Vida Dupla

2 Capítulo Um


Notas iniciais
Olá amadas... Olha eu aqui com o primeiro capítulo... Nem demorei! Quero agradecer cada review que recebi. Obrigada a todas: Cafofetes, Corujinhas, Amigas... Valeu mesmo! Um abraço pra lá de especial para Erica... Obrigada flor pela 1 recomendação. Sutei quando li, obrigada de coração, capítulo dedicado a você! Sem mais demoras vamos ao capítulo. Boa Leitura :)

–Edward P.O. V –

Acordei sentindo a boca seca e a cabeça pesada, sinais claros que tinha caido na farra novamente, gemi e olhei pelo ambiente tentando saber onde estava e me acostumando à claridade que vinha da janela com cortinas claras, me deparei com duas mulheres ao meu lado. Uma loira escultural e uma ruiva de pele perfeita, só não sabia os nomes, tinha certeza que não me lembraria, talvez mais tarde… Não, nem mais tarde!

Levantei-me com cuidado e fui para o banheiro, um banho me livraria daquela ressaca, entrei no Box sem ao menos deixar a água atingir a temperatura ideal, na verdade precisava dele frio.

Enquanto a água ia caindo nas minhas costas ia desfazendo a tensão e clareando minha mente para o que tinha acontecido ontem à noite. Agora me lembrava de tudo! Fui com Emmett à boate de sempre e depois de bebermos todas, nós dois saímos com duas mulheres cada, eu me mandei direto para meu apartamento, pouco me importando aonde o Emmett iria.

Emmett é meu irmão mais velho, tão vagabundo quanto eu, a única diferença ente ele e eu era a minha doença… Esse pensamento me fez ficar duro.

Depois de uma noite regada a sexo louco e selvagem eu já estava pensando na próxima trepada! Aquelas duas souberam fazer um bom trabalho. A loira fazia um boquete como poucas e a ruiva tinha um cuzinho que era uma perdição.

Sai de meus delírios sexuais com a ruiva em questão, em carne, osso e curvas, parada na porta do Box pedindo permissão para entrar, na mesma hora meu pau deu sinal de vida e a puxei pelo braço sem me importar se a machucaria ou não, jogando-a literalmente contra a parede de azuleijos frio e invadindo sua boca com minha língua.

Ela gemeu de encontro aos meus lábios e apertei sua bunda em resposta.

– Que delícia, se soubesse que seria tão bem recebida, teria vindo assim que você levantou- falou em meu ouvido.

– Você ainda não viu nada neném- falei beijando seu pescoço e seu rosto enquanto ela gemia.

Segurei suas pernas que ela logo tratou de rodeá-las á minha volta, levei-a para fora do Box e a coloquei sobre a pia enquanto pegava a camisinha no pote ao lado, isso era uma coisa que eu jamais esquecia, podia estar chapado como fosse, tinha muito amor ao meu instrumento de trabalho…

Depois de colocar a camisinha a puxei pelas pernas até a beirada da pia em direção ao meu pau e sem nenhuma delicadeza enfiei de uma só vez em sua boceta que já estava encharcada, ela arfava e se contorcia e eu continuei dando estocadas fortes e rápidas. Sabia bem que mulheres como essas gostavam de um sexo louco assim como eu.

Afastei um pouco nossos corpos, só para poder colocar minha mão em seu clítoris, estimulando e beliscando até vê-la apertar meu pau e gozar de forma desesperada e barulhenta, logo seguido por mim que estava no meu limite.

Sai de dentro dela e a coloquei sentada em um banco que tinha no banheiro para emergências como essas e fui direto para outro banho, estava atrasado para o trabalho.

Porra de tesão matinal, só me atrasava… Mas não me arrependia de maneira alguma, quantas mais tivesse mais eu treparia...

Sai de casa deixando duas gostosas deitadas na cama, fazendo não sei o que e uma boa quantia para cada uma delas em envelopes separados. Não era bom vacilar com elas, sei que precisarei novamente, embora eu pagasse bem demais e por diversas vezes ouvia delas que trepariam comigo de graça se eu quisesse.

(…)

Cheguei a Masen’s Empreendimentos pelo meu elevador privativo dando de cara com Sue de frente para o Emmett que estava largado no sofá com cara de zumbi, ela segurava em uma mão um comprimido e na outra um copo de água, na certa ele estava de ressaca novamente e Sue como uma boa secretária dava seu suporte.

– Bom dia! — falei passando por eles indo em direção a minha sala.

– Bom dia o cacete! Estou mal, com uma ressaca do cão e você ai sem nem ao menos uma olheira? — perguntou me seguindo e se jogando no sofá novamente, só que agora no meu.

– Estou muito bem disposto, ainda mais depois de uma foda pela manhã — falei rindo, ele me olhou com uma cara mortal resmungando o quanto eu era vagabundo e pervertido.

Continuei rindo enquanto me sentava e abria meu note book.

– Você fodeu com as duas ontem mano? — perguntou com a cara mais hilária do mundo.

– Claro Emmett! Você achou que eu iria fazer o que com as duas, jogar xadrez? — perguntei divertido . -E você? Saiu com duas e fez o que?

Ele coçou a cabeça e respodeu baixo, coisa praticamente impossível se tratando do Emmett.

– Eu fiquei só com uma.

Eu adorava vê-lo envergonhado e perguntei em tom de troça

– O que Emm? Não ouvi. — ele me olhou com uma cara que era melhor nem comentar e respondeu de mau gosto.

– Eu fiquei com uma só porra!

Gargalhei de forma ruidosa, semelhante à risada dele mesmo quando eu me dava mal quando criança ou adolescente.

– Aposto que foi com a loira gostosa. — falei mexendo no computador.

– Com ela mesma, a outra não fazia a minha. Baixinha demais e conversava demais...

– Ok Emmett, agora ao trabalho. Não te pago para me contar suas experiências sexuais.

Ele levantou do sofá com uma careta e resmungando como sempre.

– Tirano, déspota, ditador… — e continuou me dando títulos que descreviam a personalidade de homens de pulso firme e inflexíveis como eu.

Eu era um homem temido no mundo dos negócios, desejado pela maioria das mulheres das melhores casas de Nova York. Solteiro aos 30 anos tinha feito uma razoável fortuna no ramo da construção e agora estava ampliando os horizontes da empresa, precisando assim de novos funcionários.

Tinha feito faculdade de engenharia contrariando meu pai que é advogado e queria que todos os filhos seguissem seus passos, mas ele não ficou muito desgostoso com isso, meu irmão Jasper tinha seguido seus passos e com muito sucesso devo acrescentar.

Emmett tinha feito arquitetura, depois de trancar a faculdade de direito na metade deixando meu pai puto com ele, alegando na época que era pra me “ajudar”. Eu projetava e desenhava e ele construía e dava as ordens assim trabalhavámos juntos e com sucesso.

Não perdíamos uma licitação que entravamos e não é convencimento... Eu sou o melhor do ramo!

Essa nova fase que queria implantar na empresa é um complemento ao trabalho perfeito que fazia em meus prédios, casas, condomínios e afins. Eu quero entregar os projetos todos prontos e decorados, se não fosse possível entregar decorado pelo menos os donos teriam uma idéia de um profissional para a decoração, deixando assim o ambiente mais perfeito e harmonioso.

Para isso precisava de uma pessoa com talento e classe para me auxiliar nessa empreitada. Deixei nas mãos da Sue e do Emmett selecionarem as mais capacitadas e dai eu faria uma entrevista e decidia quem contrataria.

Na área pessoal minha vida era uma bagunça ou uma orgia como Jasper costumava dizer.

Nunca me prendi a mulher alguma, elas para mim eram só para sexo e nada mais, só minha mãe estava de fora. Gostava de sexo, gostava tanto que isso me prejudicou durante muito tempo me levando a procurar tratamento quando completei 20 anos.

FLASHBACK ON

– Meu filho você precisa de ajuda — falava meu pai com a cara de desespero depois de me tirar da boate onde estava transando com três mulheres e ainda queria mais.

– Pai, eu não tenho nada! Só gosto de me divertir.

– Você se controla em relação a sexo, Edward?

Parei pra pensar um minuto e vi que meu pai tinha razão. Quanto mais eu tranzava mais eu queria e com mulheres diferentes.

– O que o senhor sugere? — prguntei me sentando ao lado da minha mãe, logo tendo minhas mãos presas as dela.

– Eu tenho um amigo, ele é Psiquiatra e…

– Eu não sou louco Pai!

– Edward, escute seu pai, ele só quer o seu bem — falou minha mãe com os olhos cheios de lágrimas.

Abaixei a cabeça envergonhado, não gostava de fazer minha mãe sofrer, resolvi ouvir o que meu pai tinha pra me falar.

– Como estava dizendo, eu tenho um amigo o Billy Black, ele é confiável e pode te ajudar. Marcamos uma conversa com ele, sem compromissos. — informou meu pai com o semblante preocupado.

Fiquei calado ouvindo só a respiração de meus pais esperando minha resposta e resolvi fazer a vontade deles, iria até o médico, só pra uma conversa e pronto.

– Tá pai, eu vou. Mas com uma condição, se eu não gostar dele não coloco mais meus pés lá. Tudo bem?

– Tudo bem Edward, vou marcar uma hora com ele — falou saindo da sala já com o celular em mãos.

Fiquei abraçado a minha mãe até o Emmett chegar e acabar com o clima tenso que estava na sala… Como sempre.

O dia da consulta amanheceu frio e chuvoso assim como meu humor, cheguei á clinica do Dr. Billy Black exatamente as 10 e logo fui atendido.

Billy era um homem mais ou menos da idade de meu pai, tinha um rosto confiável e um sorriso tranquilizador, me fazendo ficar à vontade para contar toda a minha vida e tudo que eu fazia ultimamente. Não escondi absolutamente nada!

Depois de dois meses de terapia Billy marcou uma consulta extra para falar comigo e pediu que meu pai estivesse presente, fiquei assustado pensando ter uma doença terminal e ele iria me contar junto com meu pai para que eu não acabasse com minha vida antes da hora.

No dia marcado estávamos lá e Billy disse com todas as letras o que eu tinha.

– Bom o que o Edward tem é uma grande necessidade por sexo, na verdade uma obsessão que ele não consegue controlar.

Fiquei processando aquilo como se estivesse em outro planeta, olhando para meu pai e depois para o Billy.

Se eu bem entendi, eu era doente por sexo e não sabia se tinha cura…

– Isso tem cura Billy? — perguntou meu pai antecipando minha pergunta

– Tem tratamento Carlisle, Edward tem que ocupar a mente e o corpo com outras atividades e se necessário alguns medicamentos para inibir o desejo sexual.

Fiquei ouvindo a tudo isso com a cabeça quase explodindo e naquele momento tomei minha decisão eu tentaria me controlar, por mim, por meus pais, pelas mulheres em geral.

Comecei a fazer o tratamento. Entrei na academia, corria no Central Park antes e depois da faculdade e comecei a ler mais…

Nesse tempo todo tive várias racaídas, mas nenhuma delas me fez sentir doente ou diferente.

Essas racaídas sempre me faziam ver o quanto eu era suscetível a erros como qualquer ser humano.

Encontrei na minha caminhada de tratamentos um paliativo para minha condição, adquiri o hábito de montar quebra- cabeças. Comecei com um simples daqueles infantis com poucas peças e logo fui aumentando o número de peças para dificultar a resolução e ocupar minha mente, aquilo me prendia tanto que eu conseguia ficar um dia inteiro sem sexo!

E assim fui levando minha vida, com minha “doença” quase controlada e um desejo intenso que ainda me queimava e me fazia desejar várias mulheres.

FLASHBACK OFF

Sai dos meus devaneios com a Sue na minha frente com as pastas de meu novo projeto onde eu já queria implantar a nova idéia dos decorados para maior conforto e funcionabilidades dos clientes.

Eu continuo com as minhas consultas com o terapeuta, só que agora não eram mais com o Billy e sim com o seu filho Jacob Black que se tornou meu amigo e deixava que tivesse algumas liberdades comigo.

Ele sempre me dizia que eu iria encontrar uma mulher tão fogosa quanto eu, só assim eu seria curado definitivamente, mas duvidava muito, desde minha iniciação sexual aos 15 anos eu só tranzava com mais de uma mulher e só assim eu me satisfazia… temporariamente é claro!

Não me preocupava tanto com a minha doença, às vezes era até bom ter duas, até três mulheres por noite sem compromisso ou cobranças sem sentido.

Minha família estava mais tranquila em relação á minha doença, eles sabiam que sexo era um assunto que eu tentava dominar e fazia sempre, na verdade eu fazia sexo todos os dias e só!

Isso era saudável não era?

Todo mundo faz sexo, eu só fazia um pouco a mais e não vou negar eu adorava!

Passei o dia em meio a muito trabalho sendo interrompido uma vez ou outra por Sue e por Emmett com suas idéias geniais. As sete dei meu expediente de trabalho por encerrado e iria começar o meu expediente noturno, iria à boate de sempre e queria outra experiência como a da noite passada.

Comecei a arrumar minha mesa, logo Emmett entrou pela porta como um furacão.

–Então Ed, vamos pra onde hoje?- perguntou já sabendo minha resposta.

–Eu vou pra boate de sempre, você eu não sei!- falei pegando minha pasta e o paletó saindo em seguida sem esperar resposta dele.

[…]

Cheguei á boate e me deparei com o Emmett e o Jacob na mesa de sempre, só que dessa vez estava a tiracolo meu irmão mala… Já vi que seria controlado a noite inteira!

Juntei-me a eles dando uma boa noite geral e não demorou muito para dança principal começar...

Não conhecia a dançarina ou pelo menos nunca tinha reparado nela.

Quando ela começou a dançar fiquei hipnotizado, nunca tinha ficado assim com mulher alguma, e olha que eu já tinha tido inúmeras... Ela era de uma beleza e sensualidade impar. Comecei minha inspeção pelos cabelos longos e escuros, a luz estava fraca, mas deu pra perceber que tinha o rosto em formato de coração e boca expressiva, seus seios tentadores parecia pedir meu toque, cintura fina adornada por quadris generosos o que me fez pedir mentalmente que ela virasse de costas para ver sua bunda.

Como se atendendo ao meu pedido mudo ela se virou e rebolou em nossa direção e como eu desconfiava a bunda era perfeita assim como o conjunto da obra. A dançarina terminou seu show ficando só de calcinha e sutiã deixando o palco para outra dançarina, não me interessei muito por ela, já que a conhecia...

Pelo burburinho no salão a dançarina gostosa não tinha agradado só a mim, rodei os olhos pelo salão a procura da minha presa da noite e não a localizei, fiquei bebericando meu drink até a outra dança começar e ela entrar novamente.

Estava tentadora, mais até que a dança anterior e pela mobilização dos homens do salão essa dança seria diferente. Minhas suspeitas foram confirmadas quando ela pôs uma cadeira no centro do palco e sentou abrindo e fechando as pernas, abaixando e levantando deixando os homens loucos e eu nem se fala! Eu queria aquela mulher de qualquer jeito… Estava duro por ela, babando por ela! Quando percebi sua movimentação ela estava no meio da platéia e se aproximava de uma mesa próxima a minha, não consegui desviar os olhos até vê-la parar numa mesa que tinha alguns rapazes, pelo visto era a primeira vez deles na boate já que eles estavam de boca escancarada e pegar um loiro pela gravata falando ao seu ouvido deixando-o vermelho… Ela se afastou rebolando e voltou para o palco para terminar em grande estilo aquela tortura que era aquela dança, tirou o sutian revelando seios perfeitos, redondos e rosados. Salivei literalmente… A minha boca estava um pouco aberta e a visão de seus seios só confirmava o meu desejo de tê-la.

Ela ainda dançou mais uma vez só que não precisei de mais nada para saber que a queria essa noite... Ela tinha uns olhos inexplicavelmente... Inocentes!

Aguardei sentado na mesa impaciente até que a vi sentar-se à mesa dos rapazes, pela primeira vez em muito tempo não sabia chegar em uma mulher. Primeiro ela não parecia ser como as outras “bailarinas” e segundo estava na mesa acompanhada.

Enquanto pensava em uma maneira de chamar sua atenção a vi levantar e pegar na mão do rapaz loiro e indo em direção a saída. Resolvi agir rapidamente a interceptei entre as mesas e falei o que desejava naquele momento.

–Eu quero você na minha cama!- falei baixo perto de seu ouvido para que só ela escutasse, recebendo em troca um olhar abismado sendo seguido por uma pose cômica para uma mulher da estatura dela.

–Eu não irei pra cama com você!- respondeu me olhando com desprezo e senti meu chão sumir e meu orgulho aflorar.

–Todo mundo tem seu preço neném, e eu vou descobrir o seu. Quanto você quer para deixar esse garotinho e ficar com um homem de verdade?- falei pegando em seu braço recebendo em troca desprezo e um safanão, coisa que nunca tinha me acontecido antes.

–Eu não transaria com você por dinheiro nenhum no mundo!- falou virando as costas e me deixando com cara de idiota no meio do salão.

Fique olhando ela sair da boate com passos firmes e decididos e isso me encheu de ódio! Ninguém me dizia não há muito tempo e isso estava me tirando da órbita. Ela uma vadiazinha que ganhava a vida fodendo com todos os tipos de homens, vem dispensa logo a mim? Quem ela acha que é para dizer não para Edward Cullen, ninguém me dizia não e ficava impune com isso e com ela não seria diferente...

Voltei para mesa para encarar quatro pares de olhos curiosos, porra logo hoje que o Jasper tinha resolvido enfiar o pé na jaca com agente eu levo esse fora! Mas não iria ficar no prejuízo...

Jasper meu irmão certinho nunca se permitia a desatinos ou loucuras como essa e me surpreendi quando o vi atracado com uma baixinha de cabelos curtos e espetados, que não me era estranha, com certeza não passou pela minha cama, podia esquecer nomes, mas feições jamais… Em um estalo me lembrei que era a outra mulher que o Emmett saiu ontem e dispensou para ficar só com a loira. Já o Emmett estava com a loira de sempre muitos íntimos por sinal…

Resolvi adiantar meu lado e varri o salão com os olhos a procura das minhas acompanhantes da noite. Acabei optando pela Victória e por uma novata que Caius me ofereceu quando cheguei, acho que era Jéssica seu nome e tinha um corpo legal, daria para o gasto hoje.

Despedi-me de meus irmãos com um aceno de cabeça e vi no rosto do Emmett um sorriso sacana e no rosto do Jasper incredulidade.

Na saída encontrei dois dos irmãos Volturi e não pude deixar de perguntar o porquê de nunca nenhum deles terem me oferecido aquela dançarina antes e foi com grande surpresa que ouvi de Aro que ela não era acompanhante…

–Mas eu a vi sair com aquele palhaço!- falei ainda não acreditando.

–Ela pode escolher quem quiser para sair Sr.Cullen, não interferimos nas suas escolhas e não a oferecemos a ninguém!- falou Marcus com a cara séria.

–Ok, mas podem apostar que ela será minha- falei saindo da boate sem olhar pra trás.

Continua...

Notas finais
[N/A]Então amadas gostaram? Mereço reviews? Quero a opinião de vocês! Mais uma vez obrigada pelo carinho... P.S: Não esqueçam de acompanhar a fic, assim vocês recebem o e-mail avisando da atualização. Até a próxima. Beijokas, Gel:D [N/B]Olá galerinha, ai deus minha primeira betagem em uma shot-fic... Assim eu já betei uma ONE da minha querida Anna... Mas vamos ao que interessa realmente..... Minha nossa senhora das calcinhas molhadas que homem é esse Edward g-sus me salve e para pior a situação o peste é doente e que doença vamos falar a verdade... fazer sexo, sexo, sexo ai que fogo...... "Edward pega eu tá, eu te juro que dô conta de você todinho ai,ai,ai,ai " Ixi e que primeiro encontro foi esse, se podemos mesmo dizer um encontro né, para mim foi mais um fora que tudo kkkkkkkkkk.... e o Ed não gostou nadinha disso "já eu amei assim ele vem para mim" O que será que o nossa doentinho ira fazer em relação a assim..... Mas claro só iremos saber de tudinho com o desenrolar da historia, graças a nossa amada GEL minha MANA amada que irá tirar nossa curiosidade em relação a esse doentinho e essa dançarina..... Bem vou me terminando por aqui que já falei demais....... Então gente fiquem grudadinho nessa fic, vocês não irão se arrepender podem aposta tudinho que vocês tem tá..... Beijocas da Beta July para todas as leitoras presentes e fantasmas também.... Há antes que eu esqueça ERICOTA amore esse Edward doentinho vai me pegar PRIMEIRO...... KKKKKKKKKKKKKKKKK Fui !!!!!!!!