tal?

Agora que Nessie pensava nisso, não viu Jacob tocar uma gota de álcool desde que se mudou.

-Certo. Serei curiosa... Você não bebia quando saímos ano passado?

-Estava acostumado a fazer, agora não muito. — caminharam em silêncio até que chegaram ao parque de estacionamento e estiveram frente à loja de cervejas. Ele pagou por dois copos, gesticulando para ela para que se dirigisse à área dos assentos.

-Obrigada.

-Não há problema... — Jacob sorveu o creme espumoso, lambeu os lábios e suspirou.

-Assim já sabe se quer ter cerveja no refrigerador, estou bem com isso... Estou certa de que Sofia não se importará se você beber cerveja de vez em quando.

Suas sobrancelhas franziram.

-Acredita que a razão pela que não estou bebendo é por Sofia? Não. É por Quil. E isto não se trata só do vício dele pela bebida. Outros assuntos flutuaram à superfície como resultado disso, coisas que estiveram cozinhando a fogo lento durante anos... — seu polegar esfregava o lábio sobre o copo de plástico, como se estivesse empenhado em encontrar as palavras corretas. –Estou falando de assuntos familiares, murros, insultos, silenciosos ressentimentos que foi pondo a um irmão contra outro. Cheguei a me perguntar se algum de nós alguma vez ia ser capaz de trabalhar juntos no rancho de novo. Me alegrou sair dali. O ano passado foi o mais feio, o momento mais baixo de minha vida.

Ela não o interrompeu.

-Quil se manteve sóbrio durante um ano. Estou orgulhoso dele e respeito sua sobriedade o suficiente para não beber a seu redor. Não estive bebendo absolutamente no último ano de todos os modos.

-Não há muitos bares pelo norte?

-Não. O curioso é que se supunha que Quil encabeçaria o experimento de pastoreio de gado, não eu, mas depois de tudo o que aconteceu com nós dois me ofereci como voluntário... Necessitava tempo para endireitar minha cabeça. Embry diz que Quil passou por maus momentos se reconciliando com seus irmãos... Suponho que todos aprendemos que algumas coisas tomam tempo para sarar.

Renesmee deixou que seus dedos se movessem para baixo pelo braço de Jacob e cobriu a mão dele com a sua.

-Sinto muito e não estou alardeando quando digo que entendo pelo que passou. Minha irmã é uma alcoólica recuperada e uma ex-drogada. Ela teve dois ataques do coração. Pensei que a perderia... Felizmente ela está limpa há cinco anos.

Nenhum dos dois disse nada, beberam suas cervejas, perdidos em seus pensamentos.

Por último Jacob, disse:

-Talvez pudéssemos falar de outra coisa? Quando é a próxima consulta de Sofia com o médico?

-Tanto como adoro a nossa querida menina... — ela sorriu quando ele a olhou porque ela imitava sua forma de falar. -Não quero falar dela.

-Então, do que?

De sexo. Conte-me o que tem reservado para esta noite. Em detalhe. Talvez com uma práticaprévia.

-Supõe que estamos nos conhecendo, não é? Então, me fale de suas tarefas diárias no rancho.

Jacob levantou ambas as sobrancelhas.

-Por quê? Está querendo cochilar?

-Não, falo sério. Te vi sobre o cavalo hoje e me dei conta que não tenho nenhuma idéia do que se necessita para criar vacas.

-Dinheiro. Estupidez. Teimosia... — ele tomou um gole de sua cerveja. -O que fazemos depende da temporada.

-Tem um cavalo só seu? Tipo, de estimação?

Jacob riu.

-Sim, deixo meu cavalo na casa de meus pais. É um cavalo velho de trabalho, não um cavalo de rodeio como o de Jared. — tomou outro gole. -E você? Sabe montar?

-Posso montar, mas não muito bem... E eu gosto, mas não tenho um cavalo.

-É uma vergonha. Tem um lugar encantador com aquele celeiro grande e os currais.

-Talvez algum dia, quando a vida não seja tão caótica, conseguirei um cavalo suave. O que faz para se divertir quando não está trabalhando no rancho?

-Passou tanto tempo que nem lembro. Estava acostumado a gostar de ir dançar na Bota Dourada. Você gosta de dançar?

-Nunca fui hábil dançando.

Ele se inclinou sobre a mesa, a um mero beijo de distância.

-Disse o mesmo da mamada e desmentiu você mesma ainda a pouco, assim estou pensando que eu gostaria de provar que está errada sobre a pista de dança. Há algo extremamente tentador no pensamento de segurá-la em meus braços em público, Nessie.

O calor líquido nos olhos de Jacob fez tremer seus joelhos.

O alto-falante ressoou com o anúncio das apresentações. Ele se voltou para trás, terminou o restante de sua cerveja e ficou de pé.

-Melhor irmos logo.

Jacob manteve sua mão pressionada em uma pequena parte de suas costas enquanto cruzavam o campo. Várias jovens olhavam para ele com um claro interesse sexual, das pontas de suas botas até a aba de seu chapéu de vaqueiro, olhavam o ajuste de seus jeans e o tamanho da fivela de seu cinturão. Algumas valentes vaqueiras que estavam encantadas de vê-lo voltar para a ação, se aproximaram, mas Jacob não dava a mínima importância, ele parecia não se incomodar, mas tudo aquilo incomodou como o inferno a Renesmee. Maldição, Jacob Black era dela.

Quando uma morena deslizou seus dedos para cima dos botões da camisa de Jacob, Nessie se perguntou se ela era de algum jeito invisível... Durante as conversas, Jacob foi simpático com suas adoradoras, mas Renesmee também notou que sua quente mão permanecia firmemente localizada em suas costas.

Felizmente logo escaparam das vaqueiras oferecidas e se aproximaram de Sarah e Sofia... Jacob chegou mais perto e Sofia o olhou e agitou seus pés com regozijo. Ele sorriu, roubando-a dos braços de Sarah.

-Esta é minha garota. Sentiu saudades, coisinha doce? — beijou a parte superior de seu gorrinho.

-Ela foi um anjinho. — Sarah disse. -Renesmee, lhe apresento minha irmã, Caroline Black.

As duas apertaram as mãos.

-Seu sobrenome é Black também?

-Sim. Somos irmãs casadas com irmãos. Uma longa história que sem dúvida te cansaria em algum ponto. De qualquer maneira, só queria dizer quanto eu gosto de seus produtos, Sarah me tem feito viciada.

-Sempre gosto de ouvir isso, obrigada. – Nessie sorriu alegremente.

-Não deveria trabalhar na loja por mais tempo?

Nessie sacudiu sua cabeça.

-Confio isso a Claire enquanto estou me ocupando do laboratório.

Jacob se moveu para bloquear o sol dos olhos de Nessie.

-Deveria ver suas instalações... É impressionante, muito além de algo que veja por aqui. – ele contou um montão de coisas que Nessie estava assombrada de que se recordasse da breve excursão. Ele quase soava… Orgulhoso dela.

Caroline assobiou.

-Jacob, conduz de lá até ao rancho? Todos os dias?

-Sim. Não é grande coisa.

-Cem quilômetros são realmente uma grande coisa, especialmente quando está cansado de trabalhar.

Ele revirou os olhos.

-Parece com mamãe, tia.

-Preocupo-me com todos os integrantes de minha família, Jake, não só pelos que dei a luz.

-Diria o mesmo a Quil ou a Jared?

-Se estivessem dirigindo duzentos quilômetros ida e volta todos os dias, pediria que fossem precavidos também.

Renesmee o olhou diretamente nos olhos.

-Está dirigindo todos esses quilômetros? Todos os dias?

-Sim.

-Por que não me disse isso? — desconcertada, só podia olhá-lo fixamente e se sentir mais culpada. -Não sabia. Não é estranho que esteja tão cansado. Não deveria ter que…

-Não tem que se preocupar com isso. — ele falou baixo para que só ela ouvisse. -Porque isso não tem importância. Quero fazer isso... Dirigiria duas vezes essa distância para estar com você e com Sofia cada noite.

Ela se derreteu e só saiu um humilde:

-Oh.

-Sim... Oh. Esta não é uma coisa temporária para mim, assim que imaginei que era melhor me acostumar desde o começo.

O alto-falante anunciou a ordem do programa e já estava quase na hora para a entrega dos troféus para a equipe de amarração. Jacob passou Sofia para Nessie.

-Vou ajudar Jared, depois irei direto para casa.

-Mas há um encontro na casa de Sam e Emily esta noite. – Sarah disse. -Toda a família vai estar lá.

-Todos menos nós... — Jacob trocou um olhar quente com Renesmee e uma onda de antecipação fluiu através dela. –Sofia teve bastante agitação hoje. -Tudo bem. Mas vão ao café da manhã tardio de Caroline amanhã?

-Sim, mamãe. – Jacob piscou e se virou para Nessie. -Até mais tarde, querida.

Sarah e Caroline se moveram mais perto de onde os troféus seriam entregues, enquanto Nessie observava da cerca.

Ela engoliu seu ciúmes diante das legiões de mulheres que rodearam Jacob e Jared. Era óbvio que nenhum dos dois parecia particularmente interessado em nenhuma delas.

Na hora da entrega dos prêmios Paul fez uma linda homenagem ao pai de Leah que tinha falecido e o público saiu de controle. Um nó subiu pela garganta de Renesmee quando os Black e os Clearwater correram através da arena para celebrar com eles. Talvez Jacob preferisse estar com sua família esta noite, em vez de se afastar cem quilômetros.

Carregou Sofia em seu carro e se dirigiu para casa.

********************

O rodeio não cansou Sofia. Nessie acabava de deitar a bebê algumas horas mais tarde quando a caminhonete de Jacob parou na frente de casa.

Feliz coincidência.

Pum, bum... Soou no alpendre quando Jacob tirou suas botas sujas, como sempre fazia. A porta chiou ao abrir e fechou. Ele parou no tapete, depois de pendurar sua jaqueta e vê-la parada no corredor.

-Ei. Consegui terminar e vim tão rápido como pude.

-Pensei que ligaria para dizer que ficaria com sua família esta noite.

Silêncio.

Com grande rapidez ele tinha o rosto dela seguro em suas ásperas mãos e a estava beijando como se planejasse comê-la viva. Depois de vários minutos de beijos, que a deixou com os dedos nus dos pés curvados no piso de madeira, ele afastou suas bocas.

-Parece que eu preferiria estar com alguém além de você?

-Ah. Não.

-Bem. Espera um momento. Preciso limpar a imundície. Não deveria estar tocando-a.

-Não me importa.

-Sofia dorme?

-Fora de combate. Está em seu berço.

-Darei uma olhada nela.

-Quer que eu vá para cima? – Nessie perguntou.

-Não. Vá para a sala de estar. Estarei lá rapidamente.

Nessie logo ouviu a ducha ligar. Tentou sentar, mas isso durou uns completos trinta segundos antes que estivesse levantada e andando de um lado para o outro. Suas emoções passavam dos nervos à excitação, voltando para os nervos outra vez.

Os acontecimentos do dia se repetiam em sua mente... Jacob assumindo o comando. Dando ordens. Mas não a humilhando. E foi extremamente erótico estar na posição de dar prazer, observar o êxtase em seu magnífico rosto. Ela não esteve em busca de falsos elogios quando admitiu sua incompetência em relação ao sexo oral. Mas Jacob agiu como se ela fosse uma mestra da mamada e ela não podia esperar para fazer novamente.

As escadas chiaram e ela viu Jacob andando nu em sua direção.

Estava tão perplexa que tudo o que podia fazer era olhar... E babar. Oh, que homem. Largo. Musculoso. Grande... Em todas as partes. Jacob Black era um espécime masculino perfeito.

O que ele pensaria quando a visse? Com seu “menos que perfeito” corpo?

Ele baixou a boca sobre a dela, intoxicando com outro beijo de dissolver os ossos.

Ele murmurou:

-Quero te ver, Nessie. Tudo de você. Estou estabelecendo a regra do nudismo agora mesmo.

-A regra do nudismo?

-Sim. Eu digo “dispa” e você faz. Essa é a regra.

-Simples.

-Exatamente.

Jacob mordiscava os lábios e mandíbula dela enquanto desabotoava a blusa de renda. Uma vez que esteve completamente aberta, arrastou para baixo de seus braços e caiu no chão.

O estômago dela revoou em resposta.

Suas calosas mãos deslizaram para baixo dos lados de seu corpo para descansar sobre seus quadris. As pontas dos dedos ásperos pelo trabalho rastrearam a pele debaixo do cinto de sua saia até o zíper na parte traseira. Zzzz... Soou quando sua saia golpeou o tapete, deixando-a de pé com calcinha turquesa e um sutiã esportivo cor branca.

Renesmee quis protestar contra sua recente nudez, esconder seu corpo contra o dele, mas Jacob não estava considerando nada disso.

-Tire o sutiã.

Ela o afrouxou e o tirou, mas desviou o olhar.

-Me olhe.

Ela precisou de toda sua coragem para encontrar com seu olhar.

-Não sabe que é magnífica... Exuberante e linda?

-Não me sinto bonita, Jake. Sempre fui um pouco redonda, um pouco fofa... E isso só piorou depois de que Sofia nasceu e agora ainda estou levando comigo este peso extra pela bebê…

-Não me dei conta.

Nessie não pôde se conter e bufou.

-É por isso que estivemos fazendo amor na escuridão? – ele perguntou brandamente.

Ela assentiu.

-Não queria que me visse nua. Pensei que você poderia…

-O que? Saltar sobre você como uma lagartixa?

-Não. Pensei que se desiludiria.

-Engano seu. Estive morrendo de vontade de te ver completamente nua desde a primeira vez que avançou para mim usando esses malvados saltos púrpuras. Pensei em você parada frente a mim, vestindo nada mais que esses sapatos sexy como o inferno e um grande sorriso... — ele a beijou tão docemente que as lágrimas brotaram atrás de suas pálpebras. -Confia em mim, à última coisa que sinto é desilusão. E a última coisa que quero é desperdiçar o tempo falando quando poderia estar te tocando, ou saboreando...

Ele pôs a boca contra o ouvido dela.

-Esteve pensando no que aconteceu esta tarde?

-Sim.

-Foi assombrosamente quente te ver me derrubar. Você gostou de me deixar fraco a sua mercê?

-Sim.

-Tocou você mesma enquanto esteve pensando o que poderia fazer esta noite?

-Não.

-Boa resposta. Dá a volta lentamente, querida... E mantenha seus olhos abertos. Não se esconda mais de mim. Nunca. — Jacob acentuou sua última ordem com uma dentada em seu lóbulo.

Ele se deixou cair sobre seus joelhos atrás dela e golpeou ligeiramente seus tornozelos.

-Mais aberta... Assim.

Ela conteve o fôlego, do mesmo modo que seu coração martelava e seu sangue bombeava mais rápido. Estava bastante segura de que seu rosto tinha a mesma cor que um tomate. A magia das pontas dos dedos de Jacob dançou para cima da parte traseira de suas panturrilhas para acariciar a área vulnerável atrás de seus joelhos. Seus tremores aumentaram quando sua quente boca seguiu o mesmo caminho, primeiro para cima de sua panturrilha direita, para dar uma tentadora lambida que incrementou a sensibilidade. Ela ofegou. Ele riu entre dentes e repetiu o erótico processo do outro lado.

Quando ele começou a dar golpes com sua língua pelas partes traseiras de suas coxas, especialmente pela linha onde suas pernas se encontravam com a curva mais baixa de seu traseiro, seus joelhos cederam.

Jacob a sustentou pelos seus quadris para não deixá-la cair.

-Calma. — ele ficou de pé. Seus polegares roçaram de um lado a outro através das covinhas da base da coluna vertebral dela. -Nunca imaginei que faria uma tatuagem aqui.

-Não fiz. Foi obra de Claire. Ela necessitava uma cobaia para seus desenhos celtas e eu ofereci voluntariamente minha pele.

-É mais valente que eu, porque odeio as agulhas.

-De verdade?

-Sim, mas certamente que é bonito... — mais carícias tentadoras sobre o desenho com as bordas de seus ásperos polegares. -Erótico como o inferno. Mal posso esperar para passar minha língua através disso.

O calor que irradiava desde sua pele, a fazia desejar mais contato. O golpe da ereção dele contra seu traseiro e suas grandes palmas cobrindo os seus seios estavam enlouquecendo-a.

Ele não se moveu por um longo tempo. A tensão dentro dela bobinava mais apertada, impulsionando seu desejo mais alto. Sua calcinha estava molhada ao ponto de que ela cheirava sua própria excitação.

-Jacob…

-Paciência, querida... — seu fôlego sobre a curva de seu ombro foi à única advertência antes que seus firmes lábios aterrissassem ali e chupasse brandamente.

Os comichões dispararam para baixo por seu braço.

-Oh.

-Você gosta disso, Nessie?

-Uh. Sim.

-Está ansiosa por mais?

-Claro.

-Mmm. Nenhuma pressa, porque estou desfrutando tanto da vista...

Então ele recuou ligeiramente e sua úmida língua deslizou para cima do arco de sua coluna vertebral, da tatuagem por cima de seu traseiro até a base de seu crânio... Jacob ligeiramente afundou seus dentes no sensível ponto de seu pescoço e Renesmee estava perto de desfalecer.

-Me olhe.

Ela deu a volta tão rapidamente que se sentiu tonta.

Jacob recuou alguns passos. Suas mãos estavam apertadas em punhos. Seus olhos. Deus. Seus olhos estavam ardendo.

-Me observe olhar você. Não se mova.

E outra vez, Jacob tomou seu bom tempo arrastando o olhar sobre cada polegada de seu corpo. Era excitante presenciar sua excitação. Suas altas maçãs do rosto estavam ruborizadas com um rosado suave. Seu peito nu subia e baixava rapidamente por causa de sua errática respiração.

Ele lambeu os lábios. Várias vezes.

Ela não resistiu e olhou seu pênis... Completamente ereto, a cabeça brilhando, a ponta sacudindo contra seu ventre, deixando atrás um escorregadio beijo. Finalmente seus olhos encontraram os dele outra vez.

-Tire a calcinha.

Ele quis dizer em um lento e sexy strip-tease? Ou com um apaixonado puxão? Oh, que diabos importava? Renesmee enganchou um dedo a cada lado e a puxou para baixo de suas pernas, a afastando a chutes.

Assim que ela esteve nua, Jacob ficou de joelhos...

-Fique aberta para mim... Quero te saborear por dentro e por fora... Quero enterrar minha face em sua vagina e sentir que goza contra minha boca.

O desejo guerreou com sua vergonha natural. Mas ela queria sua língua enterrada dentro dela. Queria que sua boca chupasse seu clitóris. Queria seus lábios, dente e língua por toda parte ao mesmo tempo até que explodisse em um estalo de puro prazer. Queria se render a este homem.

Renesmee abriu suas pernas e com algo parecido a um grunhido, Jacob mergulhou totalmente. Ele segurou o traseiro dela, empurrando-a ainda mais perto enquanto sua boca imprensava sobre seu sexo. Sua língua lambeu e enterrou profundamente... Chupou suas rosadas dobras cheias intensamente...

-Oh. Está tão perto… — Nessie gemeu.

-Goze para mim, bebê... Vai ser o primeiro de muitos.

Muitos? Ela não sabia se sobreviveria.

Suas pernas tremiam enquanto ele a fodia com sua língua. Essa sensação de calor fazia redemoinhos em seu ventre e ela choramingou.

Jacob chupou o clitóris entre seus lábios. Os duros puxões rítmicos contra seus dentes e língua a enviaram diretamente dentro de um orgasmo que a deixou aturdida, tremendo, ofegando...

Uma vez que ela recuperou alguma prudência, sentiu Jacob esfregando a cara sobre seu ventre.

Ele a contemplou.

-É tão condenadamente sexy, Nessie. Me deixa louco te desejando. — ele se levantou. -Fique aí mesmo...

Ele saiu e trinta segundos mais tarde retornou com uma caixa de camisinha. Sem dizer uma palavra foi até o sofá e se ajeitou no meio. Tirou um só pacote metálico da caixa, abriu e o pôs rapidamente.

-Vêem aqui... – ele a chamou.

-Espera. O que vamos…

-Sem perguntas, lembra? Sente aqui em meu colo...

Renesmee cuidadosamente se posicionou no colo dele, mantendo a atenção sobre seu pênis. Justo quando ela estava por empalar a si mesma, Jacob parou seu movimento e inclinou o queixo para cima com um dedo.

-Disse que podia fazer isso?

-Não. Mas pensei…

-Não... Relaxe e sente sobre meu colo, não sobre meu pênis.

Nessie se sentou no colo dele.

-Boa garota. — com seus olhares fixos um no outro, as mãos de Jacob acariciaram acima de suas coxas, parando em seus quadris, depois subiu o contorno de seu ventre, parou por um instante no vale de seus seios e finalmente segurou seu rosto. -Me dê esta boca...

Ele a empurrou até que seus lábios se encontraram.

O beijo foi urgente... Sua língua dançava contra a dela. O peito dele estava firme e quente debaixo das palmas das mãos dela.

Quando ela começou a relaxar com o beijo, ele se afastou e lambeu o vale dos seus seios.

-Me ofereça estas grandes belezas.

O coração dela retumbava enquanto Jacob chupava ambos os seus mamilos. Um imediatamente depois do outro.

Nessie se deu por si mesma balançando sobre ele, procurando qualquer fricção de seu sexo contra o dele

-Impaciente? – ele perguntou sorrindo enquanto mordiscava seu seio.

-Sim. Por favor... Mais.

-Quem tem o controle, Nessie?

-Você.

-Lembra-se disso. A próxima vez não vou ser tão agradável lembrando isso.

Oh, droga. Ela tinha o desejo de desobedecer simplesmente para ver que tipo de “castigo” ele lhe daria.

Jacob chupou seus mamilos profundo e duro, usando seus dentes para deixá-la ainda mais louca. Afastou e acariciou com o nariz os montículos carnudos, brandamente lambendo os picos ruborizados, soprando um suave fluxo de ar sobre as pontas úmidas... Foi à tortura mais deliciosa que ela já experimentou.

Ela colocou as mãos sobre os ombros dele e pressionou seus corpos enquanto deslizava os quadris para frente.

-Lentamente... Quero observar enquanto meu pênis se afunda dentro de você. – Jacob sussurrou.

Renesmee olhou para baixo enquanto Jacob segurava sua ereção afastando-a de seu ventre... Ela viu a grossa cabeça rodear sua abertura, e se enterrar nela escorregadia por sua excitação... Depois dos primeiros centímetros não pôde ver mais nada porque fechou os olhos e se perdeu diante da sensação de toda essa grossa dureza masculina enchendo-a.

-Só um pouco mais. Maldição, isto é muito bom... — ele ofegou contra sua garganta. -Está tão molhada... Isso me excita fodidamente.

Este lado verbalmente explícito do cavalheiro vaqueiro a acendia a níveis épicos.

Ele fez uma pausa quando esteve completamente dentro dela, inclinando sua pélvis para golpear contra a dela. O suor recobriu sua pele. Seu pulso martelava em sua garganta, em seus mamilos, entre suas pernas. Uma só gota de suor baixou por um lado do pescoço de Jacob e ela desceu sua cabeça para apanhar a gota sobre sua língua. Mmm. Salgado. Lambeu o rastro úmido de retorno até seu ouvido:

-Me diga o que fazer Jake.

-Me monte, bebê.

-Sempre pensando como um vaqueiro.

-Não posso evitar o que sou. Oh, sim. Eu gosto disso.

-Vê? Não necessito um cavalo quando tenho você para montar.

Sua risada afogada converteu em um gemido quando ela começou a levantar e baixar mais rápido. A boca de Jacob procurou a dela, enquanto suas mãos pareciam determinadas a tocar cada milímetro de sua pele úmida.

O tempo parou enquanto se moveram juntos. Dois amantes encerrados na paixão. Rápido. Frenético. Necessitado.

Os quadris de Jacob empurravam para cima cada vez que ela descia. Seu clitóris vibrava e pulsava em resposta ao movimento.

-Sim. Oh sim. Não pare. — ela não refreou um grito quando o clímax a deixou aniquilada.

Ele gemeu contra sua garganta.

-Estou logo atrás de você. Vamos, bebê, me aperte forte com os músculos de sua vagina. Isso. Assim.

Com seus corpos grudados, ela se deleitou com a sensação escorregadia da pele dele mais áspera raspando contra suas curvas mais suaves.

-Nessie. – ele gemeu e deixou cair para trás sua cabeça contra a almofada do sofá. Seu pênis palpitava e sacudia dentro dela, ela jurou que podia sentir seu calor através do látex enquanto ele gozava. Ela desavergonhadamente observou o olhar concentrado em seu rosto se transformar pela satisfação.

Depois de seu último gemido interminável Nessie afundou a face na curva de seu pescoço, deixando que seus lábios viajassem ao longo dos músculos dele, saboreando o suor de sua pele.

-Viu como fazer amor no sofá não é tão mau?! – ele murmurou.

-Certo.

-Está gostando muito desta regra do nudismo.

-Mmm.

-Esse foi um maldito mmm contente.

-Mmm.

Ele sussurrou:

-Renesmee... Se case comigo.

Ela sussurrou em resposta:

-Não.

Uma pausa permaneceu por muito tempo e ele suspirou.

-Me dá uma razão pela qual sempre diz que não?

Deveria evitar? Mentir? Ou admitir a verdade?

-Vê? Nem sequer pode pensar em uma boa razão.

-Está equivocado... — Renesmee levantou a cabeça e o olhou fixamente nos olhos. -Sigo dizendo que não, porque já fui casada antes.

Notas finais
As coisas esquentaram neh... E vão ter muitos momentos ainda mais quentes ;)
Mas agora a Nessie pegou todo mundo de surpresa dizendo que já foi casada neh? kkkkk
Prometo postar rapidinho e mto obrigada pelos maravilhosos reviews :)
Bjs