Vida Dupla
14 Capítulo Treze
Notas iniciais
Desculpem mais uma vez a demora, mas a vida real está tirando minha inspiração e sanidade.
Para aquelas que me desejaram melhoras,obrigada estou melhor e voltando a ativa!
Sem mais demora vamos ao capítulo!
Boa Leitura!
Gel
BELLA P.O. V
Tudo resolvido na Alemanha e aqui estávamos nós voltando para casa!
A Viagem foi tranqüila a não ser pelo episódio no banheiro. Definitivamente Edward era louco ou coisa bem pior. Como transar em um banheiro de um avião lotado? Eu mais louca ainda que aceitei e gostei... Gostei não adorei! Não vim de cara feia ou com raiva. Muito pelo contrario estava leve como á muito tempo não me encontrava.
Não sabia ao certo o que estava acontecendo nem as sensações que tinham em mim, mas de uma coisa eu estava certa Edward me completava na cama como nenhum outro até hoje e para manter minha promessa de ficar longe de relacionamentos teria que me afastar de Edward, só não sabia como...
Durante os quinze dias que passamos fora, fechamos todos os contratos que Edward levou e fizemos vários programas juntos. Jantamos fora algumas vezes, fomos a pontos turísticos ao cinema e não esquecendo o mais importante “sexo louco, quente e totalmente inebriante”!
Assim que aterrissamos em Nova York Emmett nos esperava com uma cara de satisfação imensa e foi logo soltando suas pérolas.
_ E ai casal? — Perguntou nos encarando. Ouvi o suspiro alto do Edward e como já tinha um pouco de noção do que ele era capaz, não quis ficar pra ver o que daria.
_ Oi Emmett, eu estou bem só cansada. — antes que eu pegasse minhas coisas, Edward já estava com elas juntas e olhava para o Emmett com cara de desprezo.
_ Posso saber o que faz aqui? — perguntou Edward de chofre.
_ Eu mandei alguém vim me buscar ou fiquei louco e não percebi. — a voz dele era baixa e cadenciada.
_ Irmão... Que saudades do seu bom humor! — Emmett pareceu não notar a acidez na voz de Edward e continuou sorrindo.
_ Você faz falta mano, estava caindo no tédio sem você aqui, como você aguentou isso Bellinha? — ele perguntou me puxando para um abraço e pude ouvir um rosnado de exasperação do Edward. Ele não estava satisfeito com a situação e assim que sai do abraço Emmett pedi para me deixarem logo em casa, pois realmente estava exausta e queria minha caminha e meus amigos...
Emmett me deixou primeiro e antes que saísse do carro Edward falou que me queria no escritório na hora de sempre. Não respondi nada, sai do carro e o Emmett colocou minhas malas na portaria pedindo que o porteiro as levasse para cima. Sem perda de tempo partiram e eu fiquei olhando o carro se afastar com a sensação que minha vida estava tomando rumos desconhecidos e renegados por mim.
Assim que entrei no apartamento levei um susto, Jasper estava deitado confortavelmente no sofá com as pernas em cima do colo de Alice assistindo TV, só perceberam minha presença quando uma das malas foi deixada ao lado do sofá. A cena foi cômica, Jasper se assustou e acabou caindo do sofá fazendo com que Alice desse um de seus gritos escandalosos.
Não consegui ficar sem rir, pra piorar o caos Rose sai do quarto só de toalha, ai foi o ápice, pois o Jasper fechou os olhos gritando que o Emmett o mataria. Boiei legal na alegação, mas isso era papo pra outra hora, pois agora só queria ir para meu quarto. Cumprimentei a todos de uma forma geral, logo o Jasper se despediu e saiu de mansinho deixando uma enxurrada de perguntas que eu só responderia quando acordasse.
Tomei banho e cai na cama de toalha e tudo, estava cansada e com o corpo dolorido... Ao me lembrar do motivo que estava dolorida não contive um sorriso e adormeci com ele nos lábios.
[...]
Que barulho infernal era aquele?!
Só se ouvia vozes antes que eu processasse o dono dela a porta do meu quarto foi aberta de uma só vez dando passagem para um Marcos com cara de espanto.
_ Aranha como você chega e não me avisa? — perguntou se jogando em minha cama me abraçando em seguida.
_ Bom dia Marcus... – ele me corrigiu no ato.
_ Boa noite querida, já passa das 8 e você ai deitada que nem uma rainha. — tinha dormido demais e ainda me sentia cansada, mas tinha que levantar e fazer alguma coisa.
_ Desculpa não ter avisado Paixão, cheguei pela manhã cansada e só pensava em minha cama. O que você está fazendo aqui, por que não está na boate?
_ Vim buscar minhas melhores dançarinas, hoje teremos a visita de um grupo de empresários importantíssimo e não podemos deixá-los com aquelas meias-bocas de lá. — ele falava e me olhava fixamente e atentadamente, não pude deixar de sorrir com seus gestos, estava com saudades dele.
_ Ai Marcus, não sei se quero dançar hoje. Passei 15 dias sem praticar, será que vai dar certo? — perguntei insegura. Como tinha prometido a eles não sairia de imediato da boate e fiz um compromisso com Edward que não atrapalharia no meu desempenho na empresa. Iria tentar administrar as duas funções.
_ Aranha você não precisa de ensaios, você é única! Agora levanta esse corpinho MARAVILHOSO dessa cama e fica uma DIVA, as outras não tão divas assim já estão prontas. – rir do comentário que fez sobre as meninas e fiz o que ele mandou saindo da cama nua e me assustando com seu grito igual o da Alice.
_O que foi Marcus? Quer me matar do coração. — ele me segurava pelos ombros passando os olhos pelo meu corpo e percebi que ele olhava as marcar deixadas pelo Edward em meu corpo. Eram várias espalhadas e não doíam de forma alguma.
_ O que foi que aconteceu com você Aranha? Você foi espancada? Ferida? — ele me girava de um lado para o outro como se me analisasse.
_ Não foi nada disso Paixão, foi de outra forma que adquiri essas marcas e devo te adiantar que foram bastante prazerosas. — ele me encarou com a expressão mortificada.
_ Você me mandou aproveitar lembra? Aproveitei e bem querido, ele é demais na cama Paixão. — ele abriu a boca para falar algo e acabou desistindo. Livrei-me de seus braços e corri para o banheiro para tomar meu banho, se ficasse no quarto ele iria querer saber de todos os detalhes principalmente os sórdidos.
Tomei um banho rápido e assim que sai do banheiro meu celular começou a tocar em algum lugar na minha bolsa, assim que localizei o aparelho a ligação tinha sido encaminhada para a caixa de mensagem. Não tive interesse de retornar a ligação se fosse importante me ligaria de novo.
Comecei a me arrumar com os olhos de Marcus sempre me seguindo, já estava ficando preocupado ele não ficava calado por muito tempo a não ser que o assunto fosse sério, e eu não queria assuntos sérios no momento, minha mente já estava povoada de conflitos para que eu me preocupasse com as impressões que ele tinha de mim.
Saímos de casa às 10 em ponto chegando à boate que estava totalmente lotada e com um Aro de olhos brilhantes.
_ Em fim chegaram, pensei que me deixariam na mão. — falou olhando para nós três. Alice foi à portadora da nossa opinião em relação a ele.
_ Jamais deixaríamos você na mão querido! Estamos a postos, o que quer que agente faça? — perguntou saltitante como sempre fazia. Alice era uma coisa incrível, nunca ficava chateada e a raiva dela passava muito rápido, na verdade ela transformava a raiva em desprezo e isso era terrível.
_ Vão se arrumar que daqui a pouco começa o show. Façam no esquema de sempre. Primeiro Rose, depois Alice e por último a Bella. – recomendações feitas fomos nos arrumar. Eu me atrapalhei um pouco, mas nada que meu amigo sério não resolvesse. Meu celular tocou novamente e pedi que ele atendesse, ele falou algumas palavras e me entregou o aparelho.
_ Quer falar com você... — peguei o celular e procurei um lugar menos barulhento para conversar.
_ Alô... — assim que ouvi a voz do outro lado senti minhas pernas amolecerem e um arrepio me percorrer. Era ele o Edward querendo saber onde eu estava.
_ Estou na boate. — ele não me deixou terminar de falar, desligou o telefone.
_ Idiota, arrogante, mal educado... — fui tirada do meu momento de fúria por Alice avisando que a Rose estava no palco e logo ela entraria. Voltei para meu lugar de sempre sendo mais contrariada com a visão de Caius a me observar e sorrir pra mim. Nem dei confiança, terminei de me maquiar e me coloquei a trás do palco onde podia ver algumas mesas da boate vendo Jasper, Emmett e um homem moreno e tão bonito quanto os dois. Sorri ao me lembrar de mais cedo com o Jasper desesperado tentando se levantar do chão depois de me ver. Alice terminou sua dança e assim que me avistou me deu um sorriso como sempre acontecia e eu me posicionei para a dança.
Assim que as cortinas foram abertas avistei Edward sentado na mesa dos fundos, a mesma mesa que ele estava quando praticamente o ataquei. Minhas pernas quase me desobedeceram, mas não podia parar, não podia quebrar minha promessa em ajudar na boate por causa de um capricho de Edward. Ele me disse em umas de nossas noites regadas a sexo que eu não dançaria mais, que até descobrir o que fazer comigo, não me queria exposta como eu estava agora.
Respirei fundo na mesma hora que a música começou...
(colocar uma música sensual)
Enganei-me ao achar que esse tempo sem dançar iria me deixar travada, muito pelo contrário quando ouvi a música entrar em meus ouvidos fechei os olhos e me entreguei totalmente a musica e a dança. Movia-me e rebolava com os acordes da música e não sei em que momento Edward se aproximou e me arrastou do palco como se eu fosse um saco de batatas. Abri os olhos assustada e comecei a me debater, quem ele pensa que é pra me tirar do meu momento, do meu palco, me fazendo essa vergonha homérica?
Por cima dos seus ombros vi Emmett e Jasper nos seguirem para fora da boate. Quando chegamos do lado de fora ele me colocou no chão e pediu ao manobrista seu carro.
_ Quem você pensa que é para me arrastar dessa forma? — Perguntei empurrando seu peito. Ele não se moveu nem um centímetro me dando mais ódio da situação. Emmett se aproximou com o Jasper tentando falar com ele, mas ele não deu ouvido. Pedi que voltassem para dentro e acalmassem as meninas que eu logo voltaria. Emmett ainda ficou em dúvida, mas logo me atendeu e voltou.
_ Você não vai voltar Isabella. — Ele falou baixo quase que pra si mesmo, isso me encheu de ira, ninguém mandava em mim e ele sabia disso, já tinha dado provas disso como também sofri as conseqüências de passar por cima de uma ordem dele.
Éramos iguais em vários aspectos e não gostar de ser contrariado era uma delas.
_ Eu vou voltar sim, você não manda em mim! A vida é minha e quem comanda sou EU. — Virei às costas pra ele e antes que chegasse a porta tive meu braço segurado por ele. Não me dei ao trabalho de me virar.
_Você está me machucando... — ele me soltou e eu voltei para boate sem olhar pra trás, com as pernas bambas e o coração acelerado.
Todos os olhares focaram em mim quando voltei ao palco e pedi para o Marcus recomeçar a música. Dancei da mesma forma que tinha começado da outra vez, recebendo aplausos de pé da mesa que o Aro queria impressionar.
Ainda dançaria mais uma música e voltei para o camarim para me recompor encontrando a peste do Caius com um sorriso irônico nos lábios.
_ Achou um homem que quer te dominar não é queridinha? — Perguntou as minhas costas. O encarei pelo espelho e lhe dei a mesma resposta de anos.
_ Ninguém me domina Caius, eu sou dona de mim! — Terminei de me arrumar e voltei ao palco. Estranhei que nesse meio tempo as meninas não tivessem aparecido e o Marcus também o que foi um alívio...
[***]
Percebi um SER que não parava de me olhar... Parecia que me conhecia!
Continuei com minha dança e quando finalizei comecei a descer do palco para me sentar na mesa das meninas, e o ser que me olhava se aproximou dando um fim na minha dúvida de onde me conhecia...
_ Olá Isabella. — ele me cumprimentou ganhando um olhar especulativo das meninas, ele de perto era ainda mais lindo, nada que superasse o meu arrogante acompanhante, mas ainda assim lindo! Nem queria pensar no que ele tinha feito agora a pouco que me subia à bile de tanto ódio.
O Estranho tinha olhos verdes expressivos, cabelos loiros cortados na última moda, um corpo de matar qualquer uma do coração caso estivesse á perigo e um sorriso acolhedor e conhecido por mim.
_Desculpe... Nos conhecemos? — Perguntei sem graça olhando para seu rosto.
_ Eu já imaginava que você não me reconheceria... Eu ao contrário de você reconheceria esse rosto e esses cabelos mesmo depois de 10 anos como se fosse ontem... Seu aniversário de 18 anos. — Depois que ele disse isso algo piscou no meu subconsciente. Nunca tinha encontrado alguém do meu passado e agora um ser desses aparece na minha frente dizendo que me reconheceria mesmo depois de tantos anos. Isso realmente é uma coisa interessante...
_ Desculpe-me, não consigo me lembrar...
_ Vou ajudá-la. Você saia de casa às 7 da manhã voltava às 2 da tarde, sempre comprava os remédios de sua mãe no meu trabalho, ou melhor, comigo. — antes que ele terminasse de falar, o reconhecimento cruzou meus olhos e relembrei quantas vezes ele tinha sorrido pra mim, e se declarado! Era o Eric o balconista da farmácia, a única pessoa que me ouviu e me ajudou...
_ Eric! Não acredito... É você mesmo? — Perguntei eufórica recebendo das pessoas ao redor olhares de surpresa.
_ Não mereço um abraço? — Perguntou já com os braços abertos e não pensei duas vezes fui em sua direção e me abracei a ele. Não gostava de lembrar, mas minha vida antes daquele miserável era boa... Tinha minha mãe, meus colegas de escola, tinha o Eric... Sai do meu momento de melancolia com a voz de Edward bem atrás de mim.
_ Que cena mais agradável de ver Isabella. Era para isso que queria voltar para boate, para escolher seu novo acompanhante? — Eu senti ódio em sua voz, não sabia que ele voltaria depois do que eu disse e bem sabia do que era capaz quando era desafiado; senti um calafrio transpassar minha coluna e estremeci nos braços do Eric...
Edward P.O. V
Chegar à Nova York depois de 15 dias intensos com Isabella era como retroceder em tudo que construí e acreditei...
Estava perdido em pensamentos desde que embarcamos, não sabia o que estava acontecendo comigo, só sabia que Isabella me enlouquecia e me acalmava quando estava nua em cima de mim ou eu me enfiado nela até senti seus espasmos de prazer e seu líquido esparramando em meu pau. Só de lembrar já me sentia duro e com vontade de me enfiar novamente nela e é isso que farei agora mesmo nesse avião lotado. Ela estava de olhos fechados e sussurrei ao seu ouvido para que me seguisse, ela me olhou sem entender, mas me obedeceu. Fui para o banheiro e entrei sendo seguido por ela, não perdi muito tempo e a empurrei contra a parede do pequeno cubículo a beijando enquanto levantava seu vestido puxando sua calcinha para o lado e enfiando dois dedos em sua intimidade que logo ficou molhada para acolher o ser indócil que estava meu pau naquele momento. Ela gemia e rebolava em minha mão dificultando minha concentração, abri minha calça libertando meu pau já melado com o pré-gozo e me enfiei nela estocando com força, gemíamos um pouco alto para o ambiente, mas não queria nem saber, no momento só queria me perder dentro daquele corpo quente e molhado, gozamos juntos para deleite de ambos. Ficamos mais um pouco no banheiro para acalmarmos nossas respirações e ela me mandou sair primeiro me chamando de louco... Era mesmo um louco, não por transar em um avião, mas louco por querer essa mulher como nenhuma outra. Será que o Jacob tinha razão? Será que minha cura estaria em uma mulher tão obcecada por sexo quanto eu? Sai dos meus devaneios com a volta dela para a poltrona ao lado da minha, ela tinha a expressão tranqüila e não falou mais nada o restante da viagem.
Já estava com o pensamento de levá-la para meu apartamento quando meus planos foram frustrados com a presença do Emmett... Vai gostar de me atrapalhar assim lá na puta que pariu (ops minha mãe não) então vai atrapalhar assim lá longe! Mudei logo minha expressão e não dei muita importância ao fato dele estar me esperando dizendo sentir minha falta. Nesse reencontro nada convencional o que mais me incomodou foi sua proximidade e intimidade com a Bella. Ela era outra com ele, sorria abertamente, seu sorriso chegava aos olhos facilmente e isso raramente acontecia comigo, na verdade só aconteceu uma única vez!
Saímos do aeroporto direto para casa dela que alegou cansaço que eu sabia ser real, antes que ela saísse do carro disse que a queria no escritório amanhã na primeira hora, sabia ser desnecessário, mas precisava estar com ela a sós. Quem sabe ligaria pra ela mais tarde e nos encontrávamos, deixamos claro um para o outro que iríamos curtir até quando desse, mas estava me tornando dependente do seu sexo bem mais do que as outras transas que tive. Nem conseguia comparar o sexo que fazia com Isabella com o sexo feito com as outras, Isabella fazia o que eu gostava e nem nas minhas transas com mais de uma mulher eu me sentia saciado como agora. Que hora mais inoportuna de ter esses pensamentos...
Emmett me levou direto para casa da nossa mãe e sabia do sermão que levaria por ter desaparecido por dias sem ao menos um telefonema!
Como já sabia o dia foi regado a sermões, mas também pela camaradagem entre irmãos que estava esquecida pela correria ou até mesmo pelo meu mau gênio. Meu pai se reuniu com agente e contamos a ele as nossas novas aventuras e o que elas faziam o deixando com uma cara preocupada com a reação da nossa mãe. Parecíamos um bando de adolescentes contando a seu pai a iniciação sexual ou a escolha da garota que transaríamos no baile de formatura.
Cheguei em casa as 7 e fiquei na dúvida se ligaria para a Bella ou não, decidi tomar banho e assim que sai do banho liguei para ela mais caiu na caixa postal. Ligaria mais tarde... Cochilei por um tempo sendo acordado pelo toque do meu celular, era o Emmett me chamando para sair disse que daria a resposta depois de um telefonema e assim que terminei com ele liguei novamente para Isabella me surpreendendo com que ela me falou... Ela estava na boate! Não deixei que terminasse de falar, desliguei o telefone, coloquei uma roupa e me dirigi pra lá, queria ver com meus próprios olhos o que ela estaria fazendo!
[...]
Cheguei á boate e me sentei à mesa do canto a espera, rodei os olhos pelo salão e não a vi, pedi uma dose de uísque e esperei...
Não demorou muito uma música conhecida por mim começou e assim que as cortinas se abriram Isabella apareceu com uma roupa pra lá de sensual que fez meu pau latejar de tesão para logo depois ser substituído por um desejo de posse que não era meu. Levantei-me e sem dar a menor explicação a peguei do palco e a joguei em minhas costas como um fardo dos mais leves.
Não sabia como tinha tido essa coragem, mas fiz e não pensei nas consequências dos meus atos.
Cheguei do lado de fora com Emmett e Jasper ao meu encalço, não liguei coloquei-a no chão e pedi meu carro ao manobrista dando tempo para que ela se rebelasse e colocasse os pontos nos “IS”.
_ Quem você pensa que é para me arrastar dessa forma? — Ela me empurrava e eu não me mexia um centímetro sequer observando seus olhos, encontrei neles raiva e determinação. Emmett se aproximou com o Jasper tentando argumentar, mas eu estava com os ouvidos tapados e os olhos focados nela. Com toda aquela situação tensa ela se mantinha firme, mandou os dois entrarem que logo em seguida ela entraria isso fez com que meu ódio ficasse mais aflorado, já estava cheio de Isabella querer ser dona de si e me contrariar por tabela.
_ Você não vai voltar Isabella. – Falei baixo fazendo com ela se rebelasse ainda mais. O que ouvi dela não gostei nem um pouco e muito menos aceitei, mas de uma coisa eu tinha certeza Isabella era totalmente diferente de muitas pessoas que conhecia e isso não era só na questão das mulheres que eu tive.
_ Eu vou voltar sim, você não manda em mim! A vida é minha e quem comanda sou EU. – Virou as costas e me deixou a ver navios, fiz uma última tentativa segurando seu braço, mas quando ela disse que eu a estava machucando a soltei e fiquei olhando ela sumir porta à dentro.
Não sei quanto tempo fiquei na porta da boate olhando o tempo sem nada de bom passar por minha cabeça. Em um estalo resolvi entrar e o que vi me congelou o sangue para logo depois senti-lo correr como fogo por todo meu organismo. Isabella estava abraçada a um homem que a segurava possessivamente... Ela tinha escolhido outro para ocupar meu lugar mostrando a mim que o que estava sentido era a mais pura idiotice! Estava certo em não confiar em ninguém, nem muito menos querer algo sério, o Edward que começava a ser condescendente e até maleável dava adeus sem ao menos ter a oportunidade de se mostrar verdadeiramente.
_ Que cena mais agradável de ver Isabella. Era para isso que queria voltar para boate então, para escolher seu novo acompanhante? — usei o tom mais frio e indiferente que consegui em seguida virei às costas e fui embora levantando o rosto para a noite fria observei o céu quase sem estrelas de Nova York e nunca me senti tão sozinho como estava agora...
Notas finais
Mereço review?
Recomendação?
Estou esperando...
Bom gostaria de agradecer a todas que me acompanham, as que deixam coments fofos demais, estão todos respondidos.
Leitoras novas sejam bem vindas e uma mais que especial e ela sabe por que, Gica Cullen, minha MOR da familia corujinhas... Obrigada Gih por estar aqui e me apoiar!
Vi meu anjo, valeu mesmo os reviews.
Sem mais conversas nos vemos no próximo capítulo que já está em andamento...
Beijão, amo vocês e obrigada pela paciência!
Gel Borges :]
N/B: Oi people do meu core... espero que agora com esse maravilhoso e estremeçante capitulo estejam alegrinhos né... Quero ver comentário e recomendações meus amores...
Mas então desculpem pela demora do capitulo, mas você entendem que nossa maravilhosa escritora tem uma vida virada aqui e euzinha também... Mas a minha MANA esta no trampo uma correria só e ainda tem o marido e a filha então vocês compreende né... E mim também nessas ultimas semanas não ando bem de saúde pressão alto e dor de cabeça constante... Isso mata a juju aqui... Mas vamos finalizar aqui que como sempre fala demais né... ESPERO DE CORAÇÃO QUE AMEM ESSE CAPITULO E QUE COMENTEM MUITÃO... uns ADOREI O CAPITULO outros CAPITULO SHOW E ASSIM VAI INDO KKKKKKK... E OS FANTASMINHAS COMO JÁ SABEM NÉ COM seus BUUUU KKKKKKKKKKKK .
BEIJOCAS PEOPLES LINDOS... MANA CAPITULO ESPETACULAR... VALEU...
Fale com o autor