Vida Dupla

3 Capítulo Dois


Notas iniciais
Oi Amadas... Boa tarde! Tinha prometido cap para ontem, mas por problemas técnicos não deu :( Mas agora estou aqui e muito feliz por cada review de vocês. Obrigada pelo carinho! Ai vai o cap, é um POV da Bella...Espero que gostem, e Boa Leitura :) Beijos, Gel ;b

\"\"

-P. O. V Bella-

_Alice onde está minha bolsa?

_E eu é que sei bonita?

Essa era minha rotina diária. Perguntar todos os dias para a Alice ou a Rosalie que são as minhas amigas com quem eu dividia o apartamento onde estavam minhas coisas.

Estava atrasada para me encontrar com um cliente, bem chato por sinal. Inseguro, indeciso e pervertido. Nunca se decidia sobre nada nem a cor das paredes ou piso de cerâmica ou de madeira polida e pra fechar a tragédia vivia roçando seu pau mínimo em minha bunda sempre que tinha uma oportunidade. Ai que ódio de homens assim!

Encontrei a bendita bolsa no armário da cozinha e fui jogando as coisas de Alice no sofá para colocar as minhas.

Ultimamente trabalhava como decoradora, mas era formada em arquitetura e estava à procura do emprego dos meus sonhos aquele qual eu largaria minha outra vida…

Sai do apartamento passando a mão pela roupa e gritando um “vejo vocês á noite” para as “amigas” que ficaram em casa.

Minha outra atividade era um detalhe a parte na minha existência cheia de marcas e traumas. Eu sou dançarina em uma boate de striper de quinta a domingo e devo acrescentar era boa no que fazia e lucrava bem mais do que decorando a casa de gente chata e indecisa.

O que me levou a isso? A vida! A porra de uma vida que tive desde que meu pai morreu.

Eu fui uma criança desejada e amada por meus pais Charlie e Renné Swan, tinha tudo que uma criança deseja até que a desgraça aconteceu. Meu pai morreu em um acidente de carro depois disso minha vida perfeita tornou-se um pesadelo. Passei vários meses em choque e quando completei 14 anos, dois anos depois que meu pai morreu minha mãe se casou novamente.

Flashback on

Phil a princípio era um homem adorável, carinhoso e sempre prestativo comigo e com minha mãe, até o dia que chegou bêbado em casa e bateu pela primeira vez em minha mãe. Depois disso ele começou a me olhar de um jeito diferente e a me tocar com olhos injetados de desejo, e eu aos 14 anos já sabia diferenciar os olhares masculinos dirigidos a mim que já tinha corpo feito de mulher.

No meu aniversário de 15 anos, minha mãe resolveu fazer uma festa surpresa e chamou meus colegas da escola e alguns vizinhos tudo estava perfeito, foi a primeira vez que me senti feliz depois da morte de meu pai, mas não contava com o fim da festa e com o “presente” que meu padrasto reservou para mim!

Subi para meu quarto alegre e cantarolando e ao abrir a porta encontrei o Phill sentado em minha cama. Fiz menção de sair, mas fui impedida por ele segurando meu braço, dizendo que queria me dar os parabéns e um abraço.

Até aquele momento não vi mal algum, me aproximei e levei um forte tapa no rosto que com o impacto fui jogada ao chão enchendo meus olhos de lágrimas. Ele foi até a porta e a trancou e logo em seguida ligou o som muito alto. Fiquei apavorada e comecei a chorar, ele sempre me mandando calar a boca e ficar calma que eu iria conhecer as coisas boas da vida.

Fui puxada pelos cabelos e jogada na cama com violência, rasgando minha roupa em seguida e tapando minha boca para que eu não gritasse mais. Foi horrível sentir aquele homem em cima de mim, me tocando, me beijando… Eu só me debatia e tentava me soltar, mas sem sucesso algum ganhando de presente do marido de minha mãe aquele ato de violência e crueldade...

Sentia dor e vergonha.

Quando ele terminou de me estuprar, passou as mãos por meus cabelos e depois em meu rosto que estava banhado de lágrimas e vermelho pelas tapas que recebi e disse na maior cara de pau que das próximas vezes seriam melhores e que se contasse a minha mãe ele mataria nós duas. Com medo das ameaças decidi ficar calada e guardar pra mim toda dor e humilhação que tinha passado naquela noite.

Depois disso ele vinha ao meu quarto quase todas as noites e eu o aceitava com medo das suas ameaças, mas meu desejo de vingança e o ódio eram alimentados todos os dias e pedia passagem. Fiquei sendo usada por aquele monstro por três anos, três longos anos e no dia do meu aniversário de 18 anos resolvi dar um fim a tudo!

Não tive vida depois que tudo aconteceu. Não tive namorados, amigos, vida social nada! Fiquei sendo a estranha da escola, não era uma adolescente comum, eu era uma menina usada e com feridas não cicatrizadas.

Chegou o grande dia, o dia da minha vingança, o dia que eu colocaria um fim em toda maldição que tinha se tornado minha vida. Pedi a minha mãe uma festa de aniversário e tinha certeza que o demônio iria me procurar e já tinha meu plano elaborado…

Claro como água, previsível como o amanhã, no fim da noite ao chegar ao meu quarto ele já estava lá bem do jeito como eu me lembrava há três anos, só que hoje eu levaria a melhor… entrei no quarto calmamente e me aproximei da cama recebendo um tapa na bunda o que me fez ficar com mais ódio do miserável.

_Minha filhinha está adulta agora. Pode me dar mais, muito mais prazer… — falou o verme mordendo meu seio.

Senti ânsia de vômito, era sempre isso que acontecia quando era submetida a ele.

_Hoje eu vou te mostrar o que aprendi com o senhor, paizinho… — falei passando a mão em seu rosto e logo o empurrei na cama sentando em cima dele. Ouvi seus gemidos só me faziam ter mais certeza do que eu estava pronta a fazer, não haveria arrependimentos!

Peguei uns lenços de seda que ganhei de presente de minha mãe e amarrei suas mãos e em seguida seus pés, o maldito salivava por mim, ele estava acreditando que eu iria fazer loucuras, e iria mesmo ele não perdia por esperar.

Depois de verificar que ele estava bem preso, levantei-me e fui até a minha mesa de estudos e fiz a mesma coisa que ele fez naquela noite dos horrores, aumentei o som e peguei o instrumento de minha vingança: Um bisturi comprado na farmácia da esquina da minha casa. Não foi difícil, o balconista era apaixonado por mim, então tudo no esquema!

Meus planos era matá-lo, mas não sem antes um pouco de tortura… quanto mais ele sofresse melhor pra mim!

Sentei-me em cima dele novamente e mostrei o bisturi pra ele que logo arregalou os olhos de pavor. Deliciei-me com a visão, era maravilhoso ver um ser desprezível como ele com medo nos olhos, eu estava me sentindo a própria justiça, a própria morte. Em nenhum momento eu pensei no que iria acontecer comigo só queria me vingar, e era o que eu faria.

_Hoje você vai me pagar tudo que fez comigo seu desgraçado!- falei olhando pra ele com ódio.

_O que vai fazer Isabella? Isso é muito perigoso, pode me machucar com isso!- falou com a voz empastada de medo.

_Você pensou em como iria me machucar quando enfiou esse pau imundo em mim?- perguntei apertando seu membro o fazendo gritar de dor._ Eu era uma menina! Tinha tudo pela frente e você destruiu todos os meus sonhos com suas atitudes doentes e repulsivas.

_Bella, por favor!- falou baixo e implorando

_Agora é, por favor? Quantas vezes te pedi, por favor?Ahñ? Agora não adianta mais queridinho... Sua hora chegou- falei olhando pra ele e vi pânico em seus olhos.

Comecei a cortar seus cabelos, depois seu peito fazendo cortes profundos e ia me sujando com aquele sangue que eu tanto queria derramar, fui para o rosto... Ali eu faria um estrago grande para que não pudessem abrir o caixão e olhar para aquela cara… E fui cortando lentamente me deliciando com seus gritos e seus olhos assustados. Eu estava fora de mim, nunca imaginei que teria tanta coragem, mas o ódio que sentia dele era tanto que continuei. Quando estava me dirigindo ao objeto que ele mais amava, que ele colocou inúmeras vezes na minha boca e mandou que eu chupasse, minha mãe entrou no quarto gritando e chorando me pedindo pra parar.

Ela me puxou de cima dele e eu não esbocei reação alguma, sai do quarto e me tranquei no banheiro esperando o fim da situação. Ouvi minha mãe ligar para a ambulância e tentar acalmá-lo e quando eu sair do banheiro eles já não estavam mais, tinham levado o verme para o hospital e decidi sair de uma vez daquele inferno. Tomei um banho pra tirar todo o sangue maldito de meu corpo e sai com a alma lavada. Sabia que não seria denunciada, ele não iria ter essa coragem, minha mãe tão pouco! Tinha um pouco de dinheiro, mas nada que me garantisse um teto a não ser uma única refeição por dia.

Fiquei vagando nas ruas de Nova York por uma semana até ser encontrada por um homem alto de cabelos lisos e feições bondosas, mas como eu já estava vacinada com homens de cara bondosa logo desconfiei dele.

Ele se apresentou como Aro Volturi e foi direto ao ponto comigo. Queria-me trabalhando pra ele e logo de cara me disse qual o serviço: Prostituta! Aceitei sem reclamar, já tinha sido usada por aquele verme e não recebi nada em troca, por que não cobrar por aquilo que fui obrigada a dar antes da hora? Eu estava na rua, sem dinheiro, sem família não me restavam muitas oportunidades.

Aro me levou para uma casa simples, mas confortável no subúrbio e fui recebida por uma senhora que cuidou de mim. Deu-me banho, comida e cuidou das minhas feridas externas, pois as internas jamais seriam curadas.

Ainda me lembro do meu primeiro cliente, um homem de mais ou menos 40 anos, bem apresentável e foi “legal” na medida do possível...

E assim minha vida tomou um rumo nunca sonhado por mulher alguma!

Flashback off

Cheguei à casa do cliente ainda abalada pelas minhas lembranças, quem olhasse para mim hoje jamais diria o que passei e nem tão pouco que sou uma dançarina das mais desejadas da noite Nova Yorkina…

Hoje me dava ao luxo só de dançar, não me prostituia mais, isso foi só no começo. Aro dizia que eu tinha outros talentos e acreditando nele resolvi fazer faculdade me tornando arquiteta e decoradora.

Como optei pela decoração? Contando ninguém acredita!

Aro precisava mudar algumas coisas na casa onde recebíamos os clientes como não tinha o que fazer durante o dia eu resolvi me arriscar a decorar, quando ele chegou no dia seguinte estava tudo diferente e ele simplesmente adorou e me liberou das funções, me deixando escolher os clientes e acabei me tornando acompanhante e agora só dançarina.

Passei o dia inteiro entrando e saindo de loja com meu cliente pervertido, olhando camas e colchões... Ele se insinuava e não perdia a oportunidade de roçar em minha bunda e eu continuava com minha cara de anjo sorrindo e perguntando se tinha gostado das coisas que víamos!

Cheguei em casa exausta e estressada. Alice e Rosalie já estavam prontas me esperando só tive tempo para um banho e sai para mais uma jornada de trabalho, agora bem mais rentável...

[...]

A boate estava lotada, como sempre acontecia, mas como hoje é quinta pensei que tinha menos gente. Segui para o local onde a gente se trocava e comecei a produção. Eu gostava de me arrumar, gostava ainda mais de ver o que eu despertava nos homens. No fundo eu era uma vadia que adorava chamar a atenção, só aqui na boate claro! Fora daqui eu só era a mulher que foi marcada pra toda vida.

Todas as noites que eu dançava eu poderia escolher um homem para ser meu acompanhante. Nem sempre isso acontecia porque meus critérios para ser meu escolhido eram diferentes dos das outras meninas. Eu escolhia aquele que menos se destacasse na minha dança, aquele que ficasse quieto, babando em mim, mas sem me chamar de gostosa e outras coisas...

Tinha minhas necessidades claro... E uma coisa que eu nunca abria mão era de mandar e dominar durante o sexo, por isso os mais calmos eram meus alvos por serem mais fáceis de manipular. Amo ser dominadora.

A primeira dança seria da Alice e da Rosálie juntas, elas também não faziam programas, escolhia seus parceiros e saiam com eles sem receber por isso, elas só se divertiam... Ás vezes elas saiam com o mesmo cara só para aprontar com eles. Eu achava isso muito arriscado, mas quem sou eu pra mandar nas manias dos outros?

Já que eu tinha as minhas manias também.

Podia ouvir os gritos dos homens no salão e sorri... Elas ensaiavam tanto que eu já tinha decorado cada passo delas. A música estava quase no fim e eu já estava pronta, me aproximei do fundo do palco e afastei um pouco a cortina interna, como já imaginava as mesas estavam cheias e ainda tinha homens no bar, todos olhando o show das duas.

Assim que a música acabou esperei a cortina externa ser fechada e me posicionei atrás dela e esperei a minha música começar... Sempre dançava três músicas, pois ia tirando as peças de roupas em cada uma delas.

As cortinas se abriram e eu comecei meu espetáculo particular, sentia cada par de olhos em mim, e eu não ia negar adorava essa sensação de poder. A música era sexy e eu ia me revelando de acordo com ela... Passava as mãos pelo corpo de forma provocativa e insinuante, descia até o chão sempre olhando para frente, para um ponto fixo que eu estabeleci desde a minha primeira dança.

Soltei os cabelos que estavam presos em um coque frouxo, tirei as luvas e fui para o vestido... Fiz certo charme e abaixei uma alça, depois a outra revelando um sutiã de renda preto... Passei as mãos em minha barriga e subi para meus seios insinuando uma carícia e logo ouvi gritos de gostosa... Virei de costas e terminei de tirar o vestido revelando a calcinha também de renda e uma cinta liga com meias 3/8 também pretas fazendo a posse final no fim da música.

As cortinas se fecharam e ainda se ouvia os gritos e os assovios. Logo Alice estava ao meu lado pra me ajudar com a produção para a próxima dança, enquanto isso outra dançarina estava no palco, se não me engano era a Tânia...

Retoquei a maquiagem e Alice ajeitava meus cabelos.

_Arrasou hoje heim Bella? Vai lucrar bastante- falou passando glitter no meu corpo.

_Deixa de exageros Alice! Foi à dança de sempre- falei olhando para ela levando em seguida um empurrão do Caius, meu algoz na boate, desde que Aro me encontrou ele não me dava sossego. As meninas diziam que ele era apaixonado por mim, imagine se não fosse! Era capaz de me matar...

_Ande logo com isso Isabella!Se você não percebeu a casa está cheia, — falou extremamente mal humorado.

_Já estou indo Caius, preciso terminar de me arrumar, tomar uma água!- falei lhe dando as costas.

Assim que me senti preparada voltei para o meu lugar atrás da cortina e quando Tânia terminou logo entrei novamente... Agora a dança era com uma cadeira e nessa eu escolheria minha companhia...

Coloquei a cadeira no centro do palco e me sentei de costas para a platéia, depois me virei levantei-me e coloquei uma das pernas em cima dela e me abaixava lentamente... Sentei-me e comecei a abrir e fechar as pernas de forma sensual arrancando gritos e gemidos dos homens em suas mesas.

Sai do palco e comecei a andar entre as mesas, recebendo dinheiro dos clientes em todos os lugares que eles tinham acesso. Calcinha, meia, sutiã... Parei em frente a uma mesa que tinha quatro homens quietos só olhando os meus movimentos, pareciam novos na casa já que não reconheci nenhum deles, e dentre os quatro tinha um que era aparentemente mais quieto, era loiro, tinha os olhos azuis e me olhava embevecido... Estava escolhido, seria ELE!

Segurei em sua gravata e encostei-me a ele o bastante para que ele ouvisse minha pergunta.

_Quer me levar pra casa hoje querido?- ele me olhou como se estivesse tendo um ataque sorri intimamente com isso e ele me respondeu gaguejando...

_Cl. aaa.. ro!

Sai rebolando e voltei ao centro do palco, não sem antes notar a mesa que estava à companhia mais recente e assídua da Rose... Tinha belos exemplares de homens lá.

Terminei minha dança em grande estilo e do jeito que todos aguardavam... Tirei meu sutiã levando os homens à loucura!

Assim que cheguei ao corredor dou de cara com Caius que tinha um olhar assassino...

_Quem você pensa que é para ficar se esfregando nos cliente Isabella?- perguntou apertando meu pulso.

Olhei pra ele com todo meu desprezo e nem precisei responder, pois Marcus já vinha em nossa direção para me defender...

_Solte a Bella, Caius. Ela faz o que bem entender aqui- falou o mais divertido dos irmãos Volturi e meu amigo intimo!

Senti o aperto afrouxar e logo em seguida Caius virou as costas e saiu bufando de ódio nos deixando sozinhos.

Realmente não entrava em minha cabeça essa obsessão do Caius. Eu dançava de quinta a domingo, enchia a boate de clientes e por tabela mais dinheiro na conta dos três irmãos... Ele fazia das minhas noites um inferno e eu já tinha explodido com ele uma infinidade de vezes, até que me cansei e comecei a desprezá-lo.

O Aro era o oposto, totalmente neutro, amigo na hora certa, patrão na hora exata...

Já Marcus era uma força irreprimível da natureza, gay assumido passou por muitas coisas para ser aceito, sempre apaziguador e defensor tanto das dançarinas como eu até as acompanhantes que tinham seus clientes. Confiava nele assim como confiava em Alice e somente os dois sabiam minha verdadeira história...

_Caius não tem mais jeito, não é Paixão?- perguntou beijando meu ombro.

_Não se preocupe Marcus, isso não faz mais diferença. Estou aqui a tempo demais pra saber que ele é insignificante pra mim!- ele apenas balançou a cabeça e mudou de assunto.

_Quer dizer que hoje tem bofe para aranha negra atacar- falou rindo.

_Você sabe meus critérios... O mais calmo me leva pra casa! E aquele loirinho tem cara de que gosta de ser mandado, coisa que adoro fazer!- falei rindo e colocando o vestido para a última dança.

_Você é uma pervertida Paixão, isso sim! Volte para sua dança que o cordeirinho te espera... — bateu na minha bunda e se virou pra sair.

_Amanhã estou livre, quer almoçar comigo?-perguntei a ele.

_Claro! Te pego em seu cafofo á uma...

Voltei ao palco e fiz minha última dança onde eu faria grande parte dela para meu escolhido...

Sentei-me em uma cadeira á sua frente e comecei a acariciar seu rosto, seu peito e quando me levantei para voltar ao palco senti um par de olhos verdes me encarando, ele estava na mesma mesa que a Alice e a Rose... Já tinha visto ele por aqui geralmente acompanhado pela Victória ou pela Tânia, mas ele não parecia me conhecer... Desviei meus olhos e continuei a dançar.

Assim que terminou o show, fui me trocar para ir embora. Tirei o que consegui do glitter e coloquei o mesmo vestido da primeira dança, passei as mãos pelos cabelos e sai sem me olhar no espelho dando de cara com o Caius na porta.

_Ele não faz seu tipo Isabella... Você só o escolheu por que gosta de mandar, de dominar isso te dar prazer. Nada melhor do que um palhaço que malmente vai te fazer gozar... — fiquei olhando pra ele com a mesma cara de minutos atrás.

_Terminou? Agora com licença- sai jogando meus cabelos na cara dele.

Sai maldizendo o Caius até chegar à mesa do meu escolhido. Vi que estava sendo observada pelo mesmo homem de olhos marcantes. Acenei para as meninas que estavam na outra mesa e me sentei na mesa do meu escolhido perguntando o nome do cachorrinho da vez...

_Mike- respondeu mais firme dessa vez

_Está pronto para ir Mike, estou cansada... — falei olhando pra ele, recebendo em troca um aceno de cabeça como resposta.

Peguei em sua mão e quando estava de saída fui interceptada por um homem, assim que levantei minha cabeça vi os olhos que me seguiram durante as danças. Ele estava na minha frente e fez a proposta mais absurda que ouvi nos últimos tempos!

_Eu quero você na minha cama hoje!- falou com a voz rouca bem próximo ao meu ouvido.

Bem se via que ele não me conhecia... Odiava ser mandada, odiava quem falava comigo como ele falou, com aquele brilho de vitória nos olhos. Vi tudo vermelho em minha frente olhei para os seus olhos com desprezo, coloquei as mãos na cintura ao responder com todo meu asco.

_Eu não irei pra cama com você... — falei pausadamente.

_Todo mundo tem seu preço neném, e eu vou descobrir o seu. Quanto você quer para deixar esse garotinho e ficar com um homem de verdade?- falou pegando em meu braço. Livrei-me do seu aperto com um safanão e falei o mais frio e claro possível.

_Eu não transaria com você por dinheiro nenhum no mundo!- falei saindo da boate com passos decididos.

Quem esse idiota pensa que é para querer me comprar? Nem que eu ainda fosse acompanhante eu iria sair com um ser que fazia esse tipo de proposta...

Arrogante, prepotente, asqueroso...

Só me dei conta que estava sozinha quando cheguei ao lado do manobrista da boate e pedi meu carro. O Mike era um lerdo mesmo, nem me acompanhou... Não me restando mais opções, eu me dirigir pra casa frustrada e com uma baita dor de cabeça...

\"\"

Notas finais
Então amadas gostaram? Mereço reviews? Indicações? Mais uma vez obrigada pelo carinho e espero vocês no px capítulo. P.S: Tem fic nova postada, quem puder passe por lá! Meu Presente... http://www.fanfiction.com.br/historia/155866/Meu_Presente-_Short_Fic Beijokas, Gel :b N/B: July alouca falando Olha meus amores mais um capitulo show de bola da minha MANA maravilhosa....... Então nesse capitulo vocês descobriram o porque da Bella ter dado o fora no nosso amado Edward vulgo "o doentinho" ideia minha kkkkkkk....... Gente serio mesmo quando li esse capitulo na parte de todo o abuso que a Bella sofreu meu deu uma dor na barriga sei lá descrever só sei que foi uma sensação ruim, mais muito ruim mesmo....... Mas não só tem desgraça na vida né, e na da Bella também não..... Ela é poderosa meninas gosta de Dominar os Machos "isso é bom"........ E para não deixar de lado as amigas dela as loucas Rose e Alice isso vai dar muito o que falar ou melhor escrever né MANA....... Então leitora presente e as gasparzinhas espero vocês sempre aqui tá e antes que eu esqueça......... O DOENTINHO É MEU E NINGUÉM TASCA KKKKKK Isso é principalmente para você Ericota e as meninas que comentaram kkkkkkkk...... Beijocas da July alouca kkkkkkkkk MANA AMUTU........