Vida Roubada
37 Capítulo 33 - Parte 2
Notas iniciais
A noite passou, assim como dia e quando se deu conta uma longa semana já havia passado. Já era sábado novamente, e nada em sua relação com Edward mudou, e tudo o que Tanya lhe disse continuou martelando em sua cabeça. Talvez por isso, quando saiu do trabalho naquele sábado quente tenha feito um trajeto diferente, sabia que Rebecca estava na casa de sua mãe, sabia que ela passaria o dia inteiro por lá, sabia que precisava conversar, mesmo que talvez essa pessoa não fosse a ideal.
Sentada no lindo jardim da casa de repouso que Carlisle se encontrava, já havia se passado vários minutos, e tudo o que Isabella fez foi segurar o copo de suco em suas mãos e olhar para o longe, enquanto seu sogro a observava silencioso. Ele nada disse, somente ficou ali, esperando que ela se sentisse pronta para dizer alguma coisa.
Demorou, mas ela acabou falando.
- Sentimos sua falta! – disse por fim.
Ele sorriu.
- Não... Acho que não é de minha falta que sentem saudade.
Ela balançou a cabeça negativamente e olhou para o seu sogro que estava com uma aparência cansada.
- Não diga isso, nos o amamos e...
- Eu sonhei com Esme, sempre sonho com ela, todas as noites – disse lentamente cortando o que Isabella estava prestes a dizer. – Acho que é uma forma que encontrei de aguentar o tempo que ainda tenho aqui... – sorriu tristemente – É tão difícil, mas sei que tenho que aguentar, que pelo menos um de nos dois tem que ir embora vendo nossos filhos bem...
Isabella abaixou a cabeça.
- Eu sinto tanto Carlisle, se eu pudesse, eu...
- Faria diferente? Imagino que sim... Mas você não pode, Edward não pode, Jasper não pode... Ninguém pode, a vida é o que é e só temos que entender isso... – Isabella olhou-o confusa, o que fez com que ele respirasse fundo – A vida não é perfeita Isabella, esse quadro imaginário que pintamos em nossa cabeça quando somos jovens é completamente ilusório, quando somos capazes de entender isso tudo fica mais fácil... Porque ai, somos capazes de distinguir com quais imperfeições do próximo conseguimos conviver.
- O que esta querendo dizer com...
- Você não veio me ver por acaso, sei que não, ainda mais vindo sozinha, não me entenda mal, eu gosto de sua presença, mas é que você sempre vem com Rebecca, o que me faz pensar que as coisas não estão saindo do jeito que você esperou ao voltar a morar com Edward... – ele estendeu sua mão e segurou a mão de sua nora. – Estou certo?
Uma lágrima solitária caiu da face de Isabella.
- Esta! Não sei mais o que fazer... Acho que ele nunca vai me perdoar... Mas como posso culpa-lo se nem mesmo eu consigo?
Ele assentiu.
- Talvez porque ambos esperam a perfeição, talvez esse seja o problema.
- Carlisle...
- Erros existem, decisões errado acontecem, enganos são comuns, não pense você que nunca mais irá cometê-los, porque irá, não digo que o mesmo erro, o mesmo engano, porque afinal aprendemos com cada decisão que tomamos aquilo que nos faz bem e o que nos faz mal e segundos erros são de fato imperdoáveis. E por esse mesmo motivo, jamais podemos esquecer!
Isabella arregalou os olhos para ele e ficou ainda mais tocada com o que ele continuou dizendo.
- Somos uma folha em branco quando nascemos e não adianta, com o tempo a folha se rasga, amassa e é rabiscada, por mais que tentemos desamassa-la, colar o pedaço que se perdeu ou apagar aquilo que não nos agrada, sempre irá existir uma marca, não adianta tentar apagar, esse não é o segredo, não é a chave, a resposta certa é aprender a conviver com aquilo que somos e entender que somos o que escolhemos ser. Faça a sua escolha, decida o que quer, não tente mudar o passado, o que passou, passou, tente seguir em frente e carregue com dignidade tudo aquilo que aprendeu com as escolhas erradas que fez.
Carlisle não disse mais nada, somente deu a Isabella um ombro amigo, um sorriso acolhedor e um momento de paz. Quando deu por si, já estava tarde, e o horário de visita tinha acabado. O caminho para casa foi lento, bem mais lento do que esperava, mas finalmente chegou, assustando-se com o silencio que se encontrava na casa, parecia calmo demais. Subiu as escadas sem fazer qualquer barulho, então como uma mãe preocupada seguiu para o quarto da filha, pois sabia que Edward já deveria tê-la pego na casa de Rose e que provavelmente pelo adiantado da hora já deveria ter dado comida e a colocado para dormir.
Mordeu seu lábio inferior, então respirou fundo e abriu a porta.
A luz do corredor entrou no aposento, Rebecca estava no berço dormindo, e Edward que estava usando a roupa do trabalho estava sentado na cadeira de balanço lendo com a luz do abajur, parecia calmo, mas na verdade estava se controlando para não sair correndo em busca de Isabella, afinal, já havia escurecido.
- Aconteceu alguma coisa? Estava a ponto de ir ao seu trabalho... – disse apressadamente quando a viu, dando um pulo apressado.
Ela balançou a cabeça negativamente.
- Esta tudo bem, só fui ver seu pai e perdi a hora... – disse com a voz triste.
- Entendo... Como ele esta? – perguntou Edward agora com uma expressão suavizada, mas não deixando de analisa-la.
- Está bem, na medida do possível acho até que está ótimo... Carlisle é um homem incrível! – olhou para sua filha – Ela deu muito trabalho? – perguntou.
- Não, Ângela a fez cansar bastante... – disse ainda analisando-a, e tendo a certeza de que algo estava acontecendo com ela.
- Vou tomar um banho... – disse dando as costas para ele depois de ter se aproximando de sua filha e beijando-a levemente na testa.
Entretanto assim que entrou em seu quarto foi virada bruscamente dando de cara com Edward.
- O que esta acontecendo? – perguntou ele.
- Edward...
- Não minta para mim, nem ouse subestimar meu conhecido sobre você!
O silencio se fez presente por alguns segundos e então Isabella finalmente desabou, se permitiu chorar com desespero na frente dele, chegando a ponto de soluçar alto. Com o coração apertado, Edward se aproximou mais e então a abraçou forte, deixando que ela extravasasse a dor que estava lhe atormentando. Os segundos foram se tornando minutos, e eles nem sequer se preocuparam com o tempo, ficaram abraçados até quando Isabella passou a se sentir capaz de olhá-lo nos olhos novamente.
Carinhosamente Edward limpou a face de Isabella que se encontrava molhada pelas lágrimas.
- O que…
- Eu amo você! – disse Isabella cortando-o. Edward ficou em silencio, não sabendo o que dizer ou o que fazer. – E esse amor esta me matando, porque eu sei que não tenho o direito de exigir nada de você, mas mesmo assim eu quero, eu quero desesperadamente nossa vida de volta, quero poder dormir abraçada com você, quero poder beijar seus lábios sempre... Quero poder esquecer o mal que causei a nos dois... – olhou para o teto e mordeu seu lábio inferior – Eu sinto tanto Edward, mas até do que você pode imaginar... Minha própria consciência é meu próprio castigo, mas também é meu eterno lembrete do que escolhas erradas podem acarretar!
Ele se afastou e então levou suas duas mãos a face e depois passou pelos seus cabelos dando um suspiro cansado.
- Não é fácil para mim... Gostaria de já ter esquecido... Mas não é fácil...
- Mas será que algum dia você vai esquecer? Será que algum dia eu vou esquecer?... – disse ela o cortando – As lembranças sempre vão existir Edward, estou começando a entender que o que realmente importa é o que fazemos com elas... Esperar que talvez elas desapareçam? Ou fazer novas lembranças? – ela piscou lentamente enquanto respirava fundo e então voltou a encará-lo – Eu quero, eu estou disposta a fazer novas lembranças com você, sei que não será fácil, sei que quebrei sua confiança, sei que talvez nem tenha o direito de lhe pedir isso, mas mesmo assim eu quero que você se jogue novamente, se jogue comigo... Por favor, se jogue comigo, por favor, faça novas lembranças comigo... Por favor, me aceite, me aceite imperfeita como sou, mas que aprendeu o suficiente para entender que não há vida sem você! Por favor, eu preciso de você... Me de uma chance de fazer as coisas certas dessa vez... Por favor...
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Foi um pedido tão desesperado, tão carregado de sentimentos que ele viu, finalmente ele viu a verdade naqueles olhos castanhos que tanto amava, demorou, mas ele finalmente viu que naquele momento a Isabella que ele procurava estava ali, sem mascaras, sem aquela confiança falsa de que tudo iria ficar bem enquanto pudesse disfarçar o que realmente estava sentindo, por simplesmente se sentir indigna de sofrer... Ela estava ali, falando o que sentia, falando o que queria, falando com a honestidade que ele merecia... Do mesmo modo como ela agiu quando o pegou com Sarah... Naquele momento ela era pura intensidade... Talvez por isso, por toda a verdade escancarada ele tenha decidido finalmente se jogar novamente para ela, por ele e com ela.
Ela não precisou pedir mais nada, com paixão ele levou sua mão direita até a nuca de Isabella e a puxou para um beijo, um beijo apaixonado que dizia mais que qualquer palavra, um beijo sem promessas, porque todas as promessas que precisassem ser ditas já haviam sido ditas muito antes daquela noite, naquele momento, naquele beijo só existia amor. E amor era o que ambos precisam sentir, pois somente o amor é capaz de lhe dar força para se jogar no mais alto dos precipícios, mesmo machucado, porque por amor você tem forças e se arrisca, perde-se o medo e se sente confiante, verdadeiramente confiante e então se sente pronto para perdoar, pronto para novas lembranças!
- Eu preciso de você... – sussurrou Isabella em meio ao beijo, passeando suas mãos pelo peito de Edward o fazendo respirar fundo – Quero tanto te sentir dentro de mim... Me faça sua novamente!
Com suas mãos segurando a lateral da face de Isabella ele a afastou e olhou novamente dentro daqueles olhos. E sorriu, sorriu porque gostou do que via ali. Deixando-a paralisada com aquele sorriso, aquele lindo e perfeito sorriso que há muito tempo ela não via.
Não eram tolos, sabiam que ainda tinham muito que caminhar para que confiança fosse resgatada, mas ali, naquele momento, quando Edward aceitou se jogar com ela, ele deu o primeiro passo, dizendo silenciosamente, eu acredito em você, vamos tentar de novo, porque eu te amo, e eu quero você na minha vida.
Lentamente ele se aproximou e beijou seus lábios com um selinho calmo e carinhoso, e com todo o cuidado como se pudesse quebra-la, beijou-lhe cada pedaço de sua face, fazendo-a fechar os olhos e apreciar aquele momento, recebendo aqueles beijos que a faziam flutuar, enquanto suas mãos abriam apressadamente botão por botão da camisa branca que ele usava. Assim que ele se afastou, os dois voltaram a se olhar, e então os olhos de Isabella se voltaram para o corpo de seu marido, retirando a camisa de manga comprida, expondo o peito e o abdômen, ela mordeu seu lábio inferior com um sorriso bobo nos lábios, apreciando o fato de poder tocá-lo com liberdade, sem medo do que ele poderia pensar, porque por mais que não estivesse olhando nos olhos dele, ela sentia que Edward não estava com os pensamentos em nada além daquele momento.
Carinhosamente, ele colocou sua mão cima da dela, apertando-a, para em seguida levar até sua boca e beijar cada dedo e a palma da mão de Isabella, e com beijos molhados deixando rastros por todo seu braço até chegar ao pescoço de uma mulher completamente entregue, mordiscando seu ouvido enquanto fazia o mesmo que ela tinha feito, abrindo cada botão da blusa também branca que ela usava, tirando de seu corpo e jogado longe, fazendo o mesmo com o sutiã, podendo finalmente ter livre acesso aos seios mais macios e perfeitos que ele já tinha visto na vida. Enquanto sua boca descia para degustar daquelas duas preciosidades, as mãos de Edward foram para o traseiro de Isabella, fazendo com que ela o envolvesse com suas pernas o quadril de seu marido.
Intimidade com intimidade se sentiram, e os dois gemeram diante do contado.
Envolvida, Isabella jogou sua cabeça para trás e gritou quando sentiu que um de seus seios estava sendo sugado...
Isso era bom demais!
Louco com o sabor delicioso que estava provando, encostou-a na parede para lhe dar um apoio e com a respiração ofegante levantou a saia que Isabella usava, deixando a vestimenta envolvida em sua cintura para enfim retirar o restante de suas roupas, ou melhor, a calcinha que ela vestia. Eles voltaram a ficar cara a cara, fazendo com que ele desacelerasse um pouco. Isabella aproveitando o momento, passou suas mãos pela face mais linda que já viu, descendo pelo pescoço, voltando a tocar naquele peito e abdômen duros e levemente peludos, levando sua mão até a excitação de seu marido, sentindo o que seus olhos já haviam visto...
Ele estava ardendo de desejo!
Envolvida, voltou a beijá-lo enquanto suas mãos trabalhavam apertando-o por cima da calça que vestia, em uma pressão deliciosa. Foi então que ele abriu o cinto que usava, abaixando tanto a calça como sua cueca, deixando sua excitação livre.
- Não! – foi a primeira vez que ele falou desde que a beijou, foi um não trêmulo, necessitado e falou o não segurando suas mãos que o estavam levando a loucura – Pare!... Quero explodir dentro de você!
Como resposta ela voltou a beijá-lo.
- Sou sua, faça o que quiser comigo... – ela sussurrou durante o beijo.
Louco para estar dentro dela, levou uma de suas mãos até a feminilidade de Isabella e a tocou, estava molhada, mas ainda não estava pronta para recebê-lo, se fosse penetrá-la iria machuca-la, por isso, fez algo que ela morria de saudades, tocou-a com graciosidade e paixão... Era um mistura que a deixava fascinada, que a deixava pulsando e se derramando em suas mãos. Tocava em seu clitóris, sabendo exatamente quando apertá-lo ou quando somente acaricia-lo, preenchendo-a com seus dedos, sabendo exatamente onde deveria se demorar.
Isabella gritou, gemeu, mordeu seus lábios e quando estava a ponto de se desfalecer Edward levou aqueles dedos mágicos para longe.
- Não, por favor, não faça isso... – murmurou esfregando-se nele.
Mas antes que ela pudesse reclamar novamente ele a preencheu de uma só vez, meteu-se dentro dela com tamanho desespero que a Isabella só restou gritar e apertá-lo com força nos ombros. Foi então que a dança começou, ambos gemiam coisas desconexas demonstrando o quanto estavam mergulhados na paixão que estavam vivendo. Edward a segurava pelas nádegas, as pernas de Isabella voltaram a envolvê-lo fazendo com que ele mergulhasse cada vez mais fundo dentro dela e quando ela pensava que ele não poderia ir mais fundo, que ele não poderia ir mais apaixonado, ele a surpreendia com suas estocadas precisas.
Louca para sentir o seu beijo, ela em meio aquele movimento delirante colocou suas mãos de cada lado da face dele, olhou nos olhos dele, encostou sua testa na dele, sentindo seu hálito se encontrando com o dele em cada ofegada que davam.
- Eu amo você... Amo você... – sussurrou tantas vezes, olhando nos olhos dele enquanto estava gemendo, enquanto mordia seus lábios, enquanto tentava beijá-lo.
E então tudo explodiu.
Ambos explodiram.
Isabella anestesiada de amor permitiu que seu corpo se relaxasse como há muito tempo não fazia. Mas Edward continuou ali, em pé segurando-a em seus braços, ainda dentro dela, ofegando, esperando que sua respiração se acalmasse.
- Edward? – perguntou Isabella, passando sua mão carinhosamente pelas costas de seu marido.
Em resposta ele começou a beijá-la, distribuindo selinhos por seu pescoço até chegar em seus lábios, dando-lhe um beijo que lhe arrancou o folego. Então se afastou e olhou-a nos olhos, acariciando sua face.
- O que acha de tomarmos um banho... – murmurou ele.
- Acho ótima ideia... – respondeu sorrindo abobalhada.
- Ok... Você pode esperar alguns minutos enquanto preparo a banheira...?
- Hum... Acho que consigo... Tudo por um banho de banheira... – disse com a voz preguiçosa.
Delicadamente ele se retirou de Isabella, carregou-a e deixou-a na cama e por mais que ela quisesse desesperadamente que ele não se afastasse por um segundo que fosse relaxou em cima daquelas cobertas, fechou os olhos e se deliciou ao saber que seu corpo estava marcado pelo cheiro dele, que seu suor estava misturado ao dele.
Quando deu por si, Edward estava de volta, olhando para ela pensativo.
- Está ai há muito tempo? – perguntou Isabella apoiando-se nos cotovelos.
- Não muito... Só não queria tirar esse sorriso do seu rosto... – caminhou até ela e ofereceu sua mão para que pegasse.
Ela aceitou, se levantou e envolveu seus braços no pescoço de Edward.
- Só estava aqui pensando em como é bom estar com você...
Ele assentiu.
- É muito bom estar com você também... – Isabella engoliu em seco, percebeu que o tom de voz dele estava sério, que o olhar dele estava intenso. – Amo você, amo tanto que fiz o que me pediu, me joguei, estou me arriscando nisso porque acredito que nosso amor é capaz de superar tudo o que nos aconteceu, porque quando olhei para você eu vi aquela mulher apaixonada que me encantou, aquela mulher que me faz acreditar que tudo e possível... Então eu acredito que a gente juntos é possível... Eu quero você, quero uma vida com você... – ele sorriu – Quero filhos com você... Muitos filhos com você...
- Muitos? – perguntou ela começando a ficar com os olhos lagrimejados.
- Muitos... Acho que Rebecca iria adorar irmãos... Você não acha? – disse com um sorriso bobo.
- Acho que sim... Mas talvez ela possa ficar com ciúmes...
- Pode ser, mas nossa menina nunca vai deixar de ser nossa menina!
- Nunca – respondeu Isabella com um nó na garganta. Sentiu uma pontada em seu coração, pois já eram para estarem se preparando para a chegada de outra menina ou de um menino. – Edward... Eu quero que saiba que amei o nosso filho desde o momento que descobrir que ele estava dentro de mim... Eu amei e... Ficava imaginando como ele ou ela seria...
Edward se aproximou ainda mais e então encostou sua testa na dela enquanto acariciava sua face de porcelana com a costa de sua mão.
- Eu sei... Não consigo imaginar mãe mais amorosa que você!
- Ah... Eu consigo... Esme era incrível, e minhas duas mães também! – mordeu a lateral de seu lábio inferior.
- Você não perde em nada para nenhuma delas! – deu um selinho nos lábios de Isabella. – Me prometa que nunca mais irá esconder nada mim, por mais que possa me magoar, nunca mais esconda nada o que se passa dentro de sua cabeça e em seu coração, por favor, só te peço isso.
Ela respirou fundo.
- Nunca mais irei esconder nada Edward, vou lutar para ser honesta em cada segundo da minha vida com você!
- Obrigado! – disse.
- Não por isso! – respondeu Isabella e então o beijou.
Foi um beijo calmo, lento, mas que reacendeu a chama de desejo dos dois.
- Acho que temos que ir para a banheira, à agua pode esfriar... – murmurou Edward, finalmente retirando a saia que ainda estava enrolada na cintura de Isabella.
Foi um banho prazeroso, na realidade foi uma noite prazerosa, onde o amor e o saudoso desejo que sentiam se fizeram presente em cada momento, e no dia seguinte, quando acordaram um nos braços do outro, ao som do choro de Rebecca anunciando que o domingo seria longamente familiar, ambos tiveram a certeza que certas lembranças deveriam ser deixadas de lado e que novas lembranças seriam feitas a partir daquele momento, porque por mais que pudesse demorar um pouco, o amor tudo superar quando verdadeiro e o perdão acontece quando menos esperamos, pois corações apaixonados são feitos de amor e perdão.
FIM DO CAPITULO
Notas finais
Hummm....
Vamos ver o que vem por ai....
Posso dizer que Jasper esta voltando... e com ele Alice... Como será que as coisas vão ficar????
ahhh... ainda tem o lance das dores de Isabella.... Posso dizer que logo, logo o misterio será revelado....
Tbm n posso deixar de dizer: Acho o Carlisle fofo *-*
e a musica??? adoroooooo essa musica....!!!!
Bem... E isso.... louca para saber a opinião de vcs....
comentem, comentem, comentem....
bjs
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