Vida Nova

21 Capítulo 21 - Tudo De Novo


Notas iniciais
Desculpa nao ter postado esses ultimos dias, tava fazendo uns negocio aqui em casa // Creditos cap Vithoria Julia Alves

Desliguei o celular, e pedi p que as meninas sentasse na cama comigo. Elas sentaram...

Peguei meu celular e entrei no twitter, eu tinha 12.000 seguidores ( quanto amor )

Postei ‘’ to aqui no hospital, acho que to com câncer, mas se eu me tratar pode sair. Não se preocupem comigo gatinhas *_* ‘’ postei também ‘’ to aqui com minha miguxas :3 ♥ in love por favor rs @_camilinha @Jennipvcs @isapq @Shopiaidai me amam essas vacas ‘’

– Emily temos visita – disse uma enfermeira

– manda entrar por favor – eu disse fazendo um sinal p que as meninas saíssem

Bateram na porta, eu mandei entrar e quem que me aparece ? Zayn Malik, é isso mesmo produção ? Primeiro o menino fala que vai fazer tour de 5 meses, e depois volta em menos de 2 dias, oush


– Zayn o que você ta fazendo aqui ? – disse surpresa

– Simon mentiu p gente sobre a tour,

– eu disse que eu ia te esperar, e aqui eu estou

– Desculpa ter te abandonado ta ? É que meu sonho sempre foi ser cantor,

– Eu entendo, Amor empresta seu celular, por favor ?

– Claro

Entrei no twitter e fui ver se tinham me respondido, quando abri minhas mentions, tinha um menino que falava que eu era gorda quando eu era menor, ‘’ a feia ? Ficou bonita ! A gorda ? Ficou com câncer KKKKKKKKKKKKKKKKKKK ta com câncer é ? Tomara q você morra sua gorda, ‘’

Quando li isso meus olhos se encheram de lagrimas, não deu p segurar. Comecei a chorar ali na frente de Zayn mesmo, vai ficou perguntando, por que eu estava chorando até que decidi falar

– Eu sou adotada, e, minha mãe biológica é uma prostituta. Ela não foi sempre assim, ela tinha quatorze anos quando começou. Ela era modelo, estava prestes a ter uma carreira linda… Mas ela conheceu o pai do meu irmão mais velho, que, era ex presidiário, mas minha avó não sabia. Quando ela descobriu, foi quando minha mãe chegou em casa dizendo que estava grávida. Após isso, ela se envolveu com drogas, bebida, sexo, cigarro… E ficou assim até hoje. Ela teve vários filhos, inclusive eu. Minha avó não tinha nem onde morar e tinha que cuidar de mim, eu tomava água com açúcar pra passar a fome. Sem contar que minha mãe me batia, me deixava com hematomas, partes do meu corpo estavam em carne viva, ela me queimava com cigarro, etc… Um dia, minha irmã adotiva me viu na rua e passou a cuidar de mim. Passou-se um mês e minha mãe adotiva quis me adotar, minha avó de primeira não deixou, mas ela viu que eu estava sofrendo demais então me deu para minha mãe; minha mãe biológica não queria que me adotassem, ela queria me vender. Ela levava uma faca para cortar os pulsos dos meus pais adotivos… Nem por isso eles desistiram de me adotar. Até os meus seis anos, meu nome era Emili Silva. Hoje é Emily Alves Arenda.
Quando eu tinha cinco anos, comecei a sofrer bullying na escola, e com essa mesma idade comecei a ficar sozinha em casa. Em relação ao bullying eu não entendia porque as pessoas diziam aquelas coisas para mim, então eu deixava pra lá… É claro que eu pensava no que havia de errado comigo, mas aquilo não era grande problema da minha vida como é hoje. E em relação a eu ficar sozinha em casa… Aquilo me afetava, e, muito. Eu tinha apenas cinco anos, o que é que eu estava fazendo sozinha em um apartamento correndo vários riscos? Eu tinha medo de várias coisas, eu sentia várias coisas então deitava na cama dos meus pais e começava a chorar de medo, eu ficava pensando: “Cheguem logo, cheguem logo!”
Quando meu irmão se envolveu com drogas e quando o bullying começou a aumentar.
Eu tinha sete anos. Meu irmão se envolveu com drogas e, um dia, minha mãe recebeu uma ligação dizendo para ela ir até a delegacia, pois meu irmão estava prestes a ser preso, porém ele era menor de idade.
Nessa mesma idade, o bullying estava aumentando e, pra piorar tudo, comecei a sofrer bullying dentro de casa. Eu jogava futebol, odiava vestido e saia, vivia de tênis. Ainda sou assim, mas agora me orgulho disso… Enfim, voltando… Minha irmã me chamava de lésbica, me rebaixava, dizia que eu parecia mais um homem e que assim eu nunca arrumaria alguém, porque nenhum menino iria querer namorar uma garota que mais parecia o homem da relação. E além disso, ela me chamava de gorda, dizia que eu era feia… Ela me batia. Eu ficava roxa, até minha mãe se assustava com as marcas. Isso dela me bater durou até os meus onze anos… É claro que eu revidava, mas ela é DOZE anos mais velha que eu.
Ainda com sete anos, perdi o meu melhor amigo, uma garota fez ele ficar contra mim… Ele chorou por mim, e eu não sabia o significado disso.
Essa mesma garota pegou todos os meus desenhos, rasgou, e disse que eu nunca vou ser alguém na vida.
Passei dois anos seguidos brigando com as mesmas meninas, nisso eu já havia mudado de escola, mudei de escola várias vezes…
Elas diziam sempre as mesmas coisas para me afetar: “Você é gorda” “você é feia” “você é ridícula” “você não desenha tão bem assim” mas elas copiavam o meu jeito de desenhar e tudo o que eu fazia. Eu ia para a diretoria todos os dias.
Uma vez minha mãe brigou comigo tão feio ao ponto de dizer que se arrependia de ter me adotado, disse que deveria ter me deixado na rua pra morrer, já que eu não presto pra nada… Eu chorei três horas seguidas.
Quando eu tinha dez anos, por um tempo, eu e minha mãe passamos fome. Na verdade, ela passou, porque ela deixava de comer para que eu comesse. As vezes eu me sentia tão culpada por isso que chorava até dormir quase todas as noites.
Ano passado, com onze anos, fiquei sem estudar. Todo santo dia o meu pai reclamava de algo, não passava um dia sem chorar. E até hoje é assim.
Com dez anos, comecei a me cortar. Durou pouco tempo e os cortes nunca sangravam, porque na minha casa não tinha lâmina, então era sempre com faca. Durou no máximo quatro, cinco meses. Parei quando conheci meu ídolo que, hoje, é meu amigo. E o irmão dele, é o meu melhor amigo…
Eu ainda sofro bullying. Eu me corto, eu forço o vomito. Eu deixo de comer e depois volto. Eu escondo o meu corpo. Eu tinha medo de sair na rua com medo que as pessoas me olhem e pensem “como ela é gorda”, eu tinha medo até mesmo de conhecer os meninos com medo que até eles pensem isso. ‘’ – eu disse em meio das lagrimas

– ‘’ Eu sou adotada, e, minha mãe biológica é uma prostituta. Ela não foi sempre assim, ela tinha quatorze anos quando começou. Ela era modelo, estava prestes a ter uma carreira linda… Mas ela conheceu o pai do meu irmão mais velho, que, era ex presidiário, mas minha avó não sabia. Quando ela descobriu, foi quando minha mãe chegou em casa dizendo que estava grávida. Após isso, ela se envolveu com drogas, bebida, sexo, cigarro… E ficou assim até hoje. Ela teve vários filhos, inclusive eu. Minha avó não tinha nem onde morar e tinha que cuidar de mim, eu tomava água com açúcar pra passar a fome. Sem contar que minha mãe me batia, me deixava com hematomas, partes do meu corpo estavam em carne viva, ela me queimava com cigarro, etc… Um dia, minha irmã adotiva me viu na rua e passou a cuidar de mim. Passou-se um mês e minha mãe adotiva quis me adotar, minha avó de primeira não deixou, mas ela viu que eu estava sofrendo demais então me deu para minha mãe; minha mãe biológica não queria que me adotassem, ela queria me vender. Ela levava uma faca para cortar os pulsos dos meus pais adotivos… Nem por isso eles desistiram de me adotar. Até os meus seis anos, meu nome era Emili Silva. Hoje é Emily Alves Arenda.
Quando eu tinha cinco anos, comecei a sofrer bullying na escola, e com essa mesma idade comecei a ficar sozinha em casa. Em relação ao bullying eu não entendia porque as pessoas diziam aquelas coisas para mim, então eu deixava pra lá… É claro que eu pensava no que havia de errado comigo, mas aquilo não era grande problema da minha vida como é hoje. E em relação a eu ficar sozinha em casa… Aquilo me afetava, e, muito. Eu tinha apenas cinco anos, o que é que eu estava fazendo sozinha em um apartamento correndo vários riscos? Eu tinha medo de várias coisas, eu sentia várias coisas então deitava na cama dos meus pais e começava a chorar de medo, eu ficava pensando: “Cheguem logo, cheguem logo!”
Quando meu irmão se envolveu com drogas e quando o bullying começou a aumentar.
Eu tinha sete anos. Meu irmão se envolveu com drogas e, um dia, minha mãe recebeu uma ligação dizendo para ela ir até a delegacia, pois meu irmão estava prestes a ser preso, porém ele era menor de idade.
Nessa mesma idade, o bullying estava aumentando e, pra piorar tudo, comecei a sofrer bullying dentro de casa. Eu jogava futebol, odiava vestido e saia, vivia de tênis. Ainda sou assim, mas agora me orgulho disso… Enfim, voltando… Minha irmã me chamava de lésbica, me rebaixava, dizia que eu parecia mais um homem e que assim eu nunca arrumaria alguém, porque nenhum menino iria querer namorar uma garota que mais parecia o homem da relação. E além disso, ela me chamava de gorda, dizia que eu era feia… Ela me batia. Eu ficava roxa, até minha mãe se assustava com as marcas. Isso dela me bater durou até os meus onze anos… É claro que eu revidava, mas ela é DOZE anos mais velha que eu.
Ainda com sete anos, perdi o meu melhor amigo, uma garota fez ele ficar contra mim… Ele chorou por mim, e eu não sabia o significado disso.
Essa mesma garota pegou todos os meus desenhos, rasgou, e disse que eu nunca vou ser alguém na vida.
Passei dois anos seguidos brigando com as mesmas meninas, nisso eu já havia mudado de escola, mudei de escola várias vezes…
Elas diziam sempre as mesmas coisas para me afetar: “Você é gorda” “você é feia” “você é ridícula” “você não desenha tão bem assim” mas elas copiavam o meu jeito de desenhar e tudo o que eu fazia. Eu ia para a diretoria todos os dias.
Uma vez minha mãe brigou comigo tão feio ao ponto de dizer que se arrependia de ter me adotado, disse que deveria ter me deixado na rua pra morrer, já que eu não presto pra nada… Eu chorei três horas seguidas.
Quando eu tinha dez anos, por um tempo, eu e minha mãe passamos fome. Na verdade, ela passou, porque ela deixava de comer para que eu comesse. As vezes eu me sentia tão culpada por isso que chorava até dormir quase todas as noites.
Ano passado, com onze anos, fiquei sem estudar. Todo santo dia o meu pai reclamava de algo, não passava um dia sem chorar. E até hoje é assim.
Com dez anos, comecei a me cortar. Durou pouco tempo e os cortes nunca sangravam, porque na minha casa não tinha lâmina, então era sempre com faca. Durou no máximo quatro, cinco meses. Parei quando conheci meu ídolo que, hoje, é meu amigo. E o irmão dele, é o meu melhor amigo…
Eu ainda sofro bullying. Eu me corto, eu forço o vomito. Eu deixo de comer e depois volto. Eu escondo o meu corpo. Eu tinha medo de sair na rua com medo que as pessoas me olhem e pensem “como ela é gorda”, eu tinha medo até mesmo de conhecer os meninos com medo que até eles pensem isso. ‘’ – Disse Zayn chorando, e depois me deu um abraço forte.


Notas finais
Desculpa nao ter postado esses ultimos dias, tava fazendo uns negocio aqui em casa // Creditos cap Vithoria Julia Alves