Notas iniciais
Chegamos no capitulo dezoito finalmenteeeeee!!!!!!
lembrando que estamos na reta final, faltam poucos capitulos para o fim e preciso de cada vez mais reviews para saber se devo ou nao escrever a continuaçao

XVII – Will

Minha cabeça estava doendo, e não era a única parte do meu corpo, todo meu corpo estava dolorido, não sabia de quantos metros havia caído, e onde eu estava agora, só sabia que havia algo em cima de mim, eu poderia tirar o peso adicional com um simples empurrão, mas comecei a sentir um movimento constante e uma leve corrente de ar, meus olhos rapidamente se adaptaram a escuridão, não podia ver muita coisa, mas sabia distinguir que era uma pessoa sobre o meu corpo.

Pus o corpo para o lado e fiz algumas chamas surgiram ao redor da minha mão direita, me aproximei do corpo, era Amy. Minha mão esquerda foi em direção do corpo dela e tentei acordá-la, chacoalhava o corpo dela de um lado para o outro, parei por alguns segundos e então ela lentamente se acordou, no momento em que abriu seus olhos ela tapou a vista com as mãos.

Percebi meu erro e diminui a intensidade das chamas, então depois de alguns segundo ela tirou as mãos da frente do rosto, ela estava suja de poeira, e parando para olhar para mim mesmo eu também não estava o que pudesse se chamar de limpo, mas parecia que ela não tinha machucado algum, meu corpo deve ter absorvido todo o impacto, mas pelo que parece qualquer ferimento que eu tivesse sofrido já tinha fechado:

-Onde estamos? – Amy perguntou se levantando do chão

-Não sei, só me lembro de cairmos e então tudo apagou – cocei a cabeça, um galo havia se formado, mas lentamente diminuía, alem disso toda a dor do meu corpo estava sumindo – precisamos achar algum ponto de referencia e com essa escuridão toda não vamos conseguir

Expandi minhas chamas por ambos os meus braços ate a altura dos ombros e então parte da escuridão se dissipou, olhamos ao redor, haviam algumas estantes de pedra que possuíam livros feitos de pele de carneiros e alguns papiros, alem disso no chão estavam a mochila e a adaga negra de Amy, ela correu para pegá-los sem nem pensar duas vezes, ela abriu a mochila e percebeu um rasgo na parte de baixo, começou a examinar o interior da mochila como uma louca para ver se tinha perdido algo:

-Caramba

-O que foi? – perguntei me aproximando

-Perdi uma das minhas barrinhas e uma das minhas duas lanternas, por sorte ainda tenho outra – ela tirou a lanterna da mochila furada e testou, ela ainda funcionava

Amy então colocou a lanterna no cinto junto da arma que tirou de dentro da mochila e da adaga negra, comeu a ultima barrinha de cereais e então jogou a mochila para longe:

-Não vamos mais precisar dela não é mesmo? – ela mandou um leve sorriso e então se virou na direção do corredor – onde acha que estamos?

-Bem fundo, provavelmente perto do fim, existem livros feitos de couro de animal aqui e alguns papiros

-É eu percebi, mas podem ser de uma certa data e existirem outros andares com datas mais antigas

-É eu sei, mas por hora é a única informação que temos, vamos andando, devemos achar o arco que indica o andar ou então a porta para o próximo andar e ai saberemos para onde ir

A caminhada foi longa, muito longa, andamos por quase uma hora sem rumo algum, mas não estávamos sozinhos, não sabia se me alegrava ou não, mas podia escutar ruídos por todos os lados, barulho de livros se mexendo e de coisas sussurrando, os malditos guardiões da biblioteca estavam por todos os lados, podia perceber que cada corredor tinha pelos menos dois deles e por vi um livro se mexendo logo atrás de nós, devia ser um deles:

-Será que são os guardiões? – Amy perguntou de mais meia hora de caminhada – ou serão os the killers

-Tenho certeza absoluta, são os guardiões, vi livros se mexendo e aparentemente nada próximo a eles, essas coisas não são só invisíveis, mas também conseguem esconder sua aura, se elas ao menos tiverem aura

-Aura – Amy repetiu como se estivesse pensando – a força vital de um monstro

-É quase isso, é da onde também vem todos os nossos poderes e características físicas e mentais, não confunda com a alma humana, monstros quando morrem não vão para lugar algum, só morrem e pronto

-Deve ser estranho

-O que?

-Simplesmente morrer e pronto, nada depois

-Isso é bom, na minha opinião a vida pós-morte foi a maior maldição que podiam ter criado para os humanos, quando morrem ou vão para o céu ou para o inferno, ambas são uma vida de tortura

-Tortura? – Amy me olhou com uma face de espanto – como assim ambas? O céu deveria ser um lugar de paz onde as boas pessoas vão para viver o resto das suas vidas não é mesmo?

-Eu não sei como é o céu, ninguém sabe, mas ano consigo chamar de bom um lugar onde somente as almas boas vão

-Por que?

-Imagine um lugar onde apenas os bons vivem, sem intriga, sem guerra, sem nada, apenas bondade, bondade, e mais bondade, para um demônio não existe lugar pior para se viver, e alem disso, se as pessoas do céu fossem realmente boas elas não iriam logo para o céu

-Por que não?

-Quando você é uma pessoa exclusivamente boa você prega que todos merecem uma segunda chance e que todos podem mudar não é mesmo?

-Acho que sim

-Então como pessoas assim, que lutam para viver em harmonia e igualdade na vida, podem ir para o mundo dos mortos e conseguir ver as pessoas que eles tanto lutaram para salvar indo para um lugar tão horripilante e cruel como o inferno? Garanto-lhe que o inferno merece a fama que carrega

-Entendo o seu ponto, esta dizendo que se uma pessoa é realmente boa ela não vai agüentar ver o seu próximo ser mandado para um lugar como o inferno, porque ela acredita na remissão do mal e da paz, então para uma pessoa realmente de bom coração o céu seria uma espécie de inferno

-Exatamente – Amy realmente era uma garota esperta, muito esperta ate, ela pega as coisas rápido e quando quer saber algo ela vai ate o fim por isso, ela tem uma determinação de aço, ela realmente era mais forte do que qualquer um possa imaginar, muito mais forte – o céu o é o inferno dos bons de coração enquanto o inferno é para os maus, no fim não existe nada de bom na morte

-Agora eu tenho que discordar – ela disse parando de andar e me encarando – o céu não é um inferno, ele é um local para aqueles que foram bons em vida e sofreram pelos maus possam descansar em paz, você tem razão na parte de que se a pessoa for realmente boa ela não vai se conformar com a parte do inferno, mas essas pessoas tem que entender que uma pessoa só pode ter uma segunda chance, ela só pode mudar, se ela quiser, é tanto que existe o purgatório, o lugar para onde aqueles que pecaram e se arrependeram do fundo de suas almas vão para pagar pelos seus erros e depois ascenderem, tentar eliminar o mau e fazer o mundo um lugar melhor realmente é algo bom, mas quando aliado ao bom senso, nem sempre tudo pode ser limpo com palavras bonitas ou atos de auxilio, alguns só aprendem na força e com a morte, por isso o inferno, então na minha opinião se você tem pena de quem vai para o inferno, parabéns você tem um coração realmente bom, mas também é um completo idiota, pessoas de bom coração não precisam necessariamente ser um bando de faladores, mas podem ser pessoas de ação que lutam com seus punhos para matar os maus e mandá-los para um lugar bem longe dos bons para não corrompê-los

Eu não consegui me controlar, parei e comecei a encará-la, nunca a tinha imaginado daquele jeito, uma mulher de ação e de braço firme e forte, sempre a vi como um rosto bonito, que ela realmente tinha, e uma garota sensível, mas tinha me esquecido de uma coisa, eu só via Amy, e não o resto, a parte do Winchester, ela não era só Amy, ela era Amy Winchester, uma caçadora, ela não era uma garota qualquer porque ela não vivia em um mundo qualquer, ela vivia no meio das caçadas, ela já viu, e provavelmente matou, coisas que matariam muitos só com o olhar, pelo jeito dela de agir, e provavelmente pelo meu de vê-la, criei uma imagem completamente errada de como ela realmente era, e algo me dizia que isso podia ser um erro mortal.

Nós não continuamos a conversa, se continuássemos não iríamos mais parar e não podíamos perder nossa concentração logo agora, nos estávamos cercados por monstros invisíveis e sem nenhuma única dica de onde estávamos. Andamos por mais vinte minutos e finalmente tínhamos achado algo relevante, mas não colocaria como bom, cadáveres, um pouco mais de uma dezena deles, mesmo que nos não os víssemos não daria para deixar de sentir o cheiro, era um cheiro horrível de carne podre e que só era ampliado pelo numero de cadáveres.

Não precisamos andar muito para chegarmos a provável causa daquilo, chegamos ao corredor largo de mudança de andar, aquele não parecia ter nada de especial, nenhuma armadilha, mas tinha algo muito pior, eu não precisava nem usar meus sentidos para perceber isso, diferente dos guardiões que não tinham aura aquela coisa tinha, meu corpo já tremia só em sentir aquela aura terrível, parecia muito com a do diretor, mas era mais acabada e cansada, mas nem um pouco menos aterrorizante.

Amy também tremia, não precisava ser um monstro para perceber aquele poder assombroso e mortal, andamos lado a lado ate nos aproximarmos o suficiente para ver o rosto da criatura perfeitamente, era um homem magro, para não dizer esquelético, sua pele era toda enrugada e já presa nos ossos de tão velho, seus cabelos eram pouquíssimos fios brancos sujos de poeira e seus olhos eram orbes cinzas visivelmente cansados:

-Quem vem ate minha biblioteca? Apresentem-se – a criatura perguntou, minhas suspeitas estavam certas, só uma criatura soltaria uma aura assim, o pai dos vampiros, Caim

-Eu, William Maquiavel

–E eu, Amy Winchester – a voz de Amy saiu visivelmente alterada, ela estava com medo

-Não precisa ter medo de mim garota, não irei machucá-la sem um motivo se é isso que pensa. Eu sou Caim meus jovens

-Sim nos sabemos – disse encarando aquela criatura, nunca na minha vida tinha imaginado o lendário patriarca dos vampiros daquele jeito

-Ninguém imagina jovem demônio – o vampiro me olhou nos olhos e meu corpo reagiu tremendo – mas acho que não vieram aqui para conversar não é mesmo? Ou ate mesmo para me entregar minha arma?

-Sua arma? – Amy perguntou, o medo sumia aos poucos da voz ela, mas ela continuava a tremer

-A sim minha jovem, minha arma, essa que esta na sua cintura

Caim ergue a mão e a adaga voou em direção a mão velha e esquelética dele:

-Minha velha arma, quem diria que depois de tantos milênios eu a viria novamente – ele passou o dedo pela lamina e então a arma voltou para Amy

-Como assim sua arma? – o medo havia sumido de Amy, agora a única coisa na sua voz era entusiasmo

-Você carrega esta adaga e não sabe sua historia? – ele olhou para ela com espanto como se aquilo não fosse possível

-Não

-Entendo, ninguém lhe contou não é mesmo – Caim passou o dedo pela lâmina negra

-Não ninguém, mas muitos que encontrei sabiam sobre ela

-É claro que sabiam, todos na verdade acho que sabem sobre ela

-Todos?

-A sim, pelo menos os que leram o livro de Genesis ao menos uma vez

-O que esta dizendo? – Amy praticamente avançou na direção de Caim e ficou cara a cara com ele, ela realmente não tinha auto-controle

-Jovens – Caim disse coçando a testa enrugada – que tal contar a minha historia? Você sabe garota?

-Primeiro filho de Adão e Eva – Caim fez alguma expressão que não consegui distinguir pelo próprio rosto dele, mas parecia que ele não tinha gostado daquilo – irmão e assassino de Abel

-Sim, irmão – Caim respirou fundo ao ouvir quilo – e assassino também, chegamos à parte que interessa, você poderia me contar como aconteceu tudo naquele dia? Naquele maldito dia – ultima parte saiu com certo ódio

-Certo então – Amy colocou a mão no queixo como se estivesse tentando se lembrar – Genesis, capitulo quatro, versículo oito se não me falha a memória, você chama seu irmão para o campo e o mata por pura inveja, o primeiro assassinato da historia

-A sim, eu me lembro bem daquele dia – os olhos de Caim começaram a fitar o vazio e por alguns instantes sua aura se apagou completamente como se tivesse morrido, mas então a onda maligna maciça voltou – lembro-me de cada golpe, e da arma que usei

Caim fitou a adaga, ele não precisava mais dizer nada:

-Como você usou uma adaga naquela época? – Amy perguntou dando espaço para vampiro

-Ela não foi sempre uma adaga garota, quando a encontrei era apenas uma pedra, uma pequena pedra no meio do nada onde eu e meu irmão combatíamos. Ele não era fraco, era bem forte ate, a luta não foi fácil, nos lutamos por um tempo, Abel parecia confuso como se não entendesse o porque daquilo, mas também não se deixaria ser morto, ele não era tolo, eu provavelmente iria perder a luta se continuássemos daquele jeito, então achei a pedra, peguei-a em mãos e cravei na cabeça de meu irmão, uma, duas, três vezes, ate ver o sangue jorrar para fora e banhar a terra, o resto vocês já sabem, eu fui amaldiçoado recebendo minha “marca”, meu vampirismo, e então vem todo o resto

-Esta querendo me dizer que essa adaga era uma pedra antes? – Amy o encarou, ela não precisava da resposta, ela provavelmente já tinha deduzido boa parte da historia, mas ela queria ouvir vindo dos lábios do pai dos vampiros pessoalmente

-Era, e não uma pedra comum querida, uma pedra de adamantino– meu corpo, que já havia parado de tremer, tremeu novamente

-Impossível! – acredito que minha voz tenha saído mais alto do que gostaria

-Creio que não, como pode ver ela esta na sua frente

-Então essa adaga é feito do metal lendário? O inquebrável adamantino?

-Sim

-Adamantino, é um metal da mitologia grega não é? – Amy perguntou segurando forte a adaga

-Exato criança humana – Caim respirou fundo – mas o que importa não é do que ele é feito, mas sim a sua função

-Matar – Amy falou olhando para Caim e depois para a lâmina negra

-Sim, a adaga foi a primeira arma da historia, a primeira coisa a trazer a morte para o mundo, isso a torna algo muito especial, e perigoso, eu poderia passar meses falando das suas aplicações, mas as mais simples são que ela pode matar qualquer coisa, ate o que não tem forma, uma vez cortado o corte não cicatrizara antes de sete dias e sete noites, e claro se a pessoa sobreviver a hemorragia incurável, alem de proporcionar uma vontade de matar incontrolável não é mesmo garota? – Amy concordou com a cabeça e Caim sorriu – Ela tem aplicações mais interessantes, mas acredito que só precisem disso por enquanto, e também acredito que não vieram aqui apenas para conversar não é mesmo?

-Não – falei cortando a conversa, nos havíamos perdido muito tempo ali – precisamos passar para o próximo andar

-Entendo, vocês sabem onde estão agora?

-Não, mas pela sua aparição só devemos estar em um lugar, nono andar

-Correto demônio, vocês estão no penúltimo andar, depois daqui esta o décimo e ultimo andar, o andar proibido, somente aqueles que eu permitir podem passar

-E os que não são permitidos morrem – Caim assentiu com a cabeça, agora estava explicado os cadáveres, não importa se ele esta velho e quase morrendo, ele continua forte

-Como fazemos para entrar? – Amy perguntou

-Muito simples, eu farei uma pergunta e se responderem algo que eu considerar correto passam, se não morrem, então vão tentar? – um sorriso surgiu naquela cara velha, um sorriso sádico e maligno

-Claro porque não – Amy andou alguns passos – pode mandar

O sorriso de Caim aumentou ainda mais:

-Ótimo então, me responda então qual é a resposta para a vida, o universo e tudo mais? – o sorriso de Caim se apagou e ele ficou serio, mas eu sabia que no fundo ele estava sorrindo, aquela pergunta não tinha resposta, e levando em conta que a nossa resposta só esta certa se ele dizer que esta então nossas chances de passar são zero

-42 – Amy respondeu assim que Caim terminou a pergunta

-O que? – eu e Caim falamos juntos olhando para Amy

-42? – Caim falou como se não acreditasse e os cansados olhos esbugalhados – como você soube disso?

-Guia do mochileiro das galáxias – ela falou como se fosse a coisa mais obvia do mundo – você tem uma biblioteca que tem todos os livros da historia e nunca leu o guia do mochileiro das galáxias? – Amy perguntou realmente surpresa e encarando o vampiro agora como se ele fosse uma pessoa qualquer com que ela falasse todo dia

-Você passou humana – Caim disse abrindo a porta e não ousando olhar para ela

-O que? Quer dizer que a resposta é 42? – fiquei olhando para Caim sem acreditar

-Sim, essa é a resposta – ele continuava visivelmente abalado – como os humanos ficaram sabendo disso? Como?

Amy andou ate a porta e antes de passar por ela me mandou um sorriso:

-Estou te esperando do outro lado – então ela entrou

Eu sorri de volta, olhei para Caim, ele já havia se recuperado do choque da resposta de Amy, eu não tinha a mínima idéia do que um número, principalmente 42, tinha a ver com aquela pergunta, mas não ia perder meu tempo com aquilo, tinha que responder logo a minha pergunta:

-Ótimo então – Caim olhou diretamente para mim – sua vez demônio

-Lá vamos nós

-O que é mais importante para você demônio? A garota ou seus poderes?

Que tipo de pergunta era aquela? Aquilo era algo pessoal, eu responderia a verdade, mas se ele não concordasse comigo então eu já era, não queria dizer, mas no meu estado atual não poderia enfrentar o pai dos vampiros de igual para igual, talvez no inferno com meus poderes no máximo, mas não aqui:

-Então demônio qual sua resposta?

-Se eu der minha resposta e você não concordar com ela então serei morto correto?

-Sim

-Então o que me garante que não esta me enganando e que só quer me matar?

-A garota passou não passou? Deveria confiar mais em mim jovem demônio, tenho palavra como percebeu, mas se esta com medo de um possível briga comigo então deveria retornar

-Por que vampiro?

-Existe algo dentro desse andar, algo muito poderoso, mais poderoso do que eu, do que o diretor, do que qualquer deus, algo muito poderoso e perigoso

-E deixa eu adivinhar, é isso que os the killers estão atrás

-Sim, essa foi a pergunta que fiz a um dos lideres quando chegou aqui, foi uma resposta curta e grossa, não havia porque esconder a verdade, eu lhe garanto demônio que se você esta com medo de lutar comigo então não deveria entrar

-Eu já estou aqui pai dos vampiros, não vou recuar depois de tudo, e se você quer saber, Amy é sim mais importante para mim do que meus poderes – nem mesmo eu acreditei no que tinha acabado de dizer, eu realmente tinha colocado aquela garota na frente dos meus poderes?

-Ótimo então, espero que se lembre dessa palavras demônio, porque diferente desse momento em que isso é só uma pergunta, daqui a não muito tempo isso será mais do que uma pergunta

-O que quer dizer?

-Parabéns demônio, você passou – Caim abriu a porta e abaixou a cabeça, aquilo era um sinal de que ele não responderia mais minhas perguntas, então só dei de ombros e avancei rumo a porta, não tinha tempo a perder

Eu já havia passado pela porta quando Caim falou novamente:

-Um conselho demônio, só porque gostei de você e da garota, se tiver que enfrentá-lo, fuja, fuja como nunca fugiu na vida, a porta estará aberta então poderá passar, mas eu repito, fuja, não ouse combatê-lo ou só ganhara a morte

Então ouve um bater de porta, eu queria voltar e checar se a porta estava realmente aberta, mas não tinha tempo a perder, tinha que achar Amy e os the killers.

Mas espere um momento ai, Amy disse que estaria me esperando bem aqui, eu sei que ela não sairia andando por ai, mas então onde ela estava, olhei ao meu redor, não via a luz de nenhuma lanterna e ate onde minhas chamas alcançavam iluminando eu não via sombra nenhuma:

-Amy! Amy!!!! Amy!!!!!!!!!! – meus gritos estavam cada vez mais altos, tinha certeza que era possível ouvi-los de bem longe, mas não houve nenhuma resposta, nenhuma – Ammmmmmyyyyyyyyyyyyyyyy!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



Notas finais
Reviews???