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—para- pedi,ele me olhava de um jeito diferente. Apollo comia seu MC Donald se sujando todo. ele era bonito, sim, aqueles olhos castanho claro, aqueles cabelos cor de areia (se já leu a seleção considere ele bem parecido com o maxon).

— por que? — disse com aquele sorriso lindo — não posso olhar para uma coisa bonita?

você pode me considerar um pimentão.

—er...apollo não...você...- gaguejo, ele parou de comer o lanche, colocou a cabeça para trás e deu uma boa gargalhada.

— você é uma graça quando fica sem graça.- ele para, me olha, pega o lanche, da uma mordida e sorri com a boca toda suja — você é linda assim.

agora pode me chamar de pimentão humano. Apollo era um, não único, amigo. ele sempre me deixava sem graça. eu me achava feia, minhas sardas que chegavam quase as minhas bochechas, meu cabelo cacheado cheio e ruivo, meus olhos castanhos e minha cor de papel sem graça.

— Apollo, você e tapado — disse, abrindo meu lanche e mastigado um pedaço.

— obrigado o pelo elogio — disse colocando a mão no peito e abaixando igual se faz quando acaba uma peça no teatro. começo a rir, ele era muito legal.

Calita acaba de chegar. Calita e minha melhor amiga.

—cheguei!- anunciou sentando do lado de Apollo- que cara e essa Izzey?

—JÁ DISSE PARA NÃO ME CHAMAR PELO MEU SOBRENOME!!! — digo. ficando mais vermelha, ela e Apollo abrem um sorriso.

— ok, okay, okay fray — disse ela colocando as mãos para trás. olho para a porta, acaba de entrar um menino, ele era bonito, não como Apollo mais era bonito, ele para no balcão e pede alguma coisa, se vira e fica me encarando. tentei desiar os olhos ( o que não deu certo), então encaro ele de volta. ficamos assim por um tempo, ate a mulher do balcão cutucar ele, ele pega algo no balcão e sai.

— vocês viram aquele menino? — pergunto olhando para eles.

— o que tem? — pergunta Calita

— você não vê que ela achou ele bonito? — disse Apollo

— cale a boca! — disse mordendo mais um pedaço do meu lanche. — ele ficou me encarando

— ele também de achou bonita — disse Calita tomando um gole do meu refrigerante.

— que?não sua idiota! — disse ficando vermelha de novo — ele me olhava de um jeito estranho como um aviso.

— sei — disse Apollo pondo a mão atrás da cabeça e terminando seu refrigerante — avisando o que?

— não sei — disse me levantando — vamos sair daqui

eles se levantam e saio com eles. Antes de por o pé na rua sinto uma mão no meu ombro. dou um grito mais logo em seguida uma mão segura minha boca. era como se tudo tivesse parado, nem Apollo, nem Calita se mexiam, tudo parou, literalmente, o tempo havia parado. os únicos que se moviam eram eu e o menino do MC Donald.

— shi... calma,não vou te machucar.

— VOCÊ PRECISAVA FAZER ISSO!!- grito

— desculpe — disse

— ok, quem e você? — me acalmo

— meu nome e Killer — disse calmo, cruzando os braços.

— ok. meu nome e frace , frace Izzey

— shi...- disse olhando pra cima e para os lados — não fale em voz alta.

— que? — disse

— frace...certo, bom, como posso de dizer isso — diz colocando os dois dedos indicadores na boca — digamos que você e uma princesa.

não tinha reação. sim, agora todo mundo me achava bonita. mais princesa era demais.

— obrigada, mais eu não sou tão bo...

— não. você não entendeu, princesa que eu digo e a princesa de rei e rainha.

— que? — digo com cara de interrogação.

— bom, nós vivemos nos tempos que vocês chamam de medieval, só que lutamos contra lobisomens e demônios.

— vampiros existem?- digo lembrando do ian somerhalder em the vampire diaries.

— vampiros?- ele dá uma gargalhada — não seja tola, vampiros não existem- disse secando os olhos.

— mumias? bruxas?- digo animada e confusa, ele solta outra gargalhada.

— em que mundo você vive?- diz

— pensei que tudo o que vi nos livros era verdade.

— o que você acha que aqueles livros a á verdade?- ele sorri — você esta muito enganada, aquilo e tudo besteira.

— ah...- fico desanimada

— olha, vou resumir,somos caçadores de dragões, demônios e lobisomens, só isso, vivemos no tempo medieval e vim aqui para de buscar.

— por que?- disse assustada

— e uma longa historia, e melhor o rei te explicar

— eu não vou com você — digo batendo pé no chão

— você não tem escolha, ou vai por conta própria ou vai a força — sorri.

Notas finais
e ai gostaram? deixem sua opinião nos comentarios
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.