Vida e Morte
1 Capitulo único
Notas iniciais
Ela estava num carro, no qual o motorista estava em alta velocidade. Ela pedia para que o motorista do taxi fosse mais devagar, porem ele parecia não dar muita importancia, infelizmente a garota não conseguiu chega ao destino que escolhera, e pela impridencia do taxista, acabou em uma cama de hospital.
Essa garota se chama Heloisa, ela é noiva de Marlon. Helo é uma infermeira muito competente, dava a vida para o hospital e para o noivo, que tem como profissão bombeiro.
Logo que Marlon ficara sabendo da tragedia com sua noiva foi diretamente para o hospital, encontrando os pais e irmãos da moça. Todos estavam à espera da cirurgia que ela estava sofrendo. E logo depois da cirurgia ela seria encaminhada para alguns exames. Eles aguardaram impacientemente, aflitos com a situação da garota. Horas e horas de espera, o médico chegou para dar a notícia para a família. Ele informou que ela estava num estado muito grave, operou por causa da sua clavicula e femo quebrado e por causa da grave batida de cabeça. O estado dela não era nada agradavel e também estava instável. Foi assim que seguiu por mais um dia. A decisão médica foi optar por coma induzido, mas havia risco dela nunca mais sair deste coma. A família concordou em fazer o melhor para a adorada Heloisa, deixando-a em coma indizido. Dias se passaram e o quadro dela se encontrava estável. Os médicos deram uns medicamentos e pararam de dar outros para que ela voltase do coma, porém isso não aconteceu. Durante semanas ela permaneceu assim, recebia visitas de parentes próximos, distantes, amigos do trabalho, colegas em geral, mas só uma pessoa estava do lado dela todos os dias. Marlon pedira para que fosse afastado por um tempo para ficar ao lado de sua noiva, o pedido foi concedido, porem esse tempo se espirou e teve que voltar ao trabalho, mesmo trabalhando, depois do expediente ele sempre voltara para o hospital, e trocava de turno com a sogra.
Ele fitava a noiva com os aparelhos para ajuda-la a respirar, com os arranhões no rosto, ele queria estar em seu lugar, mas não podia.
Marlon foi procurar saber sobre a pessoa imprudente que dirigira o taxi e o mesmo tinha morrido. Marlon não se agradou com a notícia, mas também não lamentou. O ódio era intenso, porém a dor que sentira por sua amada era intorpecente.
Meses se passaram e a família optou por deixar as máquinas ligadas, tinham esperança de que um dia a gloriosa Heloisa voltaria a ser que já fora um dia.
Dois anos depois do trágico assidente, quando Marlos estava acariciando seu rosto já sem tantos arranhões, porem magro e pálido, citava juras de amor, recitava poemas que ela escrevera a ele, falava sobre os filhos e netos que teriam juntos. Heloisa mexeu os dedos da mão. As lágrimas que estavam sobre o rosto de Marlos foram secas pela mão do próprio para que pudesse ter maior visibilidade sobre o que acabara de acontecer. Ele sorridente chamou os medicos e enfermeiras para virem o que estava acontecendo com a Heloisa. Os batimentos caridiacos, preção estavam aumentado e seu quadro estava bem melhor. Ela estava acordando. Marlon ligou para os pais da noiva para que vissem acordada, o que era considerando um milagre. Todos chegaram ao quarto euforicos com balões e caixas de chocolate. Heloisa também estava feliz por ver todos, mas não fazia ideia do que havia acontecido, de quanto tempo tinha se passado. Quando seu pai contou o que tinha acontecido ela ficou profundamente chocada, mas estava feliz por estar de volta, ela sentia fome, mas ainda não podia comer normalmente, teria que seguir uma dieta que o nutricionista recomendára, por ter ficado muito tempo sem ingerir nada, era melhor ter cautela, ela teria que passar por tratamentos psicológico, fonoaudiologo e também por fisioterapia.
Passou uma semana que ela tinha se acordado do coma, durante todo esse tempo o Marlos ficou junto dela, se não ele, a mãe de Helo. Ela nunca ficava sozinha. Porem teve um dia que Marlos não pode ver a Helo, pois tinha acontecido um incendio de grande porte em uma cidade visinha e teve de ir.
O incendio relamente grandioso, estava acontecendo em um galpão que amarzenava produtos quimicos extremamente inflamável, a chama estava incotrolávem, ainda percebera que tinha algumas pessoas dentro do edifício. A estrategia era simples, Marlos entrava lá, enquanto os outro bombeiros tentavam controlar as chamas pelo menos onde ele passaria, e resgatava o rapaz e saia de lá. É claro que o plano não era apenas isso, mas basicamente era isso, o plano parecia seguro, pois onde a vítima esta não tinha tanto fogo assim. Então Marlon entrou no armazem, correu o mais rápido que pode com cautela, pegou a vítima no colo e voltou em direção à porta, porém poucos metros de distância da porta uma viga desabou em sua perna, a vitima estava bem, ele mandou o rapaz correr em direção a porta enquanto queimava. Ele sabia que não haveria mais salvação. O calor insuportável o feria, a dor era tanta que não consegui fazer nada a não ser pensar na noiva. Sentia cada parte do seu corpo derretendo, numa angustia ele delirava. A ultima coisa que pensara foi em sua amada que estava bem agora. Tocou em sua aliança e desejou a felicidade de sua amada.
Quando seus colegas chegaram era tarde de mais. Sua alma já tinha abandonado o corpo.
No mesmo instante que a viga caiu sobre as pernas de Marlos, Heloisa sentiu uma dor no peito, ela parou de fazer a fisioterapia e se sentou. Um medo indiscritivel tomou sua mente, ela não sabia a origem do medo, apenas sentia. Depois de meia hora, a noticia de que Marlon tinha falecido chegou ao ouvido da moça, que ao ouvir a notícia desabou em lágrimas.
O rapaz que fora salvo por Marlos foi parar no mesmo hospital que Heloisa. O garota estava bem, com queimaduras de primeiro grau, por tanto não era grave, mas por ter inalado muita fumaça deveria ficar um bom tempo de observação. Sua via respiratória não fora afetada, pois usava um paninho contra o nariz e a boca. Depois que estava melhor, ficou sabendo que o bombeiro que tinha salvado a sua vida não sobreviveu e acabou falecendo. O rapaz ficou em choque, não tinha conciencia disso, pois logo que fora resgatado foi para a ambulância e daí para o hospital. Tambem ficou sabendo que a noiva deste estava internado no mesmo hospital em que se encontrava, resolveu ir até o quarto da moça e conversar com ela. O rapaz disse que o bombeiro que havia salvo sua vida era um bravo homem, que era eternamento grato, mas tabém sentia muito a perda da moça e que se sente um tanto culpado.
Helo simplesmente sorriu e disse que sabia que o noivo tinha uma profissão de risco, que o proprio estava conciente disso, que o rapaz é a vitima, que todos são vitimas, a não ser a pessoa que fora responsável pelo incendio. Ela agradeceu o rapaz por ter a hombridade de vir até ela se desculpar e prestar solidariedade.
Marlon era assim, um homem que tinha amor a vida, que dava valor a vida. Teria escolhido viver com sua noiva, casar, ter filhos e envelhecer juntos. A vida é interrompida de forma brusca, a morte sempre é vista como o ponto final, mas na verdade ela é só apenas uma ponte para outra jornada. Não importa de que religião seja, não importa a crença, mas a morte deveria ser vista como uma passagem, não um final.
Notas finais
Kisses
E deixem o seu comentário, se não o taxista fantasma vai puxar o seu pé de noite kkk (Brincadeira people)
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