Vida Dupla

15 Capítulo Quatorze


Notas iniciais
Olá amores...
Demorei né? Estou voltando a ativa aos poucos.Problema n° 1 resolvido, minha net está de volta, o resto eu vou me virando.
Capitulo novo com uma perguntinha básica no final.
Não vou me demorar por aqui, boa leitura e até lá em baixo!
Gel Borges =D

Bella P.O.V



Ver o Edward sair da boate daquela forma abriu um inexplicável vazio em meu peito. Não consegui me concentrar em mais nada que era conversado na mesa e muito menos prestar atenção ao que o Eric dizia. Algo em meu intimo necessitava sair, na verdade eu precisava sair e falar com o Edward, essas coisas me eram totalmente novas e completamente estranhas.

_Bella?- fui chamada duas vezes por Alice que estava indo para casa.

_Oi Alice, desculpe estava área... — Alice me olhava com a cara preocupada e eu bem sabia que um interrogatório estava se formando em sua cabeça assim que chegasse em casa.

_Você vai embora com agente?

_Não Alice pode ir. Tenho mais algumas coisas para resolver, qualquer coisa eu ligo se não for dormir em casa. — ela saiu acenando com a cabeça juntamente com o Jasper e olhando para o Eric. Podia imaginar o que passava na cabeça torta dela.

Logo depois que Edward saiu as apresentações foram feitas e só Alice captou quem era Eric na minha vida e a importância que o gesto dele tinha feito na minha história. Conversamos amenidades e não tocamos no assunto “pais” até eu tomar coragem para perguntar.

_Eric e minha mãe? Como ficou depois que fui embora?- perguntei sem ter coragem de expressar meu pesar em ter que deixar minha casa por causa daquele verme. Ele pareceu pensar um pouco no que iria me dizer e começou a falar me deixando de boca aberta.

_Pelo que ficamos sabendo publicamente seu padrasto foi assaltado e teve seu rosto e corpo mutilados. Ficou meses internado e não pôde mais voltar a trabalhar, não se via ele de forma alguma. Já sua mãe logo descobriu que estava grávida... — antes que ele concluísse, eu o interrompi.

_Eu tenho um irmão?- perguntei até um pouco alto demais recebendo alguns olhares em minha direção.

_Na verdade você tem uma irmã, deve ter por volta de uns 9 anos. Eles vivem na mesma casa de sempre Bella, na vidinha de sempre. Quando perguntava sobre você sua mãe dizia que estava morando com uma tia, irmã de seu Pai em Londres e nada mais. Nunca tinha endereço, ou recebia telefonemas. Encontrei-te por acaso, ou pelo destino vai saber. — ele terminou de falar rindo pra mim.

Mesmo com a conversa sobre minha mãe a vontade de ir atrás dele estava mais forte! O que será que está passando pela cabeça do Edward...

_ Agora é a sua vez de falar o que você fez da vida.

_ Tenho certeza que você não irá gostar de saber, prefiro lhe falar que estou bem, na verdade consegui ficar bem...- antes que a melancolia que não me era característica chegasse fomos interrompidos por Marcus.

_Aranha quais os planos para o restante da noite?- perguntou esticando o bico de forma que só eu percebesse para o Eric. Sorri discretamente e entrei no seu jogo.

_Pretendo dormir muito bem acompanhada... — os olhos do Eric brilharam e os de Marcus se arregalaram e resolvi acabar com o mistério.

_ Vou pra sua casa Paixão, no momento estou precisando de colo e o seu é um santo remédio. — ele sorriu e saiu dizendo que ia pegar as coisas dele e poderíamos ir.

Nesse meio tempo fiquei tentando me despedi do Eric que insistia dizendo que era cedo, que ainda tínhamos tempo pra conversar e tals, mas o máximo que conseguiu de mim foi um “bom te ver” e meu número de telefone o que já foi muito, mas não tinha porque correr ou me esconder dele. Marcus voltou e saímos para a noite fria de Nova York.

Reencontrar o Eric me fez lembrar um monte de coisas, mas nem isso estava tirando meu foco do que estava no canto do meu cérebro: Eu precisava ir atrás dele, mas meu orgulho estava gritando que eu não tinha que ir a lugar algum, que eu não devia nada a ninguém, que eu era só...

Marcus percebendo minha agonia foi direto ao ponto assim que entramos no carro.

_O que te aflige coração? Conheço-te das antigas... — suspirei e falei com ele o que tinha acontecido do lado de fora da boate e a minha vontade de vê-lo agora. Só Marcus pra conseguir de mim essa proeza de me ver tão exposta.

_ E está esperando o que para ir atrás dele?

_Você mesmo me disse para não me envolver com ele Marcus... — ainda tentei relutar contra a certeza que estava se instalando em meu intimo.

_Eu disse para não se apaixonar, é diferente! Tenho certeza que Isabella aranha Negra não irá se apaixonar por qualquer gostosão que cruze seu caminho e faça um sexo gostoso... Estou certo?- Me perguntou com uma das sobrancelhas arqueadas. Fiquei calada por uns minutos e peguei o celular na bolsa ligando para Alice avisando que não ia dormir em casa e pedi que o Marcus me levasse ao apartamento dele.

No trajeto fui pesando os prós e contras dessa decisão; dentre elas estavam se ele não estivesse em casa? Ou pior se ele estivesse acompanhado? Ou se o porteiro não me deixasse subir? Suspirava alto toda vez que essas ideias iam se formando em minha cabeça e nem me dei conta que tínhamos parado na garagem do prédio. Não me pergunte como o Marcus conseguiu isso. Olhei pra ele com cara de espanto e ele disse que me esperaria até eu ver como estavam as coisas.

Subi pelo elevador da garagem e chegando rápido ao andar do apartamento dele parei a poucos metros da sua porta, a coragem tinha me abandonado... Todas as palavras que tinham se formado em minha cabeça agora eram borrões. Comecei a virar as costas quando a voz dele entrou nos meus ouvidos me fazendo gelar...

_Isabella, o que está fazendo aqui?- era o mesmo tom de voz da boate, duro, frio e implacável. Não consegui processar a resposta a tempo, abri e fechei minha boca várias vezes e nada saiu.

_ O gato comeu sua língua Isabella?- ele me perguntava e se aproximava de mim me dando uma ampla visão da calça Jeans justa que usava e da camisa aberta revelando os poucos pelos que cobriam seu peito. Respirei fundo me arrependendo logo em seguida, o cheiro dele invadiu minhas narinas como uma droga que entorpece a quem usa. Fechei os olhos e gemi... Eu não tinha ido ali para fazer sexo, mas era o que meu corpo pedia ao senti seu calor se aproximando. Ele parou em minha frente eu abri os olhos e me surpreendi com as expressões contidas nos dele. Eram coisas que naquele momento eu não saberia identificar ou dar uma única definição. Eu já roçava uma perna na outra para tentar controlar minha vontade de senti-lo todo dentro de mim. Como se lesse meus pensamentos ele pegou meus cabelos em um rabo de cavalo e encostou sua boca ao meu ouvido me fazendo ficar mais molhada do que já estava.

_Você quer o mesmo que eu, não é Isabella? Quer que eu me enfie em você até ficar seco... — gemia e tentava me controlar, mas estava praticamente impossível. Colei meu corpo ao dele e segurei em seus braços como apoio eu com certeza precisaria de apoio e outras coisas depois que minha boca foi tomada para um beijo selvagem quase beirando a loucura. Correspondi com o mesmo ímpeto, eu não era eu quando estava perto dele e isso estava me deixando confusa...

Não ofereci resistência alguma quando ele me arrastou até seu apartamento e pela segunda vez rasgou a minha roupa se enfiando em mim com estocadas fortes e perfeitas. Eu em suas mãos só gemia e me colava a ele como se fosse minha tábua de salvação em meio a um turbulento tsunami.



Edward P.O.V



Maldita mulher que entra na vida de um homem e vira sua cabeça!

Esse era meu pensamento ao sair da boate e não ter pra onde ir... Pois é Edward Masen Cullen estava perdido sem saber pra onde ir. Logo eu que nunca, em tempo algum ficava só ou sem ao menos a opção da escolha! Hoje eu só queria me enfiar no meu melhor uísque e dormir para enfrentar a Vadia que me destratou pela... Nem sei quantas vezes.

Dei voltas e mais voltas pela cidade e quando o carro pediu gasolina resolvi seguir pra casa, de nada adiantaria ficar a pé na rua à uma hora daquelas!

Cheguei em casa tirei os sapatos os jogando em qualquer canto e fui para o quarto tirar a roupa, coloquei um jeans surrado e uma camisa qualquer que nem me dei ao trabalho de fechar e me dirigi ao bar pegando um copo e garrafa de uísque a qual daria um fim essa noite. Meu corpo queimava, eu sabia da minha necessidade de sexo, mas não queria sair, na verdade não precisaria sair para ter uma gostosa em minha cama realizando todos os meus desejos bastava um telefonema e pronto tudo seria resolvido. A gostosa que eu queria no momento provavelmente estava na cama com outro homem, fazendo com ele as delícias que fez comigo. Gemi ao lembrar e meu pau logo deu seus sinais de insatisfação.

Entre um gole e outro eu me lembrava de vários episódios de minha vida até ser interrompido pelo interfone. Que inferno! A pessoa não pode nem se embebedar em paz.

Fui atender disposto a acabar com a vida do porteiro quando antes que eu abrisse a boca ouvi uma voz que não era do porteiro afônico me dizer que Isabella estava no prédio e estava subindo para meu apartamento.

Esperei a campainha tocar e nada! Resolvi sair e conferir se a informação procedia, podia ser que o nível de álcool daquele uísque estivesse me fazendo ter alucinações... Mas ao abrir à porta a alucinação estava lá pronta para se virar e ir embora. Vários pensamentos passaram por minha cabeça, mais o que ficou registrado foi que ela não deu para o outro cara e que agora ela iria se arrepender de ter me desafiado mais uma vez! Resolvi me pronunciar antes que ela fosse embora.

_Isabella, o que está fazendo aqui?- perguntei com a voz fria e ácida.

_ O gato comeu sua língua Isabella?- eu perguntava e me aproximava dela, a cada passo que eu dava via seu peito subir e descer em expectativa, ela respirava fundo e logo que me encostei ela fechou os olhos e gemeu essa foi à deixa para que eu colasse meu corpo ao dela e ela amolecesse em meus braços. A segurei pelos cabelos depositando em minhas mãos toda a força para que eu não a comesse no corredor, desviei meu foco fazendo a pergunta que tinha certeza que a resposta seria positiva.

_Você quer o mesmo que eu não é Isabella? Quer que eu me enfie em você até ficar seco... – ela gemia e se colava a mim como se buscasse apoio, tomei sua boca em um beijo quase animal, estava com raiva e estava descontando na única culpada por todas as minhas frustrações. Ela correspondeu ao beijo sem reservas e sem perda de tempo a levei para o apartamento rasgando sua roupa buscando um alivio rápido e esperado por ambos, me enfiava nela com força e sem cuidado, minha sanidade precisava dessa libertação naquele momento. Ali no chão da sala nunca foi tão confortável e prazeroso transar com alguém, realmente Isabella estava me tirando do prumo, me tirando da minha zona de conforto que lutei tanto para construir.

Passamos a noite toda transando... Foi como se estivéssemos sem isso á séculos! Nenhuma palavra foi dita até o amanhecer...



[...]



Fui o primeiro a acordar e a visão que tive me deixou acesso, Isabella estava deitada de bruços na cama com os cabelos castanhos jogados para o lado encontrando meu travesseiro, rosto corado, boca vermelha e entreaberta e as costa totalmente marcadas. A noite foi quente e em nenhum momento ela me repreendeu ou reclamou, muito pelo contrário quanto mais a apertava mais ela se contorcia e gemia meu nome.

Levantei-me devagar e fui em direção ao banheiro, teríamos que conversar, não dava para ter esses acessos de fúria por alguém que não era nada pra mim. Encostei-me na parede deixando a água escorrer por minha cabeça e costas tentando clarear minhas ideias e me sobressaltei quando ouvi sua voz baixa.

_Eu não sei o que me deu ontem à noite. Não sou mulher de pedir desculpas, a única coisa que tenho a dizer no momento é que estou confusa e com uma vontade louca de pegar minhas roupas e ir embora, mas nem isso eu posso... Você novamente as rasgou então terei que sair com as suas. – Enquanto ela falava eu observava seus seios subirem e descerem, ela não tinha nem se coberto, o que fazer numa situação dessas? Não tive tempo de processar a resposta para minha própria pergunta, ela entrou no Box e se colou a mim deixando que a água molhasse seus cabelos.

_Ah Isabella o que eu faço com você?!- busquei sua boca para um beijo faminto que nos levou a arfarmos quando o ar se tornou necessário. Ela enroscou suas pernas ao redor da minha cintura enquanto eu me enfiava na sua boceta que pegava fogo. Parecia que Isabella estava pronta pra o sexo 24 horas direto. Mesmo preparada e molhada ela era pequena e apertada e isso me deixava mais louco, parecia que meu pau era queimado por labaredas de fogo que iam me consumindo aos poucos. Gozamos rápido e juntos...

Voltamos para cama depois que liguei para o Emmett avisando que ele não aparecesse na minha casa e nem telefonasse, depois conversaríamos agora tinha coisas mais importantes a pensar e a fazer.

Isabella estava de quatro na beirada da cama deixando bem a mostra sua fenda pequena e brilhante de tesão...



Eric P.O.V



_Não se preocupe, eu a encontrei... — Já era a terceira vez que eu falava isso e ele não acreditava. Caralho!

O que uma pessoa não era capaz de fazer por uns míseros dólares! Aqui estou eu depois de mais um serviço praticamente concluído. A bola da vez era Isabella Swan...

Foi uma grande sorte encontrá-la depois de só dois dias de procura, a demora foi localizar o endereço e segui-la. Fiquei surpreso com o destino que ela tomou e mais surpreso ainda ao ver como ela dançava no palco. Um furacão... Nada se parecia com aquela adolescente magra e tímida de anos atrás e que eu fui irremediavelmente apaixonado a ajudando com o objeto que mutilou seu padrasto pedófilo e safado, bem feito para ele!

Depois desse episódio nunca mais tive notícias dela até o próprio padrasto me dar o paradeiro. Ele estava com um jornal onde ela aparecia ao lado de um grande magnata da construção civil de Nova York. O artigo dizia que a nova aquisição de contratos dele lhe renderiam bilhões e isso me impulsionou a aceitar o serviço para tentar ganhar de outras partes também.

Depois que me formei as coisas não andara como eu previa e para poder sustentar minha mãe e meu irmão comecei com pequenos golpes. Minha mãe logo descobriu e me colocou pra fora de casa, isso só piorou meu grau de revolta e foi o empurrão que faltava para que eu seguisse com essa vida.

Imaginei minha vida bem sucedida na carreira médica, casado, com uma mulher que me amasse e que eu amasse também... Amasse como eu amava a Bella. Mas isso era passado e um passado muito distante, hoje eu não era nem a sombra daquele Eric de tempos atrás e não me arrependia de nada, na verdade acho que faria tudo novamente só que mais cedo!

Sacudi a cabeça para sair de meus devaneios e falei novamente com aquele chato de galochas do Phil

_Eu a encontrei, tenho o telefone dela, sei onde mora e onde trabalha. Ela não tem saída. — escutava aquela voz asquerosa ao telefone e concordava com monossílabos enquanto ele falava às barbaridades que faria com ela. Estava até ficando com pena, mas até que isso acontecesse eu estaria longe e ninguém teria notícias minhas como sempre acontecia em meus serviços.

Quando Isabella descobrir a rede de armações e intrigas que estão ao seu redor com certeza ficará estarrecida, mas a vida é assim mesmo não é?! Quem tem as unha maior sobe na parede e uma mulher com inveja é capaz de destruir o mundo e essa minha fonte tinha uma inveja animalesca da Bella.

Se encontrá-la foi fácil à aproximação foi mais fácil ainda, na verdade tudo estava indo bem demais até a chegada do dito magnata dando um piti com ciúmes. Isso deixou Isabella arredia e não aceitou meu pedido para que saíssemos para outro lugar. Pelo menos o telefone eu tinha e desculpas para ligar também... Iria propor uma conversa de amigos de infância e se ainda restasse um resquício da antiga Isabella ela aceitaria sem pestanejar.

Amanhã era novo dia e assim que Phill chegasse iria sumir como poeira, não sem antes provar do que ele próprio tinha provado e do que o magnata com certeza estava desfrutando... Se no palco na frente de todos aqueles homens ela fazia aquilo, imagine só na cama, recebendo tapas e estocadas fortes como eu gostava de fazer com as vadias que comia por ai. Esses pensamentos fizeram meu pau latejar, o apertei com força como se infringindo dor ele ficasse dócil. Ledo engano ele só ficaria dócil dentro de uma boceta quente e não tão úmida, apreciava ver a expressão de dor nas mulheres quando ainda não estavam preparadas para o sexo, me dava uma sensação de poder inexplicável...

Peguei as chaves do carro e voltei para a boate, pelo que andei sondando lá tinham algumas mulheres que além de dançarinas também saiam com os clientes. Dito e feito logo na entrada tinha uma ruiva que era muito gostosa, estava com a cara entediada e logo aceitou meu convite, não sabendo ela que eu estava frustrado e isso poderia ser um dano quase irreparável a ela...



Continua...



Notas finais
Então amores...
Gostaram?
Mereço review?
Recomendação?
Bom amores pra quem está mais próxima a mim sabe das minhas tormentas esses últimos meses, mas os problemas estão vindo e eu estou tentando me estabilizar...
Estou voltando O/
A pergunta que falei lá em cima, se prestaram atenção ao P.O.V do Eric tem uma MULHER traidora na história, quero saber os palpites de vocês a depender do que vier nos reviews eu uso na fic.
Vou indo, estou caindo de sono e amanhã a luta continua companheiras.
Ah, ia esquecendo uma leitora muito querida vai deixar uma notinha aqui a Carol.
Beijos e até a px jornada!
Gel Borges
[N/L]:OLÁ, GEL
Obrigada por me ter escolhido, para mim é uma honra escrever algumas palavras sobre VIDA DUPLA...
ESSAS SÃO ALGUMAS PALAVRAS PARA DESCREVER A FIC:
ÚNICA
PERFEITA
APAIXONANTE
VICIANTE
IRRESÍSTIVEL
MARAVILHOSA
MARCANTE
INCRÍVEL
LINDA
FANTÁSTICA
IMPOSSÍVEL ESQUECÊ-LA
BJS
N/B: Nada a declara depois que eu tive que beta esse capitulo que fogo g-sus...
mana estais com tudo mermo parabéns... a sim antes que eu esqueça doentinho é meu tá....
Então amores comentários muitão e recomendações também muitão.
Beijocas vou terminando aqui pois não sei mas o que falar pois pois pois pois kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...
Beijocas mana.