Vida De Semideusa
5 Capítulo 5
Notas iniciais
Ainda meio dormindo abri os olhos, ouvi musica alta, vozes e passos de um lado para o outro, olhei no relogio que já era quase oito horas da manhã, pulei da cama, tomei um banho coloquei calça jeans meia rasgada, tenis e uma T-shirt e sai do quarto. Desci as escadas e a mesa já estava pronta
- Uou que linda mesa. — eu disse, estava cheia de pães, cookies, cupcakes, bolos, tortas, sucos, café, frutas, bolachas, biscoitos, um pouco de tudo
- Bom dia Daph, que bom que gostou. — disse Annie, todos se sentaram na mesa menos Érica, Annie puxou uma cadeira para mim e eu sentei, começamos a comer
- Deuses. Que horas são ? – Érica desceu as escadas correndo e gritando, ela estava com uma toalha enorme na cabeça
- Não estão não. Sente-se e tome seu café. — disse Annie, comemos em silencio. Percy saiu para levar Charlie no colegio, enquanto isso Annie nós deu varias dicas para missão, nós deu algumas coisas que eu não sei dizer o que era, mas provavelmente seria util. — Você tem alguma arma Daphinnie ?
- Não. — eu disse
- Todos tem que ter sua arma. Pelo que você me contou, sua mãe deixou alguma coisa com você quando te abandonou. Onde está a presilha ?
- Boa pergunta. Eu não sei. — a expressão de Annabeth mudou como se ele soubesse que essa missão não ia dar certo.
- Bem, eu tenho uma espada, talvez ajude. Pelo menos um pouco. — ela saiu e foi na mesma sala que estavam os papeis, ela saiu com uma pequena faca, conforme ela movia a mão a faca ficava maior ou menor. Ela me entregou e eu a coloquei no bolso. Érica e Annabeth trocaram olhares intensos, e eu já sabia o que tinha que fazer. Peguei a minha bolsa e fui até a porta, Érica abraçou Annabeth, e ela retribuiu tão forte como se temesse nunca mais ver a irmã, Annabeth veio até a porta e me abraçou.
- Pra onde vamos agora ? — perguntei, elas assentiram e trocaram olhares, senti que tinha alguma coisa que não estavam me contando.
- Vamos ? — disse Érica ignorando minha pergunta.
- Claro. — eu disse abri a porta e sai, as meninas se despediram. Érica não me falou pra onde ia, ou o que podiamos fazer, simplesmente saiu andando na minha frente. Aquilo me irritou profundamente, ela já estava a quase 5 quadras de distancia e me obriguei a deixar minha teimosia de lado pelo menos uma vez na vida e segui-la. Andamos em silencio por mais ou menos uma hora e meia, minha perna latejava e eu nem sentia mais meus pés, Érica não estava muito diferente. Ela me lançou um olhar e parei de andar na hora.
- Precisamos pegar um trêm. Ou Taxi, carona. Qualquer coisa, não aguento mais andar. — assenti, peguei meu celular no bolso para entrar no mapa e descobrir onde ficava o ponto de Taxi/ onibus mais próximo, quando tirei o celular do bolso, Érica abriu bem os olhos parecendo assustada, ignorei. O QUE É ISSO? — ela gritou
- Celular. — eu disse, não tirando os olhos dele. Ela deu de ombros – Bem a duas quadras daqui tem um ponto de Onibus.
- Otimo – ela disse pegando o celular da minha mão e jogando longe.
- Você esta doida ? — gritei em panico. Ela empinou o nariz e continuou andando. Corri em direção ao celular, quebrou a tela e fez alguns riscos mais ele ainda funcionava, desliguei e o coloquei no bolso novamente. Até o final dessa missão eu mato a Érica disse baixinho só para mim. Eu já não gostava muito dela antes, agora ? Eu não me importaria de algum monstro pega-la. Eu e Érica mantemos certa distancia até chegar ao ponto de onibus, sentei na minha poltrona para minha sorte, nossa poltrona era uma ao lado da outra. Me ajeitei e virei para o lado da janela, pensamentos, ideias malucas e mais outras milhoes de coisas, jorravam na minha cabeça, o onibus começou a se movimentar. Eu não fazia a menor ideia de pra onde estava indo, Érica que tomava conta disso por enquanto. Mais acho que era algo em relação com o seu pai. No meio de tantos pensamentos, medos e duvidas peguei no sono.
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